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A renúncia por agente público à competência de seu cargo é, em geral, proibida, mas admite autorização por lei.
Leia as afirmativas a seguir:
I. É dever do cidadão perante a administração pública expor os fatos desconforme a verdade.
II. Na determinação do resultado do exercício (DRE), não devem ser computados os encargos correspondentes às receitas e rendimentos, conforme disposto na lei nº 6.404/1976.
III. Nos processos administrativos, deve ser ignorado o critério de atuação conforme a lei e o Direito.
Marque a alternativa CORRETA:
Nenhuma afirmativa está correta.
Está correta a afirmativa I, apenas.
Está correta a afirmativa II, apenas.
Está correta a afirmativa III, apenas.
Todas as afirmativas estão corretas.
Quanto ao recurso administrativo previsto na Lei nº 9.784/99, em relação à sua admissibilidade, é correto afirmar:
o não conhecimento do recurso não impede a Administração de rever de ofício o ato ilegal, desde que não ocorrida preclusão administrativa.
o recurso será conhecido quando interposto fora do prazo.
o recurso será conhecido, mesmo se interposto perante órgão não competente.
o recurso será conhecido se interposto por quem não seja legitimado.
o recurso será conhecido se interposto após exaurida a esfera administrativa.
É um direito do administrado, perante a Administração, no que tange ao processo administrativo:
expor os fatos conforme a verdade.
prestar as informações que lhe forem solicitadas e colaborar para o esclarecimento dos fatos.
formular alegações e apresentar documentos antes da decisão.
não agir de modo temerário.
expor as situações que levaram aos indícios.
Quanto ao Processo Administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, em especial o que disciplina a Lei nº 9.784/99, não têm legitimidade para interpor recurso administrativo:
Aqueles cujos direitos ou interesses forem indiretamente afetados pela decisão recorrida.
Os cidadãos ou associações quanto a direitos ou interesses difusos e individuais.
Os titulares de direitos e interesses que forem parte no processo.
Aqueles cujos direitos ou interesses forem diretamente afetados pela decisão recorrida.
As organizações e associações representativas, no tocante a direitos e interesses coletivos.
Com base na Lei nº 9.784/99 que trata do processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, assinale (V), para as afirmativas verdadeiras, e (F), para as falsas.
( ) O requerimento inicial do interessado, salvo casos em que for admitida solicitação oral, deve ser formulado por escrito.
( ) As provas obtidas por meios ilícitos são admissíveis no processo administrativo quando versarem sobre interesse público.
( ) A Administração tem o dever de explicitamente emitir decisão sobre processos administrativos e sobre solicitações ou reclamações, em matéria de sua competência.
( ) O recurso administrativo tramitará no máximo por duas instâncias administrativas, salvo disposição legal diversa.
A ordem correta, de cima para baixo, é
V – F – F – V.
F – V – F – V.
V – F – V – F.
F – V – V – F.
Em relação à anulação e revogação dos atos administrativos, a Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, dispõe que:
A Administração deve anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
Em relação ao direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários, no caso de efeitos patrimoniais contínuos, o prazo de decadência contar-se-á da percepção do último pagamento.
Ainda que, em decisão na qual se evidencie não acarretarem lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros, os atos que apresentarem defeitos sanáveis não poderão ser convalidados pela própria Administração.
O direito da Administração de revogar os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em oito anos, contados da data em que foram praticados, inclusive comprovada má-fé.
O administrado somente tem direito de ter ciência da tramitação de processos administrativos em que figurar como parte.