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Após detectado o trauma e resolvidos os problemas que ameaçam a vida, a prioridade deverá ser para os ferimentos. As roupas que atrapalham o acesso à lesão devem ser retiradas ou cortadas, deve-se limpar e aplicar um curativo se houver ferida aberta e imobilizar os membros afetados.
Quanto a identificação das lesões torácicas com risco de vida, no exame primário, é INCORRETO:
Uma incidência significante de pneumotórax decorre dos procedimentos de inserção dos catéteres em veia subclávia ou jugular interna
As causas mais comuns do pneumotórax hipertensivo são a ventilação mecânica com pressão expiratória final positiva.
O pneumotórax hipertensivo exige descompressão imediata, introduzindo uma agulha no quarto espaço intercostal na linha hemiclavicular do hemotórax afetado
Pneumotórax hipertensivo é caracterizado por dispnéia importante, taquicardia, hipotensão, desvio da traquéia, ausência de murmúrio vesicular unilateral ,distensão das veias cervicais e cianose como manifestação tardia.
Pneumotórax hipertensivo ocorre quando há um vazamento de ar tanto do pulmão como da parede torácica para o espaço pleural para um sistema de válvula unidirecional
No caso de vítima com hemorragia externa, os procedimentos recomendados ao socorrista treinado são:
movimentar a vítima, fazer um torniquete e proceder à respiração boca a boca.
deitar a vítima, evitar perda de temperatura, tamponar o ferimento e agilizar o atendimento adequado.
segurar a cabeça da vítima e desinfetar imediatamente o ferimento.
manter a vítima na posição em que foi encontrada, aplicar gelo ou água fria no ferimento e acionar o resgate.
lavar o ferimento com água limpa e sabão neutro, tamponar o ferimento e movimentar a vítima.
Durante a avaliação primária, o paciente/cliente de trauma é examinado de acordo com o risco para a vida que se constitui no ABCDEs (protocolos de atendimento). Considere o que se deve fazer, seguindo o ABCDEs.
I. A letra A avalia a permeabilidade da via área. Deve-se intervir posicionando o paciente de modo a permitir a abertura da via aérea, certificando-se que o pescoço está em linha média e estabilizado e, em seguida, realizar a manobra do golpe mandibular. A letra B avalia respiração (freqüência, profundidade e esforço), sons respiratórios, movimentos da parede torácica e lesão torácica e posição da traquéia. Deve-se intervir administrando 100% de oxigênio com ambu-válvula-máscara; aspirar quando necessário, remover os corpos estranhos que possam obstruir a respiração e tratar as condições fatais como pneumotórax e pneumotórax hipertensivo.
II. A letra C avalia pressão arterial e pulso, sangramento ou hemorragia, enchimento capilar, cor da pele, mucosas e ritmo cardíaco. Deve-se intervir realizando a reanimação cardiopulmonar, medicamentos e desfibrilação ou cardioversão sincronizados, controle do sangramento com a pressão direta de dispositivos pneumáticos, estabelecer o acesso Intravenoso e a terapia com líquidos (isotônicos e sangue) e tratar as condições potencialmente fatais, como o tamponamento cardíaco. A letra D avalia as condições neurológicas, incluindo o nível de consciência, pupilas e funções motora e sensorial. Deve-se intervir instituindo a mobilização da coluna cervical até que as radiografias confirmem a ausência de lesão da coluna cervical.
III. A letra E avalia as lesões e exposição ao ambiente (calor e frio extremo). Deve-se intervir instituindo a terapia apropriada, ou seja, terapia de aquecimento para a hipotermia ou terapia de resfriamento para a hipertermia.
IV. Todas as letras constituem-se em protocolos de atendimento, sendo que a letra A tem como parâmetro a respiração (Breathing); a letra B tem como parâmetro as vias aéreas (Airway); a letra C tem como parâmetro a circulação; a letra D, a exposição e ambiente e a letra E, a incapacidade (Disability).
Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas:
I e II.
II e III.
III e IV.
I, II e III.
II, III e IV.
O Suporte Básico de Vida define uma seqüência de ações que podem salvar uma vida. Essa seqüência inicial consiste em
aproximar-se da vítima, avaliar o nível de consciência, chamar o sistema de emergência e iniciar o "ABC" das manobras.
iniciar imediatamente as manobras de RCP.
chamar o sistema de emergência e depois iniciar as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
providenciar remoção da vítima do local para um centro especializado para atendimento.
pedir para que outro socorrista ajude a fazer as manobras de RCP.
A regra básica do atendimento, conhecida como o ABC da assistência de emergência, prioriza três ações, que são
avaliar o nível de consciência; manter as vias aéreas desobstruídas; e preservar a respiração e a circulação.
manter as vias aéreas permeáveis para preservar a respiração; controlar a permeabilidade capilar; e combater o bigeminismo.
controlar a perfusão tissular; combater a rinorréia; e preservar a respiração.
preservar a freqüência cardíaca e o ritmo respiratório; combater o lentigo e a hipovolemia; e tratar os traumas múltiplos.
avaliar o nível de consciência pela escala de Glasgow; controlar a intermação; e tratar os traumas de extremidades.
Quando é dispensada assistência a um paciente em situação de emergência, muitas decisões importantes precisam ser tomadas. No tratamento de emergência, vários princípios são aplicáveis. Assinale a afirmativa INCORRETA:
Prevenir e/ou tratar o choque.
Controlar a hemorragia e suas conseqüências.
Providenciar, antes de qualquer medida, a monitorização de ECG.
Manter uma via aérea pérvia e proporcionar ventilação adequada.
Ao descer as escadas, um funcionário cai e bate a cabeça nos degraus. Há suspeita de trauma cervical e de crânio. A primeira conduta de emergência a ser prestada à vitima é
virar a cabeça para o lado direito.
transportá-lo ao hospital em maca macia e flexível.
colocar o colar cervical.
colocá-lo em posição anatômica.
virar a cabeça para o lado esquerdo.
Para remover o corpo estranho que está obstruindo as vias aéreas, o socorrista deve
utilizar manobras que aumentam subitamente a pressão intra-torácica.
orientar a vítima para fazer movimentos respiratórios profundos.
usar a manobra de Sylvester.
deitar a vítima na posição de Trendelemburg.
deitar a vítima em decúbito dorsal e apertar a glote.
É um dos sinais de ocorrência de uma hemorragia:
ausência de respiração espontânea.
hipertermia (elevação da temperatura do corpo).
ausência de pulsação carotídea.
midríase (pupila dilatada).
pulso rápido e fraco.
O tratamento ao politraumatizado grave exige a rápida identificação das lesões e a instituição de medidas terapêuticas para controlar as condições que ameaçam à vida. O paciente deve ser avaliado de forma rápida e eficiente, numa seqüência lógica de prioridades para manutenção da vida. De acordo com o enunciado acima assinale a alternativa correta que corresponde à ordem de prioridades ao paciente traumatizado:
Vias aéreas com controle da coluna vertebral; respiração e ventilação; circulação com controle de hemorragia; avaliação neurológica; exposição e controle ambiental.
Vias aéreas; avaliação neurológica; respiração e ventilação; controle hemorragia; e controle ambiental.
Respiração e ventilação; circulação com controle de hemorragia; vias aéreas com controle da coluna vertebral e avaliação neurológica.
Circulação e controle de hemorragia; respiração e ventilação; vias aéreas; avaliação neurológica; exposição e controle ambiental.
Vias aéreas; controle de hemorragia; respiração e ventilação; avaliação neurológica e controle ambiental.
A pontuação da Escala de Coma de Glasgow, que é utilizada em casos de traumatismo craniencefálico, baseia-se nos se- guintes parâmetros:
diâmetro das pupilas, percepção espacial e de tempo, resposta a estímulos dolorosos.
nível de consciência, controle hemodinâmico, diâmetro das pupilas.
abertura ocular, controle hemodinâmico, percepção do meio externo.
melhor resposta verbal, melhor resposta motora, abertura ocular.
movimento do globo ocular, movimento de extremidades, resposta verbal.
As principais ações de enfermagem no cuidado imediato, no pronto socorro, ao paciente vítima de TCE devem contemplar, EXCETO:
Mensuração da PIC.
Manutenção da imobilização cervical.
Prevenção de lesão cerebral secundária.
Manutenção de via aérea pérvia e boa ventilação.
São feitas duas afirmações abaixo.

Pode-se afirmar que:
As duas afirmações são incorretas.
As duas afirmações são corretas e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmações são corretas e a segunda não justifica a primeira.
A primeira afirmação é correta e a segunda incorreta.
A primeira afirmação é incorreta e a segunda correta.
A posição em decúbito dorsal horizontal com os membros inferiores elevados é indicada em casos de atendimento emergencial para
Na avaliação do paciente em situação de emergência, são considerados como abordagem secundária os seguintes cuidados, EXCETO
imobilizar as fraturas suspeitas.
limpar e aplicar curativos nas feridas.
realizar exame físico completo.
determinar a incapacidade neurológica ao examinar a função neurológica.
Ao prestar os primeiros socorros a uma pessoa que sofreu trauma nos ossos e nas articulações, o socorrista deve
iniciar a avaliação pelos traumas ocorridos, dando atenção àqueles mais evidentes em braços, pernas e costelas.
colocar gelo diretamente na pele da pessoa, a fim de diminuir uma hemorragia importante.
garantir uma boa ventilação nos ferimentos abertos, mantendo as lesões abertas.
alinhar ou reposicionar as luxações ou angulações do ombro, buscando manter o membro superior mais elevado.
conferir o pulso distal, a sensibilidade e a função motora.
As lesões teciduais cujos bordos são regulares denominam-se:
Incisões
Compressões
Abrasões
Contundentes
Perfuro-cortantes