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A adolescente, ao ser atendida, encontrava-se com pressão arterial aumentada. O técnico de enfermagem deve analisar que:
pode ser hipertensão secundária, já que a adolescente está na 12°semana de gestação
pode ser hipertensão gestacional, pois a proteinúria pode aparecer tardiamente
pode descartar o desenvolvimento de hipertensão essencial por ela ser jovem
caracteriza pré-eclâmpsia/eclâmpsia devido à ausência de proteinúria
Na Atenção Primária à Saúde, uma pessoa adulta com hipertensão arterial sistêmica retorna após mudança do tratamento, com pressão arterial elevada e sem sinais de urgência. Nessa situação, marque a opção correta.
Intensificar orientações coletivas, manter aferição semanal da pressão arterial e encaminhar para ajuste medicamentoso na consulta subsequente.
Verificar sintomas, revisar lesão de órgão-alvo e manter acompanhamento programado conforme estratificação administrativa da unidade.
Priorizar consulta médica, registrar pressão arterial isolada no prontuário e retomar consulta de enfermagem após controle pressórico.
Reavaliar adesão, técnica de medida e mudanças no estilo de vida, registrar pressão arterial seriada e articular retorno oportuno.
Caso hipotético: T.Y.U, 45 anos, Data da Última Menstruação (DUM) em 05 de janeiro de 2026. Apresenta histórico obstétrico de seis gestações prévias, sendo três filhos vivos, dois partos cesáreos anteriores, uma perda gestacional sem causa identificada com 8 meses de gestação e outra com 8 semanas. No pré-natal atual, realizou duas consultas: em 17/03/2026 e 14/04/2026, com registros pressóricos de 120x90 mmHg em ambas. Encontra-se em uso de metildopa. Refere ainda diagnóstico prévio de hipertensão arterial crônica. IMC de 42. Exame laboratorial realizado em 26/03/2026 mostra glicemia de jejum de 99 mg/dL.
A partir do caso apresentado, é CORRETO afirmar que:
a Data Provável do Parto (DPP) calculada pela DUM corresponde a 12 de outubro de 2026, sendo este o método mais preciso de estimativa gestacional no primeiro trimestre.
a idade materna, o valor do IMC, o óbito fetal de causa não identificada e a hipertensão arterial crônica são condições clínicas de identificação de alto risco gestacional para o caso de T.Y.U.
não foi garantida a captação oportuna de T.Y.U. para a primeira consulta de pré-natal, considerando as recomendações vigentes da Rede Alýne para o início precoce do acompanhamento gestacional.
a pressão arterial registrada (120x90 mmHg em duas consultas) caracteriza diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica compensada durante a gestação.
a glicemia de jejum de 99 mg/dL encontra-se dentro de valor de referência para normalidade no caso de T.Y.U, pois está inferior a 100mg/dL.
Leia o caso a seguir.
J.P., 50 anos, sexo masculino, chega à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina e na triagem a técnica de enfermagem realiza a aferição dos sinais vitais: Pressão arterial (PA: 155X90mmHg), Frequência cardíaca (FC: 82 bpm); Frequência respiratória (FR: 16 ipm) e Temperatura (T: 37,5 ºC).
Com base na Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), qual é a classificação da pressão arterial desse paciente, considerando que a aferição foi realizada em consultório?
Pressão arterial normal.
Pré-hipertensão.
Hipertensão Arterial Estágio 1.
Hipertensão Arterial Estágio 2.
A pré-eclâmpsia é uma síndrome grave que pode ocorrer durante a gestação e é caracterizada por alterações clínicas e laboratoriais. De acordo com os critérios diagnósticos, qual é o principal sinal para suspeita dessa condição?
Hipotensão arterial.
Hiperglicemia.
Hipertensão arterial.
Taquicardia.
O cuidado continuado a pacientes com doenças crônicas envolve o acompanhamento da hipertensão arterial e do diabetes na rotina da equipe. Acerca desse cuidado, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(___) No acompanhamento da hipertensão arterial, a verificação periódica da pressão e a adesão ao tratamento integram o cuidado continuado de enfermagem.
(___) No paciente diabético, sudorese, tremor e confusão mental indicam hiperglicemia e exigem a suspensão imediata da ingestão de carboidratos.
(___) O cuidado com o pé diabético recomenda a hidratação abundante entre os dedos e o corte das unhas rente à pele, prevenindo lesões.
(___) A dieta na hipertensão prioriza o aumento do consumo de sódio para repor perdas, mantendo reduzida a ingestão de líquidos no dia.
Após a análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
F, F, V, F.
V, V, F, V.
F, V, V, V.
V, V, V, F.
V, F, F, F.
Em determinado município, foi realizado um levantamento que identificou 200 pessoas vivendo com hipertensão arterial ao longo do ano de 2024, independentemente do momento do diagnóstico. Esse dado epidemiológico corresponde ao conceito de:
incidência, pois considera apenas os novos casos diagnosticados no período analisado
letalidade, por representar a proporção de óbitos entre os casos existentes da doença
prevalência, por expressar o total de casos existentes em uma população em determinado período
mortalidade específica, por relacionar o número de óbitos à população total exposta ao risco da doença
Em um município com rede de atenção materno-infantil organizada de forma regionalizada, uma Unidade de Atenção Especializada vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu, por encaminhamento da Atenção Primária à Saúde (APS), uma gestante de 32 semanas e 5 dias, secundigesta, com histórico obstétrico de parto vaginal prévio sem intercorrências, índice de massa corporal pré-gestacional limítrofe para sobrepeso e antecedentes familiares positivos para hipertensão arterial sistêmica materna. Consta no prontuário que, nas últimas quatro consultas de pré-natal, observou-se elevação progressiva dos níveis pressóricos, associada a ganho ponderal superior ao esperado para a idade gestacional e presença de edema bilateral em membros inferiores. Durante o acolhimento, a paciente relatou episódios de cefaleia persistente não responsiva às medidas habituais, sensação de “pontos luminosos” e escurecimento transitório da visão, além de fadiga progressiva nas atividades diárias. A equipe multiprofissional discutiu o caso e observou interpretações distintas entre seus integrantes: alguns profissionais argumentaram que parte dos achados poderia corresponder a adaptações fisiológicas próprias da gestação avançada; outros consideraram a possibilidade de progressão para quadro hipertensivo de maior gravidade, enfatizando a necessidade de avaliação criteriosa e integração entre os diferentes pontos da rede de atenção.
Durante a reunião clínica, foram apresentadas diferentes interpretações acerca dos critérios diagnósticos das síndromes hipertensivas gestacionais, dos sinais indicativos de gravidade e das estratégias de seguimento da gestante no âmbito da Rede de Atenção à Saúde.
Considerando as recomendações do Manual de Gestação de Alto Risco (2022) e os fundamentos clínico-assistenciais aplicáveis às síndromes hipertensivas da gestação, assinale a alternativa correta:
A presença de edema periférico bilateral associado à elevação pressórica progressiva e ganho ponderal acelerado constitui conjunto de critérios clínicos suficientes para confirmação diagnóstica de pré-eclâmpsia, independentemente da presença de alterações laboratoriais ou de outros sinais clínicos associados.
A hipertensão gestacional corresponde à identificação de elevação pressórica após a vigésima semana de gestação, sem evidência de proteinúria ou sinais clínicos/laboratoriais de gravidade, podendo, entretanto, evoluir posteriormente para pré-eclâmpsia ou outras complicações hipertensivas.
Manifestações neurológicas, como cefaleia persistente e alterações visuais, embora possam coexistir com distúrbios hipertensivos gestacionais, apresentam baixo valor preditivo clínico para estratificação de gravidade, sendo insuficientes para modificação da conduta assistencial.
A estratificação de gestantes classificadas como alto risco determina obrigatoriamente interrupção do acompanhamento pela Atenção Primária à Saúde, devendo o seguimento ocorrer exclusivamente em unidades especializadas até a resolução da gestação.
A confirmação diagnóstica dos distúrbios hipertensivos gestacionais pode fundamentar-se em medida pressórica isolada obtida durante atendimento assistencial, desde que associada a manifestações clínicas sugestivas e à ausência de antecedentes hipertensivos prévios.
A atenção à saúde do adulto com doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão arterial e diabetes mellitus, é fundamental para prevenção de complicações e promoção da qualidade de vida. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem realiza orientações para adultos com hipertensão e diabetes durante consultas de acompanhamento. Pacientes questionam sobre fatores de risco, importância do controle, medidas preventivas e complicações conforme diretrizes do Ministério da Saúde. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer orientações baseadas em evidências científicas e protocolos de atenção ao adulto. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e atenção ao adulto, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
(__)Hipertensão arterial é fator de risco importante para infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e doença renal crônica, exigindo controle adequado conforme protocolo de atenção ao adulto.
(__)Diabetes mellitus tipo 2 não pode ser prevenida ou controlada através de mudanças no estilo de vida, sendo necessário apenas o uso de medicações conforme protocolo de tratamento.
(__)Verificação regular de pressão arterial e glicemia, alimentação saudável, prática de atividade física e redução de peso são medidas de prevenção e controle de hipertensão e diabetes conforme diretrizes do Ministério da Saúde.
(__)Pacientes com hipertensão e diabetes devem ser orientados a interromper o uso de medicações quando se sentirem bem, pois o controle foi alcançado conforme protocolo de atenção ao adulto.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
F, F, V, V.
F, V, V, F.
V, F, V, F.
V, V, F, F.
Um usuário de 62 anos, atendido pela equipe de saúde vinculada a um Consórcio Intermunicipal de Saúde, apresenta hipertensão arterial não controlada, com pressão arterial de 168/104 mmHg em três aferições consecutivas, lesão de órgão-alvo (retinopatia hipertensiva grau III) e refratariedade ao tratamento com três classes de anti-hipertensivos em doses otimizadas. O Enfermeiro avalia a necessidade de encaminhamento conforme os Protocolos de Encaminhamento da Atenção Primária para a Atenção Especializada. Considerando esse caso, assinale a alternativa CORRETA.
O quadro descrito - hipertensão refratária com lesão de órgão-alvo documentada - caracteriza critério de encaminhamento à atenção especializada, conforme os protocolos vigentes, devendo a Atenção Primária à Saúde (APS) manter o cuidado longitudinal e o acompanhamento compartilhado do usuário.
A presença de retinopatia hipertensiva é achado incidental sem relevância para a decisão de encaminhamento, devendo a conduta ser baseada exclusivamente nos valores pressóricos isolados.
O encaminhamento à atenção especializada só é indicado após o uso de, pelo menos, cinco classes de anti-hipertensivos em associação, conforme os protocolos do Ministério da Saúde.
A hipertensão refratária deve ser manejada pela Atenção Básica, sendo vedado o encaminhamento à atenção especializada independentemente da gravidade do quadro clínico.
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é um importante problema de saúde pública devido à sua elevada prevalência e ao impacto das complicações associadas. Além do tratamento medicamentoso, medidas não farmacológicas desempenham papel essencial no controle da doença e na redução do risco cardiovascular. Sobre a HAS, assinale a alternativa CORRETA.
A adoção de hábitos de vida saudáveis, como alimentação equilibrada, controle do peso, prática de atividade física, cessação do tabagismo e moderação do consumo de álcool, é parte fundamental da prevenção e do tratamento da HAS.
A prática regular de atividade física e a redução do consumo de sal são medidas complementares, sendo indicadas apenas quando o tratamento medicamentoso não controla a pressão arterial.
Como a hipertensão arterial é uma doença predominantemente assintomática, mudanças no estilo de vida têm pouca influência no controle dos níveis pressóricos.
O tratamento da HAS baseia-se exclusivamente no uso contínuo de medicamentos anti-hipertensivos, sendo as medidas de promoção da saúde dispensáveis.
Paciente de 45 anos, em uso de Parnate, recebe orientação dietética, uma vez que a combinação do medicamento com determinados alimentos pode provocar elevação perigosa da pressão arterial. O Auxiliar de Enfermagem reforça a relação de alimentos a serem evitados durante todo o tratamento. Diante do exposto, o grupo de alimentos que o Auxiliar orienta o paciente a evitar é:
Queijos envelhecidos e carnes defumadas.
Alimentos industrializados ricos em sódio, como enlatados e temperos prontos.
Leite e queijos frescos, como queijo minas e ricota, e iogurte natural.
Frutas cítricas e sucos ácidos, como laranja e limão.
Em relação ao rastreamento da hipertensão arterial sistêmica (HAS), é correto afirmar que
crianças com menos de 3 anos de idade, com história familiar da HAS, devem ter sua pressão arterial aferida em qualquer consulta clínica, no momento da anamnese.
se o resultado da pressão arterial de um adulto, obtida por meio da técnica correta de aferição em consultório, for inferior a 130 mmHg / 80 mmHg, a pessoa deve ser orientada sobre as medidas de prevenção primária e a necessidade de realizar nova aferição no intervalo de 3 meses.
se o resultado da pressão arterial de um adulto, obtida em consultório, for maior que 130 mmHg / 80 mmHg e menor que 139 mmHg / 89 mmHg, a pessoa será classificada como portadora de hipertensão arterial estágio 1, devendo ser encaminhada para a estratificação de risco e ao médico para início do tratamento medicamentoso.
todas as pessoas na faixa etária de 18 a 40 anos sem diagnóstico de HAS devem ter sua pressão arterial aferida em consultório a cada 2 anos.
deve ser realizado, a cada 3 anos, em crianças, a partir dos três anos de idade, e em adolescentes sem fatores de risco para HAS.
Durante consulta de enfermagem na Unidade Básica de Saúde, a enfermeira atendeu um idoso, 65 anos, aferiu a pressão arterial e obteve valor de 136x88 mmHg. Segundo a atual Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), os níveis pressóricos apresentados pelo paciente sugerem:
Pré-hipertensão.
Padrão fisiológico.
Hipertensão estágio 1.
Hipertensão do avental branco.
Durante duas consultas de enfermagem realizadas na Unidade Básica de Saúde, com intervalo de quatro semanas entre elas, um homem de 56 anos, com diabetes mellitus tipo 2, compareceu para acompanhamento clínico. Na primeira consulta, após relatar ingestão de café cerca de 15 minutos antes do atendimento, foram obtidas duas medidas de pressão arterial: 138 × 88 mmHg e 136 × 86 mmHg. Na segunda consulta, foram registradas duas medidas de 140 × 88 mmHg e 138 × 86 mmHg. Considerando as recomendações atuais da Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, analise as afirmativas a seguir.
I. Considerando as medidas obtidas nas duas consultas, é possível confirmar o diagnóstico de hipertensão arterial apenas com os valores aferidos em consultório, sem necessidade de avaliação complementar ou confirmação diagnóstica.
II. Em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, as metas pressóricas devem ser individualizadas, variando conforme idade, tolerabilidade ao tratamento, comorbidades e risco cardiovascular.
III. A ingestão de café 15 minutos antes da aferição pode interferir nos resultados da pressão arterial, uma vez que se recomenda evitar cafeína e tabagismo nos 30 minutos anteriores à medida e atividade física nos 90 minutos precedentes.
IV. Na Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA), o diagnóstico de hipertensão arterial é estabelecido quando a média da pressão arterial nas 24 horas é igual ou superior a 150 × 90 mmHg.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
Apenas as afirmativas II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas.
Um adulto comparece à consulta de rotina e apresenta pressão arterial de 128/84 mmHg, aferida em consultório, com técnica adequada após período de repouso.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, (2025), essa medida é classificada como:
Pré-hipertensão.
Hipertensão estágio 2
Hipertensão estágio 1.
Pressão arterial normal.
A hipertensão arterial resistente (HAR) é caracterizada pela dificuldade em alcançar o controle adequado da pressão arterial (PA), mesmo com tratamento otimizado. Dessa forma, considera-se uma hipertensão arterial resistente e refratária quando
o paciente necessita do uso de um bloqueador do sistema renina-angiotensina para alcançar o controle da PA, e possui outras comorbidades, como obesidade.
a PA permanece acima das metas recomendadas, após seis meses de tratamento intensivo adequado com três fármacos de diferentes classes.
a PA permanece acima das metas recomendadas, mesmo após um ano de tratamento farmacológico convencional.
o paciente necessita do uso isolado de um bloqueador do receptor de angiotensina para obter o controle da PA.
As recomendações não farmacológicas para o manejo da hipertensão arterial têm papel central na redução de risco cardiovascular e na manutenção de níveis pressóricos adequados. Considerando as orientações da Linha de Cuidado do Adulto com Hipertensão Arterial Sistêmica, é correto afirmar que
o controle antropométrico deve orientar-se por imc abaixo de 27 kg/m² até os 60 anos e abaixo de 30 kg/m² após essa idade, acompanhando circunferência abdominal inferior a 90 cm em mulheres e 95 cm em homens.
a presença de estenose aórtica grave ou estenose mitral grave, a prática de exercícios físicos pode ser contraindicada devido ao risco hemodinâmico aumentado.
a ingestão de álcool deve ser limitada a uma dose diária para mulheres e duas doses para homens, podendo indivíduos com menor peso corporal ultrapassar essa quantidade de forma segura.
a prática de atividade física deve ser obrigatoriamente diária, totalizando 40 minutos contínuos ou fracionados, entre três e cinco vezes na semana, para todos os hipertensos.
Para gestantes de alto risco para pré-eclâmpsia, a ACOG e a USPSTF recomendam aspirina em baixa dose iniciada entre 12 e 28 semanas (preferencialmente até 16) e tomada à noite; a OMS recomenda suplementação de cálcio (1,0–1,5 g/d de cálcio elementar, fracionado) quando a ingestão dietética é baixa. O seguimento inclui monitorização pressórica, avaliação de proteinúria, educação em sinais de alarme e adesão. Qual plano está mais alinhado a essas diretrizes?
Dieta hipossódica e diurético tiazídico preventivo; suspender pré-natal; internar apenas diante de pressões em níveis graves sustentados.
Suspender aspirina em toda gestação; oferecer apenas ômega-3; restringir cálcio; iniciar anti-hipertensivo preventivo universal e reduzir consultas.
Aspirina apenas no terceiro trimestre; evitar cálcio; prescrever repouso absoluto e doppler semanal, sem monitorização domiciliar da PA.
Heparina para todas as gestantes de alto risco sem trombofilia, evitando aspirina; antecipar parto eletivo às 36 semanas.
Aspirina 81–150 mg noturna a partir de 12 semanas; suplementar cálcio se ingestão inadequada; monitorar PA e proteinúria; reforçar adesão e sinais de alarme.
Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hipertensão Arterial Sistêmica, instituído pela Portaria SECTICS/MS nº 49/ 2025, como a hipertensão arterial é geralmente assintomática, recomenda-se o rastreamento anual com duas medidas de pressão arterial em consultório.
Certo
Errado