

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Leia as assertivas abaixo:
I. Uma fratura do colo do côndilo estende da chanfradura coronoide cranialmente até a borda posterior do ramo caudalmente. II. Os objetivos do tratamento incruento (fechado), uma designação mais adequada do que a redução fechada porque na maioria dos casos é realizada sem “redução” da fratura, incluem a reabilitação da função mandibular com a restauração da oclusão pré lesão. III. A redução cruenta das fraturas condilares tem a vantagem de restaurar imediata e completamente as relações anatômicas da articulação, e a fixação rígida possibilita a função imediata e total da mandíbula. |
Assinale a alternativa CORRETA.
Todas estão corretas.
Apenas I e II estão corretas.
Apenas II e III estão correta.
Apenas I e III estão corretas.
Todas estão incorretas.
Entre os instrumentos relacionados aos agentes mecânicos incluem-se os instrumentos perfurantes, os instrumentos bolhosos e os instrumentos maciços.
Certo
Errado
Sobre o atendimento do paciente vítima de politrauma e os princípios preconizadas pelo Advanced Trauma Life Support - ATLS, todas as alternativas estão corretas, EXCETO :
Se houver qualquer dúvida sobre a capacidade do doente de manter a permeabilidade de sua via aérea, deve-se estabelecer uma via aérea definitiva (intubação).
A reanimação volêmica agressiva e contínua não substitui o controle definitivo da hemorragia.
Considera-se a existência de uma lesão de coluna cervical apenas nos doentes com nível de consciência alterado ou traumatismo fechado acima da clavícula.
A hemorragia é a principal causa de mortes pós-traumáticas evitáveis.
A Escala de Coma de Glasgow é um método rápido e simples para determinar o nível de consciência e que permite prever a evolução do doente.
A partir do caso apresentado, pode ter ocorrido lesão a dois tipos de pares de nervos cranianos. Assinale a alternativa que os apresenta corretamente.
V – Trigêmeo e VI – Abducente.
II – Óptico e IV – Troclear.
V – Trigêmeo e III – Oculomotor.
II – Óptico e III – Oculomotor.
Acerca dos traumatismos dentários, é CORRETO afirmar que
sempre ocorre a recuperação total do ligamento periodontal em até 15 minutos após uma luxação dental.
as intrusões dentárias são irrelevantes tanto para a dentição decídua quanto permanente.
sempre incorrerá em perda dental total e imediata com possibilidade de necrose óssea.
pode ocorrer mobilidade dentária e sensibilidade ao toque.
se caracterizam exclusivamente pela fratura da coroa e da raiz dental.
A síndrome da apneia do sono é um distúrbio caracterizado por respiração anormal no sono e na fragmentação do sono. Pelo menos 30 episódios de apneia ocorrem durante as 7 h de sono noturno nesses pacientes. Um episódio de apneia obstrutiva ocorre quando o fluxo aéreo na boca e no nariz cessa, mas os músculos respiratórios no abdome e no tórax continuam a se movimentar de modo disfuncional. O Índice de Distúrbio Respiratório (IDR) pode ser calculado para se identificar os casos. Dessa forma, em quais casos clínicos o IDR é considerado anormal?
Um IDR maior que 5 é considerado anormal.
Um IDR menor que 0 é considerado anormal.
Um IDR menor que 2 é considerado anormal.
Um IDR maior que -5 até 0 é considerado anormal.
Um IDR maior que -2 até 0 é considerado anormal.
Sobre o tratamento restaurador atraumática (TRA), assinale a alternativa incorreta.
Trata-se de uma intervenção minimamente invasiva com abordagem preventiva e restauradora, por meio do selamento de sulcos e fissuras e das restaurações das cavidades em dentina, impedindo, dessa forma, a progressão da doença.
Essa técnica preconiza o uso de instrumentos manuais para a remoção do tecido cariado, sem anestesia e sem a necessidade de equipamentos caros e sofisticados.
As restaurações por meio dessa técnica são realizadas após a limpeza das cavidades e preenchidas com cimento fosfato de zinco, que apresenta boa biocompatibilidade, adesão ao dente e liberação de flúor.
Essa técnica tem baixo custo, tempo de trabalho reduzido, preserva os tecidos sadios e estimula a capacidade de reparação biológica. Ademais, pelo fato de o tratamento não causar dor, ele promove o conforto e tem apresentado excelente aceitação por parte das crianças pequenas.
Com relação ao trauma dental, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) O tratamento imediato da fratura radicular, do terço apical e médio, consistirá na redução dos fragmentos e na imobilização por meio de contenção do tipo rígida com fio de aço calibroso.
( ) Nos dentes decíduos, as fraturas radiculares horizontais, mesmo quando tratadas imediatamente, apresentam prognóstico ruim.
( ) Nas fraturas oblíquas ou verticais e nos casos em que há deslocamentos do fragmento cervical (extrusão), acompanhados de fratura de rebordo alveolar ou tábua óssea do rebordo alveolar, indica-se a exodontia.
( ) A subluxação é uma pequena lesão das estruturas de suporte do dente traumatizado, com ausência de mobilidade e sem deslocamento anormal do dente de seu alvéolo.
( ) Na extrusão, o tratamento mediato consiste na redução da luxação, reposicionando o dente à sua posição original e contenção semirrígida por 14 (quatorze) dias
Assinale a sequência correta.
V F V F F
F F F V V
F V V F F
V V F V V
Nas perícias médico e odonto-legais, o diagnóstico do instrumento causador da lesão deve observar o seguinte paradigma: é a lesão que denomina o instrumento, nunca o inverso.
Certo
Errado
As fraturas mandibulares podem ocorrer como resultado de trauma de alta ou baixa intensidade, seja em pacientes com mandíbula atrófica ou com presença de dentes. É importante ao cirurgião o diagnóstico preciso e um planejamento cirúrgico adequado a cada caso.
Assim, na condução de pacientes com fraturas na mandíbula, é CORRETO afirmar que
As fraturas da mandíbula edêntula atrófica são mais bem abordadas através do acesso externo para permitir a colocação de fixação com placas 2.0, longas e de travamento. Tal fixação com placas 2.0 se faz necessária para superar a ação dos músculos infrahioides da mandíbula os quais podem gerar deslocamento significativo.
As fraturas do ramo mandibular são normalmente adequadas para o tratamento, utilizando-se a redução fechada e a fixação maxilo mandibular. Se a opção for por colocar 2 placas, aquela da borda superior deve ser colocada com o auxílio de um trocarte.
Um conceito importante na fixação das fraturas é o da osteossíntese de carga compartilhada versus carga suportada. Na osteossíntese de compartilhamento de carga, há adaptação interfragmentária das extremidades da fratura, e a fixação dos fragmentos permite uma justaposição favorável para limitar os movimentos de tração do osso.
As fraturas cominutivas necessitam de osteossíntese de suporte de carga, usualmente através de abordagem transcutânea. A fixação maxilo mandibular foi previamente utilizada como única modalidade de tratamento, mas, na prática atual, o principal uso da fixação maxilo mandibular nas fraturas cominutivas é a manutenção da relação de oclusão enquanto a fixação com placas é aplicada.
As fraturas parassínfisárias devem ser tratadas, preferencialmente, com acesso externo, utilizando-se, apenas, uma placa de reconstrução previamente adaptada ao segmento fraturado, de modo a permitir imediata função do osso mandibular.
Considerando a importância do conhecimento das lesões de tecidos moles e seus tratamentos, assinale a alternativa correta.
Abrasões são lesões causadas por forças de atrição ou fricção que geram ferimentos cortantes profundos na pele. Seu tratamento consiste na limpeza das feridas e sutura das camadas.
Lesões por avulsão caracterizam-se pela remoção de uma camada mais superficial da pele e devem ser tratadas com o fechamento primário nas áreas pequenas ou retalhos locais e enxertos para grandes ferimentos.
Lacerações são lesões cortantes de tecidos moles, tendo somente a limpeza da ferida como a principal medida de cuidado e a aplicação de uma camada fina de pomada antibiótica para minimizar a dessecação e a formação de crostas secundárias na ferida.
Edemas e hematomas são ferimentos contusos causados pelo trauma de objetos rombos e formam-se nos tecidos subcutâneos, resolvendo-se geralmente sem tratamento.
As fraturas coronárias e luxações são as lesões dentárias traumáticas mais comuns. E acontecem com certa frequência em crianças e adultos jovens. A necessidade de desenvolver diretrizes para instrumentar a tomada de decisão clínica foi o que motivou a IADT (International Association of Dental Traumatology) em desenvolver um documento consensual de manejo e tratamento das lesões dentárias traumáticas. Após o diagnóstico da lesão é possível estabelecer um prognóstico, favorável ou desfavorável ao tratamento para manutenção do elemento dental. Com base nas diretrizes da IADT, qual das alternativas é prognóstico desfavorável para as fraturas corono-radiculares com exposição pulpar?

Diretrizes da Associação Internacional de Traumatologia Dentária para a abordagem de lesões dentárias traumáticas: 1. Fraturas e luxações de dentes permanentes, encontrado em https://www.iadtdentaltrauma.org/IADT_Guidelines_Portuguese_Diretrizes_Traducao_IADT_1.pdf
Presença de sintomatologia (dor), resposta pulpar negativa e sinais de lesão periapical.
Ausência de sintomatologia (dor), resposta pulpar positiva e continuidade da ausência de sintomas nas consultas de acompanhamento.
Indicação de terapia endodôntica e continuidade da ausência de sintomas nas consultas de acompanhamento.
Fratura envolvendo esmalte, dentina e ou cemento.
Fraturas terço médio da face são traumatismos que necessitam de diagnóstico preciso para um tratamento adequado. Desse modo, a fratura que ocorre no nível da abertura piriforme e envolve as paredes anterior e laterais do seio maxilar, paredes nasais laterais e, por definição, as porções pterigoides, onde o septo nasal pode também ser fraturado, e a cartilagem nasal pode estar curvada, é conhecida como
Le Fort I.
Le Fort II.
Le Fort III.
Fratura Piramidal.
Disjunção craniofacial.
Considerando a importância do conhecimento da anatomia para tratamento de fraturas do Complexo Zigomatico-orbitário, assinale a alternativa que apresenta apenas ossos que compõem a órbita.
Nasal, Zigomático e Maxila.
Esfenoide, Temporal e Frontal.
Etmoide, Palatino e Maxila.
Lacrimal, Frontal e Temporal.
Em relação ao diagnóstico e ao tratamento das fraturas faciais, analise as assertivas abaixo:
I. As fraturas nasais simples, após redução, são imobilizadas com gaze gessada na parte externa e, internamente, com gaze longa para tamponamento, vaselinada ou lubrificada com pomada antibiótica por um período de 3 a 5 dias.
II. São sinais e sintomas das fraturas do zigoma: diplopia, oftalmoplegia, hematoma intraocular, epistaxe e parestesia do nervo infraorbitário.
III. As fraturas do processo coronoide geralmente permanecem em posição pela inserção do músculo temporal, e o tratamento na maioria dos casos restringe-se à: limitação da atividade da mandíbula, alívio sintomático da dor e dieta líquida e branda por 7 a 14 dias.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
Numa fratura de ângulo de mandíbula, associada ao 3º molar, o dente deve ser extraído se estiver
no trajeto da fratura.
intraósseo e no traço da fratura.
fraturado, com mobilidade.
erupcionado, não causando instabilidade na redução.
O trauma de face não escolhe a pessoa, simplesmente ocorre, podendo estar atrelado a inúmeras etiologias. E, a depender da topografia do dano, pode comprometer tecido mole, duro ou ambos, influenciando no prognóstico terapêutico, principalmente se somado a particularidades do paciente. Assim, pacientes com história de terem sido submetidos à radioterapia, quimioterapia ou medicamentos que alterem a remodelação óssea podem apresentar um sequenciamento pós-cirúrgico delicado.
Dentro desse escopo, assinale a alternativa INCORRETA.
A radioterapia pode causar, a longo prazo, uma predisposição ao rompimento e retardo na cicatrização do tecido mole, mesmo após pequeno traumatismo, devido à indução de uma fibrose na submucosa que torna o revestimento da mucosa menos flexível e menos resiliente.
Na assistência emergencial do paciente com trauma de face, nem sempre é possível ter conhecimento das morbidades ou tratamentos prévios que possam influenciar no planejamento ou prognóstico terapêutico. Contudo é sabido que a radioterapia interfere no ritmo de regeneração de qualquer osso viável remanescente, aumentando-o a ponto de se tornar ineficaz no seu autorreparo.
A espoliação que o trauma pode trazer aos tecidos do viscerocrânio pode indicar a necessidade de um suporte medicamentoso com analgésicos, anti-inflamatórios bem como antibióticos, de forma profilática ou mesmo terapêutica. Soma-se o fato de que o uso de quimioterápicos possa infligir uma maior morbidade devido à possibilidade de mielossupressão que se manifesta por leucopenia, neutropenia, trombocitopenia e anemia.
Medicações, como os bifosfonatos, inibem a reabsorção óssea e têm propriedades antiangiogênicas. Assim, a osteonecrose dos ossos maxilares associada a bifosfonatos (OAB) resulta de uma interação complexa do metabolismo ósseo, traumatismo local, aumento da demanda para o reparo ósseo, infecção e hipovascularização. Assim se faz necessária uma cautelosa abordagem das fraturas do complexo maxilofacial.
Os traumas de face em pacientes com possibilidade de osteonecrose dos ossos maxilares e que evoluem com exposição óssea no pós-operatório devem ser abordados de forma conservadora e pontual. Tentativas de recobrir o osso exposto com retalhos podem causar mais exposição óssea e piora dos sintomas.
As fraturas naso-orbitoetmoidais envolvem segmentos muito importantes da face; formato dos olhos, tecidos especializados (tecidos ósseos, cartilaginosos, sinusais, tendíneos, lacrimais e oculares). Diante dessa anatomia complexa, três componentes são chave para uma correção satisfatória; projeção nasal, distância intercantal e drenagem nasofrontal ou lacrimal.
Com essa análise, é CORRETO afirmar que
o reparo do telecanto é um dos componentes mais importantes no reparo dos traumas naso-orbitoetmoidal. Quando lesada a contração do músculo infraorbitário do olho diminui a distância para o teto da órbita e causa deslocamento superior e arredondamento da fissura palpebral inferior.
Uma força direta contusa à região naso-orbitoetmoidal fragmenta as paredes mediais da órbita e os ossos delgados nasal, lacrimal, etmoide e frontal. A raiz nasal também pode telescopar posteriormente dentro das células aéreas etmoidais como unidade única, alojar-se sob o processo nasal do osso frontal e obstruir o escoamento nasofrontal do seio frontal.
A região naso-orbitoetmoidal é um conjunto ímpar de pilares envolvendo o terço médio da face e que correm horizontalmente da margem piriforme em direção à barra frontal; esses pilares suportam a projeção nasal e a inserção do tendão cantal interno.
Observa-se que, em grandes traumas, o tendão cantal medial que é uma extensão inferior do aparato tarsal e que corre no plano do septo orbitário, estende-se do canto lateral do tubérculo Whitnall, através dos tarsos superior e lateral dentro do tendão cantal medial, sendo responsável pelo achatamento nasal.
Um dos mecanismos que devemos usar na mensuração da distância de cada fissura palpebral é a altura do seio maxilar em relação às órbitas com um outro componente, a linha média facial. Com isso poderemos distinguir se a lesão é unilateral ou bilateral, o que deve ser considerado como ponto chave do tratamento da fratura naso-orbitoetmoidal.
Referente à fratura do complexo orbitozigomático é INCORRETO afirmar:
As fraturas do osso zigomático podem passar despercebidas, e caso não sejam tratadas podem ocasionar deformidade estética (“achatamento” da face) ou limitar a abertura bucal causado pelo osso zigomático deslocado impactando o processo coronóide da mandíbula.
Uma fratura do complexo zigomático deve ser suspeitada caso haja edema periorbitário, equimose da pálpebra inferior e/ou hemorragia subconjutival.
A maioria dos pacientes irão relatar uma dormência na região infraorbitária/lábio inferior no lado afetado.
O lado da fratura pode estar achatado em comparação ao outro lado da face, no entanto, este sinal pode ser mascarado devido à presença de edema no local do trauma.
O paciente pode apresentar epistaxe devido ao rompimento da membrana do seio maxilar e alteração da oclusão pela limitação do movimento mandibular.
Fraturas mandibulares possuem diversas classificações dependendo da sua característica. Dessa forma, qual a fratura mandibular na qual há lesão considerável do tecido mole adjacente, ou partes adjacentes, podendo ser simples ou composta?
Impactada.
Complicada ou complexa.
Patológica.
Múltipla.
Cominutiva.