Questões de Concurso sobre Ambiente Urbano

 
 
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Kevin Lynch, na obra A imagem da cidade, definiu cinco tipos de elementos para a interpretação do espaço urbano. Assinale a alternativa que apresenta esses cinco elementos.

A
Paisagem natural, edifícios, vias, monumentos e praças.

B
Paisagem natural, paisagem construída, eixos, cruzamentos e monumentos.

C
Vias, limites, bairros, pontos nodais e marcos.

D
Eixos, cruzamentos, percursos, edifícios e setores.

E
Acessos, percursos, formas, vazios e marcos.

Entre os itens de acessibilidade dos quais dispõe a NBR 9.050, está a regulamentação do uso de rampas para acesso de pedestres. Nesse contexto, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.


( ) A largura das rampas deve ser estabelecida de acordo com o fluxo de pessoas. A largura livre mínima recomendável para as rampas em rotas acessíveis é de 1,50 m, sendo o mínimo admissível de 1,20 m. A exceção se dá para edificações existentes, quando a construção de rampas nas larguras indicadas ou a adaptação da largura das rampas for impraticável, ocasião esta em que há outras exigências específicas.

( ) Em reformas, quando esgotadas as possibilidades de soluções que atendam integralmente às exigências da NBR 9.050, que tratam das rampas com inclinações entre 5,00 e 8,33%, não poderão ser utilizadas inclinações superiores a 10% em nenhuma hipótese. Nesses casos, as edificações precisam dispor de elevador para acesso de cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.

( ) Apesar de não serem consideradas rampas as superfícies de piso com inclinação igual ou inferior a 5%, a NBR 9.050 recomenda, nesses casos, a previsão de uma área de descanso, fora da faixa de circulação, a cada 50 m, para pisos com até 3% de inclinação, ou a cada 30 m, para pisos de 3% a 5% de inclinação, lembrando que essas áreas devem estar dimensionadas para permitir também a manobra de cadeiras de rodas.

( ) Os patamares no início e no término das rampas devem ter dimensão longitudinal mínima de 1,50 m. Entre os segmentos de rampa devem ser previstos patamares intermediários com dimensão longitudinal mínima também de 1,50 m. Já os patamares situados em mudanças de direção devem ter dimensões iguais a 150% da largura da rampa.


Assinale a sequência correta.


A

F V V F


B

V F F V


C

F V F V


D

V F V F

Quando falamos de espaço aberto urbano não necessariamente nos referimos a praças e parques. Antigamente eram as muralhas que restringiam o espaço aberto urbano. Ao longo dos anos o aumento competitivo pelo uso do solo, dentre eles a especulação imobiliária, que não prioriza os espaços comunitários, de lazer, de contemplação da natureza, faz com que a função do arquiteto urbanista seja essencial para o desenvolvimento urbano , necessitando da criação de espaços abertos para que a população possa usufruir deste benefício que a cidade deveria lhe oferecer. Estes espaços abertos devem possuir equipamentos ou mobiliário urbano, porém a noção de equipamentos ou mobiliário urbano não é algo fixo, pois ele evolui em função dos usos urbanos que impõem a necessidade de novos objetos. Sobre equipamentos ou mobiliário urbano, assinale a alternativa incorreta.


A

Anel rodoviário, subcentros, praças e iluminação pública


B

Sanitários públicos, protetores e grelhas de árvores, muretas e corrimões


C

Iluminação pública, bancos, materiais de informação e de orientação (placas de ruas, sinais eletrônicos etc.)


D

Lixeiras seletivas, bebedouros, bancos, assentos e jogos que contribuem ludicamente ao espaço público

As rampas são partes inclinadas de uma rota de saída, destinadas a unir dois níveis de pavimento. Sobre as rampas, é correto afirmar que:


A

O uso de rampas é facultativo para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acessos a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3.


B

O uso de rampas é obrigatório na descarga e no acesso de elevadores de emergência.


C

As rampas podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas sempre por patamares planos.


D

Os patamares das rampas devem ser sempre em nível, tendo comprimento mínimo de 1,00m, medidos na direção do trânsito, sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3,00m.


E

A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 12%.

A NBR 9050 estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quanto ao projeto, à construção, à instalação e à adaptação do meio urbano e rural e de edificações às condições de acessibilidade. Em relação à acessibilidade, é correto afirmar que:


A

Na adaptação de edificações e equipamentos urbanos existentes, todas as entradas devem ser acessíveis e, caso não seja possível, desde que comprovado tecnicamente, deve ser adaptado o maior número de acessos. Nestes casos, a distância entre cada entrada acessível e as demais não pode ser superior a 100m.


B

Os corredores devem ser dimensionados de acordo com o fluxo de pessoas, assegurando uma faixa livre de barreiras ou obstáculos. As larguras mínimas para corredores em edificações e equipamentos urbanos são de 0,90m para corredores de uso comum com extensão até 4,00m.


C

São consideradas rampas as superfícies de piso com declividade igual ou superior a 8%.


D

O acesso de veículos aos lotes e seus espaços de circulação e estacionamento deve ser feito de forma a não interferir na faixa livre de circulação de pedestres, podendo criar degraus ou desníveis.


E

As obras eventualmente existentes sobre o passeio devem ser somente isoladas, assegurando-se a largura mínima de 0,90m para circulação, garantindo-se as condições de acesso e segurança de pedestres e pessoas com mobilidade reduzida.

“Concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem utilizados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva”.


O enunciado acima se refere ao conceito de:


A

acessibilidade.


B

mobiliário urbano.


C

área de circulação.


D

desenho universal.

Assinale a alternativa que representa corretamente a definição de linha-guia:


A

Piso caracterizado por textura e cor contrastantes em relação ao piso adjacente, destinado a constituir alerta ou linha-guia, servindo de orientação, principalmente, às pessoas com deficiência visual ou baixa visão.


B

Qualquer elemento natural ou edificado que possa ser utilizado como referência de orientação direcional por todas as pessoas, especialmente as com deficiência visual.


C

Parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso separada por pintura ou elemento físico, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas.


D

Elemento edificado ou instalado junto aos limites laterais das superfícies de piso, destinado a definir claramente os limites da área de circulação de pedestres.

Acerca do exposto na ABNT NBR 9050 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), o “espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características possam ser alteradas para que se torne acessível” é definido como sendo:


A

Acessível.


B

Adaptável.


C

Adaptado.


D

Adequado.

Com base nas abreviaturas trazidas pela ABNT NBR 9050 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), assinale a alternativa incorreta:


A

M.R. – módulo de referência.


B

P.C.R. – pessoa em cadeira de rodas.


C

P.M.R. – pessoa com mobilidade regular.


D

P.O. – pessoa obesa.

“A acessibilidade não é mais vista como simples eliminação de barreiras físicas, que visa apenas o deslocamento, como era comumente difundida. Com todos os avanços científicos que ocorreram nas áreas relacionadas com a acessibilidade, esta passou a significar mais que acesso. Atualmente a acessibilidade é vista como um meio de possibilitar a participação das pessoas nas atividades cotidianas que ocorrem no espaço construído, com segurança, autonomia e conforto.”


MORAES, Miguel Correia de. Acessibilidade no Brasil: análise da NBR 9050. Florianópolis, 26 de junho de 2007, 166 p. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Programa de Pósgraduação, UFSC, 2007.


A partir das afirmações do arquiteto e urbanista Miguel de Moraes a respeito da acessibilidade no Brasil, marque V para Verdadeiro ou F para Falso e assinale a alternativa que corresponde ao correto julgamento feito:


( ) Desde a promulgação da Constituição Federal e a aprovação de legislação decorrente, não houve muitos avanços no plano institucional no sentido de criar condições para que os portadores de deficiência possam conduzir as próprias vidas de modo autônomo.

( ) O conceito adotado pela legislação vigente define a pessoa com deficiência como aquela que tem impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas.

( ) O conceito de acessibilidade tem sido cada vez mais substituído pelo de desenho universal que, de acordo com o Decreto nº 5.296/2004, corresponde à concepção de espaços, artefatos e produtos que visam atender simultaneamente todas as pessoas, com diferentes características antropométricas e sensoriais, de forma autônoma, segura e confortável.

( ) A arquitetura deve promover espaços construídos adequados apenas às pessoas com alguma deficiência ou mobilidade reduzida, diminuindo, dessa forma, a exclusão espacial e a segregação desses grupos.

( ) A concepção e a implantação dos projetos arquitetônicos e urbanísticos devem atender aos princípios do desenho universal, tendo como referências básicas as normas técnicas de acessibilidade da ABNT e a legislação específica vigente.


A

V-V-F-F-V.


B

F-F-V-V-F.


C

F-V-V-F-V.


D

V-V-V-F-V.

Prever acessibilidade nos projetos de qualquer cidade significa garantir o direito de ir e vir de todos os cidadãos sem nenhuma distinção. Esta garantia já faz parte dos inúmeros documentos nacionais e internacionais que preconizam uma melhor qualidade de vida para as pessoas, bem como a eliminação de barreiras urbanas, arquitetônicas, de transporte e de comunicação. Dentre estes preceitos legais, morais e éticos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, desde 1948, assumiu esta postura e foi seguida por Declarações Mundiais de Direitos dos diferentes grupos que compõem nossa população. A Constituição Federal Brasileira, promulgada em 1988, também teve esta preocupação, tendo sido seguida pelas Leis Federais, Estaduais e Municipais em nosso país. Pode-se dizer que o Brasil possui uma das mais avançadas legislações no tocante à garantia de direitos dos cidadãos e, num movimento mais recente, incorporou isto com relação à acessibilidade, considerando as amplas Leis Federais 10.048 e 10.098, regulamentadas através do Decreto nº 5.296, de 2 dezembro de 2004. É inadmissível que diferenças que fazem parte da humanidade sejam excluídas de suas mais elementares necessidades espaciais. Entende-se que o mito do homem-padrão não existe mais, fazendo-se necessário pensar no conjunto de habilidades físicas, sensoriais e mentais que constituem esta diversidade. O conceito acabou evoluindo para a filosofia do Desenho Universal que significa planejar produtos e ambientes para todos. A terminologia “Desenho Universal” veio da tradução do termo Universal Design, em que a palavra Design significa tanto o projeto de arquitetura quanto o desenho industrial e o produto. O Desenho Universal representa, assim, um planejamento de espaços e produtos que não exclua ninguém. Segundo a Associação de Normas Técnicas (ABNT), Desenho Universal é: “aquele que visa atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensórias da população”. Considerando os termos e as definições da NBR 9050, assinale a alternativa que expressa corretamente o termo acessibilidade


A

O termo aplica-se somente nos casos das rampas de acesso aos passeios públicos que devem facilitar a circulação dos pedestres, fazendo com que as pessoas com deficiência e seus familiares encontrem menos ou nenhuma dificuldade para chegar até os passeios públicos.


B

Está direta e exclusivamente aplicado na condição técnica interna de elevadores que permitem a entrada e a saída de pessoas portadores de deficiência física, principalmente os cadeirantes. Em todas as edificações é obrigatória, no mínimo, a instalação de dois elevadores: um elevador comum e um especial que atenda os usuários portadores de deficiência física


C

Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privado, de uso coletivo, tanto na zona urbana quanto na rural, por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida


D

Significa a situação técnica e construtiva de calçadas mais democráticas que sejam responsáveis por impulsionar as atividades econômicas. Por meio delas é possível chegar ao trabalho, ao comércio, aos clubes, aos shoppings. Conforme determinam as leis, são de inteira responsabilidade do proprietário do imóvel e, por isso, situações irregulares como: pisos inadequados, degraus, raízes de árvores, passeios deteriorados e, o mais grave, inacessíveis, são passíveis de multas, que podem ser aplicadas pelo poder público municipal.

Segundo a NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, que estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quanto ao projeto, à construção, à instalação e à adaptação ao meio urbano e rural, e de edificações às condições de acessibilidade, assinale a afirmativa correta.


A

Módulo de Referência (MR) é a projeção de 0,80 m por 1,00 m no piso ocupada por uma pessoa utilizando cadeira de rodas não motorizada.


B

Área de aproximação é o espaço livre de obstáculos, correspondente, no mínimo, a um módulo de referência, a ser utilizado para transferência por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, observando as áreas de circulação e manobra.


C

Rota acessível é um trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos e internos de espaços e edificações, e que pode ser utilizada de forma autônoma e segura por todas as pessoas, podendo coincidir com a rota de fuga.


D

Áreas técnicas de serviço de uma edificação, como casas de máquinas, barriletes, passagem de uso técnico etc., devem ser acessíveis.


E

Portas, quando abertas, devem ter um vão livre de, no mínimo, 0,80 m de largura e 2,10 m de altura, não sendo permitido o uso de portas de correr, pois as maçanetas impedem seu recolhimento total.

O termo “espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias ou elemento que possa ser alcançado, acionado, utilizado e vivenciado por qualquer pessoa” é definido por:


A

Adaptável.


B

Adaptado.


C

Acessibilidade.


D

Acessível.

O total de guias rebaixadas para o acesso da garagem do edifício multifamiliar e vagas de visitantes, cuja a extensão de sua testada é de 50 m, a soma da extensão dessas guias não poderá exceder a


A

17,50 m.


B

19,00 m.


C

27,00 m.


D

35,00 m.


E

25,00 m.

Com relação aos projetos para adequação dos espaços visando a utilização pelo deficiente físico, assinale a alternativa incorreta:


A

As áreas de qualquer espaço ou edificação de uso público ou coletivo devem ser servidas de pelo menos uma rota acessível. Edificações residenciais multifamiliares, condomínios e conjuntos habitacionais precisam ser acessíveis em suas áreas de uso comum.


B

Considera-se degrau isolado a sequência de até dois degraus. Estes devem estar sinalizados em toda sua extensão, no piso e no espelho com uma faixa de no mínimo 3 cm de largura contrastante com o piso adjacente, preferencialmente fotoluminescente ou retroiluminado.


C

Os desníveis sempre devem ser evitados em rotas acessíveis. Quando ocorrerem, até 5 mm, dispensam tratamento especial. Entre 5 e 20 mm, devem ter inclinação máxima de 50% (1:2). Acima de 20 mm, devem obedecer a norma no que se refere a degraus.


D

Nas áreas de circulação, deve-se priorizar padrões que criem impressão de tridimensionalidade.

Segundo Cambiaghi (2007), para um ambiente alcançar o status de acessibilidade plena, utilizamse algumas orientações básicas de projeto. Resumidamente, a diretriz que NÃO corresponde a tais princípios é


A

que seja possível utilizar-se de todas as instalações públicas e privadas e dos espaços externos em que elas se inserem.


B

que a chegada a todos os lugares, tanto nos espaços públicos quanto nos espaços privados, seja garantida a todos.


C

que se possibilite para todos a entrada em edifícios públicos e privados.


D

que as soluções para acessibilidade plena sejam projetadas e executadas só após finalizada a construção.

Segundo o Art. 25 do Decreto Federal Nº 5296/2004, nos estacionamentos externos ou internos das edificações de uso público ou de uso coletivo, ou naqueles localizados nas vias públicas, a porcentagem mínima de vagas a ser reservada para veículos que transportam pessoas portadoras de deficiência física ou visual corresponde a


A

0,5%.


B

1%.


C

2%.


D

3%.


E

5%.

A porcentagem mínima da lotação de estabelecimentos como teatros reservada para pessoas em cadeira de rodas e de assentos para acomodação de portadores de deficiência visual e mobilidade reduzida, incluindo obesos, segundo o Art. 23 do Decreto Federal Nº 5296/204, corresponde a


A

0,5%.


B

1%.


C

2%.


D

3%.


E

5%.

O desenho universal é peça chave para promover a inclusão de pessoas com deficiência por meio do acesso irrestrito ao espaço urbano e às edificações. Considerando as diferentes demandas de projeto e seu enquadramento a aspectos de acessibilidade, o arquiteto deve saber que


A

qualquer superfície inclinada pode ser considerada como rampa, e o arquiteto deve prever a instalação de corrimãos em todas elas, para garantir que haja segurança e balizamento de quem as utiliza.


B

as edificações classificadas por decreto federal como sendo de uso público e de uso coletivo devem atender às mesmas exigências legais.


C

a largura mínima para deslocamento em linha reta que deve ser considerada para a circulação de uma cadeira de rodas é de 0,90 metros, dez centímetros maior que a largura de um módulo de referência.


D

reformas e/ou ampliações de edificações de uso público e de uso coletivo estão sujeitas à condição especial perante a norma, enquadrando-se nas mesmas exigências requisitadas para edifícios já existentes.

A norma brasileira ABNT NBR 9050, revisada em 2015, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quanto ao projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural e de edificações às condições de acessibilidade. Essa norma visa proporcionar a utilização de maneira autônoma, independente e segura do ambiente, edificação, mobiliário, equipamento urbano e demais elementos à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção.


Levando em consideração a NBR 9050, assinale a alternativa correta.


A

Considera-se módulo de referência a projeção de 0,75 por 1,50 m no piso ocupada por uma pessoa utilizando uma cadeira de rodas, motorizada ou não.


B

Em vista lateral, as áreas de alcance em superfícies de trabalho devem ter altura livre de no mínimo 0,63 m entre o piso e a superfície inferior, considerando uma pessoa utilizando cadeira de rodas.


C

Em vista lateral, as áreas de alcance em superfícies de trabalho devem ter profundidade inferior livre mínima de 0,25 m, para garantir a aproximação da pessoa em cadeira de rodas.


D

A superfície de trabalho deve possibilitar o apoio dos cotovelos, no plano frontal, com um ângulo entre 15° e 20° de abertura do braço em relação ao tronco, e no plano lateral, com 25° em relação ao tronco.


E

Corrimãos e barras de apoio devem ter seção circular com diâmetro entre 30 mm e 45 mm, ou seção elíptica, desde que a dimensão maior seja de 55 mm e a menor de 30 mm.

   
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