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O ensino e a aprendizagem formais na produção cultural podem ser subvalorizados por não refletirem a prática cotidiana dos trabalhadores, levando a uma visão de que a formação acadêmica não acrescenta competências relevantes para a atuação profissional no campo.
Certo
Errado
Um dos princípios fundamentais da didática aplicada à produção cultural é a consideração do público e dos participantes como sujeitos ativos em seu processo de aprendizagem e fruição cultural.
Certo
Errado
“A cultura digital é um conceito que descreve o molde que a tecnologia e a internet estão formando, principalmente nos meios de comunicação e na interação com a sociedade. Ou seja, com seu avanço, as contribuições aumentaram recorrentemente, transformando todo o mundo e toda a forma de interação que nele se dá, tendo a tecnologia digital como algo onipresente.
Desse modo, a cultura digital compreende os seguintes aspectos: relação entre humanos e tecnologia; profissional; social; econômico; político; educacional.
O conceito da cultura digital se fundou quando a internet se difundiu como forma de comunicação em massa, utilizando todos os meios para a comunicação, seja por computador, seja por smartphones, tablets, entre outros modelos. Além disso, por meio dessas tecnologias, foi possível uma grande revolução nas relações humanas.” (Edif, 2024, p. 1).
Avalie as seguintes afirmações:
I. A cultura digital influencia a educação em estruturas físicas e administrativas.
II. A cultura digital influencia a educação em métodos de ensino e de aprendizagem.
III. A cultura digital influencia a educação na alienação de quem utiliza sistemas audiovisuais.
IV. A cultura digital influencia a educação na valorização das redes sociais, sendo as mais notórias contemporaneamente o Snapchat e o Vimeo.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
I e II.
II e III.
III e IV.
I e III.
II e IV.
Suponha‑se que em uma situação hipotética, um festival cultural, com duração total de 6 meses cujo objetivo é realizar 5 atividades artísticas, sofre atraso na contratação de artistas e no cronograma de venda de ingressos, nesse caso, é correto afirmar que o projeto pode manter o mesmo objetivo sem reajuste do cronograma, desde que o orçamento permaneça dentro do previsto. Dessa forma, a situação pode ser contornada pelo produtor cultural.
Certo
Errado
A emergência das redes sociais, principalmente no início do século XXI, com a cultura do engajamento, transforma o mercado cultural no Brasil e no mundo. Atores culturais que antes tinham pouco ou nenhum espaço e visibilidade, ganham espaço, público e capital. Nas encruzilhadas entre tecnologia, política, ética e visibilidade no Brasil, pode-se pensar que
as novas tecnologias de informação e comunicação possibilitaram a emergência de trabalhos artísticos, em diversos campos, desde artes visuais, música, audiovisual etc., que ficavam restritos a determinados espaços e públicos por causa de políticas culturais viciadas em atuar no eixo Sul-Sudeste.
as redes sociais não contribuem para a expansão da divulgação cultural no país, apenas reforçam que, na atualidade, artistas continuam dependendo de produtores culturais para a promoção de seus trabalhos, ao invés de complexificar o sistema.
as novas tecnologias de informação e comunicação não possibilitaram a emergência de trabalhos artísticos, em diversos campos, desde artes visuais, música, audiovisual etc., e esses permanecem restritos a determinados espaços e públicos por causa de políticas culturais viciadas em atuar no eixo Sul-Sudeste, sem que nenhuma mudança tenha sido operada nos últimos 30 anos.
as redes sociais não contribuem para a expansão da divulgação cultural no país, apenas reforçam que, na atualidade, artistas esvaziaram suas produções, tornaram-se produtores de conteúdo, mantendo a estrutura elitista de consumo de arte, sem trazer para o centro a periferia.
as novas tecnologias de informação e comunicação possibilitaram a emergência de trabalhos artísticos em diversos campos, desde artes visuais, música, audiovisual etc., que ficavam restritos a determinados espaços e públicos por causa de políticas culturais viciadas em atuar no eixo Sul-Sudeste, mas que tiveram péssima recepção, não expandiram público e acabaram não sobrevivendo no mercado cultural contemporâneo.
“Posso então reescrever minha terceira proposição: a construção do gênero ocorre hoje através das várias tecnologias do gênero (p. ex., o cinema) e discursos institucionais (p. ex., a teoria) com poder de controlar o campo do significado social e assim produzir, promover e "implantar" representações de gênero. Mas os termos para uma construção diferente do gênero também existem, nas margens dos discursos hegemônicos. Propostos de fora do contrato social heterossexual, e inscritos em práticas micropolíticas, tais termos podem também contribuir para a construção do gênero e seus efeitos ocorrem ao nível "local" de resistências, na subjetividade e na auto-representação.” Teresa de Lauretis
Esse trecho pode ser pensado como
uma passagem ultrapassada, ainda que relevante, mas que serviu como postulado para diversas produções culturais da década de 60.
uma ferramenta para provocar o público espectador.
uma passagem ultrapassada, mas que serviu como forma de articular teoricamente as discussões que mobilizaram, diversas produções culturais no Brasil, principalmente no campo das artes visuais e nos debates culturais.
uma forma de articular teoricamente as discussões que mobilizam, no contemporâneo, diversas produções culturais, tanto fora quanto no Brasil, principalmente no campo das artes visuais e nos debates culturais.
uma ferramenta ultrapassada para provocar o público espectador.
A estrutura básica de um projeto pode ser, de acordo com Daniele Sampaio, apresentada na seguinte forma:
Apresentação, Justificativa, Objetivos Gerais, Cronograma (pré-produção, produção, pós-produção), Objetivos Específicos, Estrutura de Orçamento.
Justificativa, Apresentação, Objetivos Gerais e Específicos, Cronograma (pré-produção, produção, pós-produção), Estrutura de Orçamento.
Apresentação, Cronograma (pré-produção, produção, pós-produção), Objetivos Gerais e Específicos, Justificativa, Estrutura de Orçamento.
Justificativa, Apresentação, Cronograma (pré-produção, produção, pós-produção), Estrutura de Orçamento, Objetivos Gerais e Específicos.
Apresentação, Objetivos Gerais e Específicos, Justificativa, Cronograma (pré-produção, produção, pós-produção), Estrutura de Orçamento.
Rosa Villas-Boas propõe que a construção de um mercado cultural ético é um desafio, mas não impossível. No contexto de pensar as aplicações de ferramentas de gestão empresarial no setor cultural e observar a cultura como algo que precisa de sustentabilidade e de lucro, essa proposta de “mercado cultural ético” contemplaria
um espaço de trocas simbólicas, sem uma maior preocupação com a captação de recursos, promovendo a cultura como um bem abstrato a ser incorporado pelo público no seu dia-a-dia.
o trabalho em parceria com o marketing, como o encontro inteligente de estratégias de captação de recursos, a valorização da criatividade como recurso a ser capitalizado, o projeto cultural como uma proposta para mídia e o patrocinador, que devem funcionar como elos obrigatórios dessa convergência de interesses múltiplos.
o trabalho como estímulo a competição saudável, o marketing como a forma principal para estratégias de captação de recursos, seguido pela valorização da criatividade, e o projeto cultural como uma proposta básica para o patrocinador, o público e a mídia, que devem funcionar como elos obrigatórios dessa convergência de interesses múltiplos.
um espaço de trocar materiais, com preocupações em captar recursos para a realização de projetos culturais de real interesse para o público, sem necessáriamente observar uma convergência entre mídia, marketing e outras ferramentas.
o trabalho em parceria, o marketing como o encontro inteligente de estratégias de captação de recursos e valorização da criatividade, e o projeto cultural como uma proposta de real interesse para o patrocinador, o autor, o público e a mídia, que devem funcionar como elos obrigatórios dessa convergência de interesses múltiplos.
“Quem vê close, não vê corre.”
No Brasil, o uso das redes sociais tornou-se uma ferramenta essencial para artistas independentes divulgarem seus trabalhos. No entanto, não raramente, a mídia tradicional e o senso comum, frequentemente, idealizam essa presença digital, sem considerar as implicações concretas desse modelo. A opção que expressa, de forma mais crítica e precisa, essa realidade é:
As redes sociais democratizam a cultura, permitindo que artistas cheguem a públicos amplos sem a necessidade de mediações tradicionais, o que sempre alivia a carga de trabalho.
O uso das redes sociais amplia as oportunidades de visibilidade para artistas, ao mesmo tempo em que distribui de forma equilibrada as tarefas de produção e divulgação cultural.
Embora as redes sociais pareçam democratizar o acesso à divulgação cultural, elas muitas vezes mascaram o acúmulo de funções e o excesso de trabalho enfrentado por artistas independentes.
O trabalho do artista nas redes sociais é compensado por algoritmos que garantem visibilidade proporcional ao esforço investido, otimizando o alcance cultural.
A presença do artista nas redes sociais elimina a necessidade de outras formas de mediação, tornando a produção cultural mais leve, ágil e sustentável.
Considerando-se que Planejamento e Organização “são duas práticas indissociáveis para todo e qualquer evento. Apesar de cotidianamente serem empregadas como sinônimas, cada uma delas vai ter sua especificidade no processo gerencial dos eventos, independentemente de sua classificação ou tipologia.” (BARICHELLO, 2022, p. 45), assinale a alternativa correta.
O Planejamento costuma categorizar, ordenar e priorizar os recursos físicos, humanos e financeiros conforme as proposições definidas pela Organização.
O Planejamento apresenta-se como um guia flexível e a Organização forma uma estrutura mais rígida como foco a tornar o evento exequível.
A Organização traça, elabora e prepara desde a concepção do evento, as estratégias táticas, operacionais e de marketing, até os sistemas de avaliação.
O Planejamento vai estruturar, sistematizar, elaborar indicadores para controle de objetivos e metas, além de operacionalizar o dia a dia do evento.
Leia o texto a seguir.
Sobre o tema das políticas culturais brasileiras, a pesquisadora Lia Calabre (2019, p. 157), afirma que “nos anos 2000, o país passa a experimentar um movimento de incorporação da noção de direito à cultura pela gestão pública – como está garantido na Constituição Federal de 1988, assim como em algumas constituições estaduais e em muitas leis orgânicas municipais. Para tanto, desde 2003, vêm sendo construídas ferramentas e instrumentos visando a efetivação de tal direito”.
(CALABRE, Lia. Escritos sobre políticas culturais. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2019.)
São exemplos de ferramentas e instrumentos que visam a assegurar o direito à cultura:
Plano Nacional de Cultura; Sistema Nacional de Cultura; Marco Regulatório da Cultura; Programa Cultura Viva.
Fechamento de Ministério da Cultura, para sua fusão com a pasta da Educação, elevando-o ao status de Secretaria Nacional de Cultura.
Lei do Pacto Nacional pela Democracia Cultural nas escolas de ensino básico, técnico e de nível superior.
Plano Federativo das Artes Integradas; Programa Nacional das Indústrias Criativas; Programa Arte, Inovação e Tecnologia.
Leia o texto a seguir.
Por detrás das pautas dos acontecimentos culturais - estreias, inaugurações, lançamentos de produtos etc. - que constituem os cadernos culturais diários e semanais - muitas vezes estão as assessorias de imprensa, que estabelecem e mantêm a articulação entre as fontes e as redações, facilitam o trabalho de ambos, mas nem sempre o definem.
MIRANDA, Nadja. Divulgação e jornalismo cultural. In: RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: EDUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 79-98. [Fragmento]
Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. As assessorias, em muitos casos, tornam-se também fontes - porque têm a matéria-prima básica das informações -, notadamente nos cadernos culturais, que são constituídos, em grande parte, pelas informações delas provenientes.
PORQUE
II. O público imediato das assessorias não são os leitores, mas os próprios jornalistas. No relacionamento daqueles com estes, é necessário atuar com base na percepção que os jornalistas, nas redações, têm do fato e de como vão transmiti-los.
É correto afirmar que
a asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
as asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é justificativa da I.
a asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
as asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
Eventos culturais como forma de lazer sugiram no século XX, período que marca o início da Era Moderna.
Certo
Errado
Leia o diagrama a seguir que discorre sobre procedimentos de produção cultural para artistas independentes.

BATISTA, Andressa. Breve manual de produção cultural para artistas independentes. Porto Velho:
Semear Cultura, 2021, p. 154. [Reprodução]
Analisando o diagrama e, de acordo com o que a autora propõe em seu livro, é correto afirmar que
a etapa de avaliação é importante em projetos comerciais, pois necessita-se de vendas. Na execução de ações culturais de caráter público, a avaliação não faz sentido, pois não há vendas.
tão importante quanto executar o que foi planejado, é a etapa de pós-produção, em que, através da avaliação, podemos checar se os resultados esperados foram alcançados.
a etapa de planejamento é primordial para artistas independentes, sendo menos relevante no âmbito da gestão pública que possui orçamento pré-definido e próprio.
embora seja importante a etapa de avaliação, uma vez que ela é realizada depois da execução do projeto, sua efetividade é mais ilustrativa que prática.
Eventos culturais estão relacionados a atividades artísticas, musicais e audiovisuais, sendo excluídas as atividades de lazer que promovem saúde, bem-estar e manifestação esportiva.
Certo
Errado
Conforme Rubim (2005, p. 25), “a atividade de organização ou produção da cultura abrange normalmente, pelo menos, três fases: pré-produção, produção propriamente dita e pós-produção. A fase de pré-produção envolve toda a atividade preparatória para a execução de um projeto cultural. A fase subsequente, a produção, corresponde ao momento da execução, em sua singularidade, da atividade cultural: ela funciona como o momento de maior envergadura e complexidade da organização da cultura. Por fim, a terceira e última fase: a pós-produção, quando acontecem as tarefas de finalização da obra ou do evento cultural.”
RUBIM, Linda. Produção cultural. In: RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: EDUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 25.
Considerando as etapas de uma produção cultural associe a coluna I à coluna II em que constam as atividades práticas características de cada uma das etapas.
COLUNA I | COLUNA II |
1. Pré-produção. 2. Produção. 3. Pós-produção. | ( ) Obtenção de alvarás e licenças. ( ) Aquisição de direitos autorais. ( ) Emissão de certificados. ( ) Compra de passagens aéreas. ( ) Prestação de contas. ( ) Definição dos públicos. ( ) Contratação de equipe. ( ) Ensaios técnicos. |
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
2, 1, 3, 1, 2, 1, 2, 1.
1, 1, 3, 2, 3, 1, 1, 2.
2, 3, 2, 1, 3, 2, 1, 1.
1, 1, 2, 2, 3, 1, 2, 2.
Leia o texto a seguir.
O fomento artístico estimulado pelo Estado apresenta historicamente motivações variadas. Na contemporaneidade, segundo Heloisa Marina: “Passado o momento da Guerra Fria, em que obras de arte funcionavam como mecanismo urgente de imposição cultural no cenário internacional, o Estado agora reformula suas práticas, seus objetivos para com essa esfera social. O retorno, em geral econômico, é a grande ‘tábua de salvação’ que poderia solidificar a argumentação em prol do investimento público para essa área”.
MARINA, Heloisa. Atuar-Produzir. Desafio de artistas da cena frente à gestão de suas trajetórias. Belo Horizonte: Editora Javali, 2023, p. 374.
Nesse sentido e, de acordo com pesquisas e estudos recentes de políticas culturais, no contexto brasileiro, é correto afirmar que
é necessário que o campo cultural seja autossustentável, pois a dependência de políticas públicas para a cultura enfraquece o campo artístico como um todo.
as transformações geopolíticas e climáticas da última década desobrigam o Estado de formular políticas específicas ao campo cultural, tendo em vista problemas sociais mais urgentes.
o Estado não é um agente neutro na formulação de políticas culturais. A participação da sociedade civil na elaboração de tais políticas é um dispositivo desejável.
o Estado é um agente neutro na formulação de políticas culturais, assim sendo, é necessário que haja uma justificativa econômica na formulação de tais políticas.
Podemos afirmar que a Economia da Cultura examina a relação entre Cultura e Economia, considerando o impacto gerado por atividades culturais na economia e também a impactação de fatores econômicos nos processos de criação, produção, distribuição e consumo da cultura. É correto afirmar que a Economia da Cultura
procura avaliar qualitativamente as atividades culturais para desta forma definir sua contribuição junto ao setor cultural e para o PIB.
abarca diferentes atividades ligadas às artes, como teatro, cinema e música, mas também setores como moda, mídia e design.
é considerada como motor de desenvolvimento no mercado do turismo, sendo desta forma um ativo econômico nacional que deve ser priorizado.
deve ser entendida como um setor de reprodução do capital de produtores que visam ao desenvolvimento do mercado econômico nacional.
tem entre seus desafios elevar o baixo índice de geração de ocupações e empregos e seu baixo impacto na economia local.
A nova Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura (MinC) foi anunciada no mês de agosto de 2024 em um evento realizado no Rio de Janeiro. Nesta ocasião também foi lançada a Política Nacional de Economia Criativa - o Brasil Criativo, que tem como objetivo “contribuir de forma eficiente, efetiva e eficaz para o reconhecimento e a consolidação da economia criativa como estratégia de qualificação do desenvolvimento social, econômico, ambiental, político e cultural do Brasil”. No que diz respeito às diretrizes dessa política, considere os itens a seguir.
I. Estruturação do monitoramento e da avaliação de resultados e impactos das políticas públicas de economia criativa.
II. Inclusão produtiva de empreendedores, gestores e trabalhadores da cultura e da economia criativa brasileira.
III. Produção e difusão de estudos e pesquisas sobre a economia criativa brasileira.
IV. Promoção da identidade singular da Cultura brasileira, com ênfase nos seus produtos.
Estão corretos os itens
I, II, III e IV.
I, II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
De acordo com J. de J. Marques de Sousa (Mestre Zequinha), V. Giannella e D. Baron, um exemplo de ação formativa e de acesso à Cultura em Marabá (PA) é o projeto As Latinhas de Quintal, desenvolvido inicialmente entre 2009 e 2010. Sobre esta ação é correto afirmar que constitui
uma ação de sensibilização para as artes cênicas através de oficinas de iniciação teatral. Nestas oficinas, forma-se o grupo As Latinhas de Quintal, com base de atividade no Centro Cultural Cine Marrocos.
uma ação formativa musical destinada aos catadores de materiais recicláveis, no Município de Marabá, desenvolvida no Ponto de Cultura GAM (Galpão das Artes de Marabá), em colaboração com a comunidade pioneira no município, o Cabelo Seco.
um trabalho de sensibilização para o combate à poluição hídrica dos rios Itacaiúnas e Tocantins, através de ações culturais em escolas públicas no bairro do Cabelo Seco, em Marabá (PA).
uma ação de popularização das músicas e o potencial gestor cultural do grupo As Latinhas de Quintal como base possível de uma cultura popular emergente da comunidade. Foi acolhido no Ponto de Cultura GAM (Galpão das Artes de Marabá), em colaboração com a comunidade pioneira no Município, o Cabelo Seco.
um trabalho de sensibilização para o combate à poluição hídrica dos rios Itacaiúnas e Tocantins, através de peças teatrais desenvolvidas em escolas públicas no bairro do Cabelo Seco, em Marabá (PA) e no Centro Cultural Cine Marrocos.