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No que diz respeito ao estoicismo, considere as seguintes afirmações:
I. O bem moral é aquilo que incrementa o logos e o mal é aquilo que lhe causa dano.
II. A conduta moral não está associada à busca da apatia, da impassibilidade.
III. O homem deve viver de acordo com sua natureza.
IV. A vontade humana não deve se conformar à ordem divina.
Está correto somente o que se afirma em
Leia o texto a seguir:
“Os Sofistas surgem na Grécia antiga, século V a. C. na passagem da oligarquia para a democracia. São os mestres de retórica e oratória, muitas vezes mestres itinerantes, que percorrem as cidades-estados fornecendo seus ensinamentos, sua técnica, suas habilidades aos cidadãos em geral. Eram relativistas. Sócrates também ensinava nas praças públicas através de perguntas e respostas que despertavam a verdade que está no interior de cada um. Sócrates afirmava que a opinião (doxa) é uma expressão individual, já o conhecimento (episteme) é universal. Desta forma, os sofistas ensina-vam a retórica para convencer aos outros que sua opinião é a melhor e Sócrates ensinava a dialética, que através de questionamentos (só sei que nada sei) levava ao conhecimento verdadeiro” (MAR-CONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 42-48. Adap-tado).
De acordo com o texto acima, Sócrates não era um sofista, pois ele
As afirmativas a seguir tratam da tripartição da alma em Aristóteles. Analise-as.
I. É o princípio mais elementar da vida, ou seja, o princípio que governa e regula as atividades biológicas.
II. Os animais possuem sensações, apetites e movimentos.
III. É o pensamento e as operações a ele ligados, como a escolha racional.
Cada afirmativa anterior se relaciona, respectivamente, a qual parte?
No livro II da Ética a Nicômaco, o filósofo grego Aristóteles realiza um grande trabalho em vista de conceituar o que é a virtude moral.
De acordo com tal trabalho conceitual, a virtude moral caracteriza-se como
algo adquirido pelo homem mediante o ensino.
uma capacidade inata da alma.
algo que se gera por natureza, não por hábito.
uma disposição de caráter da alma quanto ao seu gênero.
Quando soube daquele oráculo, pus-me a refletir assim: “Que quererá dizer o Deus? Que sentido oculto pôs na resposta? Eu cá não tenho consciência de ser nem muito sábio nem pouco; que quererá ele então significar declarando-me o mais sábio? Naturalmente não está mentindo, porque isso lhe é impossível”. Por longo tempo fiquei nessa incerteza sobre o sentido; por fim, muito contra meu gosto, decidi-me por uma investigação, que passo a expor.
(PLATÃO. Defesa de Sócrates. Trad. Jaime Bruna. Coleção Os Pensadores. Vol. II. São Paulo: Victor Civita, 1972, p. 14.)
O texto acima pode ser tomado como um exemplo para ilustrar o modo como se estabelece, entre os gregos, a passagem do mito para a filosofia. Essa passagem é caracterizada:
pela transição de um tipo de conhecimento racional para um conhecimento centrado na fabulação.
pela dedicação dos filósofos em resolver as incertezas por meio da razão.
pela aceitação passiva do que era afirmado pela divindade.
por um acento cada vez maior do valor conferido ao discurso de cunho religioso.
pelo ateísmo radical dos pensadores gregos, sendo Sócrates, inclusive, condenado por isso.
A quem não basta pouco, nada basta.
EPICURO. Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1985.
Remanescente do período helenístico, a máxima apresentada valoriza a seguinte virtude:
Esperança, tida como confiança no porvir.
Justiça, interpretada como retidão de caráter.
Temperança, marcada pelo domínio da vontade.
Coragem, definida como fortitude na dificuldade.
Prudência, caracterizada pelo correto uso da razão.

Na perspectiva do desenvolvimento histórico da filosofia, um texto que aborda Sócrates e os sofistas, de uma maneira geral, poderia ser, adequadamente, intitulado de que modo?
“Os filósofos de Mileto haviam notado o ‘dinamismo universal’ das coisas que nascem, crescem e perecem, bem como do mundo – aliás, dos mundos –, submetido ao mesmo processo. Além disso, haviam pensado o dinamismo como característica essencial do próprio ‘princípio’ que gera, sustenta e reabsorve todas as coisas. Entretanto, não haviam levado adequadamente tal aspecto da realidade ao nível temático. E é precisamente isso o que faz Heráclito.” (Reale, 1990. V 1. p. 35.) Analise as afirmativas a seguir.
I. “‘Tudo se move’, ‘tudo escorre’ (panta rhei), nada permanece imóvel e fixo, tudo muda e se transmuta, sem exceção.”
PORQUE
II. “Não se pode descer duas vezes o mesmo rio e não se pode tocar duas vezes uma substância mortal no mesmo estado, pois, por causa da impetuosidade e da velocidade da mudança, ela se dispersa e se reúne, vem e vai.”
Assinale a alternativa correta.