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Segundo o Código Penal, se o funcionário exige tributo ou contribuição social que sabe ou deveria saber indevido, ou, quando devido, emprega na cobrança meio vexatória ou gravosa, que a lei não autoriza, é considerado:
Excesso de exação.
Extravio.
Peculato mediante erro de outrem.
Inserção de dados falsos em sistema de informações.
Emprego irregular de verbas ou rendas públicas.
Analise as afirmativas a seguir:
I. O artigo 313-A do Código Penal determina a aplicação de multa de dez a vinte salários mínimos e a prestação de serviços comunitários para o funcionário autorizado que facilitar a inserção de dados falsos em um sistema informatizado da Administração Pública com o fim de obter vantagem indevida para si.
II. O artigo 315 do Código Penal prevê uma pena de detenção, de um a três meses, ou multa, para o indivíduo que der às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Considere a seguinte situação hipotética: o servidor municipal X tem sob sua responsabilidade R$ 2.000,00 (dois mil reais) mensais destinados ao abastecimento de cinco veículos oficiais do setor que coordena; entretanto, em janeiro último, utilizou, parte desse montante, R$ 300,00 (trezentos reais), para o conserto de duas impressoras a laser, um computador e o bebedouro, utilizados por todos que ali exercem suas funções. Diante disso, a conduta do servidor municipal X configura
peculato culposo.
excesso de exação.
peculato.
emprego irregular de verbas ou rendas públicas.
advocacia administrativa.
Dar às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei configura o seguinte crime:
Segundo a lei nº 2.848/40, trata-se de um crime punido com pena de detenção, de um a três meses, ou multa:
Exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.
Extraviar livro oficial ou qualquer documento, de que tem a guarda em razão do cargo; sonegá-lo ou inutilizá-lo, total ou parcialmente.
Dar às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei.
Facilitar, com infração de dever funcional, a prática de contrabando ou descaminho.
Devassar o sigilo de proposta de concorrência pública, ou proporcionar a terceiro o ensejo de devassá-lo.
Sobre os crimes contra a Administração Pública, é correto afirmar que:
policial que sai da sala deixando em cima da mesa um revólver apreendido, de modo que um visitante da delegacia consegue subtraí-lo clandestinamente, responde por peculato culposo desde que o autor da subtração seja também funcionário público.
médico que atua exclusivamente como profissional liberal, chamado a funcionar como perito em uma cidade onde não existem peritos oficiais, não pode ser considerado funcionário público e por isso não responde pelo crime de falsa perícia, caso aceite dinheiro para fraudar o laudo.
responde por emprego irregular de verbas públicas e não por peculato o delegado de polícia que usa para reformar os banheiros dos policiais verba destinada especificamente ao conserto da área da carceragem.
responde por crime de desobediência o particular que descumpre ordem judicial para a qual foi cominada multa diária, em caso de descumprimento.
o crime de desacato constitui ofensa à dignidade do serviço público e, por isso, reveste-se de especial gravidade, motivo pelo qual deve o ofensor ser preso em flagrante.
À vista de um juízo meramente legal de proporcionalidade penal, tem-se como mais gravoso o crime de
concussão.
emprego irregular de verbas ou rendas públicas.
prevaricação.
advocacia administrativa.
desacato.
É certo afirmar:
I. Contrabando e descaminho são figuras sinônimas de crimes tributários, de modo que na sua facilitação o funcionário público comente crime contra a administração pública.
II. Constitui peculato o funcionário público se apropriar de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio.
III. O delito de emprego irregular de verbas ou rendas públicas somente pode ser cometido pelo funcionário público; apresenta figura qualificada quando o agente ocupar cargo em comissão, função de direção ou de assessoramento.
IV. Crime de prevaricação é todo ato cometido pelo funcionário público ou particular no descumprimento da Lei.
Analisando as proposições, pode-se afirmar:
Somente as proposições I e IV estão corretas.
Somente as proposições I e III estão corretas.
Somente as proposições II e IV estão corretas.
Somente as proposições II e III estão corretas.
___Joaquim, servidor público, desviou para a reforma da repartição pública em que trabalha determinada quantia de que dispunha em razão de seu cargo e que estava regularmente destinada à construção de escolas no município.
Na situação hipotética acima descrita, trata-se de
crime de peculato, independentemente de Joaquim ter-se apropriado da quantia para proveito próprio ou não.
crime de apropriação indébita, independentemente de Joaquim ser ou não servidor público.
crime de emprego irregular de verbas públicas, já que o desvio da quantia ocorreu em proveito da administração.
crime de prevaricação, posto que Joaquim agiu para satisfazer sentimento pessoal.
Tomando como ponto de partida os crimes praticados pelo funcionário público contra a administração em geral, assinale a alternativa correta.
I. O crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas consiste no desvio de destinação da verba pública para outra finalidade que não a especificada em lei.
II. O funcionário público que intencionalmente inutilizar a página de um processo na qual havia uma cota do representante do Ministério Público pratica crime punido com pena de reclusão.
III. A exigência de vantagem indevida, em razão da função pública, caracteriza o crime de concussão.
Dar às verbas ou às rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei
não constitui crime, sendo somente irregularidade administrativa.
constitui crime contra a Administração Pública praticado por funcionário público.
configura crime de peculato-furto.
caracteriza crime de peculato mediante erro de outrem.
constitui crime de prevaricação.
Assinale a alternativa CORRETA.
Configura o crime de violência arbitrária patrocinar interesse privado perante a administração pública.
Configura crime de tráfico de influência oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público.
Constitui crime de desacato desobedecer a ordem legal de funcionário público.
Constitui crime de abandono de função facilitar a prática de atos que estava obrigado a impedir.
Constitui crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas dar a estas aplicação diversa da estabelecida em lei.