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Durante determinada reunião condominial, Nino afirmou que Lucas, seu vizinho, teria, dois dias antes, agredido fisicamente a sua esposa. Nas mesmas condições de tempo, lugar e maneira de execução, Nino aduziu que a síndica do prédio, no mês anterior, teria desviado R$ 20.000,00, utilizando os recursos para adquirir um novo veículo automotor. Registre-se, por fim, que Nino agiu de forma dolosa, sabedor de que as alegações não dispunham de embasamento fático.
Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, é correto afirmar que Nino responderá, duas vezes, pelo crime de:
difamação, em continuidade delitiva;
difamação, em concurso material;
calúnia, em continuidade delitiva;
calúnia, em concurso material;
injúria, em concurso material.
Caio, agindo com dolo, caluniou, difamou e injuriou João, seu desafeto de longa data. Contudo, no curso da ação penal, Caio, antes da sentença, se retratou cabalmente de todas as suas falas.
Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, é correto afirmar que a retratação extingue a punibilidade de Caio em relação ao(s) crime(s) de:
difamação, não englobando os delitos de calúnia e injúria;
calúnia, não englobando os delitos de difamação e injúria;
calúnia e difamação, não englobando o delito de injúria;
difamação e injúria, não englobando o delito de calúnia;
calúnia, difamação e injúria.
Em junho de 2025, Lucas difamou Matheus, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação. Registre-se, contudo, que, ao tempo da ação, o agente, por força de doença mental, era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato.
Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, é correto afirmar que Lucas:
responderá pelo crime de difamação, mas a sua pena poderá ser reduzida de um a dois terços, em razão da semi-imputabilidade;
é isento de pena, em razão da inimputabilidade penal, causa excludente da tipicidade da conduta perpetrada;
é isento de pena, em razão da inimputabilidade penal, causa excludente da ilicitude da conduta perpetrada;
responderá pelo crime de difamação, sem qualquer redução de pena em razão da semi-imputabilidade;
é isento de pena, em razão da inimputabilidade penal, causa excludente da culpabilidade do agente.
Gílson, 20 anos, trabalhava como gerente da pizzaria MASSA DELÍCIA. Todavia, em razão de sucessivos atrasos no expediente de trabalho, os empregadores o demitiram por justa causa. Inconformado, Gílson passou a atacar a reputação da empresa em suas redes sociais, proferindo declarações que apontavam suposta falta de qualidade e de higiene no preparo das pizzas naquele estabelecimento comercial. A conduta de Gílson configura
fato atípico.
crime de difamação.
crime de injúria.
crime de calúnia.
crime de constrangimento ilegal.
A respeito dos crimes contra a honra, indique a opção CORRETA:
Aquele que propala ou divulga imputação falsa de fato definido como crime, incorrerá na metade da pena definida para o crime de calúnia.
Não é punível a calúnia contra os mortos.
No crime de difamação, é admitida a exceção da verdade para qualquer ofendido.
No crime de injúria, o juiz não poderá deixar de aplicar a pena, mesmo se comprovado que o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria.
Não constituem injúria ou difamação punível a ofensa irrogada em juízo, na discussão da causa, pela parte ou por seu procurador.


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Assinale a alternativa correta, em consonância com o Código Penal, referente aos crimes contra a honra.
Constitui o crime de calúnia imputar fato ofensivo à reputação de alguém;
Constitui o crime de difamação imputar a alguém, falsamente, fato definido como crime;
Constitui o crime de injúria ofender a dignidade ou o decoro de alguém;
Nos casos do crime de injúria mesmo quando o ofendido, de forma reprovável, tiver provocado diretamente a injúria o juiz não poderá deixar de aplicar a pena;
Nenhuma das assertivas anteriores está correta.
Nos crimes contra a honra, é CORRETO afirmar:
Somente se admite o pedido de explicações nos crimes de calúnia e difamação.
A retratação é admitida na calúnia, na difamação e na injúria.
As excludentes especiais são admitidas na difamação e na injúria.
Nas excludentes especiais, quem dá publicidade aos fatos responderá pela ofensa em qualquer hipótese.
Mateus oferece queixa-crime contra João, alegando, supostamente, que o querelado, juntamente com Tiago, teria feito postagens nas redes sociais, afirmando ser o querelante corrupto e fraudador de licitações.
Diante da hipótese narrada, é correto afirmar que o crime praticado é o de:
injúria, e a queixa-crime deverá ser rejeitada ante o princípio da indivisibilidade, embora sem que haja a extinção da punibilidade de João;
calúnia, e a queixa-crime deverá ser rejeitada ante o princípio da indivisibilidade, embora sem que haja a extinção da punibilidade de João;
injúria, e João deverá ter extinta a sua punibilidade, ante a aplicação do princípio da indivisibilidade;
calúnia, e João deverá ter extinta a sua punibilidade, ante a aplicação do princípio da indivisibilidade;
injúria, e a queixa-crime deverá ser rejeitada, com possibilidade de futuro ajuizamento contra Tiago.
Não constitui injúria ou difamação punível, a opinião desfavorável da crítica literária, artística ou científica, salvo quando inequívoca a intenção de injuriar ou difamar.
Certo
Errado
Aquele que imputar a alguém a prática de um crime, sabendo‑o inocente, incorrerá no crime de difamação e poderá ser responsabilizado penalmente por tal conduta.
Certo
Errado


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Marcelo, irritado com Mônica, sua colega de trabalho, durante almoço com demais colegas da repartição pública onde trabalham, aproveitando-se da ausência de Mônica, espalha a informação de que ela, toda tarde, antes de voltar para a casa onde vive com seu marido, passa na casa de um outro homem, com quem mantém relações extraconjugais. Diante da situação hipotética descrita, Marcelo praticou, em tese, o crime de
calúnia.
injúria.
difamação.
rixa.
constrangimento ilegal.
Ana e Rafael trabalham juntos no Município de Atenas, como Guardas Civis Municipais. Eles sempre tiveram uma relação profissional cordial, mas nos últimos meses, Ana percebeu que Rafael estava tendo um desempenho abaixo do esperado em suas tarefas. Certo dia, durante uma reunião com a equipe, Ana não conseguiu se conter e, diante de todos os colegas, afirmou que havia ouvido rumores de que Rafael estava desviando recursos do órgão para benefício próprio. Ana fez essa afirmação de forma categórica, sem apresentar nenhuma prova concreta para respaldar suas palavras. Rafael ficou extremamente constrangido e sentiu sua reputação abalada diante de seus colegas e superiores. Além disso, a informação não era verdadeira; Rafael nunca havia se envolvido em qualquer atividade ilícita ou desvio de recursos. Após a reunião, alguns colegas comentaram sobre o que Ana havia dito e a notícia rapidamente se espalhou. Rafael se sentiu humilhado e prejudicado em sua imagem profissional. Ele procurou um advogado e decidiu tomar medidas legais contra Ana, alegando que ela havia cometido crime ao acusá-lo falsamente perante seus colegas e superiores. No processo criminal, Rafael apresentou testemunhas que atestaram sua conduta profissional íntegra e que confirmaram que a acusação de desvio de recursos era completamente infundada. Ana, por sua vez, tentou justificar suas palavras dizendo que estava apenas compartilhando os “rumores” que havia ouvido, sem intenção de prejudicar Rafael. O juiz considerou que Ana agiu com dolo, ou seja, com a intenção de imputar a Rafael uma conduta criminosa que ela sabia ser falsa. A falta de provas e a divulgação pública da acusação prejudicaram a reputação de Rafael, afetando negativamente sua carreira profissional e sua imagem. Ana foi condenada, além de ser obrigada a retratar-se publicamente, restaurando a reputação de Rafael. Dentre as alternativas abaixo, assinale a que descreve CORRETAMENTE o crime praticado por Ana:
Calúnia.
Difamação.
Injúria.
Constrangimento ilegal.
Perseguição.
Ana, ex-mulher de Marcos, passou a residir na companhia de Pedro, seu novo companheiro. Enlouquecido de ciúmes, Marcos espalhou pela vizinhança que o atual parceiro de Ana estuprara seu filho, apresentando fotografias em que a criança apresentava vermelhidão nas coxas e nádegas, embora soubesse que se tratava de reação alérgica e, portanto, da falsidade das graves acusações que fazia. A conduta de Marcos caracteriza:
Difamação
Calúnia
Constrangimento ilegal
Importunação ofensiva ao pudor
Sílvia, com intenção de atingir a reputação e dignidade de Lívia, durante uma festa, dirige-se à vítima e, em alto tom, profere contra ela expressão aviltante.
Nessa hipótese, é correto afirmar que Sílvia praticou
delitos de difamação e de injúria em concurso material.
delitos de difamação e de injúria em continuidade delitiva.
apenas delito de difamação, pois, como é mais grave, absorve o outro.
delitos de difamação e de injúria em concurso formal.
Luan dos Reis conduzia o seu veículo pela Av. Kariam Pessanha por volta das 20 horas. Policiais Militares que faziam o patrulhamento daquela região, identificaram que o veículo de Luan estava com mal funcionamento das setas e dos farois e, em razão disso, abordaram o condutor naquela avenida. Os policiais solicitaram que o condutor desembarcasse do veículo, a fim de que fosse averiguado o automóvel. Acontece que, logo após desembarcar do veículo, Luan passou a agredir os policiais verbalmente, ofendendo-os e menosprezando a profissão das autoridades policiais e, em seguida, foi preso. Dessa forma, acerca dos crimes praticados por particular contra a Administração Pública, é correto afirmar que Luan dos Reis praticou o crime de:
desobediência.
desacato.
difamação.
resistência.
injúria.


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João, no intervalo do almoço, comenta maliciosamente com José, seu colega de trabalho em uma empresa privada, que Jéssica, conhecida de ambos por trabalhar no mesmo local, recebe, toda noite, quando seu marido está trabalhando, a visita de um outro homem em sua casa. A notícia se espalha na empresa, chegando ao conhecimento de Jéssica, que descobre de quem partiu a origem da fofoca. Diante do caso hipotético em questão, e do que dispõe o Código Penal, João
praticou o crime de difamação contra Jéssica.
praticou, com um só ato, os crimes de calúnia, injúria e difamação contra Jéssica.
praticou o crime de calúnia contra Jéssica.
praticou o crime de injúria contra Jéssica.
não praticou nenhum crime, caso prove a veracidade do que alegou.
Sobre os crimes contra a honra, assinale a alternativa CORRETA:
O crime de difamação constitui em imputar a alguém, falsamente, fato definido como crime.
O crime de calúnia constitui em imputar a alguém, falsamente, fato ofensivo à sua reputação.
O crime de injúria constitui em ofender a dignidade ou decoro de alguém.
O crime de injúria admite a apresentação de exceção da verdade.
Com relação aos crimes contra a honra e as disposições do Código Penal, assinale a alternativa correta.
A calúnia contra os mortos não é punível
É admitido exceção da verdade nos crimes de calúnia, injúria e difamação
Não constitui, via de regra, injúria ou difamação puníveis a ofensa irrogada em juízo, na discussão da causa, pela parte ou por seu procurador
Se os crimes contra a honra são cometidos em quaisquer modalidades das redes sociais da rede mundial de computadores, a pena é aumentada de 1/6 a 1/3
A comenta a vida sexual de B com diversas pessoas, expondo fatos que B entende como reprováveis socialmente. Entretanto, os fatos são verdadeiros, podendo A, inclusive, prová-los. Nessa situação hipotética, A
não praticou conduta imputável alguma, em razão de os fatos serem verdadeiros.
praticou calúnia.
praticou difamação.
praticou injúria.
praticou importunação sexual.
Prometeu, dominado pela inveja decorrente da promoção de seu colega de trabalho para um cargo a que ambos concorriam, passou a comentar na empresa que testemunha, corriqueiramente, o colega cambaleando em via pública, nas proximidades de sua residência, de tanto que se alcooliza. Nesse caso, nos termos da legislação penal, Prometeu praticou o crime de
calúnia, sendo que a ação penal é privada.
difamação, que atinge a honra objetiva da vítima.
difamação, sendo que a ação penal é pública condicionada à representação do ofendido.
injúria, que atinge a honra subjetiva da vítima.
injúria, sendo que a ação penal é privada.