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Considerando o trecho c) e a doutrina ética kantiana, é correto afirmar que a teoria ética de Kant desemboca em uma regra universal já preconizada pelo catolicismo, na medida em que é redutível ao princípio religioso: não faças ao próximo aquilo que não queira que os outros façam a ti.
Considerando o trecho b) e a doutrina ética kantiana, é correto afirmar que a ação por puro dever é, em última análise, moralmente idêntica à ação em conformidade ao dever, pois, embora seja duvidoso que estas últimas aconteçam verdadeiramente por dever, todas as ações humanas são feitas seguindo algum princípio.
Segundo Kant, a estética transcendental é uma ciência de todos os princípios da sensibilidade estabelecidos a priori, na qual existem duas formas puras de intuição sensível: as noções puras de espaço e as de tempo.
Considerando o trecho a), é correto afirmar que a ética kantiana se direciona na realidade para uma ética do desinteresse, em que a boa vontade é boa sem limites, precisamente por ser uma manifestação da razão puramente prática e por cumprir o dever unicamente pelo dever.
Para Kant, a proposição de que toda mudança tem que ter uma causa é
um juízo sintético e a priori.
um juízo analítico, puro e a priori.
uma regra e não propriamente um juízo.
uma proposição analítica, mas a posteriori.
uma antinomia da razão pura.
Na Crítica da Razão Pura, Kant assevera que uma das utilidades de seu empreendimento crítico consiste em
anular qualquer pretensão de se admitir um uso puro prático da razão, na medida em que limita a meros fenômenos tudo aquilo que podemos pensar.
abrir um espaço para o uso prático da razão, ao operar a transformação das idéias transcendentais regulativas em formas a priori da intuição.
limitar o uso teórico da razão aos fenômenos, ao demonstrar que a intuição e os conceitos relativos àqueles se regulam pela natureza dos objetos.
admitir o uso prático da razão, ao distinguir entre aquilo que podemos conhecer teoricamente e aquilo que podemos apenas pensar.
demolir o dogmatismo, que postula a necessidade de uma ciência que determine, a priori, a possibilidade, os princípios e o âmbito de todos os conhecimentos.
O imperativo categórico possui uma fundamentação empírica segundo a filosofia kantiana.
A ética kantiana é eudemonista, ou seja, que visa a felicidade.
Pode-se conceber o sentido de transcendental em Kant como sendo a posteriori.
Kant se ocupou exclusivamente do problema do conhecimento, em detrimento da faculdade do sentimento e do juízo estético.
A filosofia da Kant estipula a existência de juízos sintéticos a posteriori.
A solução de Kant para o problema do conhecimento envolve, em alguma medida, a estipulação de categorias para o entendimento.
Ao obedecer às normas e às leis que propôs a si mesmo, o homem encontra a possibilidade de sua autonomia, ou seja, da liberdade.
O imperativo categórico, formulado por Kant, afirma a autonomia da vontade como princípio universal de conduta.
Kant procurou formular uma filosofia moral pura, ou seja, despida de tudo que seja empírico.
É correto afirmar que o segundo texto de Kant expressa, em alguma medida, algum elemento externo, não subjetivo, na constituição do conhecimento.
O conhecimento a priori depende exclusivamente da experiência.