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Diferentemente dos produtos industriais (como pasta de dente, cadernos ou motocicletas), o produto turístico tem algumas características específicas, que definem a forma como a atividade é planejada, organizada e gerida, dentre as quais NÃO se inclui:
Inseparabilidade: o consumo do produto turístico se dá juntamente com a sua produção, assim, consumo e produção se dão no mesmo local − o destino turístico − e ao mesmo tempo.
Intangibilidade: dado que o produto turístico é composto, majoritariamente, por serviços, não é tipicamente caracterizado por aspectos materiais, apesar de, na sua composição, haver elementos físicos de suporte (edifícios hoteleiros, rodovias, artesanato, etc).
Perecibilidade: por suas características, o produto turístico não pode ser estocado para consumo posterior, sendo, neste sentido, altamente perecível.
Invariabilidade: a prestação dos serviços turísticos se dá de forma padronizada, assim os produtos são sempre produzidos, oferecidos e consumidos em condições invariáveis.
Sazonalidade: as taxas de consumo dos produtos turísticos oscilam em função dos diferentes períodos do ano, do mês ou mesmo da semana.
O planejamento do Marketing Turístico é iniciado a partir do produto estruturado, sendo considerado como tal o atrativo que já foi devidamente preparado para o mercado, que já se encontra organizado e disponível para comercialização e, ao ser promovido fora de sua localidade, se transforma em oferta. Desse modo, oferta pode ser definida como:
centralização da demanda efetiva em determinados períodos do ano pressiona a capacidade nominal instalada inflacionando os preços, desequilibrando aspectos operacionais.
atividade econômica que se permeia entre diversas outras atividades, mobilizando fatores macroeconômicos, socioculturais a interagirem na qualidade de vida e do enriquecimento do conhecimento das diversidades de uma nação.
realização por parte do público consumidor, das atividades propostas no produto: visitar, passear, comer, comprar, assistir, praticar esportes, etc.
um produto promovido mediante programas de atuações de comercialização, venda e comunicação, dirigidas tanto ao público profissional, o chamado “trade turístico”, como ao turista potencial, ou consumidor.
No planejamento turístico de 1º nível executamse:
Eventos e excursões.
Eventos e política municipal de turismo.
Excursões e política regional de turismo.
Excursões e política municipal de turismo.
Como instrumento base de planejamento e gestão da atividade turística, inventariar a oferta turística consiste em:
ampliar e atualizar a base de dados existente sobre o perfil da demanda turística e seu potencial ainda inexplorado, oferecendo informações que contribuam para o melhor conhecimento do mercado turístico brasileiro e também orientando os empresários a questões tão importantes quanto a melhoria dos seus produtos e serviços.
levantar, identificar e registrar os atrativos, serviços e equipamentos turísticos, as instâncias de governança e a infraestrutura de apoio ao turismo existente no país, como instrumento-base de informações para fins de planejamento e gestão da atividade turística.
dimensionar através do gasto médio diário individual, o fluxo, a permanência e a receita gerada pelo turismo e analisar o perfil dos turistas estrangeiros.
avaliar os serviços utilizados nos hotéis, restaurantes, pousadas, campings, albergues, agências de viagens e transportadoras turísticas; avaliar os atrativos naturais, culturais, de infraestrura urbana e turística.
A elaboração e responsabilidade de um projeto de turismo é de:
Coordenador de ensino.
Profissional habilitado: o turismólogo.
Secretaria de turismo.
Relações humanas em turismo.
Os recursos financeiros procedem geralmente das seguintes fontes:
Serviços de transporte, agência de turismo.
Doações, patrocínio, recursos pré- existentes, auxílios governamentais.
Prefeitura do município.
Secretaria de cultura e turismo.
No estudo do tempo se considera necessidade primária do homem:
Satisfações fisiológicas.
Trabalho.
Lazer.
Obrigações sociais.
A demanda real, no turismo, é formada pelas pessoas que:
Pretendem viajar.
Já realizaram pelo menos uma viagem.
Já viajaram ou viajarão.
Não pretendem viajar.
O planejamento estratégico é um instrumento central para a orientação do desenvolvimento compartilhado das atividades turísticas de uma região. Assim, tal planejamento tem como objetivos:
I Evitar que ações desarticuladas ou ações paralelas ocorram dentro de uma mesma região turística.
II Autorizar e favorecer apenas atividades complementares aquelas da cadeia produtiva do turismo, a fim de possibilitar a inclusão social e econômica, com o consequente desenvolvimento sustentável desejável.
III Orientar o desenvolvimento compartilhado do turismo regional.
Está(ão) correto(s):
Apenas os itens I e III
Apenas o item III
Apenas o item II
Apenas os itens II e III
Todas as alternativas.
São indispensáveis para uma viagem turística:
Transporte, hospedagem, alimentação.
Transporte, alimentação, equipamentos de lazer.
Hospedagem, alimentação, equipamentos de lazer.
Hospedagem, equipamentos de lazer, dinheiro.
Quando um turista viaja para passar suas férias na Serra de Mulungu, ele optou pela seguinte motivação turística:
Espírito de aventura.
Aquisição de status.
Necessidades de tranquilidade.
Motivação cultural.
Infinidades de lugares no mundo todo possuem potenciais elevados pela qualidade de seus atrativos naturais e culturais. Alguns exemplos próximos são:
Tribos, riqueza de fauna e flora existentes na Amazônia (motivos culturais e naturais) vida submarina e a nossa própria história do Brasil.
Parques temáticos, compras, pesquisas.
Parques temáticos, compras, pesquisas.
Cursos e seminários temáticos.
O planejamento consiste em estabelecer com antecedência as ações a serem executadas, tais como:
Cenários e condições pré estabelecidos; estimando e atribuindo recursos e responsabilidades, para atingir seus objetivos.
Desenvolver o potencial do local proposto.
Requisitos de seu crescimento, através de planejamento.
O êxito futuro da atividade de turismo, crescimento e maturidade.
São motivações turísticas fundamentais, segundo Arrillaga:
Necessidade de tranquilidade, de descanso e de evasão.
Necessidade de tranquilidade, terapêutica e de evasão.
Necessidade de tranquilidade, de evasão e de aventura.
Necessidade de evasão, de descanso e terapêutica.
Para que uma pessoa realize uma viagem turística é necessário três fatores:
Tempo, dinheiro, disposição.
Vontade, tempo, disposição.
Vontade, tempo, dinheiro.
Vontade, dinheiro, disposição.
A demanda potencial, no turismo, é formada por pessoas com:
Tempo de lazer, tempo de trabalho, dinheiro.
Tempo de lazer, tempo de trabalho, vontade de viajar.
Tempo de lazer, dinheiro, vontade de viajar.
Tempo de trabalho, dinheiro, vontade de viajar.
O processo de planejamento está relacionado á organização de futuros eventos para atingir objetivos específicos de antemão. Ainda que o planejamento, como conceito dinâmico, possa assumir uma série de formas, o estabelecimento de objetivos ou metas consiste em um dos estágios principais do processo de planejamento. Alguns dos objetivos principais comumente encontrados em planos de desenvolvimento de turismo são apresentados a seguir, EXCETO:
desenvolver um setor turístico que, em todos os aspectos e em todos os níveis, seja de alta qualidade, mesmo que não necessariamente de alto custo.
encorajar o uso do turismo, tanto para o intercambio cultural quanto para o econômico.
concentrar os benefícios econômicos do turismo, tanto dos diretos quanto dos indiretos, para os investidores externos, sem a preocupação de distribuí-los com a comunidade anfitriã.
Auxiliar regiões periféricas, aumentando os níveis de renda e emprego, diminuindo ou interrompendo a emigração.
“Em relação a cidade como atrativo turístico, podemos dizer que apresentam um núcleo urbano razoável, é possível se pensar numa atividade turística voltada para esse espaço de organização do território” (DIAS, 2003). Das alternativas abaixo, marque a INCORRETA:
Para viagens de curta duração (em torno de três dias), as cidades são importantes atrativos, pela variedade de produtos que somente os centros urbanos têm condições de oferecer, como: centros de compras, centros históricos, museus, parques, encontros profissionais.
O planejamento de uma cidade voltada para o turismo deve ser essencialmente diferente do realizado em cidades voltadas para o desenvolvimento da atividade industrial, isolados das cidades;
Para uma cidade, é necessária uma adequada estratégia de posicionamento e determinante para a definição de uma presença singular da localidade no mercado turístico no que diz respeito às cidades, ao turismo urbano;
Compreender a cidade como um bloco compacto e único.
Todas as alternativas são incorretas.
Para elaborar a programação social, cultural e turística de um evento, alguns cuidados devem ser observados, tais como:
Não programar um grande número de atividades, para evitar o desgaste dos participantes.
Não evitar atividades que coincidam com a programação cientifica ou técnica do evento.
Não programar as atividades em locais horários e com duração que não prejudique a programação cientifica e/ ou técnica.
Previsão financeira, organização e controle de evento.
As fases do processo de planejamentos e organização são:
Concepção, pré- evento, trans evento e pós- evento
Coleta de informações, listagem, elaboração
Estimativa de tempo, estabelecimento de diretrizes
Patrocinadores, coleta de informações sobre participantes.