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De acordo com o Código Penal assinale a alternativa que corresponde ao crime de exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.
emprego irregular de verbas ou rendas públicas
concussão
extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento
corrupção passiva
prevaricação
Dar às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei configura o crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas, previsto no Código Penal como um crime contra a Administração Pública. Para este crime, é prevista uma pena de:
Reclusão, de um a quatro anos, se o fato não constitui crime mais grave.
Reclusão, de 3 (três) a 8 (oito) anos, e multa.
Detenção, de três meses a um ano, ou multa.
Detenção, de um a três meses, ou multa.
Detenção, de quinze dias a um mês, ou multa.
Mévio deu às verbas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei.
Considerando a exata conduta narrada, nos termos do Código Penal, restou configurado:
O crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas.
O crime de concussão.
O crime de prevaricação.
O crime de condescendência criminosa.
O crime de excesso de exação.
Nos termos do Código Penal e acerca dos crimes contra a Administração Pública é correto afirmar que:
Aplica-se a mesma pena do crime de peculato ao de o funcionário público que, embora não tendo a posse do dinheiro, valor ou bem, o subtrai, ou concorre para que seja subtraído, em proveito próprio ou alheio, valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário.
O emprego irregular de verbas ou rendas públicas não constitui crime.
Não comete crime o funcionário público que se apropria de dinheiro ou qualquer utilidade que, no exercício do cargo, recebeu por mero erro de outrem.
Não se equipara a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.
Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, de maneira definitiva e com remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.
Foi apurado em sede de inquérito policial, bem como em sede de processo administrativo disciplinar, que o Diretor-Geral da Secretaria Municipal de Saúde e o Contador Municipal desviaram valores do “Programa de Saúde Bucal”, por meio de celebração de contrato administrativo de prestação de serviço, sem processo licitatório, com uma empresa da qual são sócios. O serviço não era cumprido dentro da quantidade e qualidade disposta em contrato; porém, o pagamento era feito integralmente, mediante autorização dos réus. Ante a situação hipotética narrada, assinale a afirmativa correta.
Em caso de pagamento voluntário e integral do valor desviado, antes de proferida a sentença judicial, extingue-se a punibilidade.
Deverá ser acolhida a defesa dos réus no sentido de ilegitimidade passiva, posto que não eram beneficiários do dinheiro, já que os valores eram pagos para pessoa jurídica de direito privado.
A conduta deve se enquadrar como emprego irregular de verbas ou rendas públicas, pelo fato da contratação ter sido realizada sem o devido processo licitatório; além da pena privativa de liberdade, haverá a perda do cargo.
A conduta deve se enquadrar como peculato, já que agiram em unidade de desígnios e comunhão de esforços; na qualidade de funcionários públicos, desviaram valores de que tinham a posse ou ao menos poderiam evitar o pagamento por serviços não prestados.


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Sobre o crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas, previsto no artigo 315 do Código Penal, é correto afirmar que:
O crime só ocorre se houver enriquecimento ilícito do funcionário público.
O crime ocorre quando o funcionário público dá às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei.
O crime pode ser cometido por qualquer pessoa que tenha acesso às verbas públicas.
O crime só se consuma com a efetiva perda das verbas públicas.
De acordo com o Art. 315 do Código Penal Brasileiro - Dar às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei(Emprego irregular de verbas ou rendas públicas), á atribuída a penalidade de:
Assinale a alternativa CORRETA:
Reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa.
Detenção, de um a três meses, ou multa.
Reclusão, de um a quatro anos, se o fato não constitui crime mais grave.
Detenção, de três meses a um ano, ou multa.
Reclusão, de 3 (três) a 8 (oito) anos, e multa.
Considere o caso hipotético e, na sequência, responda ao que se pede. Carolina é funcionária pública de uma repartição da Prefeitura Municipal e tem acesso à gestão financeira de um programa social que distribui cestas básicas para famílias carentes. Em um determinado dia, Carolina decide desviar parte dos recursos destinados à compra das cestas básicas para sua conta pessoal. Ela realiza transferências bancárias fraudulentas, totalizando um valor considerável ao longo de vários meses. Assinale, dentre as alternativas abaixo, a que apresenta corretamente o crime cometido por Carolina.
Peculato
Emprego irregular de verbas ou rendas públicas.
Concussão.
Prevaricação.
O crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas ocorre em dar às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei. Este crime tem pena de:
reclusão, de três a oito anos, e multa.
detenção, de quinze dias a um mês, ou multa.
reclusão, de dois a doze anos, e multa.
detenção, de um a três meses, ou multa.
detenção, de três meses a dois anos, e multa.
Será sujeito ativo do crime de emprego irregular de verbas públicas somente o servidor que tenha o poder de administração das verbas.
Certo
Errado


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Segundo o Art. 315 do Código Penal, funcionário público que dá às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei está sujeito à pena de:
Advertência, apenas.
Demissão, apenas.
Advertência e reclusão de 3 a 12 anos.
Detenção, de um a três meses, ou multa.
Reclusão de 1 a 8 anos.
De acordo com o Código Penal, relativo aos crimes contra a administração pública, assinale a alternativa correta:
emprego irregular de verbas ou rendas públicas é exigir. para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.
excesso de exação é solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem.
facilitação de contrabando ou descaminho é exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.
prevaricação é retardar ou deixar de praticar,” indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.
condescendência criminosa é patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário.
Aquele que entrar no exercício de função pública antes de satisfeitas as exigências legais, conforme o Código Penal Brasileiro, cometerá o crime de:
violação funcional.
exercício funcional ilegalmente antecipado.
excesso de exação.
emprego irregular de rendas públicas.
abandono de função.
Em consonância com o disposto pelo Código Penal brasileiro, acerca dos crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral, responda. Dos crimes relacionados abaixo, assinale aquele que é punido com pena de reclusão.
Peculato culposo.
Extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento.
Emprego irregular de verbas ou rendas públicas.
Corrupção ativa.
Modificação ou alteração não autorizada de sistema de informações
De acordo com o Código Penal, dar às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei incorre em pena de:
detenção, de um a três meses, ou multa.
reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa.
detenção, de 3 (três) meses a 2 (dois) anos, e multa.
reclusão, de um a quatro anos, se o fato não constitui crime mais grave.


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De acordo com o Direito Penal, em seu Art. 315, no que tange aos elementos de conduta, voluntariedade, consumação e tentativa do crime de “emprego irregular de verbas ou rendas públicas”, é CORRETO afirmar que o/a
modalidade culposa é criminalmente punível.
finalidade da conduta é irrelevante, perante a consistência do dolo que se perfaz na vontade consciente de o agente desviar verbas ou rendas de natureza pública da meta especificada em lei.
incidência de norma penal em branco, para o referido tipo penal, inexiste.
estado de necessidade não exclui a ilicitude da conduta.
fato de pouco importar que os órgãos administrativos fiscalizadores tenham aprovado as contas apresentadas pelo administrador das verbas dispensa a sua responsabilização penal e civil.
João, servidor público da Secretaria de Fazenda do Estado Alfa, no exercício da função, de forma dolosa, livre e consciente, exigiu tributo que sabia indevido.
De acordo com o Código Penal, João, em tese, praticou crime de
concussão, cuja pena é de reclusão de dois a dez anos e multa.
excesso de exação, cuja pena é de reclusão de três a oito anos e multa.
emprego irregular de rendas públicas, cuja pena é de reclusão de um a quatro anos e multa.
peculato, cuja pena é de reclusão de dois a dez anos e multa.
corrupção ativa, cuja pena é de detenção de três a oito anos e multa.
O funcionário público que, valendo-se dessa condição, apropria-se de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desvia-o, em proveito próprio ou alheio, comete o crime de:
Concussão.
Peculato.
Corrupção passiva.
Emprego irregular de verbas ou rendas públicas.
Prevaricação.
Patrícia, ao sentir fortes dores abdominais, foi encaminhada ao atendimento do SUS para a realização de exames. Foi constatado pelo médico do plantão que a paciente estava com uma inflamação no apêndice e, sendo assim, ofertou à mesma a realização do procedimento por meio de videolaparoscopia pelo valor de R$ 3.000,00 (três mil reais), o que cobriria os gastos pelo uso do equipamento para realizar o procedimento de forma particular, visto que a máquina era de sua propriedade. Após a realização do procedimento, seus familiares realizaram o pagamento ao médico. Conforme a atitude médica, analisando do ponto de vista da tipificação criminal, é correto afirma que:
não ocorreu crime, pois o pagamento foi destinado ao uso dos gastos pelo uso do equipamento, não representando o recebimento de vantagem pelo médico.
o médico praticou o crime de corrupção passiva, conforme o art. 317 do Código Penal.
o médico praticou crime de peculato, conforme o art. 312 do Código Penal.
o médico praticou crime de emprego irregular de verbas públicas, conforme o art. 315 do Código Penal.
o médico praticou crime contra a Administração em Geral.
A pena aplicada a funcionário público que comete emprego irregular de verbas ou rendas públicas é:
Detenção, de um a três meses, ou multa.
Detenção, de um a seis meses, ou multa.
Reclusão, de um a três meses, ou multa.
Reclusão, de um a seis meses, ou multa.
Reclusão, de até um ano, ou multa.


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