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Considere os argumentos lógicos I, II e III a seguir:
I. Alguns atletas jogam xadrez. Todos os intelectuais jogam xadrez. Concluímos que alguns atletas são intelectuais.
II. Todos os estudantes gostam de Lógica. Nenhum artista é estudante. Concluímos que ninguém que gosta de Lógica é artista.
III. Se eu estudasse Matemática, eu passaria no concurso. Não passei no concurso. Concluímos que eu não estudei Matemática.
É CORRETO afirmar que, apenas
I e II são argumentos válidos.
II é o argumento válido.
III é um argumento válido.
II e III são argumentos válidos.
Considere os argumentos lógicos I, II e III a seguir:
I. Se gosto de pimenta, então como feijão. Gosto de pimenta ou como arroz. Não como feijão. Logo, como arroz.
II. Se faço caminhadas, então não sou atleta. Se não jogo vôlei, então jogo basquete. Sou atleta, logo jogo basquete.
III. Adolescentes são pessoas imaturas. Ninguém é responsável, é permitido dirigir em alta velocidade. Pessoas imaturas são responsáveis. Logo, os adolescentes não dirigem em alta velocidade.
É CORRETO afirmar que apenas
II e III são argumentos válidos.
I e III são argumentos válidos.
I e II são argumentos válidos.
I é um argumento válido.
Considere os argumentos lógicos I, II e III a seguir:
I. Nenhum planeta possui luz própria. Todas as estrelas possuem luz própria. Concluímos que nenhum planeta é uma estrela.
II. Todo pensamento é um raciocínio. Todo raciocínio é lógico. Concluímos que todo pensamento é lógico.
III. Se toda criança é feliz e nenhum ser humano é infalível, concluímos que todo ser humano é feliz.
É CORRETO afirmar que
Apenas o argumento I é válido.
Apenas o argumento III é válido
I e II são argumentos válidos
II e III são argumentos válidos.
Quatro pessoas estão conversando. Sabe-se que exatamente uma delas fala a verdade e as demais mentem. A conversa é descrita abaixo.
- Ana diz: “Todos aqui falam a verdade”.
- Maria diz: “Ana fala a verdade”.
- João diz: “Maria mente”.
- José diz: “João mente”.
Quem falou a verdade?
Ana.
Maria.
João.
José.
p: Se Laura aprende o conteúdo de matemática, então ela aprende o conteúdo de física.
bicondicional.
conjunção.
disjunção.
negação.
disjunção exclusiva.
A conclusão “Rosana não é mãe de Flávia”, decorreu de apenas duas premissas, e as três afirmações geraram um argumento válido. Uma das premissas é “Rosana é mãe de Flávia se, e somente se, Elvis é tio de Flávia”. Das alternativas a seguir, indique a que contém uma afirmação que possa ser premissa para o argumento válido gerado.
Sérgio é esposo de Lúcia, mãe de Flávia, mas não é irmão de Elvis.
Elvis não é cunhado de Lúcia, a mãe de Flávia.
Flávia é filha de Sérgio e Lúcia, ambos filhos únicos.
Elvis e Rosana, mãe de Flávia, estudaram juntos, desde a infância.
Elvis e Lúcia, mãe de Flávia, moraram juntos durante muitos anos.
Considerando o argumento abaixo, contrário à ideia de que os castigos são uma forma eficaz de educar crianças, é correto concluir que, na cadeia argumentativa da qual faz parte, esse argumento tem valor retórico considerável na medida em que combate diretamente o argumento daqueles que são contrários ao uso dos castigos como recurso educativo. O argumento em discussão já é, de saída, inválido! A pessoa que o defende não tem conhecimento de causa para opinar sobre a melhor maneira de educar uma criança. Como considerar o ponto de vista de uma pessoa que nunca teve filhos? Reitero: o argumento em discussão não é válido!
Certo
Errado
É verdade que todo engenheiro sabe matemática. É verdade que há pessoas que sabem matemática e não são engenheiros. É verdade que existem administradores que sabem matemática. A partir dessas afirmações é possível concluir corretamente que
qualquer engenheiro é administrador.
todos os administradores sabem matemática.
alguns engenheiros não sabem matemática.
o administrador que sabe matemática é engenheiro.
o administrador que é engenheiro sabe matemática
A afirmação “Mário se doou à empresa; logo, merece uma recompensa” fundamenta-se em um argumento no qual há duas premissas não declaradas.
Certo
Errado
A tabela abaixo, resume alguns dados informados por 5 (cinco) contribuintes, que chamaremos apenas de C1, C2, C3, C4 e C5, em suas respectivas declarações de ajuste anual do imposto de renda.
Contribuinte C1 C2 C3 C4 C5
É casado? Sim Não Sim Não Sim
Possui imóvel próprio? Não Sim Sim Não Não
Ganha acima de 45mil Sim Sim Sim Não Não
reais por ano?
Contudo, após uma investigação minuciosa, descobriu-se que exatamente dois dos contribuintes informaram pelo menos um dado falso sobre si mesmos (ao responder às três perguntas acima). Descobriu-se também que, na realidade, exatamente 4 (quatro) dos contribuintes são casados, exatamente 4 (quatro) possuem um imóvel próprio e exatamente 2 (dois) ganham acima de 45mil reais por ano. De acordo com essa informação, quais desses contribuintes informaram algum dado falso?
C1 e C4.
C1 e C5.
C2 e C4.
C2 e C3.
Um argumento válido para: “Se João estudou, então Paulo foi aprovado no concurso. Se Paulo foi aprovado no concurso, então Ana não é dentista”, é:
Se João estudou, então Ana é dentista.
Se João não estudou, então Ana não é dentista.
Se João não estudou, então Ana é dentista.
Se João estudou, então Ana não é dentista.
Se João não estudou, então Paulo não foi aprovado no concurso.
Considerem-se os seguintes argumentos:
ARGUMENTO DE JOÃO: “Se eu ganhar um aumento, então não me casarei. Eu me casarei e terei um filho. Logo, terei um filho se, e somente se, ganhar um aumento.” |
ARGUMENTO DE MARIA: “Se eu me formar, então conseguirei um emprego. Portanto, se eu não me formar, então não conseguirei um emprego.” |
Os argumentos de João e de Maria são, respectivamente, classificados como:
válido e válido
inválido e válido
inválido e inválido
válido e inválido
O argumento que tem como premissas P, Q e R e conclusão “Apenas Maria pode receber qualificação profissional do ProJovem” é um argumento válido.
Considerando-se a estrutura formal, um argumento pode ser válido ou inválido, independente da verdade ou falsidade de suas premissas. Dessa forma, assinale a alternativa que apresenta o argumento válido:
Alguns animais são peçonhentos. O cachorro é um animal. Logo, todos os cachorros são peçonhentos.
Alguns patos moram em Belém. Alguns marrecos moram em Belém. Logo, todos os marrecos não são patos.
Nenhum pássaro é peçonhento. Há pássaros que fazem mal à saúde das pessoas. Logo, alguns animais que fazem mal à saúde das pessoas não são peçonhentos.
Todas as esferas são de borracha. Todas as bolas são esferas. Logo, todos os cubos são esferas.
Considerem-se os seguintes argumentos:
Argumento 1 Premissa 1: Se Maria come de tudo, então João não reclama. Premissa 2: Maria come de tudo. Conclusão: João não reclama. |
Argumento 2 Premissa 1: Se José está sem dinheiro, então Antônio está infeliz. Premissa 2: Antônio está infeliz. Conclusão: José está sem dinheiro. |
Os argumentos 1 e 2 são classificados, respectivamente, como:
válido e válido
inválido e válido
válido e inválido
inválido e inválido
O texto “O homem inteligente nunca recebe penalidades, pois somente o homem que erra recebe penalidades e o homem inteligente jamais erra” apresenta um argumento válido.
Certo
Errado