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O Programa de Educação Cidadã Integral, criado pela Lei nº 13.533/2024 no âmbito do Estado da Paraíba, visa à implementação de políticas educacionais integradas voltadas à formação ampla dos estudantes da Rede Pública de Ensino. Coordenado pela Secretaria de Estado da Educação, o Programa organiza-se em categorias distintas de escolas e segue diretrizes específicas para sua implantação. Considerando as disposições legais pertinentes, assinale a alternativa correta.
As Escolas Cidadãs Integrais Indígenas devem seguir exclusivamente os currículos nacionais padronizados, ainda que isso implique restringir a valorização dos saberes tradicionais e das línguas das comunidades atendidas.
As Escolas Cidadãs Integrais Socioeducativas têm como finalidade exclusiva o acolhimento de alunos em situação de vulnerabilidade, sem nenhum vínculo com o modelo pedagógico de educação integral proposto pela rede.
A expansão do Programa de Educação Cidadã Integral está condicionada exclusivamente à disponibilidade orçamentária da Secretaria de Estado da Educação, independentemente de diretrizes estratégicas da gestão pública.
A Escola Cidadã Integral Indígena, como categoria do programa, busca respeitar e promover os saberes ancestrais e a identidade cultural indígena, com foco no desenvolvimento integral dos estudantes em diversas dimensões.
O Programa de Educação Cidadã Integral compreende apenas três categorias escolares, sendo elas as Escolas Cidadãs Integrais, Técnicas e Socioeducativas, não havendo previsão de escolas com identidade étnico-cultural específica.
A Educação Escolar Quilombola deve ser ofertada por estabelecimentos de ensino:
públicos e privados
públicos, somente
transversal
multiplicadores de mecanismos eletrólitos
Uma comunidade rural quilombola no Recôncavo Baiano, composta por 45 famílias, ocupa tradicionalmente uma área de 800 hectares há mais de 150 anos, desenvolvendo agricultura de subsistência, criação de pequenos animais e práticas agroecológicas ancestrais. A comunidade enfrenta conflitos fundiários com fazendeiros vizinhos que questionam a legitimidade da posse, alegando possuir títulos de propriedade sobre parte das terras. Paralelamente, a única escola da região atende 60 crianças em sistema multisseriado, funcionando em condições precárias, com currículo urbano descontextualizado e professores sem formação específica para Educação do Campo. A comunidade reivindica tanto a regularização fundiária quanto uma educação que valorize seus saberes tradicionais e fortaleça sua identidade territorial. Considerando a legislação brasileira e baiana sobre Educação do Campo, direitos quilombolas, e os princípios da Educação do Campo, analise a situação descrita. Qual alternativa apresenta uma análise adequada considerando o marco legal da Educação do Campo e os direitos territoriais quilombolas?
O Decreto 7.352/2010 e a Resolução CNE/CEB 01/2002 fundamentam a necessidade de uma Educação do Campo contextualizada, enquanto o artigo 68 do ADCT da Constituição Federal garante direitos territoriais quilombolas, exigindo ações integradas que articulem regularização fundiária e educação diferenciada.
A Resolução CEE 68/2013 da Bahia sobre Educação Escolar Quilombola é suficiente para resolver a situação educacional, independentemente da questão territorial, pois estabelece diretrizes específicas que prescindem da titulação das terras.
O Plano Nacional de Educação e o Decreto Estadual 13.247/2011 da Bahia são incompatíveis entre si no tratamento de comunidades tradicionais, gerando conflito normativo que impede ações efetivas de Educação do Campo.
A Lei 12.960/2014, que dificulta o fechamento de escolas do campo, resolve automaticamente os problemas educacionais da comunidade, sendo desnecessárias outras intervenções pedagógicas ou territoriais específicas.
A situação deve ser resolvida prioritariamente através da aplicação da LDB 9.394/96, que garante educação básica para todos, sendo secundária a questão fundiária, já que a educação independe da regularização territorial da comunidade quilombola.
Embora seja relevante, no espaço escolar, conhecer a diversidade linguística nacional, a função primordial da escola é ensinar a norma-padrão.
Certo
Errado
A ausência de estratégias efetivas para a implementação da Portaria MEC nº 470/2024, que institui a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, caracteriza descumprimento do dever estatal e institucional de assegurar equidade educacional, uma vez que essa política exige planejamento, monitoramento e avaliação.
Certo
Errado
Leia o fragmento de texto abaixo.
“Os dados analisados pelo UNICEF, tendo como fonte o Censo Escolar/Inep, revelam que a distorção idadesérie (quando o aluno tem dois ou mais anos de atraso) vem caindo no País. Em 2023, eram 13,4% dos estudantes da Educação Básica, caindo para 12,5% em 2024. Apesar da melhora geral, o País ainda tem desafios no enfrentamento do fracasso escolar, com desigualdades importantes quando olhamos para recortes relativos à raça/cor e sexo. A distorção idade-série entre estudantes negros da Educação Básica é quase o dobro daquela registrada entre brancos em 2024 (15,2% versus 8,1%). O problema atinge mais meninos do que meninas, 14,6%, versus 10,3%.”
UNICEF. Brasil reduz taxa de distorção idade-série, mas desigualdades ainda persistem. Brasília: Fundo das Nações Unidas para a Infância, 2024.
Com base no fragmento acima e nas diretrizes da LDB nº 9.394/1996, é CORRETO afirmar que a:
redução da distorção idade-série, ainda que parcial, sinaliza o cumprimento progressivo dos princípios da LDB, podendo as redes priorizar estratégias de reforço geral sem a necessidade de diferenciação por raça ou gênero, a fim de preservar a isonomia prevista no art. 3º.
queda percentual da distorção idade-série evidencia a eficácia das medidas de progressão continuada e da ampliação do tempo escolar, bastando consolidar tais políticas para alcançar a igualdade de oportunidades preconizada pela LDB.
LDB assegura igualdade de condições de acesso e permanência, mas não prevê diferenciação pedagógica com base em desigualdades raciais ou de gênero, o que orienta as redes a adotar ações universalistas centradas no currículo comum nacional.
persistência das desigualdades entre grupos raciais e de gênero reforça o dever do Estado e das redes de ensino de promover condições equitativas de permanência e aprendizagem, por meio de políticas que articulem acompanhamento pedagógico, formação docente e reorganização curricular, conforme preceitos da LDB.
O ensino de Língua Portuguesa em comunidades quilombolas exige práticas pedagógicas que considerem não apenas o domínio da norma-padrão, mas também as dimensões históricas, identitárias e sociolinguísticas desses territórios. Nessas comunidades, o pretuguês – variedade linguística de base africana resultante de processos de resistência e de ressignificação – expressa práticas comunicativas que desafiam a hegemonia da norma culta e revelam outras formas legítimas de uso da língua. No contexto de políticas de Português como Língua de Acolhimento (PLAc), a valorização de repertórios diversos é central para uma educação linguística equitativa e comprometida com os direitos linguísticos dos sujeitos.
Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que apresenta uma abordagem pedagógica coerente com os princípios de equidade linguística e de inclusão educacional.
O trabalho pedagógico deve priorizar o domínio da norma-padrão, representando um instrumento necessário para o acesso dos estudantes a oportunidades acadêmicas e profissionais no Brasil.
Variedades como o pretuguês podem ser admitidas de forma complementar, desde que se priorizem os usos previstos na norma-padrão da Língua Portuguesa.
A valorização das variedades linguísticas quilombolas no ensino da Língua Portuguesa, como o pretuguês, fortalece a construção identitária e promove o pertencimento dos estudantes no espaço escolar.
A unificação das práticas linguísticas escolares é fundamental para garantir coesão comunicativa, sendo importante priorizar os usos regionais em espaços não formais da comunidade.
De acordo com os princípios estabelecidos pelo artigo 3º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB):
O ensino será ministrado com base em princípios como a .................. de condições para o acesso e permanência na escola, a ...................... de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, e o respeito à ................... humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdo-cegas e com deficiência auditiva.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
igualdade • liberdade • diversidade
meritocracia • obrigação • uniformidade
exclusividade • possibilidade • padronização
gratuidade • autoridade • homogeneidade
disciplina • hierarquia • neutralidade
O professor Humberto, atuante no 5º ano do Ensino Fundamental, observa em sua turma a crescente manifestação de conflitos entre os estudantes, que muitas vezes refletem as diversidades sociais e culturais de suas famílias. Alguns alunos demonstram dificuldade em lidar com opiniões divergentes, enquanto outros se sentem marginalizados em atividades coletivas. Humberto, preocupado em transformar esses desafios em oportunidades de aprendizado, busca estratégias pedagógicas que fortaleçam a cidadania e a construção do conhecimento em um ambiente escolar que reconheça e acolha as diferenças. Com base no caso hipotético e nos estudos sobre a escola como campo de relações, cidadania e construção do conhecimento, assinale a afirmativa INCORRETA.
A escola, ao se deparar com a diversidade de seu público, tem o desafio de transformar conflitos em oportunidades para o fortalecimento da cidadania, exigindo uma gestão institucional mais responsiva e dialógica com a comunidade escolar.
O desenvolvimento da cidadania plena na escola demanda que, além da garantia da aprendizagem curricular, haja um incentivo à cultura de participação e ao sentimento de responsabilidade, promovendo a reflexão crítica e a autonomia dos estudantes.
A escola, como local do saber científico, deve se centrar no cumprimento do currículo escolar, visto que a abordagem de conflitos sociais e a promoção da cidadania são responsabilidades primárias da família e de outras instâncias sociais, como o Conselho Tutelar.
A digitalização das relações sociais na escola, embora traga desafios como a exposição a “bolhas virtuais”, também oferece potencial para fortalecer a cidadania estudantil, desde que a escola lide com essa dinâmica de forma estratégica para a produção de conhecimento.
A escola age corretamente ao entender que a responsabilidade pela comunicação da estudante surda em Libras recai exclusivamente sobre o intérprete, pois as políticas de educação especial, desde o início da implementação do atendimento educacional especializado, sempre definiram que a sala comum não precisa adaptar-se à língua de sinais.
Certo
Errado
No Brasil, as questões raciais, étnicas, de crença, de religião e de culturas, próprias de um país de dimensão continental e marcado pela diversidade em suas diferentes facetas, juntamente com a atual configuração migratória, evidenciam esse fenômeno que recebe nomenclaturas e compreensões distintas da literatura, com destaque para os termos “multiculturalismo” e “interculturalismo”.
(FONSECA, Thaisa da Silva; MARINHO-ARAUJO, Claisy Maria. Multiculturalismo e Interculturalismo: revisão sistemática com ênfase na Psicologia Escolar. Linhas Críticas, Brasília, v. 31, p. 1-19.)
Considerando o multiculturalismo no contexto educacional brasileiro, assinale a afirmativa INCORRETA.
A interculturalidade crítica busca a construção de modos de ser e viver que questionam o modelo de sociedade vigente.
O multiculturalismo neoliberal reconhece a diversidade, mas não questiona as estruturas de poder que perpetuam desigualdades.
O multiculturalismo na educação visa à homogeneização cultural dos estudantes para facilitar a integração social e o cumprimento do currículo.
É possível promover reflexões e ações em prol do desenvolvimento de todos e com a construção de um currículo escolar participativo e contextualizado.
As Diretrizes Curriculares Nacionais asseguram às escolas liberdade para organização dos seus currículos, desde que observem os princípios e objetivos da educação nacional. Tal liberdade, no entanto, não permite desconsiderar as normas estabelecidas pelos sistemas de ensino aos quais estão vinculadas.
Certo
Errado
Em uma escola localizada em território quilombola, as turmas do Ensino Médio estavam envolvidas com a festividade de Santo Antônio, padroeiro da comunidade. Um professor de História, aproveitando a situação, convidou professores de outras áreas para realizarem atividades pedagógicas sobre a representatividade da festa para o Inventário Cultural Quilombola. Com a mobilização das áreas, foi proposta uma reflexão sobre a autonomia e a identidade escolar presentes no Projeto Político Pedagógico da escola.
Com base no cenário apresentado, uma intervenção didática que considera a colaboração entre escola e comunidade quilombola é aquela que
realiza leituras de textos sobre a festividade para normatizar saberes na escola.
insere festividades contemporâneas para renovar os princípios educativos da escola.
promove atividades para reconhecer ritos significativos para a comunidade durante a organização da festa.
organiza feiras com produtos industrializados para possibilitar a integração da comunidade com os espaços urbanos.
Durante a “Campanha Junho Verde”, foi organizada uma ação socioeducativa para divulgar os princípios da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) em uma comunidade quilombola. Um analista foi encarregado de propor atividades que unissem a valorização da cultura afro-brasileira a práticas sustentáveis locais, conforme as diretrizes da PNEA.
Com base nessas diretrizes e nos objetivos da ação, avalie a adequação das atividades listadas a seguir.
I. Criação de uma horta agroecológica com técnicas herdadas de saberes quilombolas, como o cultivo consorciado, o uso de plantas medicinais e o manejo sustentável do solo, com a participação de anciãos e de agricultores locais.
II. Elaboração de um roteiro turístico que inclua visitas a espaços sagrados, oficinas de culinária tradicional com uso de ingredientes nativos e explicações sobre práticas sustentáveis locais, com participação da comunidade.
III. Organização de uma oficina em que mestres locais aprendam a notação musical ocidental, de modo que as canções tradicionais da comunidade sejam ajustadas para um padrão musical formalizado, facilitando a sua divulgação.
São exemplos de aplicação dos princípios da PNEA as atividades descritas em:
I, apenas;
I e II, apenas;
I e III, apenas;
II e III, apenas;
I, II e III.
A Lei nº 10.639/2003, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB, tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas, abrangendo temas relacionados às artes, à literatura, à religião e à luta dos povos negros na construção da sociedade brasileira. Nessa perspectiva, uma contribuição fundamental para a diversidade cultural no ensino das artes visuais, é
aproximar os conteúdos artísticos afro-brasileiros aos modelos europeus clássicos.
reforçar práticas etnocêntricas no currículo, na perspectiva colonial.
interpretar manifestações afro-brasileiras, como espaço para o folclore das periferias urbanas.
promover a valorização da arte afro-brasileira, como parte do patrimônio cultural e identidade nacional.
limitar o ensino de arte às referências ocidentais, com maior difusão acadêmica.
A Resolução CEE nº 68/2013, ao regulamentar a implantação das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Escolar Quilombola no Estado da Bahia, reconhece a necessidade de respeitar as formas diversas de organização escolar que dialoguem com os modos de vida e os processos de aprendizagem próprios das comunidades quilombolas. Em consonância com o Art. 23 da LDB, a norma estabelece que a organização da Educação Escolar Quilombola, em cada etapa da Educação Básica, poderá assumir variadas formas, adaptando-se às realidades locais, históricas e culturais. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
A alternância entre tempo escola e tempo comunidade é vedada na Educação Escolar Quilombola, pois compromete a padronização do calendário letivo.
As escolas quilombolas devem seguir rigidamente o modelo seriado anual, como forma de assegurar a equivalência com as demais instituições de ensino do estado.
A Resolução impede que grupos de diferentes idades aprendam juntos, pois comprometeria a homogeneidade pedagógica e o controle da aprendizagem.
A organização da Educação Escolar Quilombola pode adotar diferentes formas, como ciclos, séries anuais, grupos não seriados e alternância de tempos e espaços, desde que essas opções sejam adequadas ao processo de aprendizagem da comunidade.
A organização em ciclos ou outras formas alternativas só pode ser aplicada na Educação Infantil, não sendo recomendada para os anos finais do Ensino Fundamental ou Ensino Médio.
A Educação Escolar Quilombola no Brasil é uma modalidade da Educação Básica, cujos fundamentos podem ser encontrados no Parecer CNE/CP n. 03/2004 e na Resolução CNE/CP n. 01/2004, que instituem a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana nos currículos das escolas públicas e privadas da Educação Básica. Posteriormente, foi assegurada nas Diretrizes Curriculares Gerais para a Educação Básica (Resolução CNE/CEB. n. 04/2010 e pela Resolução CNE/CEB n. 08/2012, bem como pelas demais orientações e resoluções do Conselho Nacional de Educação.
Qual das alternativas abaixo reflete os principais objetivos desta modalidade de ensino, conforme previsto nas diretrizes educacionais brasileiras?
Focar unicamente no desenvolvimento econômico das comunidades quilombolas, deixando em segundo plano os aspectos culturais e educacionais.
Garantir a inclusão das especificidades culturais quilombolas nos currículos escolares, respeitando a identidade étnico-racial e o direito à diferença.
Oferecer educação básica obrigatória e uniforme para todas as comunidades, sem considerar a diversidade cultural.
Promover o ensino técnico para a inserção do negro no mercado de trabalho, visando sua inserção social.
A proposta de mapeamento coletivo de fontes pedagógicas no Currículo da Região da AMOSC compreende a realidade como um conjunto complexo de fenômenos materiais e imateriais, articulados ao trabalho formativo da escola e ao papel emancipador do conhecimento. Considerando essa concepção, assinale a alternativa INCORRETA.
As fontes pedagógicas incluem dimensões naturais, culturais, simbólicas, políticas, econômicas e sociais.
O mapeamento fortalece o sentimento de pertencimento em relação ao papel social da escola.
O conhecimento é compreendido como dispositivo de adaptação passiva à realidade social existente.
O diálogo com a comunidade permite relacionar os saberes científico-didáticos à realidade vivida.
Uma professora de Educação Física planejou trabalhar danças de matriz africana. Tendo em vista a realidade histórico-cultural de seus estudantes e as diretrizes da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, elaborou uma sequência didática para abordar o enfrentamento a práticas opressivas e preconceituosas com relação às danças e aos demais elementos da cultura africana. Essa atuação gerou uma reação negativa das famílias, que tentaram impedir o ensino desses signos culturais nas aulas. A equipe de professores se organizou coletivamente e realizou um projeto interdisciplinar chamado Somos mais África do que Europa, buscando resgatar as raízes identitárias e sociais constitutivas do Brasil como nação.
BRASIL. Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ). Brasília: Secadi, 2024.
De acordo com a situação-problema, a atuação da equipe de professores materializa quais princípios da abordagem crítico-superadora?
Totalidade, movimento, historicidade e contradição.
Objetividade, protagonismo comunitário, autonomia e significação.
Diversidade, inclusão, interdisciplinaridade e participação comunitária.
Experimentação, reflexão sobre a ação, construção de valores e síntese.
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola, as escolas que ofertam Educação Infantil a estudantes oriundos de territórios quilombolas devem
promover um projeto educativo integrado entre a identidade quilombola e as relações étnico-raciais.
promover a preparação básica para o trabalho e a cidadania próprios para a comunidade quilombola.
promover a participação das famílias e anciãos em todas as fases do desenvolvimento da Educação Infantil.
promover atividades socioculturais que contem com assessoria especializada em Educação Escolar Quilombola.
promover atividades de sustentabilidade a fim de perpetuar as raízes das comunidades quilombolas desde a mais tenra idade.