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Quando um agente exerce uma competência que possuía, mas para alcançar finalidade diversa daquela para a qual foi criada, ocorre:
Usurpação de função.
Excesso de poder.
Desvio de poder.
Avocação de finalidade.
Os poderes administrativos são instrumentos concedidos ao Estado, necessários à persecução do interesse coletivo. Nesse sentido, analisar os itens abaixo:
I. O desvio de poder estará presente sempre que o agente do Estado praticar o ato, mesmo dentro dos limites de competência a ele conferida, mas visando alcançar outra finalidade que não aquela prevista em lei.
II. O abuso de poder pode decorrer de condutas comissivas, mas não omissivas.
III. O excesso de poder não enseja a nulidade do ato administrativo.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente o item II.
Somente o item III.
Somente os itens I e III.
Quando o servidor público competente emite ato administrativo aparentemente lícito, mas com intenção de alcançar objetivo diverso não previsto em lei, pratica ato:
com excesso de poder.
revogável.
com abuso de competência.
com desvio de finalidade.
válido.
Quando a administração pública desapropria um imóvel para a construção de um hospital público, mas, ao invés disso, constrói um galpão para aluguel, ocorre um tipo de abuso de poder, conforme a doutrina majoritária, denominado de
abuso de autoridade.
excesso de poder.
omissão de poder.
desvio de poder.
poder de polícia.
O desvio de finalidade constitui abuso de poder e, por consequência, prática de um ato ilícito.
Certo
Errado
Os atos administrativos são atos jurídicos praticados pela Administração Pública para atingir suas finalidades, devendo apresentar para a sua existência e validade alguns elementos ou requisitos básicos. A esse respeito, é correto afirmar que
os atos administrativos podem ou não ter um sujeito, ou seja, aquele a quem a lei atribui competência para a prática de um dado ato administrativo.
atua em usurpação de função aquele indivíduo que, embora investido em cargo, emprego ou função, exorbita os limites de sua competência legal, podendo seus atos serem imputados à Administração.
age com excesso de poder o agente que atua fora dos limites de suas atribuições legais, sendo possível, em regra, a convalidação dos seus atos pelo agente legalmente competente.
os atos administrativos devem sempre adotar a forma escrita, impressa em papel timbrado, com data e assinatura da autoridade competente, como condição de sua validade.
o objeto do ato administrativo consiste nas razões de fato e de direito que impõem ou autorizam a prática do ato administrativo pela Administração Pública.
Dentre as normas referentes aos poderes administrativos, quando a atuação do agente pretende alcançar finalidade diversa do interesse público, esta será caracterizada como:
Poder hierárquico.
Delegificação.
Conflitos de atribuições.
Excesso de poder.
Desvio de poder.
Considere que Luciano, agente público, tem sérias desavenças com Carlos. Visando prejudicar seu inimigo, Luciano, dotado de competência, editou ato com o fim de desapropriar a casa de Carlos, sob a justificativa de que o imóvel estava localizado em área privilegiada para a construção de uma creche. Com base na situação hipotética, é correto afirmar que Luciano
fez uso regular do poder-dever de agir.
usou o poder administrativo observando o princípio da supremacia do interesse público.
atuou com desvio de poder.
agiu com respeito ao princípio da legalidade e da indisponibilidade do interesse público.
atuou com excesso de poder.
O Prefeito de Teresina editou decreto de tombamento de imóvel de propriedade de sua família sem estudo que comprove o seu valor histórico. O ato administrativo é
lícito, desde que se comprove a ausência de prejuízo a terceiro de boa-fé.
lícito, pois cabe ao Chefe do Poder Executivo Municipal, de forma discricionária, promover o tombamento do Patrimônio Municipal.
ilegal diante do desvio de finalidade.
ilegal diante da ausência de competência para o ato, que é exclusivo do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de Teresina.
legítimo, pois o tombamento, independentemente de seu fundamento, traz proteção para o imóvel.
Segundo a doutrina, os poderes administrativos são prerrogativas instrumentais conferidas aos agentes públicos para que, no desempenho de suas atividades, alcancem o interesse público. Nesse contexto, é correto afirmar que o desvio de poder, espécie de abuso do poder, enseja a nulidade do ato administrativo em virtude de vício no elemento
finalidade.
competência.
tipicidade.
motivo.
forma.
Quando o agente público exerce a competência nos estritos limites das suas atribuições, mas para atingir finalidade diversa daquela que deveria atuar, é CORRETO afirmar que referido agente está agindo com:
Excesso de poder.
Omissão de poder.
Desvio de poder.
Uso do poder.
Abuso de autoridade.
Desvio de poder é a forma de abuso própria da atuação do agente fora dos limites de sua competência administrativa.
Certo
Errado
A finalidade convive com a possibilidade de alteração legal de seu conteúdo original (tredestinação lícita), hipótese em que não haverá nulidade do ato.
Certo
Errado
Leia os itens seguintes:
I- Em geral, o abuso de poder ocorre quando o agente ultrapassa os limites da sua competência ou se afasta do interesse público.
II- Descabe autotutela para invalidar ato praticado com desvio de poder, devendo, nesse caso, a anulação ser feita judicialmente.
III- Todo abuso de poder caracteriza afronta à legalidade.
Estão corretos:
apenas os itens I e II.
apenas os itens II e III.
apenas os itens I e III.
todos os itens.
A teoria do desvio de poder alcança todos os agentes públicos, independentemente da natureza do vínculo que os una ao Estado.
Certo
Errado
O desvio de finalidade somente se configura quando a finalidade diverge daquela prevista expressamente em lei, não tendo lugar quando se cuidar de finalidade implícita.
Certo
Errado
O desvio de poder exige a simples intenção velada do agente, independentemente de seu comportamento ou da concretização de ofensa ao interesse público.
Certo
Errado
Corey Mum é prefeito do município Fifty e pratica vários atos que, em tese, estariam no âmbito de sua competência, mas com objetivo de beneficiar terceiras pessoas. Nesse caso, de acordo com o Direito Administrativo, estaria caracterizado o denominado:
excesso exacerbado
vício de atribuição
desvio de poder
uso restrito
Fulano de Tal, prefeito do município Y, com o objetivo de prejudicar seu desafeto Beltrano, publica decreto expropriatório abarcando a propriedade de Beltrano, alegando haver interesse da municipalidade na desapropriação para a instalação no local de um serviço municipal de saúde. Não há, porém, na Prefeitura qualquer projeto de instalação de tal equipamento público no local. Nessa situação, é correto afirmar, com base na legislação nacional e nos princípios da Administração Pública, que
o ato administrativo citado está eivado de desvio de poder e viola o princípio constitucional da impessoalidade e da moralidade.
o ato administrativo é plenamente válido, podendo, porém, ser revogado em caso de comprovação da impossibilidade de implantação futura no local de equipamento público de saúde.
o ato administrativo citado está eivado de abuso de autoridade e viola o princípio constitucional da probidade e da eficiência.
por se tratar de ato de requisição administrativa, não há nada que Beltrano possa fazer no sentido de invalidar o ato administrativo.
a situação representa evidente descaso com o princípio constitucional da transparência e da motivação das decisões Administrativas.
O desvio de finalidade é uma das espécies do gênero abuso de poder que, lado a lado com o excesso de poder, não admite convalidação.
Certo
Errado