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A forma de desenhar e a forma como o desenho evolui são inteiramente ligados à evolução:
Matemática.
Tecnológica.
Visual.
Técnica.
Psicomotora.
Quais são os elementos formais e sintáticos básicos do desenho?
Ponto, linha, massa, textura, volume, composição, valor tonal, cor, luz e sombra.
Geometria, álgebra, cálculo e trigonometria.
Pixel, vetor, bitmap e matriz.
Gramática,sintaxe,semântica e pragmática.
No desenvolvimento do grafismo infantil, a gênese do círculo, do quadrado e do triângulo ocorrem em diferentes faixas etárias. O quadrado nasce de movimentos descontínuos e coincide com a aquisição:
Do duplo controle do ponto de partida e do ponto de chegada.
Dos movimentos contínuos.
Da interpretação verbal.
Da escrita.
Da percepção.
Assinale a associação correta entre o formato de folhas padrão da série A (ISO) e suas respectivas dimensões (em milímetros):
A0 - 840 x 1190
A1 - 594 × 840
A2 - 420 × 594
A3 - 295 × 422
A4 - 211 × 295
Analise a Figura 2, a seguir:

Figura 2 – Desenho infantil.
Fonte: Revista Mal-Estar e Sociedade.
A Figura 2 é um desenho feito por uma criança de 3 anos de idade. Nesse período, a criança se interessa mais pelo efeito que o lápis produz no papel, não se interessando tanto por representar alguma figura em si. Esse desenho apresenta características da fase do desenvolvimento gráfico infantil conhecida como:
Esquema.
Garatuja.
Realismo.
Pré-esquema.
Pseudonaturalismo.
Sobre os elementos formais e sintáticos do desenho, podemos afirmar que a linha:
Sempre existiu e existe na natureza, aparecendo facilmente no meio ambiente.
É sempre estática e, por isso, pode-se criar com ela diferentes valores tonais.
Serve de substituta para as qualidades do sentido do tato.
É considerada a unidade visual mais simples e irredutivelmente mínima.
Resulta da movimentação do ponto ou de quando os pontos estão tão próximos que se torna impossível identificá-los individualmente.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE os elementos relacionais do desenho:
Ponto, linha, plano e volume
Formato, tamanho, cor e textura
Representação, significado e função
Angularidade, tangência e formato
Direção, posição, espaço e gravidade
A LDB nº 9.394/1996 (alterada pela Lei nº 14.164/2021), estabelece no seu artigo 26, parágrafo 2º: “O ensino da Arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos”.
Para se apropriar de uma linguagem, entender, interpretar e dar sentido a ela, é preciso que se aprenda a operar com seus códigos. Do mesmo modo que existe na escola um espaço destinado à alfabetização na linguagem das palavras e dos textos orais e escritos, é preciso haver cuidado com a alfabetização nas linguagens da Arte, especialmente com os desenhos infantis.
Considere que, em uma Exposição Internacional de Arte Infantil, realizada em Milão, em 1948, a comissão de seleção recebeu trabalhos de crianças dos vários continentes e todos os desenhos das crianças brasileiras foram recusados.
Conforme a bibliografia de referência, assinale a alternativa que corresponde à razão pela recusa dos desenhos das crianças brasileiras, aos olhos da comissão julgadora.
Os desenhos mostravam um subdesenvolvimento cultural.
O olhar europeu tinha expectativas diferentes do que viu.
A multiculturalidade não foi valorizada nos trabalhos.
Eram desenhos mimeografados e coloridos pelas crianças.
Na linguagem específica das Artes Visuais, a representação da imagem realizada como um traçado gráfico com qualquer material que marque a superfície de outro, chamado suporte, é reconhecida como técnica de:
Desenho.
Gravura.
Escultura.
Pintura.
Fotografia.
Os poliedros são figuras comuns da geometria elementar. Nesse sentido, marque a alternativa que apresenta um exemplo de poliedro:
Esfera.
Hexágono.
Cilindro.
Cubo.
Cone.
Ao se iniciar um desenho, este passa por quatro fases de elaboração: esboço, croqui, desenho preliminar e desenho definitivo. Faça a correlação entre as colunas a seguir:
I - Croqui. | A - Também chamado de anteprojeto. Representa o estágio intermediário da elaboração do projeto, em que precisam constar todas as medidas, em que ainda são possíveis modificações. |
II - Esboço. | B - É completo, elaborado de acordo com as normas e corresponde à solução final do projeto, ou seja, é o desenho de execução (aprovado). |
III - Desenho preliminar. | C - É a representação gráfica do desenho na fase inicial, ou seja, na primeira forma de comunicação entre a ideia e a realização do projeto. Em geral à mão livre, não responde a uma norma, não tem uma escala definida, |
IV - Desenho definitivo. | D - Esboço que mostra a beleza e design, e que ainda pode ser alterado. |
Assinale a alternativa que contempla a resposta CORRETA para a associação.
I A – II B – III C – IV D.
I D – II A – III B – IV C.
I D – II C – III A – IV B.
I C – II D – III A – IV B.
I A – II D – III B – IV C.
A NBR 8196 estabelece as condições para realização de desenhos em escala. A escala pode ser de redução, real ou ampliação. A escala 1:50 é muito utilizada na arquitetura para plantas baixas, cortes e fachadas onde 1 metro corresponde a qual medida?
Corresponde a 2 cm, seu tamanho é reduzido 50 vezes.
Corresponde a 5 metros pois seu tamanho é ampliado 5 vezes.
Corresponde a 50 cm pois seu tamanho é reduzido 10 vezes.
Corresponde a 1,5 metros pois seu tamanho é multiplicado por 1,5.
Corresponde a 0,5 metros pois seu tamanho é a metade da escala.
Observe as figuras a seguir:

Fonte: Gomes Filho, 2000.
Assinale a alternativa que relaciona, CORRETAMENTE, a percepção de bi e tridimensionalidade transmitida por cada uma delas, e as respectivas razões para tal:
A figura “a” é bidimensional, por causa da continuação e regularidade das diagonais; a figura “b” é ambígua, pode parecer bi ou tridimensional, a continuação da vertical impede uma percepção mais definida do espaço; na figura “c”, a percepção é claramente tridimensional, pois a quebra de regularidade das linhas torna difícil uma organização em continuidade.
A figura “a” é tridimensional, por causa da continuação e regularidade das diagonais; a figura “b” é ambígua, pode parecer bi ou tridimensional, a continuação da vertical impede uma percepção mais definida do espaço; na figura “c”, a percepção é claramente bidimensional, pois a quebra de regularidade das linhas torna difícil uma organização em continuidade.
A figura “a” é ambígua, pode parecer bi ou tridimensional, por causa da continuação e regularidade das diagonais; a figura “b” é bidimensional, a continuação da vertical impede uma percepção mais definida do espaço; na figura “c” a percepção é claramente tridimensional, pois a quebra de regularidade das linhas torna difícil uma organização em continuidade.
As figuras “a” e “b” são bidimensionais, por causa da continuação e regularidade das diagonais; a figura “c” é ambígua, pode parecer bi ou tridimensional, a continuação da vertical impede uma percepção mais definida do espaço.
A figura “a” é ambígua, pode parecer bi ou tridimensional, por causa da continuação e regularidade das diagonais; as figuras “b” e “c” são tridimensionais, pois a quebra de regularidade das linhas torna difícil uma organização em continuidade.

Pierre Paul Prud´hon. Nu masculino sentado. Museu Baron Martin. Gray, França.
Essa figura representa um desenho de nu masculino do artista desenhista Pierre Paul Prud´hon (1758-1823). Esse artista, especializado no gênero do retrato e do desenho anatômico, manteve toda a tradição neoclássica do desenho de observação do corpo humano. Com o uso exclusivo do lápis preto e do pastel seco branco sobre papel azulado, o artista fez uma descrição minuciosa da musculatura humana, observando as regras de proporção do cânone acadêmico do belo ideal, o que proporcionou a representação do corpo atlético, na perspectiva do célebre homem vitruviano de Leonardo da Vinci.
Quanto à representação do corpo humano sentado, a proporção total deve equivaler a
7,5 vezes o tamanho da cabeça.
8 vezes o tamanho da cabeça.
6 vezes o tamanho da cabeça.
5 vezes o tamanho da cabeça.
9 vezes o tamanho da cabeça.
“Independentemente da câmera, sofisticada ou não, a exposição a que o filme é submetido pela ação da luz é fundamental. Exposição nada mais é que a quantidade de luz que atinge o filme [ou sensor digital] após passar pela objetiva, diafragma e obturador”, afirmam Cesar e Piovan (2007). Na prática fotográfica, o tempo de exposição à luz – regulado pelo obturador –, em conjunto com a sensibilidade da mídia – que irá registrar a imagem –, é crucial para que se obtenha fotos com boa qualidade luminosa.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao assunto.
( ) O tempo de abertura do obturador permite o controle para que a luz alcance o filme fotográfico ou sensor digital por minutos ou frações de segundo.
( ) Quanto maior a velocidade de obturação, mais luz passa para dentro da câmera fotográfica.
( ) Em geral, para fazer uma fotografia usando a técnica de light painting, deve-se configurar a câmera, dentre outras coisas, para realizar um tempo mais longo de exposição.
( ) Quando se configura uma câmera digital para fotografar em ISO 1600, significa que se aumenta a sensibilidade, sendo possível capturar uma imagem em ambientes com menor quantidade de luz do que seria preciso para um valor de ISO 400.
( ) Quanto maior o valor do ISO, menor será a granulação da imagem obtida.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
V • V • F • V • V
V • F • V • V • F
V • F • F • F • F
F • V • V • F • V
F • F • V • F • F
Na linguagem das Artes Visuais, a imagem realizada como um traçado gráfico, com qualquer material que marque a superfície considerada como suporte, é chamada de:
Desenho.
Escultura.
Colagem.
Gravura.
Pintura.
De acordo com SMOLE, sobre o desenvolvimento do grafismo, assinalar a alternativa INCORRETA:
O grafismo, para se desenvolver, mobiliza tanto a aquisição técnica e operacional, quanto carece de capacidade imaginativa, a aquisição intelectual.
Desenhar é sempre uma interpretação que elabora correspondências, relaciona, simboliza, significa e atribui novas configurações ao original.
O desenho traduz uma visão porque traduz um pensamento, revela um conceito, uma apropriação transformadora e atualizada à realidade simbólica de quem o produz.
No desenho, cada traço, cada cor, cada mancha carrega um valor simbólico, e cada elemento quer dizer alguma coisa incompreensível para a inteligência.
A representação propriamente dita do espaço no desenho da criança só começa quando:
A criança tem capacidade de dar os primeiros passos.
É ensinado a ela os esquemas básicos de desenho do espaço.
Ela consegue observar e imitar a perspectiva de paisagens.
Ela é submetida ao ponto de vista euclidiano.
Inicia a figuração e há a preocupação de imitar o real.
“O ângulo é uma região delimitada por duas semirretas. Para medi-lo, há duas possíveis unidades: grau ou radiano. De acordo com a sua medida, ele pode ser classificado em agudo, reto, obtuso ou raso.”
Avalie o desenho a seguir e indique a suas classificações respectivamente.

Reto e Raso.
Obtuso e Reto.
Agudo e Obtuso.
Raso e Agudo.
Agudo e Reto.
O equilíbrio é um fator primordial trabalhado nas composições visuais, podendo ser de natureza simétrica ou assimétrica. Sobre esse tema, assinale a alternativa INCORRETA com relação ao princípio da Balança Romana (RIBEIRO, 2003), utilizada na organização de layouts:
Podem-se utilizar ligeiras massas em contrapeso com massas mais pesadas, conseguindo-se, não obstante, alcançar a harmonia.
Está relacionada à busca do equilíbrio nas composições assimétricas.
Possui braços desiguais, mas nela, um peso pequeno pode se equilibrar com um maior e, inclusive, alterá-lo em seu movimento.
Se os objetos não são do mesmo tamanho, nem se parecem, o maior se colocará mais perto do centro e o menor mais longe, para dar a impressão de equilíbrio.
Está relacionada ao equilíbrio simétrico, alcançado através da igual compensação de pesos à direita e à esquerda de uma linha vertical imaginária dentro da composição.