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O período grego, do século VI, permitiu que o cidadão grego fosse livre em seu pensamento e essa liberdade de expressão foi importante para o desenvolvimento da filosofia ocidental, onde o homem pode refletir mais e usar o seu raciocínio crítico.
Quanto à liberdade para Sócrates podemos afirmar:
que livre é aquele que consegue dominar seus sentimentos, seus pensamentos e a si próprio.
que a ação que não sofre coações é livre e voluntária.
que livre é o sujeito que busca a purificação e a oração.
que “onde não há lei, não há liberdade”.
que a liberdade é fruto de uma escolha.
Desde a Antiguidade o homem tem se preocupado com o Divino e essa preocupação se dá ao fato:
de existir no ser humano uma consciência natural que o impulsiona nesta direção.
do ser humano ser forçado a esta preocupação.
do medo existente no ser humano ao se distanciar do Ser Divino.
do ser humano ser autossuficiente e não aceitar a existência de alguém superior a ele.
de que o conhecimento sobre um ser supremo não faz parte da cultura de um povo.
“Epicuro e Lucrécio foram os últimos representantes da tradição hedonista grega. Ela foi sendo lentamente riscada do mapa até desaparecer completamente na antiguidade tardia. O próprio imperador Juliano justificava, no século IV, o desaparecimento dos escritos de Epicuro como efeito da intervenção direta dos deuses. Santo Agostinho, por outro lado, em uma carta do ano 410, afirmava que estoicos e epicuristas não fariam mais parte da escola de retórica. Esses são sinais do apagamento do epicurismo no mundo antigo. Com ele, desaparece o hedonismo grego.”
(MUNIZ, Prazeres Ilimitados, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2015, p. 113)
O combate ao hedonismo na antiguidade tardia se fez a partir:
do Neoplatonismo tendo Platão como referência moral.
da Escolástica e a reaproximação da fé e da ciência.
do Cristianismo como religião oficial do Império Romano.
do Cinismo e sua proposta de retorno à natureza.
do contato com a cultura oriental, principalmente a Indiana.
Empédocles introduziu as forças cósmicas do Amor ou Amizade (philía) e do Ódio ou Discórdia (neîkos), respectivamente, como causa da união e da separação dos elementos. A partir dessa introdução, Empédocles compreendia por princípio de origem da existência das coisas:
A água, o ar, a terra e o fogo, os quais envolvem dois períodos de transição, em cada um destes tem um nascer e um destruirse progressivo de um cosmos.
O “nascer” e o “perecer”, entendidos como um vir do nada e um ir ao nada, ou seja, o ser e o não-ser.
Os elementos ou sementes (spérmata), as quais deveriam ser tantas quantas são as inumeráveis quantidades das coisas.
As quatro raízes, a amizade, o amor, a discórdia e o ódio, que unindo-se, dão origem à geração das coisas e, separando-se, dão origem à sua corrupção.
Os átomos, fragmentos indivisíveis e, naturalmente, incriados, indestrutíveis e imutáveis
De acordo com a tradição histórica, a fase inaugural da filosofia grega nos moldes sistematizados de conhecimento é conhecida como:
Iluminismo.
Marxismo.
Período pré-socrático.
Período socrático.
Nascido em Éfeso, cidade da Região Jônica, Heráclito é considerado um dos mais importantes filósofos gregos e também como o precursor da teoria dialética. Acerca do pensamento desse grande filósofo, marque a alternativa CORRETA.
Concebia a realidade como algo dinâmico em permanente transformação.
Desenvolveu a teoria do pós-modernismo difundida séculos depois pelo filósofo francês Michel Foucault.
Heráclito acreditava que o movimento dos planetas influenciava diretamente no comportamento dos seres humanos e que estes eram determinados socialmente através das estações da lua.
Preconizou o conhecimento da realidade através de aparelhos de medição e quantificação, desenvolvidos por matemáticos como Tales de Mileto.
Dois grandes expoentes da filosofia medieval foram Santo Agostinho (Patrística) e São Tomás de Aquino (Escolástica). Ambos, que tentaram resolver o intricado problema da conciliação entre fé e razão, fizeram isso tomando por base dois grandes filósofos gregos, que divergiam em alguns aspectos: um defendia o inatismo, o mundo das ideias e o dualismo da natureza humana; e o outro advogava o empirismo, o mundo material e o unitarismo do ser humano. Esses dois filósofos gregos são, respectivamente:
Tales de Mileto e Protágoras.
Sócrates e Epicuro.
Platão e Aristóteles.
Heráclito e Parmênides.
Um filósofo relevante da Grécia Antiga foi Aristóteles, aluno de Platão na Academia.
Fundou sua própria escola, o Liceu, pois já não concordava com a filosofia _______ do seu mestre. Destacou-se também por ter criado a teoria da _______, composta por matéria e forma, também denominada hilemorfismo.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
ágrafa • vida
utópica • alma
idealista • substância
subjetivista • potência
transcendental • caverna
Após o surgimento da democracia na Grécia antiga, a busca pelo ser das coisas deixa de ser o foco principal das questões filosóficas, que agora se ocuparia com o homem e suas potencialidades. Era preciso saber falar para fazer valer seus interesses nas assembleias. Surgem, então, os famosos oradores denominados sofistas, palavra que significa “sábio” em grego. Acerca dos sofistas, marque a alternativa INCORRETA:
Devido aos ódios e invejas que os sofistas geraram depois entre o povo, a palavra sofista passou a ser utilizada de um modo depreciativo, com o sentido de “charlatão, mercenário, demagogo ou mentiroso”.
No início, a palavra sofista foi utilizada para realçar uma capacidade ou arte especial num determinado assunto. Homero refere que um construtor naval, um cocheiro, um navegador, um adivinho ou um escultor são sábios nas suas profissões. Também Apolo é sophos com a sua lira.
Pelo final do século V a.C., o termo "sofista" era aplicado a quem escrevia ou ensinava e que era visto como tendo uma especial capacidade ou conhecimento a transmitir.
Sócrates foi o mais famoso dos sofistas, conforme testemunho de Platão no Protágoras.
A frase “o objetivo principal de toda a reflexão é o conhecimento da verdade” é atribuída a:
Sócrates
Aristóteles
Tales
Platão
A corrente filosófica grega que prega um equilíbrio entre o homem e o cosmo, com a finalidade de obter a paz de espírito, um estado no qual o homem não é afetado pelos problemas da vida, é denominada de
O termo maiêutica, cunhado nos anais da História da Filosofia pelo importante filósofo grego Sócrates, significa:
Arte de trazer à luz.
Verdade absoluta.
Silogismo.
Verdade relativa.
A metafísica platônica consiste na descoberta de uma realidade superior ao mundo sensível, uma dimensão suprassensível, suprafísica.
Para ilustrar essa descoberta (a metafísica), em seu diálogo Fédon, Platão usa a imagem
do Deus artífice.
dos segundos sentidos.
do Demiurgo.
da segunda navegação.
A filosofia aristotélica constitui uma visão sistemática e integrada do conhecimento, com a valorização da ciência empírica, da ética e da política. Aristóteles divide o conhecimento da seguinte forma, assinale a alternativa correta:
Arístocles conhecido como Platão foi discípulo de Sócrates, a quem considerava "o mais sábio e mais justo dos homens". Depois da morte de seu mestre, empreendeu inúmeras viagens, num período que ampliou seus horizontes culturais; amadureceu suas reflexões filosóficas e fundou em Atenas sua própria escola filosófica. Considere as informações e marque a alternativa correspondente à fundação da escola filosófica:
A escola filosófica foi uma das primeiras instituições permanentes de ensino superior do mundo Ocidental. Tornou-se uma espécie de Universidade.
Essa escola foi a primeira a passar conhecimentos filosóficos aos jovens.
Platão fundou a escola filosófica com o propósito único de desenvolver a formação política entre os jovens.
Um dos ensinamentos que a escola filosófica transmitia eram os pensamentos de Sócrates, escritos por Platão.
O período da filosofia antiga conhecida como Grecoromano trata-se de um período longo em anos, mas pouco notável no que diz respeito à originalidade das ideias filosóficas. Os principais pensadores dessa época dedicaram-se a desenvolver as contribuições herdadas principalmente da Grécia clássica, ao invés de criar novos caminhos para a filosofia. Marque a alternativa na qual aparecem os principais pensadores do período Greco-romano:
Sêneca, Sócrates, Górgias e Cícero.
Platão, Plutarco, Sêneca e Sócrates.
Sêneca, Cícero, Plotino e Plutarco.
Pitágoras, Górgias, Cícero e Sêneca.
Na Grécia Antiga, “o mito é uma narrativa sobre a origem de alguma coisa (origem dos astros, da Terra, dos homens, das plantas, dos animais, do fogo, da água, dos ventos, do bem e do mal, da saúde e da doença, da morte, dos instrumentos de trabalho, das raças, das guerras, do poder, etc.)” (CHAUÍ, 2009, p. 34). A partir do trecho citado e de seus conhecimentos sobre a mitologia grega, assinale a alternativa correta.
O mito não pode ser considerado conhecimento.
O mito é a expressão de uma primeira tentativa da consciência humana de explicar a filosofia pré-socrática, ou seja, o período cosmológico.
O mito consistia em uma narrativa acerca da origem e do funcionamento do universo, bem como abordava a origem dos seres humanos, o fundamento dos costumes humanos e a interferência dos deuses.
O mito faz parte da tradição ocidental de cunho escrito. No caso, primeiramente, cada mito foi escrito e, em seguida, passou a ser narrado pelos poetas.
Uma das frases mais conhecidas de Sócrates é: "Conhece-te a ti mesmo". Ora, de acordo com a dialética socrática, a verdade está dentro do Homem, cabendo a ele refletir e atingir as chamadas verdades universais. Tal método visava a elucidação do verdadeiro conhecimento sobre determinado assunto, a partir da reflexão sobre as respostas obtidas de perguntas aparentemente simples e ingênuas, também denominada de, assinale a alternativa correta:
Considerado um dos principais filósofos da humanidade, Platão teorizou, em suas obras, acerca da política, desenvolvendo reflexões sobre temas como
o papel imprescindível do Estado no estabelecimento de um contrato social que garantisse os direitos de todos os cidadãos e decisões consensuais.
a ética necessária na conduta dos governantes, de forma a atender aos interesses coletivos e não individuais.
a divisão necessária do governo em três poderes (executivo, legislativo e judiciário) de modo que houvesse uma autorregulação dos mesmos.
a liberdade de expressão na imprensa e a tolerância religiosa no espaço público, elementos por ele considerados fundamentais para a manutenção da democracia.
o uso justificado dos mais variados meios para se atingir um fim nobre e garantir a permanência do governante no poder.
Observe os itens a seguir sobre a história da filosofia clássica.
I. Aristóteles aperfeiçoa e sistematiza as descobertas de Platão e Sócrates. Desenvolve a lógica dedutiva clássica, que postula o encadeamento das proposições e das ligações dos conceitos mais gerais para os menos gerais. A lógica, segundo ele, é um instrumento para atingir o conhecimento científico, ou seja, aquilo que é metódico e sistemático. Ao contrário de Platão, afirma que a ideia não possui uma existência separada – ela só existe no ser real e concreto.
II. A filosofia da Grécia antiga teve nos sofistas e em Sócrates seus principais expoentes. Eles se distinguem pela preocupação metafísica, ou procura do ser, e pelo interesse político em criar a cidade harmoniosa e justa que tornasse possível a formação do homem e da vida de acordo com a sabedoria. Esse período corresponde ao apogeu da democracia e é marcado pela hegemonia política de Atenas.
III. Os sofistas, como Protágoras de Abdera e Górgias de Leontinos, são educadores pagos pelos alunos. Pretendem substituir a educação tradicional, destinada a preparar guerreiros e atletas, por uma nova pedagogia, preocupada em formar o cidadão da nova democracia ateniense. Com eles, a arte da retórica – falar bem e de maneira convincente a respeito de qualquer assunto – alcança grande desenvolvimento.
É verdadeiro o que se afirma somente em: