Questões de Concurso sobre Psicologia Hospitalar

 
 
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Existe uma demanda, usualmente, feita ao profissional de Psicologia dentro da Instituição Hospitalar e que diz respeito ao lugar do psicólogo em sua intervenção nas interconsultas. A melhor alternativa para nomear esta demanda é ocupar-se de palavras:


A

que não podem ser ditas, facilitar a possibilidade de sua circulação, reconhecer que a verdade dita é sempre mais angustiante que seu ocultamento e suportar o tempo de espera e de presença para que esta verdade possa advir.


B

apenas ditas explicitamente, a fim de atuar com respeito ao paciente e à ética profissional, reconhecendo que, o não dito deve permanecer privado e oculto.


C

que não podem ser ditas, facilitar a possibilidade de sua circulação, reconhecer que a verdade dita é menos angustiante que seu ocultamento e, portanto, desvelar a verdade imediatamente aos pacientes na Interconsulta.


D

que não podem ser ditas, facilitar a possibilidade de sua circulação, reconhecer que a verdade dita é menos angustiante que seu ocultamento e suportar o tempo de espera e de presença para que esta verdade possa advir.

Uma mulher teve um bebê com Síndrome de Down, com alguns problemas cardíacos e muito hipotônico. Em função desse quadro clínico, não pôde levá-lo para casa logo após o período mínimo de internação hospitalar pós-parto e nem cuidar de seu filho como havia imaginado que faria durante a gestação. A internação se prolongou por meses e essa mãe começou a queixar-se de que a criança sorri para todo mundo e que, portanto, não sabe se o bebê a reconhece como mãe quando está com ele. Teme que ele se torne uma criança autista em função dos comprometimentos biológicos. Angustiada, a mãe a ter dificuldades para visitar o bebê com frequência, atribuindo isto a encaminhamentos de ordem econômica que precisaria fazer. O bebê começa a não mais olhar diretamente para aqueles que cuidam dele, passando também a não sorrir mais como usualmente fazia. A partir desse fragmento de caso clínico podemos levantar algumas hipóteses e considerar que:

I. Com o crescimento do bebê, a patologia orgânica começou a comprometer seu desenvolvimento e suas relações.

II. O laço mãe-bebê passa a ser afetado pela limitação orgânica, que passa a operar como obstáculo simbólico e imaginário.

III. Faz-se uma antecipação da insuficiência no bebê.

IV. Ocorre aqui um mecanismo de profecias auto-realizáveis.

Marque a alternativa correta, avaliando se as afirmações acima são verdadeiras ou falsas.


A

V, F, V, V


B

F, V, V, V


C

V, F, V, F


D

F, V, F, F

De acordo com Ismael (2010), a postura do Psicólogo para a sua inserção no campo da saúde, em ambiente hospitalar é muito importante.

Esse profissional deverá apresentar as seguintes características, EXCETO:


A

Bom preparo teórico e prático.


B

Baixa resistência à frustração.


C

Bom senso.


D

Fazer-se respeitar.

O treino para modificação do comportamento alimentar no período pré-operatório favorecerá a perda de peso inicial do paciente, mas a finalidade principal da mudança de hábitos alimentares é o sucesso do pós-operatório em médio e longo prazo.

C
Certo

E
Errado

Toda doença é um ataque à criança em sua totalidade, afetando a sua integridade e seu desenvolvimento emocional. Diante disso, faz-se necessário um atendimento integrado da equipe de saúde, em que a criança seja um elemento ativo dentro do processo de hospitalização e doença. Nesse sentido, o psicólogo hospitalar, ao planejar seu atendimento a uma criança de 04 anos que está hospitalizada, deve considerar como uma das principais características do seu estágio de desenvolvimento


A

o egocentrismo, que leva a criança a crer que ela causou a hospitalização.


B

o comprometimento com tarefas, o que lhe permite utilizar jogos de longa duração.


C

a independência e autonomia, o que pode permitir a saída da criança do leito para participar de brincadeiras.


D

a valorização dos pares, que autoriza o profissional a indicar as brincadeiras em equipe.

Assinale a opção INCORRETA acerca dos efeitos da hospitalização na infância.


A

Reações depressivas são esperadas e necessárias para adaptação ao processo de perda da saúde ou iminência de morte;


B

A vivência doença pela criança impõe mecanismos de regressão que reforçam a relação de dependência com seus pais;


C

O sentimento de culpa por estar causando a desestruturação da família é raramente vivenciado, uma vez que isso não interfere no processo de enfrentamento;


D

As intervenções baseadas no lúdico favorecem o desenvolvimento da criança e o enfrentamento da situação de hospitalização;


E

As reações patológicas de superproteção dos pais são frequentes nas relações que envolvem culpabilização pela doença da criança.

A hospitalização é uma realidade na vida de uma parcela significativa da população infantil. Todos os anos, mais de um milhão de crianças são hospitalizadas por diferentes causas no Brasil. A experiência da hospitalização na infância é considerada uma situação potencialmente traumática, que pode até desencadear o surgimento de sentimentos diversos, como angústia, ansiedade e medo diante de uma situação desconhecida ou ameaçadora.

Além disso, pode provocar alterações no desenvolvimento da criança e comprometer seu processo de interação com as pessoas e o meio em geral. Nesse sentido, um recurso bastante utilizado na situação hospitalar é o brincar por que


A

faz com que a criança negue a sua agressividade por ser uma situação em que predomina o prazer.


B

faz com que a criança negue a sua agressividade facilitando assim, o trabalho da equipe de saúde.


C

possibilita a priorização do prazer, e não o desenvolvimento das funções cognitivas.


D

possibilita o fortalecimento da autonomia da criança e contribui para a quebra de estruturas defensivas.

Médicos e enfermeiros de um hospital pediátrico observaram que João, de 18 meses, recém-admitido no hospital, necessitava de atendimento psicológico. O psicólogo direcionado para o atendimento de João deve observar que uma criança nessa etapa do desenvolvimento apresenta como características básicas


A

a autonomia e a independência, características que serão impactadas pelo processo de hospitalização, uma vez que a criança passa a depender dos cuidados da equipe de saúde.


B

a dependência, a necessidade de proteção e a busca de satisfação de necessidades, tendo a mãe como figura primordial de apoio. A hospitalização interfere diretamente nesses anseios da criança provocando tensão, agitação e insegurança.


C

a desobediência e o descumprimento das regras, buscando autonomia e independência, o que trará impacto para a hospitalização, pois a criança reage de forma agressiva às intervenções.


D

a dependência e a necessidade de cuidados, o que terá impacto no período de hospitalização, pois as regras do hospital impõem uma separação da criança e seu cuidador principal.

Em “Psiconeuroimunologia: Uma história para o Futuro” (Angerami-Camon, 2011), Vasconcellos destaca que a psiconeuroimunologia brasileira pretende construir uma ponte metodologicamente confiável entre as áreas abaixo, EXCETO


A

O Conhecimento científico predominante, representado por suas diversas áreas.


B

As áreas marginalizadas pela ciência moderna, como a filosofia, a religião e o conhecimento popular.


C

As temáticas relacionadas a direitos humanos.


D

A filosofia e medicina oriental e seu riquíssimo espectro de conhecimento.


E

O conhecimento pós-moderno, caracterizado pela cibernética, inteligência artificial, ciclos neurais, biotecnologia.

Considerando-se que os pacientes terminais precisam de cuidados especiais, foi instituído, historicamente, o cuidado paliativo.

Sobre seus objetivos, é CORRETO afirmar que visa


A
harmonizar as diversas disfuncionalidades familiares para melhor acolher o paciente.

B
inibir, no paciente, as ações defensivas utilizadas para lidar com a ansiedade.

C
propiciar condições que melhorem a qualidade de vida do paciente e de seus familiares.

D
aplicar protocolos que priorizem o alívio da dor e de outros sintomas desconfortáveis.

E
oferecer suporte cognitivo e emocional para decisões sobre a antecipação da morte.

A psicologia hospitalar é o ramo da psicologia destinado a pacientes internados em hospitais gerais, sem deixar de incluir ambulatórios e consultórios, e tem como foco:


A

questões não emergenciais advindas da doença e hospitalização, do processo de adoecer, de morte e morrer e do sofrimento, visando minimizar a dor emocional do paciente e de sua família.


B

questões não emergenciais advindas da doença e hospitalização, do processo de adoecer, de morte e morrer e do sofrimento, visando suprir a dor emocional do paciente e de sua família como um todo.


C

questões não emergenciais advindas da saúde do paciente e hospitalização, do processo de adoecer, de morte e morrer e do sofrimento, visando minimizar a dor emocional do paciente e de sua família.


D

questões emergenciais advindas da doença e hospitalização, do processo de adoecer, de morte e morrer e do sofrimento, visando minimizar a dor emocional do paciente e de sua família.


E

questões emergenciais advindas da saúde e a hospitalização, do processo de adoecer, de morte e morrer e do sofrimento, visando suprir a dor emocional do paciente e de sua família como um todo.

Angerami-Camon (1996) aponta algumas manifestações psíquicas e comportamentais mais frequentemente encontradas no Hospital Geral. Pode-se afirmar sobre o mecanismo da Dependência:


A

Esta manifestação psíquica indica a busca de fortalecimento egoico através da identificação projetiva estabelecida com um outro considerado potente. O indivíduo faz uso de tal relação para enfrentamento da situação ameaçadora, passando a delegar a esse outro (equipe de saúde, família) a resolução dos passos do tratamento ou da própria vida, assumindo a postura passiva sem reflexão dos eventos a sua volta.


B

Seu aspecto comportamental de retorno a uma forma de se relacionar com o meio ambiente, do ponto de vista de maturidade emocional, sendo importante observar o uso e a constância de tal forma de funcionamento, se é circunstancial a algum evento ou procedimento ou se é pertinente ao comprometimento das funções psíquicas, indicando quadros psicopatológicos mórbidos.


C

Esta manifestação psíquica está relacionada à tentativa de manter o controle ativo frente a situação percebida como ameaçadora.


D

É o mecanismo de defesa cuja característica é a não-inclusão de afetos ameaçadores a estrutura egoica do indivíduo diante de uma situação atual.


E

Ocorre a projeção de conteúdos do mundo-interno do indivíduo, os quais não consegue integrar na consciência e reconhecer como seus e, portanto, pertencentes ao seu self.

A inserção e o desenvolvimento da Psicologia Hospitalar no Brasil define um campo específico de atuação do Psicólogo.

Sobre esta, analise as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.

( ) Atuando em instituições de assistência à saúde, nas quais participa da prestação de serviços de atenção, especificamente os do nível primário, realiza diversas atividades, dentre as quais, podemos citar o atendimento clínico em ambulatório e nas unidades de terapia intensiva.

( ) Promove, além da intervenção psicoterápica breve de apoio aos profissionais de saúde, aquelas de apoio à relação médico/paciente, paciente/família, paciente/paciente e, principalmente, ao paciente e sua vivência emocional do adoecimento e do tratamento durante a hospitalização.

( ) Recusa a mera absorção do modelo clínico utilizado no consultório particular e exige a construção de outro com uma teorização e técnicas específicas, por exemplo, quando direcionado ao atendimento das pessoas hospitalizadas durante a internação-tratamento.

Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.


A

F-V-V


B

V-V-F


C

V-F-F


D

F-F-V


E

F-F-F

O enfrentamento da morte é tema fundamental para o profissional da Psicologia em ambiente hospitalar. A morte e todo o estudo da tanatologia precisa passar por variáveis importantes em sua compreensão. “Ainda não se conseguem falar sobre a morte”. Pode-se dizer que a morte é compreendida no ambiente hospitalar em, no mínimo quatro possibilidades, segundo Kovacs (2010).

São formas de compreender a morte, EXCETO:


A

A morte prevista em tempo previsto faz passar de uma fase aguda a uma fase crônica em um espaço de tempo nítido e compreensivo pela equipe.


B

A morte prevista em tempo indefinido é típica em doenças crônicas e letais. Nesta fase o espaço de manutenção e sobrevivência podem ser ambíguos.


C

A morte incerta em tempo previsto pode ser compreendida em grande parte as vezes em cirurgias graves em que não se sabe ao certo onde se poderá chegar. Coloca a psicologia a serviço uma vez que é a possível morte ou processo de morrer pós cirúrgico de um transplante por exemplo.


D

A morte imprevista em tempo imprevisto. Escleroses múltiplas, e doenças genéticas fazem com que o processo de morte e morrer sejam de fato incertos e ambíguos. Nestes casos os tratamentos e todo o processo de diagnóstico e prognóstico se tornam menos complexos à toda equipe. As dúvidas e as incertezas confortam os quadros de pacientes mais inseguros.

Sobre a Psicologia Hospitalar, no contexto brasileiro, analise os itens abaixo.


1) De acordo com o Conselho Federal de Psicologia, o Psicólogo especialista em Psicologia Hospitalar tem sua função centrada nos âmbitos secundário e terciário de atenção à saúde.

2) O termo Psicologia Hospitalar surge e se consolida no Brasil, a partir de uma política de saúde centrada no hospital, que prioriza um modelo sanitarista em detrimento de um modelo clínico/assistencialista de ações de saúde.

3) O Psicólogo Hospitalar pode desenvolver atividades como: atendimento psicoterapêutico, grupos psicoterapêuticos e grupos de psicoprofilaxia.

4) A função de consultor é considerada uma tarefa básica do Psicólogo que trabalha em hospital.

5) Transpor o modelo clínico tradicional para o ambiente hospitalar garante a cientificidade e a efetividade do papel do Psicólogo hospitalar.


Estão corretas, apenas:


A

1, 2 e 4.


B

1, 2 e 5.


C

1, 3 e 4.


D

2, 3 e 4.


E

3, 4 e 5.

No cotidiano hospitalar, observa-se que algumas famílias de pacientes apresentam dificuldades em adaptar-se às rotinas e procedimentos hospitalares, gerando conflitos com as equipes. Muitas vezes, a interação da equipe com a família é vista como estressante e limitada. Diante desse tipo de situação, como o psicólogo poderá contribuir para a minimização dessas dificuldades?


A

Eliminar as diferentes visões dos familiares e da equipe quanto aos processos de adoecimento e cura bem como incentivar o intercâmbio entre as partes;


B

Solicitar a equipe médica a administração de psicotrópicos para minimizar o stress, sofrimento e a insatisfação com as necessidades da família;


C

Dar limites às reações de irritabilidade, ansiedade e agressividade da família e solicitar à equipe de saúde que ignore as condições emocionas da família;


D

Orientar a família quanto à necessidade de respeitar as rotinas hospitalares e conscientizar a equipe de saúde quanto a não flexibilização das mesmas;


E

Criar condições para que os familiares possam mobilizar recursos internos e externos a fim de favorecer a adaptação às mudanças necessárias.

Marque a opção INCORRETA ao que se refere à abordagem psicológica do paciente submetido ao transplante de órgãos, de acordo com Karam, Guimaro e Rodrigues (Knobel, Andreoli e Erlichman, 2008)


A

As pesquisas demonstram que fatores psicossociais influenciam na adesão ao tratamento e, consequentemente, no prognóstico desses pacientes. Por esta razão, é de extrema importância que seja utilizado um protocolo específico de avaliação psicológica para os pacientes candidatos ao transplante.


B

A avaliação também represente uma ferramenta importante na compreensão do funcionamento de pacientes que apresentam características de personalidade de difícil manejo e pacientes com história de doença psiquiátrica.


C

Outros fatores que objetam a adesão ao tratamento no pós-transplante estão relacionados à própria doença, à dificuldade de memória e atenção, ao baixo nível de escolaridade, à reduzida condição socioeconômica, ao uso abusivo de drogas e álcool e a doenças psiquiátricas não tratadas, como a depressão.


D

É com base no desenvolvimento de um vínculo favorável na fase de pré-transplante que o paciente apresenta menor chance de estender esse modelo para outras fases do tratamento. A disponibilidade do profissional para escuta e compreensão das atitudes dos pacientes não favorece posturas de colaboração, não influenciando na adesão ao tratamento e prognóstico.


E

As repercussões físicas e emocionais do processo de transplante poderão refletir em dificuldades na fase de reintegração ao meio familiar, social e profissional. Por vezes, ante esses problemas, o indivíduo se desorganiza.

Segundo Dallagnol, Goldberg e Borges (2010), a entrevista psicológica é um recurso técnico utilizado nas diversas áreas do campo profissional. No âmbito hospitalar, é indispensável ao trabalho do psicólogo, uma vez que permite uma investigação e a intervenção junto ao paciente de forma ampla. Sobre a entrevista no contexto hospitalar, é CORRETO afirmar:


A

A entrevista psicológica refere-se a um conjunto de técnicas investigativas, ilimitada no tempo e conduzida por um profissional treinado que se utiliza de conhecimentos advindos da psicologia por meio de uma relação estritamente profissional.


B

A entrevista no hospital possui um tempo determinado, devendo ser administrada em uma única sessão, de forma que com seu término, espera-se que o profissional psicólogo possa compreender dinamicamente o paciente.


C

A entrevista é um recurso dispensável no contexto hospitalar, tendo em vista as peculiaridades do espaço institucional e a demanda que carrega um tempo escasso de intervenção.


D

A entrevista no contexto hospitalar utiliza-se basicamente dos mesmos recursos metodológicos do contexto clínico, não havendo a necessidade de adaptações, uma vez que o setting profissional é flexível.


E

A entrevista tem um foco nos sintomas dos sujeitos e nos fatos mais significativos de sua vida que possam estar relacionados ao seu estado de saúde, procurando basear-se na história de vida geral, na história clínica e na doença atual.

O setting terapêutico no contexto hospitalar é muito diferente do setting da atuação clínica em consultório. A partir dessa afirmação é correto afirmar que


A

o psicólogo não poderá adaptar seu atendimento ao contexto hospitalar e deverá encaminhar o paciente para o consultório particular.


B

o psicólogo não poderá atender a um paciente no meio de outros vários pacientes, em uma enfermaria.


C

a postura do psicólogo é importante para a sua inserção no hospital – deve ser flexível, com o objetivo de contornar as dificuldades e reconhecer que seu trabalho sofrerá interrupções.


D

a ações médicas não são prioridade no espaço hospitalar quando o atendimento psicológico estiver sendo realizado.


E

o psicólogo não precisa conhecer a doença do paciente e nem a sua evolução e prognóstico.

Se cirurgia é problemático para adultos, é ainda mais problemático para as crianças, pois estas se sentem mais desamparadas e a angústia estende-se também a seus familiares. Sobre a intervenção psicológica, nesses casos, é correto afirmar o seguinte:


A

a intervenção psicológica deve ser a mesma para adultos e para crianças, pois isso está previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.


B

o apoio e a informação às crianças antes das cirurgias não melhoram sua recuperação no pós-cirúrgico.


C

o psicólogo não faz parte do protocolo de atendimento em casos de cirurgia em crianças.


D

a intervenção psicológica deve se iniciar apenas após o procedimento cirúrgico em crianças.


E

no caso da criança, cuja capacidade de abstração é menor, a informação deve ser dada de uma maneira concreta, para que se torne compreensível para elas.

 
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