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Considerando o que Fonseca (2002) discorre sobre a Educação Matemática na modalidade EJA (Educação de Jovens e Adultos), preencha (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) Os alunos atribuem o fracasso em Matemática como sendo a principal causa da evasão escolar na idade adequada; posteriormente, quando se sentem mais maduros, voltam aos bancos escolares para aprender a Matemática que não compreenderam anteriormente.
( ) Ainda que a designação “Educação de Jovens e Adultos” remeta a uma caracterização da modalidade pela idade dos alunos que atende, o grande traço definidor da EJA é a caracterização sociocultural de seu público.
( ) Atividades que sejam apenas uma trivial transposição daquelas feitas na educação infantil são inadequadas para a educação de jovens e adultos, pois desconsideram as diversas vivências dos alunos, as quais podem ser incorporadas no trabalho pedagógico do professor.
( ) É comum o aluno da EJA responsabilizar-se pela dificuldade em aprender, alegando que estão numa idade avançada e inadequada ao aprendizado. Contudo, este modo de pensar sobre si mesmo é eco de discursos veiculados ou sugeridos por educadores e instituições que banalizam ou desconsideram os modelos socioeconômicos e as opressões culturais.
A sequência correta de preenchimento das lacunas é:
F – F – V – V
V – V – F – V
V – F – F – V
V – F – F – F
F – V – V – V
Antes de entrar na classe e iniciar a aula, o professor precisa planejar as ações pedagógicas para executá-las e preparar os recursos auxiliares do ensino, de acordo com os objetivos específicos. No início da aula, a preparação dos alunos tem o objetivo de:
conectar os recursos de ensino aos modernismos pedagógicos, único meio de motivar o aluno a aprender.
assegurar práticas compensatórias, pois as crianças e jovens das classes populares não conseguem apreender os conhecimentos científicos.
ofertar uma educação espontaneísta, a fim de motivar os alunos para vivências sociais e intercâmbios acadêmicos que estimulam a formação de alunos disciplinados.
garantir uma formação fragmentada e conhecimentos acríticos que estimulam a solidariedade e novos modos de pensar e participar do mercado de trabalho.
criar condições de estudo e mobilização da atenção para criar atitudes favoráveis à aprendizagem com significado social.
Os serviços de apoio pedagógico especializado ocorrem no espaço escolar e envolvem professores com diferentes funções. Segundo as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, o serviço de orientação e de supervisão pedagógica desenvolvida por professores especializados que fazem visitas periódicas às escolas para trabalhar com os alunos que apresentam necessidades educacionais especiais e com os respectivos professores de classe comum da rede regular de ensino é denominando:
Itinerância.
Apoio técnico.
Reforço escolar.
Salas de recursos.
Professores-intérpretes.
A escola regular de qualquer nível ou modalidade de ensino, ao viabilizar a inclusão de alunos com necessidades especiais, deverá promover a organização de classes comuns e de serviços de apoio pedagógico especializado. Conforme as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, na organização das classes comuns, faz-se necessário prever, entre outros:
agrupamento dos alunos com necessidades especiais em uma mesma classe do ano escolar em que forem classificados, de modo que alunos com a mesma deficiência possam se ajudar.
contratação de profissionais da área da saúde para atendimento de alunos com graves deficiências múltiplas e/ou distúrbios de personalidade.
professores das classes comuns e da educação especial capacitados e especializados, respectivamente, para o atendimento às necessidades educacionais especiais dos alunos.
serviço de apoio pedagógico especializado em salas de recursos, nas quais os alunos deficientes são levados a aprender no mesmo ritmo dos demais.
temporalidade inflexível do ano letivo, garantindo-se que alunos com deficiência mental tenham o mesmo tempo que os demais para concluir o currículo previsto para o ano escolar.
Em relação a mediação pedagógica e as novas tecnologias, MASETTO preconiza que quando o professor se propõe a ser um mediador pedagógico desenvolverá algumas características: EXCETO:
Co-responsabilidade e parcerias são atitudes básicas incluindo o planejamento das atividades, sua realização e avaliação, conforme já vimos quando dialogamos sobre o processo de avaliação.
O feedback que mediatiza a aprendizagem é aquele colocado de forma clara, direta, por vezes orientando discursivamente, por vezes por meio de perguntas, ou de uma breve indicação ou sugestão.
Criatividade, como uma atitude alerta para buscar, com o aluno, soluções para situações novas e inesperadas, e ter presente que cada aluno é um aluno, diferente do outro.
Professor e aluno constituem-se como célula básica do desenvolvimento da aprendizagem, por meio de uma ação conjunta, ou de ações conjuntas em direção à aprendizagem; de relações de empatia para se colocar no lugar do outro seja nos momentos de incertezas, dúvidas, erros, seja nos momentos de avanço e de sucesso; sempre de confiança no aprendiz.