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Observe a imagem abaixo.

Platão distingue o conhecimento da mera crença ou opinião ao dizer que o conhecimento deve ser uma crença verdadeira para a qual se pode dar uma justificativa, um fundamento lógico ou "lógos". Considerando a analogia da linha dividida, presente no diálogo República (509d-511e), assinale a alternativa correta, segundo Platão, que apresenta como o conhecimento é obtido a partir da nossa experiência sensível.
O conhecimento pode ser obtido a partir de nossas experiências sensíveis desde que fundamentadas, em última instância, no que nossos sentidos nos revelam sobre o mundo do devir
Alcança-se o conhecimento com base nas imagens do bem, da beleza e da verdade obtidas de objetos particulares e das quais os conceitos e as formas dependem
O que apreendemos pelos sentidos deve ser substituído por aquilo que acreditamos sinceramente ser verdadeiro ou que passamos a acreditar com base em nossa educação
As experiências sensíveis, com objetos particulares, devem ser entendidas em termos de conceitos ou formas que são percebidos como racionalmente ordenados
Uma fase significativa do desenvolvimento da filosofia antiga, quando a polis grega deixa de ser o centro político e referência principal dos filósofos, uma vez que a Grécia estava sob o domínio do Império Romano, é também conhecida como Período:
Eclético.
Socrático.
Aristotélico.
Helenístico.
Greco-romano.
Protágoras é conhecido pelo pensamento sobre a subjetividade relativista e, a partir dela, ter ensinado aos seus seguidores a construírem seu mundo e serem produtores de sua história e destino. Por ser agnóstico, afastou-se dos mitos e buscou um novo caminho na direção dos valores humanos.
A frase que se perpetuou, na qual sintetiza as suas afirmações, é:
O homem é a medida de todas as coisas
Onde não há lei, não há liberdade.
Ter muitos amigos é não ter nenhum.
A ociosidade é a mãe da filosofia.
Sócrates — Assim, Glauco, com certa dificuldade e ao término de uma longa discussão, diferenciamos os filósofos daqueles que o não são.
Glauco — Talvez não conseguíssemos fazê-lo numa breve discussão.
Sócrates — Talvez. E acredito até que teríamos chegado a um mais alto grau de evidência se tivéssemos podido discorrer apenas a respeito desse ponto e não existissem muitas outras questões a tratar, para vermos em que difere a vida do homem justo da do homem injusto.
Glauco — De que iremos tratar depois disso?
Sócrates — O que vem logo a seguir? Como estabelecemos que são filósofos aqueles que podem chegar ao conhecimento [...]
Platão. A República, Livro VI.
Considerando a perspectiva dos diálogos platônicos e o contexto filosófico apresentado no texto acima, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
São filósofos aqueles que podem chegar ao conhecimento do imutável.
PORQUE
É possível que uma alma covarde e inferior exerça relação com a verdadeira filosofia.
A respeito das asserções apresentadas acima, assinale a opção correta.
As asserções I e II são proposições falsas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
Primeiro, então, se algo foi dito com acerto e detalhadamente pelos pensadores anteriores, passemos em revista a sua contribuição; depois, à luz das constituições que colecionamos, examinemos as instituições que preservam ou destroem as cidades, e as que preservam ou destroem as várias espécies de constituições, e as razões pelas quais umas cidades são bem administradas e outras, ao contrário, são mal administradas. Quando tivermos estudado convenientemente estes assuntos é mais provável que possamos ver de maneira mais abrangente qual das várias espécies de constituição é a melhor, e como cada constituição deve ser estruturada, e quais as leis e costumes que uma constituição deve incorporar para ser a melhor.
Aristóteles. Ética a Nicômaco.
Do conjunto da obra de Aristóteles, é correto afirmar que
as noções de justiça e cidadania se completam reciprocamente na teoria do conhecimento.
as noções de ética e política se excluem no estudo das diferentes constituições.
as noções de ética e política se completam reciprocamente na teoria da justiça.
as noções de constituição e lei se completam reciprocamente na teoria do conhecimento.
as noções de constituição e cidadania se contradizem no estudo da teoria da justiça.
A filosofia grega, como forma de pensar e exprimir pensamentos, deixa um legado para o Ocidente europeu. Sobre esta questão, assinale a afirmativa correta:
I. Um dos legados da filosofia grega corresponde à ideia de que as leis da natureza não são conhecimentos misteriosos e inalcançáveis de uma divindade, mas podemos alcançar por nossa capacidade cognitiva.
II. A lógica, a estruturação do pensamento lógico, também é herança da filosofia grega.
III. A ideia de que a escolha, a vontade livre, a deliberação estabelecidos por nós e não por seres invisíveis, constituem a ação moral, a política, técnicas e artes – constitui legado da filosofia grega para o Ocidente.
IV. A filosofia grega deixa como legado o apego ao conhecimento e a ideia de que criamos valores e, a partir deles, damos sentido as nossas vidas e ações.
Marque abaixo a alternativa correta:
Somente as sentenças I, II e III estão corretas.
As sentenças I, II, III e IV estão corretas.
Somente a sentença II está correta.
Somente as sentenças I e III estão corretas.
Identifique, na lista de fatos abaixo, aqueles que são corretos nas suas referências aos significados de metafísica.
1. Método socrático de induzir as pessoas a descobrirem a essência dos fenômenos físicos.
2. Ramo da filosofia que se ocupa do conhecimento das coisas em si mesmas ou das essências.
3. Teoria segundo a qual a realidade é constituída por uma única substância.
4. O filósofo grego Aristóteles a denominava filosofia primeira.
5. Postura filosófica que nega a existência de qualquer substância ou realidade.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3, 4 e 5.
Observe a imagem a seguir:

(Disponível em: SOCRATES-Filme-Foto6.jpg. 1280×720. pgl.gal.)
Ela retrata o filme “Sócrates” e, especificamente, o filósofo realizando sua atividade preferida: conversar com os seus discípulos. Sócrates sempre foi considerado um sábio, aquele que reconhecia a sua própria ignorância em relação a muitas concepções. Sobre Sócrates e seu método dialógico, é correto afirmar que:
A atitude filosófica socrática deixa de lado as crenças e passa a analisar os fatos de maneira crítica e racional.
A partir de suas discussões sobre cosmogonia e teogonia, a filosofia ganhou respaldo e passou a ser proferida nas chamadas universidades.
Com o seu trabalho sistemático e seus seguidores, a filosofia saiu do campo dogmático e atingiu, através de inúmeras obras, o campo acadêmico.
O espanto e a admiração pelo conhecimento e o reconhecimento da nossa capacidade de conhecer a verdade de fato são elementos essenciais de sua teoria.
“O mito não se importava com contradições, com o fabuloso e com o incompreensível, não só porque esses eram traços próprios da narrativa mítica, como também porque a confiança e a crença no mito vinham da autoridade religiosa do narrador. A filosofia, ao contrário, não admite contradições, fabulações e coisas incompreensíveis, mas exige que a explicação seja coerente, lógica e racional; além disso, a autoridade da explicação não vem da pessoa do filósofo, mas da razão, que é a mesma em todos os seres humanos.”
(CHAUÍ, Marilena. Filosofia. São Paulo: Ática. 2005. P. 25.)
Antes do surgimento da filosofia, a explicação para as questões humanas era fornecida pelos mitos. A filosofia busca fornecer provas coerentes. Nesse contexto, os estoicos, filósofos gregos do período Helenístico ou Alexandrino, afirmavam que:
O homem deve manter uma atitude negativa para com a vida e desprezo por convenções sociais, riqueza e prazeres.
O prazer é o verdadeiro bem; um prazer sem mesclas, sem dor, duradouro e estável, que permita ao homem ser dono de si mesmo.
A ética também se funda na ideia de autossuficiência. O indivíduo deve se bastar a si mesmo e buscar a felicidade, que é identificada com a virtude.
Uma vez que muitas ideias foram ditas sobre algo e que muitas pessoas acreditaram nelas, acaba-se perdendo a confiança de que uma verdade será alcançada.
Para Sócrates, existiam verdades universais válidas para toda a humanidade em qualquer espaço e tempo. Para encontrá-las, era necessário refletir sobre elas. Essa percepção da verdade como alcançável é um fator de diferenciação entre Sócrates e os sofistas.
O princípio da filosofia de Sócrates estava na frase "Conhece-te a ti mesmo", um oráculo universal dado pelo deus Apolo na mitologia grega. Antes de lançar-se em busca de qualquer verdade, o homem precisa se autoanalisar e reconhecer sua própria ignorância. O próprio Sócrates ao consultar o Oráculo de Delfos recebeu a mensagem de que ele era o mais sábio entre os gregos.
Sócrates percebeu que ele era sábio porque dentre os sábios, era o único que julgava não saber e buscava o verdadeiro conhecimento. Da afirmação de sua própria ignorância faz surgir a célebre frase: “Só sei que nada sei.”
Disponível em www. todamateria.com.br/metodosocratico-ironia-maieutica/, visualizado em 28out2021
Conclui-se da frase célebre de Sócrates que:
o ser humano está fadado a ter dificuldade para encontrar o conhecimento verdadeiro.
o conhecimento verdadeiro, segundo o filósofo, é alcançado por rigorosa percepção das coisas.
o objetivo seria questionar as crenças habituais, assumir sua ignorância e buscar um conhecimento verdadeiro.
a ideia era se tornar um ignorante para refutar ideias contrárias.
o conhecimento verdadeiro só seria possível para aqueles que tivessem sua mente como uma tábula vazia.
“Contextualizando-se este momento histórico, no qual a cultura helênica é povoada por um mito já decantado, a pergunta que se coloca é da seguinte ordem: como se passou ou se processou o alvorecer daquilo que se conhece por filosofia? Ou, em outros termos, seria o pensamento filosófico como um Adão sem pai e mãe terrenos (...) ou, contrariamente, um tubérculo suculento extraído do seio do mito?“
(SIQUEIRA BATISTA, Rodrigo. Mito, filosofia e medicina na Grécia antiga. Relações entre a poesia épica, a filosofia pré-socrática e a medicina de Hipócrates. Dissertação (mestrado) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Filosofia. p. 55).
Sobre a expressão “mito já decantado” no contexto do trecho citado, assinale a alternativa incorreta.
O tempo histórico se encarregou de separar, sem solução de continuidade, o mito e a filosofia
Mantém-se a ambiguidade analógica da separação entre mito e pensamento filosófico por um lado com a ideia de que a filosofia não poderia ter surgido se não fosse de um ambiente cultural homogêneo por outro, mas acaba por assumir a perspectiva histórica da continuidade de mito e filosofia
A ambiguidade da analogia da decantação só seria mantida com toda a verossimilhança se um fator exógeno fosse adicionado à imagem, tal como um evento não-natural como causa da decantação, que pudesse remeter à tese do milagre grego com força ao menos equivalente ao modo que facilmente remete à da continuidade histórica
O “mito decantado” corresponde à fixação histórica dos elementos de cultura como base ou solo comum para a paidéia grega, mas, não se pode dizer que tal decantação seja fruto de qualquer necessidade histórica, se se pretende manter a ambiguidade analógica válida para ambas correntes filosóficas, isto é, tanto para a da continuidade mito-filosofia quanto para a do chamado milagre grego
“Que é a metafísica? Comecemos com um esclarecimento do termo. É sabido que "metafísica" não é termo aristotélico (talvez tenha sido cunhado pelos peripatéticos, se não nasceu por ocasião da edição das obras de Aristóteles feita por Andrônico de Rodes, no século I a.C). Aristóteles usava, normalmente, a expressão filosofia primeira ou também teologia em oposição à filosofia segunda ou física. Mas o termo metafísica é certamente mais significativo, ou melhor, foi sentido como mais significativo e preferido pela posteridade, e assim definitivamente consagrado. A metafísica aristotélica é, com efeito, como logo veremos, a ciência que se ocupa das realidades que estão acima das físicas, das realidades transfísicas ou suprafísicas, e, como tal, opõe-se à física. E metafísica foi denominada definitivamente e de maneira constante, na trilha do pensamento aristotélico, toda tentativa do pensamento humano de ultrapassar o mundo empírico para alcançar uma realidade meta-empírica.” In: REALE, Giovanni. História da filosofia antiga II. Platão e Aristóteles. Trad: Henrique Claudio de Lima Vaz e Marcelo Perine. São Paulo: Loyola, 1994. p.335
Em relação à Metafísica, no contexto do pensamento aristotélico, está incorreto afirmar que
se ocupa das causas e dos princípios primeiros e supremos.
ocupa-se da alma enquanto enteléquia primeira de um corpo físico.
se pergunta pelo ser enquanto ser.
Indaga a substância.
ocupa-se de Deus e da substância supra-sensível.
Sobre o mito, sua função e importância na cultura helenística, e sua relevância para a filosofia nascente, assinale a alternativa correta.
O mito fornece o vocabulário e a gramática em termos dos quais as questões filosóficas e suas respostas são inteligíveis
O mito representa um tempo a ser superado e um modo de pensar que resiste e obstaculiza o desenvolvimento da ciência-filosofia
Ao fornecer um senso de propósito e valor moral, o mito indica o lugar do homem na natureza, mas não oferece razões, mesmo que de modo geral, do porquê as coisas são como são
Os mitos são construções imagéticas, frutos da genialidade típica de poucos povos na história, que só podem ser compreendidos a partir da imersão na própria cultura que lhe deu origem. Explicar a significação de um mito é o mesmo que criar um novo mito, na medida em que a própria imersão na cultura originária já caracteriza uma potencial distorção do próprio objeto de investigação
Desde a Antiguidade Grega, os grandes pensadores preocupavam-se com o problema do conhecimento desenvolvendo então várias teorias do conhecimento.
Quanto ao Idealismo, pode-se afirmar que:
entende o conhecimento como uma representação.
as percepções que temos dos objetos são reais.
o objeto é determinante no processo do conhecimento.
a percepção da realidade é produzida pelas nossas ideias e pela nossa consciência.
o conhecimento ocorre por uma apreensão imediata das características dos objetos.
Segundo análise do historiador e filósofo francês Jean-Pierre Vernant (1914-2007), o momento histórico da Grécia antiga em que se afirma a utilização do lógos para resolver os problemas da vida estaria vinculado ao surgimento da pólis, cidade-estado grega. Ao encontro dessa temática, analise as afirmativas abaixo e, diante de cada uma, escreva V, se for verdadeira, e F, se for falsa às assertivas relacionadas ao contexto do surgimento do lógos e das cidades-estados gregas:
( ) Uma das características da pólis grega era a prática constante da discussão política em praça pública pelos cidadãos.
( ) Na pólis grega – dado o fato da prática da democracia e da isonomia – todos os seus habitantes eram detentores do direito de participarem das discussões na Ágora e decidirem os destinos da cidade através da prática do consenso e do dissenso.
( ) A pólis, entendida como criação dos próprios cidadãos com a participação dos deuses, podia ser explicada e organizada de forma racional, isto é, de acordo com a razão.
( ) A vida comercial, o uso da moeda, a invenção do alfabeto e da democracia, por exemplo, tiveram pouca importância para o desenvolvimento do lógos, quando comparado com a radicalidade representada pela ruptura dos gregos com o pensamento mítico na época dos filósofos da Jônia.
( ) Conforme analisa o historiador francês Pierre Grimal (1912-1996) em A mitologia grega: O mito se opõe ao lógos tal qual como a fantasia se opõe à razão, como a palavra que narra à palavra que demonstra. Lógos e mito são as duas metades da linguagem, duas funções igualmente fundamentais da vida do espírito.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
V – F – V – F – V.
V – V – V – F – F.
V – V – F – F – V.
F – F – V – V – V.
F – V – V – V – F.
Boécio foi o último representante da filosofia romana clássica. Recebeu uma formação cristã e professou o cristianismo; entretanto, foi para Atenas a fim de completar a sua formação literária, filosófica e científica. Dentre as principais obras de Severino Boécio, podemos citar:
A Consolação da Filosofia.
Vidas Paralelas.
Pensamentos.
As Confissões.
No contexto da filosofia clássica, um dos mais importantes filósofos foi Platão. Dentre suas mais conhecidas contribuições para o ocidente, está a teoria do mundo das ideias, que foi apropriada pelos patriarcas do cristianismo como São Tomás de Aquino. É CORRETO afirmar que, na filosofia de Platão:
O diálogo o Banquete imortalizou a figura de Sócrates como filósofo, isso é, como o homem que procura, a um só tempo, por seu discurso e por seu modo de vida, aproximar-se e fazer aproximar-se dos outros dessa maneira de ser, desse estado ontológico transcendente que é a sabedoria.
Retrata-se a filosofia como forma de vida no Liceu. Em outras palavras, o amor é criador e fecundo.
Na dimensão epistemológica, a lógica é uma alegoria a respeito das duas principais formas de conhecimento: na teoria das ideias, Platão distingue o mundo ultrassensível dos fenômenos e o mundo inteligível das ideias.
Na Metafísica e na Ética a Nicômaco, apresenta a finalidade do conhecimento ou ciência - episteme - e da ação - práxis e poiesis.
Conforme Marilena Chauí, os principais períodos da Filosofia são datados e subdivididos como se segue: Filosofia Antiga (do século VI a. C. ao século VI d. C.); Filosofia Patrística (do século I ao século VII); Filosofia Medieval (do século VIII ao século XIV); Filosofia da Renascença (do século XIV ao século XVI); Filosofia Moderna (do século XVII a meados do século XVIII); Filosofia da Ilustração ou Iluminismo (meados do século XVIII ao começo do século XIX) e Filosofia Contemporânea (meados do século XIX até os dias atuais). Qual é a alternativa que não corresponde à caracterização do respectivo período filosófico?
Filosofia antiga: Compreende os quatro períodos da Filosofia greco-romana, indo dos pré-socráticos aos grandes sistemas do período iluminista.
Filosofia patrística: Inicia-se com as Epístolas de São Paulo e o Evangelho de São João. A patrística resultou do esforço dos dois apóstolos intelectuais (Paulo e João) e dos primeiros Padres da Igreja para conciliar a nova religião – o Cristianismo.
Filosofia medieval: Abrange pensadores europeus, árabes e judeus. É o período em que a Igreja Romana dominava a Europa, ungia e coroava reis, organizava Cruzadas à Terra Santa. Teve como influências principais Platão e Aristóteles.
Filosofia moderna: Esse período é conhecido como o Grande Racionalismo Clássico.
Filosofia contemporânea: Abrange o pensamento filosófico que vai de meados do século XIX e chega aos nossos dias. Parece ser o mais complexo e o mais difícil de se definir, pois as diferenças entre as várias filosofias ou posições filosóficas nos parecem muito grandes porque as estamos vendo surgir diante de nós.
"O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são." Protágoras
Com este pensamento Protágoras afirma:
que não existe uma verdade universal.
que o homem será avaliado por seus atos e atitudes.
que toda verdade é universal e não existe relativismo.
que não há como refutar qualquer afirmação ou negação.
que toda verdade é absoluta.
Heráclito e Parmênides foram dois filósofos pré-socráticos, que possuíam diferentes opiniões sobre o ser.
Assinale a alternativa CORRETA
Para Parmênides a linguagem jamais pode captar o que é a coisa de forma que o logos não exprime o ser. Para Heráclito a linguagem exprime o ser
Para Heráclito o ser não pode ser e não-ser ao mesmo tempo. Para Parmênides o ser é e não é ao mesmo tempo
Para Parmênides o ser é imutável. Heráclito acreditava que o ser está em constante mudança
Heráclito acreditava que o princípio de todas as coisas era o ser. Parmênides acreditava que era o fogo
Parmênides acreditava que a verdade estava no vir a ser, no movimento. Para Heráclito a verdade está no ser, para além dos fenômenos