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Com relação à ética no serviço público, assinale a opção correta.
A conduta ética do servidor público pode variar de acordo com a situação de trabalho.
Caracteriza-se como conduta negligente aquela em que o servidor não presta atenção às ordens legais de seus superiores, portanto, não lhes dá o devido cumprimento.
Repetidos erros no trabalho são naturais e não demonstram imprudência no desempenho da função pública.
Ausências injustificadas no trabalho podem causar prejuízos ao serviço, mas não às relações humanas.
Embora contrário aos interesses da gestão pública, o servidor não poderá usar de falsidade na relação com o usuário.
Fatos e atos verificados na vida privada do servidor público são de sua exclusiva responsabilidade e não podem ter influência no conceito que o servidor recebe em sua vida funcional.
O trabalho do servidor público segue princípios éticos, assim, a eficácia na prestação dos serviços seria a materialização desses princípios.
O atendimento satisfatório ao usuário dos serviços públicos deve ser pautado pelo distanciamento e pela indiferença no contato com os problemas do outro.
O atendente não deve expor a imagem da instituição admitindo erros nos procedimentos, assim o que é oportuno fazer é responsabilizar terceiros no descumprimento do prazo acordado.
O servidor público pode retirar da repartição documento pertencente ao patrimônio público, sem prévia autorização da autoridade competente, se exercer cargo de confiança ou função à qual esse documento esteja relacionado.
Acerca da qualidade no atendimento ao público, assinale a opção correta.
Diferentemente dos funcionários do setor privado, o servidor público não precisa se preocupar com o tempo de espera para o atendimento ao público externo.
O atendimento deve ser cortês e educado apenas quando o cidadão também agir dessa forma.
Sempre que possível, o servidor deve evitar resolver o problema do cidadão no primeiro atendimento.
O servidor deve dar a devida atenção às solicitações dos cidadãos.
Quando se exige ética no serviço público ou na vida pública, o que se está pedindo é que seja fixado um padrão a partir do qual se torne possível julgar a atuação de servidores públicos ou de pessoas envolvidas na vida pública.
Não é antiético ao servidor retirar da repartição pública, sem estar legalmente autorizado, um livro pertencente ao patrimônio público, para fins únicos de estudo no fim de semana.
A preocupação com a qualidade do serviço é responsabilidade privativa dos servidores ocupantes de cargos de chefia, ficando os demais desobrigados de tal preocupação, cabendo-lhe apenas cumprir as ordens superiores.
O debate sobre a conveniência da codificação de normas éticas no serviço público terminou com a vitória daqueles que julgavam essa via como inadequada.
A conivência com o erro no serviço público é possível em situações em que o espírito de solidariedade entre os colegas deva prevalecer.
Na estrutura da administração, os integrantes de comissão de ética pública têm cargo equivalente ao de ministro de Estado no que se refere a hierarquia e remuneração.
No processo de Governança Corporativa Governamental, são elementos que identificam a boa conduta e podem compor o código de ética:
integridade, negligência e honestidade.
relacionamento cordial, subjetividade e integridade.
probidade e propriedade, objetividade e integridade.
centralização, transparência e evidência.
parcialidade, imprudência e propriedade.
O referido código serve primordialmente para punir o comportamento não-ético do servidor público, já que possui caráter de obrigatoriedade.
Documentos encaminhados para providências podem ser alterados em situações específicas.
O servidor deve comportar-se com base na conduta ética, ainda que essa conduta venha a violar dispositivo legal.
Não apenas a preocupação acerca do legal e do ilegal, do justo e do injusto, do conveniente e do inconveniente deve nortear as decisões do servidor público, mas, principalmente, a preocupação com o honesto e o desonesto, de acordo com os parâmetros constitucionais.
Certo
Errado