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Em relação às fraturas do complexo zigomático-orbitário, marque a INCORRETA.
São comuns o edema e a equimose periorbitária.
Parestesia do nervo infra-orbitário.
A radiografia submento-vértex é indicada para avaliação das fraturas do arco zigomático.
Trismo em função do edema e limitação de movimentação do processo coronoide.
Epistaxe devido a fratura da parede lateral do nariz.
Marque a CORRETA em relação ao atendimento emergencial da epistaxe.
A epistaxe nasal anterior está relacionada ao plexo de Kiesselbach, devendo sempre ser tratada com tamponamento por sonda urinária de Foley.
A epistaxe nasal anterior deve ser tratada com tamponamento da nasofaringe.
A epistaxe nasal posterior cede bem à cauterização nasal.
A epistaxe nasal posterior deve ser tratada com tamponamento da nasofaringe por uma sonda urinária de Foley.
A epistaxe nasal posterior está relacionada ao plexo de Kiesselbach.
Marque a INCORRETA em relação às fraturas NOE.
Resultam de trauma contuso direto sobre o dorso nasal (volante ou painel).
É comum o aumento da distância interpupilar (telecanto traumático).
O paciente pode apresentar edema e equimose periorbital, epistaxe e rinorreia.
O tratamento inclui redução do telecanto traumático.
O tratamento pode incluir reconstrução de parede orbitária.
No caso de fratura mandibular, são necessárias a redução da fratura e a imobilização. Por isso, o paciente deve ser referido para o tratamento especializado com um cirurgião buco-maxilofacial.
No tratamento da luxação da articulação temporomandibular, deve ser feita a redução com bandagem simples de Barton. Além disso, o paciente deve receber cuidados terapêuticos para algias.
A clindamicina, que apresenta atividade contra bactérias anaeróbicas e boa penetração no osso, pode ser usada em traumas do tipo em questão.
É normal que ocorra acentuada perda sanguínea nesses casos e, portanto, faz-se necessária a reidratação venosa com soro fisiológico a 0,9% em grande volume.
Antes de se atender ao paciente, deve-se solicitar uma radiografia panorâmica dos maxilares, pois será possível visualizar todo o osso mandibular, incluindo os côndilos, normalmente envolvidos.
Visando a profilaxia contra o tétano, deve-se perguntar ao paciente mais detalhes sobre o trauma, como, por exemplo, em que superfície ele impactou sua face.
Em quadros semelhantes ao descrito, o hemograma do paciente comumente apresenta acentuada leucopenia, que desaparece após alguns dias de tratamento.
Trauma importante na região de sínfise de mandíbula propicia alta incidência de fraturas. Nesses casos, são indicadas as radiografias das regiões do corpo e do ângulo mandibular, áreas com maior frequência de fraturas.
No quadro em apreço, o hematoma e a equimose sublingual sugerem fratura em região do mento.
O acesso cirúrgico intraciliar é o mais indicado nesse caso, em que o acidentado deverá ser operado imediatamente após trauma.
O sinal "telecanto traumático" está associado com qual tipo de fratura de face?
O quadro descrito corresponde a uma provável fratura composta de mandíbula.
No caso de um paciente portador de fratura bilateral parassinfisária da mandíbula, a urgência de atendimento deverá ser no sentido de:
Evitar a formação de edemas.
Fazer antibioticoterapia.
Evitar asfixia.
Controlar o sangramento.
Radiografar a fratura.
O rapaz em questão, provavelmente, sofreu fratura de parede superior da órbita.
No quadro descrito, a dificuldade do rapaz em olhar para cima está associada ao encarceramento do músculo reto inferior do olho.
As fraturas de uma ou mais paredes laterais e da parede superior da órbita são conhecidas pela denominação blow out.
Paciente com 17 anos de idade, sexo masculino, apresenta fratura de côndilo mandibular unilateral sem luxação e sem desvio. Clinicamente, observa-se que não há repercussão na oclusão dentária. O tratamento consiste em
terapia cirúrgica para restabelecer a dimensão vertical.
dieta líquida por duas semanas e observação.
fisioterapia elástica para corrigir a oclusão.
bloqueio maxilo-mandibular.
osteotomia para recapturar o côndilo.