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Com base na Constituição do Estado do Rio Grande do Sul e considerando as disposições legais sobre a estrutura da administração pública, assinale a alternativa correta.
A administração indireta é composta exclusivamente por autarquias e fundações públicas.
As empresas públicas integram a administração direta do Estado.
Integram a administração indireta as autarquias, sociedades de economia mista, empresas públicas e fundações instituídas ou mantidas pelo Estado.
As sociedades de economia mista não fazem parte da administração indireta estadual.
As autarquias e empresas privadas compõem a administração indireta.
De acordo com o art. 52 da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, compete à Assembleia Legislativa, com a sanção do Governador, não exigida esta para o especificado no art. 53, dispor sobre todas as matérias de competência do Estado, especialmente sobre:
Tributos dos municípios, arrecadação e distribuição das rendas.
Normas gerais sobre alienação, cessão, permuta, arrendamento ou aquisição de bens privados.
Dívida pública estadual e meios de solvê-la.
Plano bianual, diretrizes orçamentárias e orçamentos bianuais.
Ricardo, cidadão residente em Porto Alegre, questiona a natureza da integração do Estado do Rio Grande do Sul na Federação Brasileira. Ao consultar as normas fundamentais, busca compreender os princípios que regem a atuação estadual em conjunto com a União e os Municípios. Sobre o tema, à luz da Constituição Estadual do Rio Grande do Sul, assinale a alternativa correta.
O Estado organiza-se de forma independente, sem subordinação aos princípios da Constituição Federal.
A soberania do Estado é absoluta, permitindo sua secessão em caso de conflito com normas federais.
O Estado deve obediência hierárquica total à União, perdendo sua capacidade de auto-organização.
O Estado integra a República Federativa do Brasil, mantendo sua autonomia política, administrativa e financeira.
Foi verificado por um servidor que uma entidade do Estado do Rio Grande do Sul mantém, em seu banco de dados, informações sobre a convicção religiosa de um cidadão. Esse tipo de registro está em conformidade com as disposições da Constituição Estadual do Rio Grande do Sul?
Não, pois os registros não podem conter informações sobre convicção religiosa.
Sim, desde que o dado seja armazenado em sistema separado e com acesso restrito.
Sim, pois dados religiosos são considerados informações públicas relevantes.
Não, mas a pessoa deve solicitar a exclusão do dado para que isso seja feito.
De acordo com o art. 13 da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, é competência do Município, além da prevista na Constituição Federal e ressalvada a do Estado:
Exercer o poder de polícia judiciária e investigativa nas matérias de interesse local, tais como proteção à saúde, aí incluídas a vigilância e a fiscalização sanitárias, e proteção ao meio ambiente, ao sossego, à higiene e à funcionalidade, bem como dispor sobre as penalidades por infração às leis e regulamentos locais.
Dispor sobre autorização, permissão e concessão de uso dos bens públicos estaduais.
Não interferir no horário e nos dias de funcionamento do comércio local e de eventos comerciais temporários de natureza econômica.
Regular o tráfego e o trânsito nas vias públicas municipais, atendendo à necessidade de locomoção das pessoas portadoras de deficiência.
A Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, ao tratar das competências do Estado, prevê a possibilidade de o Estado:
Dispor sobre a criação de Centros Regionais de Habilitação e Reabilitação Física e Profissional.
Editar emendas à Constituição Federal.
Celebrar tratados internacionais em nome da República.
Regulamentar a atuação do Senado Federal.
Uma usuária de serviço público constatou a existência de erro em seus registros e pediu a correção diretamente ao órgão responsável. O servidor, contudo, afirmou que a informação permaneceria inalterada. De acordo com a Constituição Estadual do Rio Grande do Sul, a postura do servidor
está correta, porque a Constituição não prevê ajuste de dados.
está correta, porque apenas um juiz pode determinar correção.
é correta, pois a atualização depende de pedido formal ao Legislativo.
contraria o direito de acesso e retificação administrativa assegurado ao cidadão.
Ricardo é servidor público estadual do Rio Grande do Sul e atua com IA no setor de inovação. O Secretário identificou um curso de IA e governança pública no exterior e quer que Ricardo o faça. Com base na Constituição do Estado, assinale a alternativa correta.
O curso será totalmente custeado, pois há correlação entre o conteúdo programático e as atribuições do cargo exercido por Ricardo.
O curso não será custeado, pois é no exterior e a Constituição Estadual não prevê esse tipo de custeio.
O curso será custeado independentemente de correlação com o cargo, desde que haja indicação formal do Secretário da pasta.
O curso não será custeado, pois a competência para autorizar cursos no exterior é privativa da Assembleia Legislativa, mediante decreto legislativo específico.
Conforme a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, cabe à Procuradoria-Geral do Estado:
Elaborar as leis complementares do Estado.
Julgar os recursos administrativos dos servidores.
Executar as políticas de desenvolvimento regional.
Promover a unificação da jurisprudência administrativa do Estado.
Segundo a Constituição Estadual, sobre o pertencimento dos seguintes bens ao Estado do Rio Grande do Sul, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) Os rios com nascente e foz no território do Estado.
( ) O mar territorial.
( ) Os potenciais de energia hidráulica.
( ) Os terrenos marginais dos rios e lagos navegáveis que correm ou ficam situados em seu território.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – F – V.
F – F – F – V.
V – V – F – V.
F – F – V – F.
V – V – V – F.
A Brigada Militar do Rio Grande do Sul foi acionada para realizar policiamento ostensivo em uma manifestação popular. Durante o evento, ocorreram depredações e a Brigada Militar prendeu os responsáveis em flagrante, conduzindo-os à delegacia para investigação. De acordo com a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, a atuação da Brigada Militar:
É inconstitucional, pois manifestações populares são de competência exclusiva da Polícia Civil.
É constitucional, tanto no policiamento quanto na prisão em flagrante, mas a investigação posterior compete à Polícia Civil.
É inconstitucional, pois a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul exige autorização prévia do Governador para qualquer atuação da Brigada Militar em manifestações populares.
É constitucional em todas as fases, incluindo policiamento, prisão e investigação completa, conforme Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, que atribui à Brigada Militar todas as funções de segurança pública.
É inconstitucional, pois a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul estabelece que a Brigada Militar só pode atuar em situações de guerra, defesa civil ou calamidade pública declarada.
Conforme a Constituição Estadual do Rio Grande do Sul, a nomeação e a exoneração do Chefe de Polícia, designado para dirigir a Polícia Civil, são feitas de que forma?
Nomeação e exoneração pelo Procurador-Geral de Justiça.
Ambas pelo Governador do Estado, sendo a nomeação de livre escolha.
Nomeação pelo Tribunal de Justiça e exoneração pelo Conselho Nacional de Justiça.
Nomeação e exoneração pela Assembleia Legislativa com voto de maioria qualificada.
São objetivos da assistência social expressamente previstos na Constituição Estadual do Rio Grande do Sul, EXCETO:
Proteção à infância e à adolescência.
Habilitação e reabilitação de pessoas portadoras de deficiência.
Amparo aos carentes e desassistidos.
Assistência recreativa voltada a servidores públicos aposentados.
De acordo com o previsto no art. 29 da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, assinale a alternativa que apresenta um direito dos servidores públicos civis do Estado.
Irredutibilidade de vencimentos ou salários.
Remuneração total que pode ser inferior ao salário mínimo fixado pela União para os trabalhadores urbanos e rurais, mas não menos que 2/3 dessa remuneração.
Remuneração do trabalho noturno idêntica à do diurno.
Duração do trabalho normal não superior a sete horas diárias e trinta e cinco semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada conforme o estabelecido em lei.
Considerando a Constituição Estadual do Rio Grande do Sul, assinale a alternativa correta.
A perda do cargo de juiz, no primeiro grau, depende apenas de decisão administrativa do próprio tribunal.
A vitaliciedade do juiz de primeiro grau é adquirida após dois anos de exercício, e a perda do cargo, nesse período, depende de deliberação do tribunal ao qual estiver vinculado.
A vitaliciedade é imediata para todos os juízes, independentemente do grau de jurisdição.
O juiz somente adquire vitaliciedade após cinco anos de exercício e aprovação em nova nomeação.
De acordo com a Constituição Estadual do Rio Grande do Sul, a Procuradoria-Geral do Estado vincula-se:
Diretamente ao Tribunal de Justiça e integra a estrutura do Ministério Público.
À Assembleia Legislativa e integra a Casa Civil.
Ao Secretário de Administração e integra a Procuradoria da Fazenda.
Diretamente ao Governador do Estado e integra seu Gabinete.
Conforme a Constituição Estadual do Rio Grande do Sul, a ausência injustificada de Secretário de Estado convocado pela Assembleia Legislativa para prestar informações
gera apenas advertência administrativa.
é irrelevante juridicamente.
importa crime de responsabilidade.
depende de homologação pelo Tribunal de Justiça.
De acordo a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, compete à Polícia Penal:
O policiamento ostensivo nas vias públicas do Estado.
A fiscalização de medidas cautelares diversas da prisão.
A investigação criminal e a repressão de infrações penais.
A segurança e a administração dos estabelecimentos penais.
No que se refere à defesa do consumidor, conforme previsto na Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, está entre os objetivos do Poder Público:
Desenvolvimento de políticas que reforcem modelos tradicionais de compra e venda, limitando práticas organizadas de consumo coletivo.
Adoção de medidas que impeçam o associativismo de consumo, a fim de evitar distorções no mercado.
Redução de instrumentos informacionais direcionados ao consumidor, de modo a preservar a livre escolha de fornecedores.
Elaboração de estudos de mercados consumidores, de sistemas de planejamento, acompanhamento e orientação de consumo para corrigir distorções e promover crescimento.
De acordo com a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, os planos diretores são obrigatórios para:
Cidades com população de mais de vinte mil habitantes, excluídos os Municípios de região metropolitana.
Apenas os Municípios integrantes da região metropolitana de Porto Alegre com população superior a vinte mil habitantes.
Todas as cidades do Estado, sem qualquer distinção ou critério populacional.
Cidades com população de mais de cinquenta mil habitantes e capitais regionais.
Cidades com população de mais de vinte mil habitantes e para todos os Municípios integrantes da região metropolitana e das aglomerações urbanas.