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As alterações clínicas e os respectivos tipos de choque estão corretamente associados com:
aumento do débito cardíaco e da pressão arterial média, devido ao colapso do músculo cardíaco, no choque circulatório.
hipocalemia, acidose metabólica e respiratória em resposta ao metabolismo aeróbico e diminuição de ácido láctico, no choque neurogênico.
edema intersticial, alcalose metabólica e letargia em casos de intoxicação por barbitúricos, no choque tóxico.
enurese, alcalose metabólica, hipercalemia, pele fria e pegajosa em situações de mordeduras por animais peçonhentos, no choque séptico.
oligúria, diminuição da pressão arterial e acidose metabólica na progressão do choque hipovolêmico.
O Choque é um estado grave em que ocorre diminuição do volume de sangue para os tecidos resultando em perfusão inadequada com redução de oxigênio celular, ocasionando prejuízo para as funções vitais. Quando o paciente apresenta lesões de tronco cerebral, bloqueio de impulsos vasomotores, aumento da pressão intracraniana com perda de tonicidade simpática, falamos que ele apresenta um Choque
Hipovolêmico.
Cardiogênico.
Anafilático.
Cranial.
Neurogênico.
A terapêutica farmacológica e de reposição volêmica para o tratamento do choque necessita de controle frequente da pressão arterial, frequência e características do pulso, associados ao controle do(a):
peso e das perdas insensíveis.
frequência respiratória e do diâmetro pupilar.
débito urinário e da pressão venosa central.
temperatura e da eliminação gástrica.
débito da drenagem torácica e da sensibilidade cutânea.
Os inúmeros mecanismos que levam à vasodilatação inicial no choque circulatório subdividem essa classificação em 3 tipos. Está CORRETA a alternativa:
Choque pulmonar, choque cardiovascular e choque neurológico.
Choque séptico, choque neurogênico e choque pulmonar.
Choque séptico, choque neurogênico e choque anafilático.
Choque pulmonar, choque neurogênico e choque anafilático.
Choque anafilático, choque diminutivo e choque aumentado.
A fonte de perda do volume é sempre evidente nesse tipo de choque.
No choque cardiogênico, o suprimento de oxigênio ao coração e tecidos é prejudicado, levando à dor torácica. Nesse caso, deve-se administrar morfina para aliviar a dor e diminuir a ansiedade e provocar a contração dos vasos sanguíneos.
A hipotensão é o principal sinal do choque hipovolêmico moderado.
A progressão dos estados de choque é responsável pela SDMO, sendo o fígado e o coração os primeiros órgãos a manifestarem sinais de disfunção.
O choque hipovolêmico ocorre quando existe uma redução no volume de líquido intravascular no organismo. Nesse caso, os líquidos cristalóides são administrados por se moverem livremente entre os compartimentos de líquido do corpo.
Choque é uma síndrome complexa caracterizada pela incapacidade do sistema circulatório de fornecer oxigênio e nutrientes aos tecidos de forma a atender suas necessidades metabólicas.
O débito cardíaco é o principal determinante do transporte de oxigênio aos tecidos, que varia de 5 a 6 litros por minuto de acordo com a superfície corpórea do paciente.
Uma pessoa sofre um acidente e apresenta quadro clínico compatível com choque hipovolêmico. Nesta situação, recomenda-se
I. manter via aérea pérvia.
II. manter ventilação adequada.
III. controlar hemorragias.
IV. instalar acesso venoso de grosso calibre.
As condutas no choque hemorrágico estão corretamente descritas em
III, apenas.
III e IV, apenas.
II, apenas.
II e III, apenas.
I, II, III e IV.
O choque causado pela diminuição do volume circulante de sangue no organismo é chamado:
Choque séptico.
Choque sistêmico.
Choque cardiogênico.
Choque hipovolêmico.
São sinais e sintomas do choque séptico:
A fase hiperdinâmica é caracterizada por: débito cardíaco aumentado, vasodilatação periférica, resistência vascular sistêmica diminuída, nível de consciência alterado, respirações rápidas e superficiais, débito urinário diminuído, pulso rápido, cheio e em ricochete.
A fase hiperdinâmica é caracterizada por: débito cardíaco diminuído, vasoconstrição periférica, resistência vascular sistêmica aumentada, perfusão tissular inadequada, pulso fraco e filiforme.
A fase hiperdinâmica é caracterizada por: pulso lento, nível de consciência diminuído, respirações lentas e profundas, pele fria e pegajosa, débito urinário diminuído.
A fase hiperdinâmica é caracterizada por: débito cardíaco aumentado, pele fria e pegajosa, vasoconstrição periférica, pulso rápido, fraco e filiforme e débito urinário ausente.
A fase hiperdinâmica é caracterizada por: hipotensão arterial, pele fria e úmida, débito urinário ausente, coloração da pele pálida e possivelmente cianótica e congestão pulmonar (estertores ou roncos).
O principal sinal do choque hipovolêmico está indicado em:
sobrecarga cardíaca.
presença de infecção.
inadequada saturação de O
2.diminuição de volume de líquidos por perda de sangue ou plasma.
Palidez, pele fria, pulso acelerado e respiração irregular, observados em pacientes no pós-operatório imediato, indicam
síndrome de "dumping".
púrpura.
choque.
hiperuricemia.
hipercalciúria.
O choque é definido como uma anormalidade circulatória cuja perfusão orgânica e a oxigenação tecidual estão inadequadas. Assim, o choque:
hemorrágico ocorre em pacientes politraumatizados.
hipovolêmico ocorre nos casos de sangramentos volumosos, perda de líquido excessiva, drenagem de grandes volumes de transudatos e seqüestro líquido por tecidos inflamados.
neurogênico ocorre nos traumas por lesão medular quando há hipotensão pela perda do tônus simpático, havendo taquicardia e vasoconstrição cutânea.
cardiogênico ocorre pela disfunção miocárdica por contusão miocárdica, tamponamento cardíaco, embolia gasosa ou infarto do miocárdio não associado ao trauma.
São manifestações que podem indicar um estado de choque circulatório devido a uma hemorragia interna ou externa:
pulso rápido e fraco.
sudorese facial e palidez intensa.
sede intensa e alteração do estado mental.
bradipnéia, bradicardia e taquisfigmia.
polaciúria, sudorese intensa e taquipnéia.
Um operário chega ao ambulatório da empresa apresentando pele fria, pegajosa, cianótica, nível de consciência alterado, enchimento capilar lento. Os sinais e sintomas descritos sugerem choque do tipo
anafilático.
neurogênico.
espinhal.
hipovolêmico.
térmico.