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Tal reorientação do campo brasileiro da saúde mental implica a diluição da clínica psicológica nas políticas públicas de atenção, com ênfase na promoção da cidadania e na (re)inserção social. Dentre as adjetivações que essas práticas clínicas então emergentes vêm recebendo, destacam-se, salvo:
Ampliada.
Singularizada.
Psicossocial.
Compartilhada.
Peripatética.
Segundo o documento “Saúde Mental e Atenção Básica, o vínculo e o diálogo necessários”, publicado pelo Ministério da Saúde, afirma-se que
I. grande parte do sofrimento psíquico menos grave continua sendo objeto de trabalho de ambulatórios e de atenção básica
II. municípios com menos de 20 mil habitantes podem começar a estruturar a rede de cuidados em saúde mental a partir da atenção básica, pois, segundo a legislação, não precisam ter um CAPS (Centro de Atenção Psicossocial).
III. as ações de saúde mental na atenção básica devem obedecer ao modelo de redes de cuidado de base territorial e à atuação transversal com outras políticas específicas.
IV. mais da metade das equipes de saúde da família se deparam com problemas de saúde mental na população assistida, mas não estão habilitadas para intervir, devendo encaminhar os casos para os cuidados de um CAPS (Centro de Atenção Psicossocial).
Com base no documento citado, estão corretas apenas as afirmativas
I, II e III.
II e III.
I, III e IV.
II, III e IV.
Pensar na inserção dos psicólogos no serviços de saúde mental exige que saibamos localizar a dimensão da clínica e sua relação com a política de saúde mental que orienta o funcionamento destes serviços. Neste contexto, assinale a alternativa INCORRETA acerca dos serviços de saúde mental.
Visam um trabalho focado em abordagens individuais, em que cada profissional atua independente dos demais.
Estão comprometidos com a construção e a produção de uma subjetividade aberta a alteridades e atentos ao que potencializa a transformação do cotidiano.
Equipes multiprofissionais valorizam a fala dos usuários, fazem diagnósticos da situação e encaminhamentos, quando necessário, e produzem efeitos terapêuticos.
O que deve ser considerado é a existência complexa do sujeito, seu discurso e o desenvolvimento de suas próprias possibilidades de relação, criatividade e produção.
Trata-se do modelo da reinserção social: os projetos coletivos são válidos, desde que não se encubra a singularidade do sujeito.
A estratégia do Apoio Matricial (AM), ou matriciamento em saúde mental, facilita o direcionamento dos fluxos na rede, promovendo a articulação entre os equipamentos de saúde mental e a Estratégia de Saúde da Família (ESF). O AM se constitui em:
um encaminhamento para a equipe de saúde mental de alguns casos acompanhados pelas equipes de atenção básica.
compartilhamento de casos através de discussões conjuntas de casos, mantendo a responsabilidade das ações sob responsabilidade das equipes de atenção básica.
intervenções conjuntas junto às famílias e comunidades ou em atendimentos conjuntos, sob responsabilidade das equipes de saúde mental.
um arranjo organizacional que viabiliza o suporte técnico em áreas específicas para equipes responsáveis pelo desenvolvimento de ações básicas de saúde.
um arranjo organizacional responsável pelo suporte técnico e capacitação em saúde mental para equipes de atenção básica.
Na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) a atenção em saúde mental está organizada por meio de diversas proposições de tratamentos, equipamentos e dispositivos, dentre os quais:
As residências terapêuticas são moradias criadas para portadores de transtornos mentais leves e moderados, oriundos de hospitais psiquiátricos e sem outra possibilidade de moradia.
Os CAPS infantil são equipamentos estruturados para atenção em saúde mental de alta complexidade de crianças até 12 anos.
A Atenção Básica que, por se caracterizar como atenção a demandas de baixa complexidade, pode contar com o apoio matricial integrando-se os serviços da Unidade Básica de Saúde e do Centro de Atenção Psicossocial.
Os consultórios na rua têm como estratégia a redução de danos para usuários de crack, álcool e outras drogas, em parceria com as comunidades terapêuticas.
A redução de danos é uma proposta de tratamento para quem não se encontra em uso abusivo de substâncias psicoativas e não necessita de internação.
Uma rede de atenção à Saúde Mental compõe-se de ações e de serviços diversos. Contudo, ela somente funciona de fato como rede quando é criada e ordenada a partir de um Projeto de Saúde Mental. Sobre esse tema, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
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I. Para atender às diretrizes da Reforma Psiquiátrica, tais como definidas nas III Conferências Estadual e Nacional de Saúde Mental, um Projeto de Saúde Mental deve reorientar o modelo de assistência, através de ações e de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico, que possibilitem sua superação. Para concretizar-se, esse Projeto pode necessitar dos mais variados dispositivos que consistem nas atividades específicas de Saúde Mental nos serviços de Saúde destinados especificamente aos portadores de sofrimento mental, como os CAPS.
II. Um paciente em crise não requer necessariamente o encaminhamento para serviços específicos de Saúde Mental, como um CAPS: muitos deles, embora requerendo um acompanhamento mais próximo, podem perfeitamente ser acompanhados na unidade básica mais próxima que dispõe de equipe de Saúde Mental.
III. Enquanto a equipe de Saúde Mental ocupa-se predominantemente daqueles portadores de sofrimento mental em menor grau de complexidade, uma série de outros deixa de receber atendimento adequado. Os portadores de sofrimento mental grave, ou psicóticos, não costumam encontrar espaço e tempo nas unidades básicas: quando atendidos, geralmente são pacientes já estáveis, que ali recebem apenas uma renovação da receita visando “manter o quadro”.
IV. Há três funções possíveis para um CAPS, que dependem do lugar que ocupa no Projeto de Saúde Mental. Uma delas consiste em atuar como um espaço intermediário entre o nível básico e o hospital psiquiátrico, atendendo os casos de relativa gravidade, porém preferindo encaminhar os mais difíceis e graves: nesse caso, o CAPS funciona como um serviço complementar ao hospital, a outra é quando integra um conjunto de ações e serviços que dispensam esta retaguarda, ou seja: quando se integra numa rede de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico e a última quando torna-se semelhante a hospitais psiquiátricos.
V. A admissão de um paciente do CAPS deve sempre ser negociada com ele próprio: embora possam ocorrer admissões involuntárias, na grande maioria das vezes é possível evitar esse tipo de medida. Uma vez admitido no serviço, o paciente, via de regra, vincula-se a um determinado profissional da equipe, que se torna seu técnico de referência. Não há nenhuma regra a priori que determine o tempo da permanência: este é ditado pelas particularidades de cada caso, a partir de um acordo feito entre o técnico de referência, o paciente e seus familiares. Alguns podem passar ali apenas uma parte do dia, outros podem passar o dia e a noite, outros o dia inteiro, outros três vezes por semana, e assim por diante. Esse acordo vai sendo revisto ao longo do tratamento, podendo a frequência do paciente ao serviço aumentar ou diminuir, conforme o caso.
Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.
Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II e V estão corretas.
Apenas as afirmativas II, III e V estão corretas.
Tendo por base as orientações do Ministério da Saúde (2014) sobre o atendimento de crianças e adolescentes com demandas em saúde mental na rede de atenção psicossocial (RAPS), analise as afirmativas abaixo
I. A abordagem de crianças e adolescentes pelas equipes de Consultório na Rua tende a ser estratégica na medida em que permite a visibilidade dessas pessoas no SUS e em outras políticas intersetoriais. Ao se colocarem disponíveis para o acolhimento e o vínculo, os Consultórios na Rua têm lugar privilegiado na observância do princípio da proteção integral preconizada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
II. Os Núcleos de Apoio a Saúde da Família podem desempenhar importante papel com a população infantojuvenil, desenvolvendo ações como grupos terapêuticos, intervenções familiares, apoio e suporte nas proposições de projetos terapêuticos construídos junto às crianças, adolescentes e suas famílias.
III. Os Centros de Convivência e Cultura podem ofertar a crianças e adolescentes espaços e cronogramas de atividades específicos, como programas de ressocialização de adolescentes em conflito com a lei – inclusive os privados de liberdade – previstas nos Planos Individuais de Atendimento (PIA) do Sistema Único da Assistência Social (SUAS).
IV. O tempo de permanência na Unidade de Acolhimento para crianças e adolescentes é de até seis (06) meses. O acolhimento neste ponto de atenção será definido exclusivamente pela equipe do CAPS de referência, que será responsável pela elaboração do Projeto Terapêutico Singular do usuário, considerando a hierarquização do cuidado, priorizando a atenção em serviços comunitários de saúde.
V. Crianças e adolescentes também estão sujeitos às urgências e emergências em saúde mental. Sejam decorrentes do uso de álcool, crack e outras drogas ou de alguma condição psiquiátrica é importante que sejam recebidos exclusivamente nos CAPS infantojuvenis, considerando a especificidade do público e que as medidas cabíveis sejam realizadas no menor tempo possível.
Assinale a opção com as afirmativas CORRETAS
Somente a V é falsa.
Todas as afirmativas são verdadeiras.
Somente a I, II e IV são verdadeiras.
Somente a III é falsa.
Somente a III e V são falsas.
A lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001, dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. De acordo com a lei, SÃO direitos da pessoa portadora de transtorno mental:
Ser submetido imediatamente à internação para receber tratamento adequado e intensivo.
Ser tratada, preferencialmente, em serviços comunitários de saúde mental.
Ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação, com inserção apenas na família, visando a segurança do paciente e da comunidade.
Receber apenas as informações mais relevantes a respeito de sua doença e de seu tratamento.
Um estudo publicado na revista Psicologia: Ciência e Profissão (jan/mar. 2017, v. 37, n°1, p. 78-89) apresenta informações a respeito de fatores que foram importantes para a entrada do psicólogo nos serviços públicos de saúde, especialmente a partir da década de 1980, com a implantação de uma política específica de desinstitucionalização e de ampliação da rede de serviços substitutivos de saúde mental. Assinale a alternativa que não apresenta um dos fatores relatados no referido estudo.
O contexto das políticas públicas de saúde do final dos anos de 1970 e em toda a década de 1980, particularmente a repercussão no setor de recursos humanos.
O aumento da busca aos consultórios de Psicologia por parte da população, causada por sua melhora econômica a partir dos anos de 1980.
O movimento da própria categoria com o objetivo de redefinir a função social da Psicologia na sociedade.
A difusão da psicanálise e a psicologização da sociedade.
Os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) são instituições destinadas aos usuários com transtornos mentais e uso de crack, álcool e outras drogas, visando estimular sua integração social e familiar oferecendo atendimento médico e psicossocial. Para dar conta do conjunto de ações para atingir tais objetivos, existem modalidades de CAPS que disciplinam seu funcionamento e público alvo. Desta forma, assinale a alternativa que se refere ao CAPS III.
Atendimento diurno e noturno (24 horas) de adultos com transtornos mentais.
Atendimento diurno (segunda a sexta) de adultos com transtornos mentais.
Atendimento diurno (segunda a sexta) às crianças e adolescentes com transtornos mentais.
Atendimento diurno e noturno às crianças e adolescentes com transtornos mentais.
Atendimento diário à população com transtornos decorrentes do uso e dependência de substâncias psicoativas, como álcool e outras drogas.
Com relação às intervenções terapêuticas em saúde mental no CAPS, assinale a alternativa CORRETA.
As oficinas terapêuticas podem ser: expressivas, de alfabetização, entre outras, porém, não existem oficinas geradoras de renda dentro das intervenções terapêuticas no CAPS.
O atendimento não intensivo é oferecido quando a pessoa não precisa de suporte contínuo da equipe para viver em seu território e realizar suas atividades na família e/ou no trabalho, podendo ser atendido por até três dias no mês. Esse atendimento também pode ser domiciliar.
Oficinas são atividades realizadas em grupo com a presença de um ou mais profissionais, não sendo permitida a presença de estagiários ou leigos na composição da equipe.
Atendimento intensivo constitui atendimento em que o usuário pode ser atendido por até 12 dias no mês.
A proposição de novos paradigmas de cuidado em saúde mental em contraposição ao modelo manicomial apontou para a necessidade de transformação dos conceitos e das práticas assistenciais no campo da saúde mental. Nessa perspectiva, a fim de promover a integralidade do cuidado, os equipamentos e serviços substitutivos ao aparato manicomial devem estar pautados necessariamente na
criação e ampliação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) destinados prioritariamente aos indivíduos sem histórico de hospitalização psiquiátrica.
problemática da saúde e da doença e na avaliação das instituições e das pessoas que as usam.
priorização de ações de promoção e prevenção da saúde mental em detrimento dos investimentos para criação de serviços especializados na área.
utilização de tecnologias “duras” no cotidiano assistencial e pela disponibilização de psicofármacos de última geração.
Para Amarante (2007), a atenção à crise representa um dos aspectos mais difíceis e estratégicos. No contexto da saúde mental e atenção psicossocial, como a crise é entendida?
Situação de grave disfunção que ocorre exclusivamente em decorrência da doença.
Resultado de uma série de fatores que envolvem terceiros, sejam eles familiares, vizinhos, amigos ou mesmo desconhecidos.
Um momento que pode ser resultado de um aumento do limiar de solidariedade de uns para com outros.
Uma situação cuja resposta pode ser agarrar a pessoa em crise a qualquer custo; amarrá-la, injetar-lhe fortes medicamentos intravenosos de ação no sistema nervoso central a fim de dopá-la, aplicar-lhe eletroconvulsoterapia.
Uma situação de precariedade de recursos para tratar a pessoa em sua residência, enfim uma situação mais biológica que puramente psicológica ou social.
Com a criação do SUS e, em seu bojo, os efeitos da Reforma Psiquiátrica, culminaram em novas concepções de saúde. A partir dos anos 2000, a ênfase no território, a consolidação da Estratégia Saúde da Família como primeiro contato de usuários com a rede pública de saúde e o direcionamento preconizado nos Pactos pela Saúde desafiam todas as profissões de saúde a se alinharem a políticas públicas de saúde. Nesse cenário:
Abriram-se outros contextos para a atuação da Psicologia, demandando atualização e reconfiguração de suas práticas, que devem ser agora voltadas para a clínica de grupo.
O encontro com uma clientela oriunda de segmentos mais pobres da população, a nova condição de trabalho assalariado estatal e o encontro com outros saberes mais antigos da saúde pública promove novos questionamentos e a busca de uma articulação entre a prática clínica e o novo contexto da saúde pública.
A descentralização da gestão do sistema de saúde e a consequente municipalização da gestão de ações e serviços gera certa autonomia local nos arranjos políticos e propicia a criação de uma diversidade de experiências que fortalecem a clínica curativa.
A territorialização de serviços coloca desafios para as equipes de saúde, que deve ampliar sua capacidade de ação para além de seu núcleo específico, tomando como objeto os múltiplos aspectos representados pelo território de atuação.
O atendimento clínico individualizado oferecido pelos psicólogos do NASF colocou a Psicologia como uma área de conhecimento de relevante importância na Saúde Pública, justificando-se a oficialização de um psicólogo por equipe.
São direitos da pessoa portadora de transtorno mental, EXCETO:
Receber o maior número de informações a respeito de sua doença e de seu tratamento.
Ser tratada, preferencialmente, em serviços hospitalar, em alguns casos de modo isolado.
Ter garantia de sigilo nas informações prestadas.
Ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis.
Na novela A morte de Ivan Ilitch, de Leon Tolstoi, o personagem principal padece de uma misteriosa doença que permanece insolúvel, vindo a lhe ocasionar um fim trágico - como o próprio título indica. Diante dos vários profissionais médicos que passam pela sua vida de convalescente, Ivan Ilitch não consegue alívio para o seu sofrimento com nenhum deles. A ajuda veio de quem em princípio era menos qualificado para tal, quando um dos seus criados resolve propiciar-lhe uma posição anatômica, elevação das pernas, que causava alívio imediato às dores de seu amo. Essa novela russa oitocentista ilustra a seguinte noção a ser levada em conta para composição das políticas públicas de saúde mental, proposta por Benedetto Saraceno (In Libertando identidades: da reabilitação psicossocial à cidadania possível. Belo Horizonte / Rio de Janeiro: Te Corá / Instituto Franco Basaglia, 2001):
Reabilitação psicossocial
Clínica ampliada
Recursos escondidos da comunidade
Tecnologias leves de cuidado
Reinserção social
A atenção ao transtorno mental na Saúde Pública brasileira comporta pelo menos dois modelos de atuação dos profissionais da saúde diante da pessoa com transtorno mental: o modelo hospitalocêntrico e o psicossocial. Marque a opção que CORRETA.
I. O modelo psicossocial visa à ressocialização, valoriza o trabalho em equipe multiprofissional e prioriza os atendimentos na rede substitutiva;
II. O modelo hospitalocêntrico visa a ressocialização, valoriza o trabalho em equipe multiprofissional, prima pela internação e prioriza os atendimentos a parte da rede substitutiva;
III. O modelo psicossocial visa a ressocialização, valoriza o trabalho em equipe multiprofissional, prima pela internação e prioriza os atendimentos a parte da rede substitutiva;
IV. O modelo hospitalocêntrico prima pela internação e prioriza os atendimentos a parte da rede substitutiva.
Todas as afirmativas estão corretas.
Apenas I e II estão corretas.
Apenas II e III estão corretas.
Apenas III e IV estão corretas.
Apenas I e IV estão corretas.
Um dos objetivos da Política Nacional de Saúde Mental é:
implementar uma política de atenção integral a usuários de álcool e outras drogas.
fortalecer a rede hospitalar, aumentando progressivamente os leitos psiquiátricos.
incluir as ações da saúde mental na atenção de alta complexidade.
eliminar o programa permanente de formação de recursos humanos para reforma psiquiátrica.
garantir tratamento digno e de qualidade ao louco infrator, aumentando as internações nos Manicômios Judiciários.
No que se refere aos princípios da intersetorialidade, marque a alternativa que não condiz com seus pressupostos básicos:
As práticas intersetoriais são necessárias no enfrentamento de problemas reais e complexos, frente aos quais as respostas estruturadas em tradições setoriais ou unicamente especializadas não se mostraram satisfatórias
A atual política de saúde mental infantojuvenil defende que as ações nesse campo devam ser somadas a várias outras, para que, num reduzido processo de diálogo intersetorial, garanta-se integralidade dos cuidados, como pleiteia o paradigma da atenção psicossocial.
A intersetorialidade deve ser entendida como estratégia em que os diferentes setores sociais, com seus saberes e práticas precisam se articular e se integrar com vistas a orientar e garantir a integralidade do cuidado.
A clínica na atenção psicossocial pretende ser integral, territorializada, inter e transdisciplinar, voltada para o sujeito e seu contexto sociocultural.
As ações de cuidado ultrapassam aquelas implantadas pela política de saúde e incluem todas as dispensadas pelas diferentes políticas setoriais, instituições e serviços que compõem a rede de relações do sujeito.
Com relação à Saúde Mental no SUS e os Centros de Apoio Psicossocial (CAPS), relacione a primeira coluna com a segunda, depois assinale a alternativa CORRETA.
I. CAPS I e II. II. CAPS III. III. CAPSi. V. CAPSad. | ( ) São CAPS para atendimento diário e noturno de adultos, durante sete dias da semana, atendendo à população de referência com transtornos mentais severos e persistentes. ( ) CAPS para infância e adolescência, para atendimento diário a crianças e adolescentes com transtornos mentais. ( ) CAPS para usuários de álcool e drogas, para atendimento diário à população com transtornos decorrentes do uso e dependência de substâncias psicoativas, como álcool e outras drogas. ( ) São CAPS para atendimento diário de adultos, em sua população de abrangência, com transtornos mentais severos e persistentes. |
II, III, I e IV.
III, II, IV e I.
II, III, IV e I.
II, IV, III e I.