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A confirmação de maus-tratos por meio da técnica projetiva mencionada não será substancialmente válida.
O protocolo de um indivíduo submetido ao Rorschach contém 25 respostas, das quais 22 são respostas de forma pura (F) e 3 são respostas de movimento inanimado (m). Não existe distorção da forma em nenhuma resposta (X+ ou F+ = 100%). Tendo isso em vista, pode-se levantar a hipótese de que essa pessoa apresente
transtorno bipolar com ênfase no pólo depressivo.
Os testes projetivos oferecem ao examinando uma situação pouco estruturada que serve de estímulo à manifestação das suas vivências emocionais, dinamismo psíquico e mecanismos de ajustamento. Os inventários visam à identificação de traços predominantes da personalidade e envolvem um autojulgamento por parte do examinando. As técnicas expressivas procuram investigar as características da personalidade por meio de ações padrões, movimentos corporais e ritmo. Com relação ao exposto, é correto dizer que
os testes projetivos não são estruturados e não apresentam respostas certas ou erradas. Trata-se de uma investigação subjetiva.
os inventários não têm respostas certas ou erradas. Trata-se de uma investigação subjetiva.
as técnicas expressivas não apresentam padronização. Trata-se de uma investigação objetiva.
os estímulos dos testes projetivos são estruturados, embora não ofereçam uma situação estruturada para o examinando.
Um jovem de 18 anos tem se mostrado esquivo, fecha-se em seu quarto por dias seguidos e, eventualmente, diz ver coisas que ninguém mais vê. O psicólogo, suspeitando de uma psicose, aplica o teste da casa-árvore-pessoa (HTP) como primeira técnica do psicodiagnóstico. O dado que reforçaria a hipótese levantada pelo psicólogo é
telhado grande na casa.
cabeça separada do pescoço na figura humana.
ausência de copa na árvore.
ausência de mãos na figura humana.
porta pequena na casa.
A técnica Rorschach é uma forma precisa de se avaliar o desempenho da inteligência (fator G).
É feita a avaliação da personalidade de uma jovem de 22 anos de idade, que desde os 16 vem apresentando sinais de profunda instabilidade, surtos de cólera e de agressividade, relacionamento promíscuo e rápidos episódios de alucinação. No WAIS, a paciente apresenta desempenho dentro da faixa média, mas seu protocolo do Rorschach contém elementos desviantes. Assinale, abaixo, a hipótese diagnóstica mais provável.
Transtorno da personalidade esquizóide.
Transtorno de ansiedade generalizada.
Transtorno obsessivo-compulsivo.
Transtorno de estresse pós-traumático.
Transtorno da personalidade borderline.
Um jovem de 21 anos vem se queixando de extrema tensão. Diz que não consegue se concentrar e não se perdoa por ter se esquecido de um compromisso importante. Afirma ter sido sempre responsável, cuidadoso, procurando agir da maneira mais correta. Na prancha 13 (adultos – mulher deitada na cama) do TAT, narrou a seguinte história: Ele não a matou (pausa) ele acabou de chegar do trabalho e ela está dormindo calmamente. (pausa) Ele está cansado. Vai tomar um banho. (pausa) Vai se deitar com cuidado para não acordá-la. Os dados acima apontam para a hipótese inicial de que a tensão atual do rapaz, provavelmente,
deve-se a fatores externos, já que se trata de indivíduo adaptado e responsável, sem histórico de problemas anteriores.
Submetido ao WAIS, um indivíduo apresentou desvios negativos significativos apenas nos subtestes Compreensão e Arranjo de Figuras. Esse dado indica
baixo interesse pelo ambiente.
baixa inteligência social.
baixa organização perceptiva.
baixa resistência à frustração.
baixo raciocínio verbal.
Submetido ao WISC, um garoto de 16 anos apresentou desvios negativos significativos apenas nos subtestes Aritmética, Números e Código. Esse dado aponta para o diagnóstico de déficit de
habilidades verbais.