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A tabela de periodicidade dos arquivos do setor deve ser definida somente pelo responsável pela unidade.
A avaliação documental provoca, necessariamente, aumento de recursos humanos e de materiais.
A aplicação da tabela de temporalidade permite eliminar documentos ainda no arquivo corrente.
O descarte deve ocorrer em todas as fases do ciclo vital de documentos.
As instituições arquivísticas públicas que possuírem uma tabela de temporalidade podem proceder ao descarte de documentos já na fase corrente com base nessa tabela.
Os vínculos da documentação com o seu organismo produtor são evidenciados por meio do plano de destinação.
O arquivista deve proceder à avaliação baseando-se em partes da documentação a ser avaliada, ou nas unidades administrativas, separadamente.
Com o objetivo de racionalizar o espaço físico nos setores de trabalho, é aconselhável que, finalizado o trâmite, os documentos arquivísticos que devem ser preservados por um período de 2 anos ou mais sejam transferidos ao arquivo central.
Para a aplicação dos critérios de avaliação dos documentos de arquivo, deve-se identificar os seus valores correntes, intermediários e secundários.
A avaliação dos documentos permite aumentar o índice de recuperação da informação.
É atribuída a guarda permanente aos atos normativos.
Para o processo de avaliação de documentos ser criterioso, é necessário, entre outros aspectos, que ele esteja integrado às operações de classificação.
Por suas características de produção, todos os processos constituídos no TRT são de guarda permanente.
O processo de avaliação deve ser iniciado a partir da necessidade de ampliação de espaço físico no órgão.
Na avaliação do acervo, o DPF poderá empregar a amostragem como forma de selecionar documentos representativos do conjunto a que pertencem, utilizando critérios específicos.
Os critérios de amostragem serão aplicados apenas aos conjuntos documentais de caráter permanente.
A avaliação parte do pressuposto de que os documentos de arquivo têm valores primário e secundário. O valor primário reflete a importância que os documentos têm para seu produtor original e o secundário representa a utilidade que têm, posteriormente, para os pesquisadores.
A tabela de temporalidade é um instrumento utilizado em todas as fases do ciclo vital dos documentos.
A teoria das três idades da prática arquivística tem sido usada para a avaliação. Nela, os arquivos são divididos em:
correntes, históricos e morto;
históricos, intermediários e relativos;
correntes, intermediários e permanentes;
relativos, permanentes e morto;
históricos, relativos e permanentes.