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A sede de uma instituição iniciará série de grandes obras que interditará alguns departamentos de uma das regionais. A comunicação deste fato, a ser produzida pelo responsável pela comunicação da instituição, deverá ser:
Publicar na intranet da filial, pois atingirá os colaboradores diretamente interessados nas obras.
Produzir boletim eletrônico sobre a necessidade, custos e prazos das obras para todos os colaboradores, tanto internos como os das outras filiais e sede.
Publicar no balanço anual da instituição, na rubrica de gastos, para evitar desgaste sobre a necessidade das obras.
Publicar na intranet da filial e da sede, para contemplar os públicos dirigentes (executivos da sede) e diretamente interessados (os da filial) nas obras.
Publicar no mural da filial todas as informações referentes às reformas, com calendário de liberação dos setores e enviar, por correspondência, o boletim com fotos com o andamento das obras.
“O mass media inclui todas as formas de controle da informação, que podem estabelecer-se nas decisões acerca da codificação das mensagens, da seleção, da formação da mensagem, da difusão, da programação, da exclusão de toda a mensagem ou das suas componentes” (Donohue - Tichenor - Olien, 1972, 43). A citação refere-se a uma determinada Teoria da Comunicação que é conhecida como:
Culturológica;
Agenda setting;
Gatekeeper;
Hipodérmica;
Lasswell.
Sobre significação, significado e arbitrariedade, pode-se afirmar que Roland Barthes, no livro Elementos de Semiologia:
considera que o liame entre significante e o significado é contratual em seu princípio, mas esse contrato é coletivo, inscrito numa temporalidade longa e, consequentemente, naturalizado, de certo modo
retomando os estudos de Claude Lévi-Strauss, ressalta que o antropólogo precisa o signo linguístico como arbitrário a posteriori e não arbitrário a prior
concebe, fenomenologicamente, a significação como um processo: o ato que une o significante e o significado, cujo produto é sempre arbitrário
afirma que a associação entre o som e a representação psíquica é fruto de uma preparação individual; esta associação – que é a significação – é arbitrária
Com relação às atividades desempenhadas por um pauteiro, segundo Barbeiro e Lima (2013), assinale a opção correta.
Deve conseguir autorizações para que o repórter possa entrar no interior de locais públicos e privados com antecedência.
O ideal é que tenha boa cultura geral para desenvolver vários assuntos, sem se especializar em determinada área.
Não deve propor o tipo de imagem que o cinegrafista deve fazer, já que isso é função da equipe de reportagem.
As assessorias de imprensa devem ser utilizadas como fontes primárias de informação, pois fornecem dados oficiais.
Todo entrevistado precisa de pauta para participar da programação, principalmente autoridades públicas e personalidades de renome internacional.
Há no pensamento francês sobre comunicação autores que enxergam a rede como uma superação do processo de comunicação baseado numa pirâmide um-todos.
Essa visão não só coloca a comunicação na utopia da mediação como também permite classificar a internet como um fator de
isolamento pós-moderno
progresso racional
vínculo social
autonomia hegemônica
afirmação de identidade
Segundo KUNSH, sobre os tradicionais fluxos de comunicação praticados em uma organização, analisar os itens abaixo:
I - Comunicação ascendente liga-se ao processo de informações da cúpula diretiva da organização para os subalternos.
II - Comunicação descendente ou vertical são pessoas situadas na posição inferior da estrutura organizacional que enviam à cúpula suas informações por meio de instrumentos planejados, como caixa de sugestões, reuniões e pesquisas de clima organizacionais.
III - No fluxo horizontal ou lateral a comunicação ocorre no mesmo nível. É a comunicação entre os pares e as pessoas situadas em posições hierárquicas semelhantes. A comunicação se processa entre departamentos, seções, serviços, unidades de negócios etc.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente o item II.
Somente o item III.
Todos os itens.
Segundo McLuhan (1964), a expressão ''o meio é a mensagem" representa
que o significado de uma mensagem é a mudança que ela produz na imagem. O interesse antes pelo efeito do que pelo significado é uma mudança básica de nosso tempo.
a projeção dos meios de comunicação num abraço global, abolindo tempo e espaço.
uma tecnologia de alfabetização, a partir da qual o homem ocidental adquiriu o poder de agir sem reação.
que a informação, graças à sua intensidade especializada, quebrou os elos das corporações e mosteiros medievais.
que toda tecnologia gradualmente cria um ambiente humano totalmente novo. Os ambientes não são envoltórios passivos, mas processos ativos.
O modelo de diálogo com a imprensa proposto por Molleda (apud DUARTE, 2011) apresenta diferentes etapas que podem servir de orientação para o trabalho de pesquisadores e profissionais. Assinale a opção INCORRETA com relação às etapas desse modelo.
O gerenciamento da informação e a necessidade de produzir os subsídios informativos enquadrados.
A manutenção de boas relações com a imprensa, a avaliação final do processo e seus efeitos nos públicos externos e internos.
A promoção incondicional de uma comunicação aberta e direta entre as fontes organizacionais importantes e os profissionais da imprensa demandantes.
A produção de sucessivos subsídios informativos em resposta a pedidos dos meios de comunicação de massa e manutenção de boas relações com a imprensa.
O monitoramento do uso de subsídios e informativos na cobertura da imprensa e possíveis reações dos públicos envolvidos ou metas.
“Mesmo a mensagem do mais potente dos mass media não pode influenciar um indivíduo que não faça uso dela no contexto sócio-psicológico em que vive” (Katz, 1959, citado por Wolf, 1987). Tal afirmação refere-se à Teoria dos Usos e Gratificações (Teoria da Notícia) que pretende realçar a forma como a recepção das mensagens é produzida de acordo com as necessidades do receptor e não apenas de acordo com os desejos do emissor. Por isso, aponta como um elemento essencial dos seus pressupostos uma percepção da audiência como um conjunto ativo e diversificado, que tem capacidade de escolha e de interpretação das mensagens, de acordo com necessidades e desejos particulares que espera satisfazer através dos meios de comunicação. Trata-se, portanto, de um modelo:
que refuta a hipótese informacional protagonizado pela transmissão unilateral de dados.
pragmático e convencional.
de diferentes níveis de comunicação, mas com um único público-alvo.
que pressupõe feedback instantâneo.
que acredita na unificação da mensagem.
De acordo com Bourdieu, os pensadores ouvidos em entrevistas de televisão conseguem pensar e se expressar com velocidade porque:
é feita uma edição posterior
são especialistas com formação sólida
passam por media training
pensam por ideias feitas
De acordo com Perelman e Olbrechts-Tyteca, é correto dizer, a respeito da argumentação, que:
é um exercício intelectual desvinculado de qualquer preocupação de ordem prática
suas possibilidades dependem do que cada um está disposto a conceder, dos valores que reconhece
é objetiva e traz em si regras práticas e critérios universalmente reconhecidos
relaciona-se com o ouvinte a partir da ciência, das técnicas para resolver o problema
Do ponto de vista da nova retórica apresentada por Perelman e Olbrechts-Tyteca, o orador deve:
pensar o auditório como o conjunto daqueles que ele quer influenciar com sua argumentação
utilizar a técnica de escolher uma pessoa do grupo e escrever ou discursar para ela
apresentar os fatos de forma objetiva, pois eles falarão por si aos ouvintes/leitores
falar e/ou escrever como se fosse apenas para si, uma vez que os seres funcionam com uma lógica comum
A hipótese dos usos e das gratificações traz como grande diferença:
a afirmação de que a teoria da informação deve ser deixada de lado, e que a comunicação deve ser vista e observada a partir de um modelo circular.
a investigação da apropriação que os indivíduos fazem das mensagens recebidas dos veículos, encarando o receptor como um agente ativo.
a relação aprendizagem/herança, na qual a intenção é descobrir se o indivíduo herda a sua estrutura cognitiva por meio de atributos genéticos, ou se isso depende da interação com o meio social.
a valorização por determinada informação e o descarte de outra frente às inúmeras divulgadas pelos diversos veículos de comunicação.
as perturbações psíquicas que remetem a perturbações da comunicação do indivíduo com o seu meio, logo o comportamento humano é influenciado e pode ser uma indicação do meio social em que está inserido.
Observe a figura a seguir.

Através dela, pode ser representada qual hipótese dos efeitos sociais da comunicação?
Agulha hipodérmica
Efeitos limitados da comunicação
Intervalo do conhecimento
Teoria da Cultivação de Gerbner
Fluxo em duas etapas
Segundo Erbolato (2008), as agências mundiais de informação podem receber classificações quanto à sua organização jurídica e finalidade. Coloque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas abaixo, assinalando a seguir a opção correta, de acordo com essas classificações.
( )Gerais: divulgam informações de todos para todo o mundo.
( )De artigos: contratam matérias assinadas por nomes de destaque do jornalismo nacional e internacional.
( )Especializadas: destinam-se exclusivamente a difundir uma determinada classe de serviços.
( )Internacionais: divulgam praticamente todo e qualquer noticiário que possa interessar público.
( ) Cooperativas: surgidas por administradas como um órgão iniciativa não oficial ou empresa privada.
(F) (V) (V) (V) (F)
(F) (V) (V) (F) (F)
(F) (V) (F) (V) (F)
(V) (V) (F) (F) (V)
(V) (F) (V) (F) (F)
KUNSCH cita em sua obra a classificação de públicos proposta por Blau e Scott, baseada nos principais beneficiários dos quatro tipos de organização, que sugerem: associações de benefícios mútuos, organizações de negócios ou de interesses comerciais, organizações de serviços e organizações de bem-estar público. Nesse contexto, com base nessas classificações, pode-se afirmar que são exemplos de organizações de:
Benefícios mútuos os partidos políticos, sindicatos trabalhistas, associações fraternais e clubes.
Bem-estar público as firmas de reembolso postal, empresas industriais, bancos e lojas de atacado e varejo.
Negócios os órgãos de assistência social, hospitais, escolas, sociedades de auxílio jurídico e clínicas de saúde mental.
Serviços os departamentos de polícia e bombeiros, guarda nacional, serviços de rendas internas e comércio de forma geral.
Segundo NEVES, o estigma que as empresas carregam é pesado. São do mal. No chamado imaginário popular, elas – as empresas, grandes ou pequenas – só pensam em lucro, enganam os consumidores, exploram os empregados, sonegam impostos, corrompem autoridades, poluem o ambiente, são insensíveis aos problemas sociais, comandam ou participam de grandes conspirações contra a humanidade. Independentemente das crises ocasionais, as pressões sobre a imagem das empresas tendem a aumentar, vindas de todos os lados. Grupos de interesse, guerra de mercado, comunidades, consumidores, mídia, acionistas, empregados, minorias, governos etc. Nesse contexto, pode-se perceber a importância de:
Ignorar o que está sendo dito, já que a opinião alheia é subjetiva e sempre haverá alguém para difamar.
Criar uma imagem positiva a qualquer custo, mesmo que seja preciso mentir e forjar dados.
Trabalhar com foco, independentemente de todas as pressões ou o que é dito sobre a empresa.
Investir em imagem de marca para melhorar a percepção da empresa, não apenas em tempos de crise.
Refletindo sobre a ética das palavras, com base em Squarisi e Salvador, é correto escrever em discurso ou artigo a ser assinado por político:
este tipo de atitude denigre a imagem da Câmara Municipal
é preciso pararmos de judiar de nossas crianças
a atriz negra Zezé Mota fez questão de se manifestar a favor deste movimento
venho trabalhando como um negro para aprovar este projeto
Em relação à interpretação do discurso, de acordo com Perelman e Olbrechts-Tyteca, é correto dizer que:
o erro de interpretação só pode ser evitado se o discurso for feito para um auditório especializado; um auditório não-especializado, que não conhece os jargões do orador, traz a certeza de equívocos na interpretação
há duas interpretações possíveis quando um discurso é formulado com base nos acordos previamente estabelecidos: a interpretação dos fatos e a das verdades
o discurso bem formulado e bem defendido, utilizando-se dos critérios aplicáveis de persuasão e dos valores abstratos e concretos, tem como efeito sobre o auditório uma única interpretação
o erro de interpretação é considerado hoje a própria condição da linguagem, mas a justa interpretação da expressão seria a que o autor poderia aprovar, levando-se em conta o contexto
Um dos principais atores no campo da Comunicação Pública (CP) é a imprensa. Ela estabelece espaço público indispensável de informação, debate e formação da opinião na democracia contemporânea. Existem múltiplas formas de fortalecer a interlocução. Quanto maior a variedade, a especificidade e a facilidade de acesso e uso dos instrumentos de CP pelos diferentes interessados, mais fortalecida a cidadania. Para garantir o sucesso do empreendimento, a comunicação deve, necessariamente, ser assumida com visão global, papel estratégico, planejamento, ação integrada e visão de longo prazo. É obrigação dos agentes públicos, em particular dos profissionais de comunicação, encontrar as maneiras adequadas de fazer a informação circular e chegar aos interessados. É fácil, entretanto, a partir das características, missão e interesses de cada ator público e conjuntura, fazer a adaptação. O importante, sempre, é mapear os públicos de interesse, avaliar o padrão de relacionamento com cada um (existente e desejável) e estabelecer objetivos. Nesse contexto, os agentes multiplicadores, pesquisas, manuais, intranet, boletins eletrônicos, publicações institucionais, eventos, campanhas, quadros murais, ouvidores, reuniões, serviços de atendimento, treinamento e capacitação, design ambiental, comunidades de informação, compõem qual público?
Ambiente interno.
Atores sociais e políticos.
Usuários de produtos e serviços.
Sociedade em geral.
Stakeholders.