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Considerando o debate na história da filosofia sobre o conceito de filosofia e a arte de filosofar, assinale a alternativa que representa a visão do filosofo alemão Immanuel Kant.
A Filosofia nunca é, ela vai sendo.
Dualidade entre alma e corpo pertencente ao mundo inteligível.
É a contestação de uma ideia, apresentando um pensamento que refuta às evidências.
Jamais é possível entender qualquer filosofia, mas sim a filosofar, praticando a capacidade da razão na obediência de seus conceitos absolutos.
Como nada é permanente, tudo flui, tudo muda, portanto, a filosofia é a arte de compreender essa complexidade.
Sobre o pensamento de Kant, fala-se de filosofia crítica e de filosofia transcendental: “(...) ‘transcendental’ porque a teoria do conhecimento não poderia tratar de objetos particulares, mas da necessidade lógica e das condições universais do conhecimento enquanto tal.”
(REIS, J. C. A Crítica Histórica Da Razão: Dilthey Versus Kant. In: Memória, Identidade e Historiografia. Textos de história. vol. 10, 1 /
Quanto às razões do seu caráter crítico, assinale a alternativa que descreve corretamente.
Crítico por se tratar, sobretudo, de uma investigação que se mantém nos limites da própria capacidade do conhecimento humano, apresentando as razões pelas quais este conhecimento é possível
Crítico por considerar o conhecimento humano um saber limitado, indigno de ser chamado científico na medida em que ciência é saber universal e necessário. A demonstração da impossibilidade da Metafísica como ciência, como se observa já no prefácio da Crítica da Razão Pura, serve ao propósito da demonstração das razões pelas quais não se pode confiar na capacidade do conhecimento
É crítico na medida em que evidencia a menoridade de seus interlocutores, que não ousam fazer uso da própria razão. Fazer ciência é denunciar os dogmatismos e mesmo o ceticismo cínico de sua época
É crítico por demonstrar a impossibilidade da Metafísica como ciência, logo quando a Metafísica estava na fundação do próprio racionalismo que predominava nas ciências desde Descartes, passando por Wolff e Leibnitz
Denominamos sensibilidade a receptividade de nossa mente para receber representações na medida em que é afetada de algum modo; em contrapartida, denominamos entendimento ou espontaneidade do conhecimento a faculdade do próprio entendimento de produzir representações. A nossa natureza é constituída de um modo tal que a intuição não pode ser senão sensível, isto é, contém somente o modo como somos afetados por objetos, enquanto o entendimento é a faculdade de pensar o objeto da intuição sensível. Desse modo, tanto é necessário tornar os conceitos sensíveis, quanto tornar as suas intuições compreensíveis.
KANT, I. Crítica da Razão Pura. 5. ed. Trad.: Manuela Pinto e Alexandre Morujão. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001 (adaptado).
Considerando a teoria do conhecimento em Kant, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Sem a sensibilidade nenhum objeto nos seria dado, e sem entendimento, nenhum seria pensado.
PORQUE
II. A sensibilidade nos fornece os dados da experiência, e o entendimento lhes dá unidade conceitual permitindo-nos pensá-los.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
Considerando a doutrina de Kant acerca da ética, assinale a opção correta.
A ética é limitada a determinado grupo social.
A ética independe da razão.
A ética está relacionada à religião e ao divino.
A ética é impessoal, no sentido de ser aplicável para todos de forma uniforme.
A ética é variável de acordo com as consequências da conduta.
A maior parte dos historiadores da Filosofia considera Emanuel Kant como o principal filósofo da era moderna e atribui a ele a afirmação de que uma das finalidades relevantes da Filosofia é proporcionar:
o prestígio intelectual.
o fim das ilusões da ciência.
a segurança jurídica aos Estados.
a racionalidade coletiva.
a felicidade humana.
As ações nunca derivam apenas da razão, elas precisam ter uma fonte não racional.
Certo
Errado
O filosofo Immanuel Kant, ao refletir sobre a Filosofia Moral, faz menção de que devemos “agir de maneira que nossa ação possa tornar-se universal”. Ao fazer essa declaração, o filosofo está apresentando a ética como:
A busca da harmonia individual, de alguma forma de felicidade.
A busca da harmonia universal, da felicidade do cidadão participativo.
Um agir coletivo visando um ethos universal.
Uma ciência universal que revela o “ente” singular em uma intenção programada e eurocêntrica.
Justiça, verdade universal, uma revelação do conhecimento prático, uma busca do belo em si e para si.
A lei moral é descritiva.
Certo
Errado
Para Kant, de acordo com o trecho citado, a faculdade da razão pura é limitada pelo fato de
ocupar-se do conhecimento a priori das coisas em si e do suprassensível, ambos indemonstráveis.
não possuir a capacidade para determinar se o mundo existe desde toda eternidade.
ser inevitavelmente conduzida a conclusões contraditórias, ao pensar sobre o mundo como totalidade.
ser impossível saber se pode ser ampliada ou deve ser assujeitada por barreiras seguras
conforma-se à simples percepção dos sentidos para produzir um conhecimento efetivo sobre o mundo.
Immanuel Kant foge às tensões entre racionalismo e empirismo, uma vez que sua Crítica da Razão Pura se refere às duas perspectivas.
Certo
Errado
Para Kant, o agir bem contém a possibilidade de levar a boa ação. Ou seja, quando agimos, devemos seguir uma regra que nós mesmos desejamos que seja tomada por todas as outras pessoas como regra de suas ações. Este agir ético é chamado pelo filósofo como:
Ética transcendental.
Imperativo categórico.
Metafísica dos costumes.
Espírito absoluto.
Vontade geral.
Na filosofia moral de Kant, a satisfação dos desejos está necessariamente vinculada à liberdade de conduta do indivíduo.
Certo
Errado
Kant escreve sua Crítica da Razão Pura para responder, entre outras, à pergunta de como a ciência é possível.
Certo
Errado
“Chamo transcendental a todo o conhecimento que em geral se ocupa menos dos objetos, que do nosso modo de os conhecer, na medida em que este deve ser possível a priori.” In: KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. 5.ed. Tradução de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. § B25
No trecho acima, Kant define o sentido do termo transcendental. Nesse sentido, é correto afirmar que o transcendental é
um saber que não se ocupa de objetos, mas de verdades últimas sobre Deus e a imortalidade da alma.
um conhecimento da nossa interioridade pessoal e existencial.
aquilo que ultrapassa o mundo dos fenômenos, levando-nos ao conhecimento da coisa-em-si.
um conhecimento do sujeito empírico que é condição para a existência da filosofia.
um conhecimento do sujeito e das condições de possibilidade de todo conhecer.
Segundo Immanuel Kant, juízos estéticos são aqueles que se relacionam a uma satisfação interior contemplativa e que decorre de representações ou intuições, com isso ele traz um novo conceito acerca do belo.
Assinale a alternativa CORRETA.
O belo é caracterizado apenas como um objeto
O belo é algo que deve trazer satisfação a um grande número de pessoas
O belo nasce da relação do sujeito com o objeto
O belo está apenas no mundo das ideias
O belo é a imitação da arte
Sobre a concepção de justiça para alguns dos filósofos ocidentais, faça a associação correta entre a primeira e a segunda coluna:
Primeira coluna: nome do filósofo
1- John Rawls (1921-2002)
2- Immanuel Kant (1724-1804)
3- Platão (427-347 a.C.)
4- Aristóteles (384-322 a.C.)
5- David Hume (1711-1776)
Segunda coluna: concepção de justiça
( ) A utilidade e o fim da justiça é propiciar a felicidade e a segurança, mantendo a ordem na sociedade.
( ) Corrobora a definição romana de justiça que corresponde ao respeito a uma norma já estabelecida.
( ) Utilizá-la não só em relação a si mesmo, mas também em relação aos outros.
( ) Ela não passa de condição para possibilitar a convivência e a ação conjunta dos homens: condição que vale para qualquer comunidade humana, mesmo para um grupo de malfeitores.
( ) Pretende com a justiça como equidade falar de uma noção razoável de justiça, que permita mediar a convivência política através do contrato - fazendo acordos mútuos entre as pessoas em iguais condições. Na justiça como equidade, o conceito do certo vem antes do conceito de bom.
Assinale a alternativa apresenta a correta associação entre as colunas:
5 – 2 – 4 – 3 – 1.
1 – 3 – 4 – 2 – 5.
5 – 4 – 2 – 1 – 3.
2 – 5 – 3 – 4 – 1.
3 – 4 – 5 – 1 – 2.
Segundo Kant, o conhecimento é constituído por algo que recebemos de fora e por algo que já existe em nós. Kant chama esses elementos de o(a):
Marque a alternativa CORRETA:
Fantasia e a realidade.
Costume e a cultura.
“Eu” e o “não eu”.
“A priori” e o “a posteriori”.
Ideia e a doutrina.
Dos filósofos abaixo relacionados, no âmbito da ética, a quem é atribuída a citação: "Duas coisas enchem o ânimo de admiração e veneração sempre novas e crescentes, quanto mais frequentemente e com maior assiduidade delas se ocupa a reflexão: o céu estrelado sobre mim e a lei moral em mim. Esta começa no meu invisível eu, na minha personalidade e expõe-me num mundo que tem a verdadeira infinidade, mas que só se revela ao entendimento"?
Friedrich Hegel.
Tomás de Aquino.
Max Scheler.
Immanuel Kant.
Filósofo natural de Konigsberg, Alemanha, viveu entre 1724 e 1804. Sintetizou os pensamentos empiristas, racionalistas e céticos, criou uma nova forma de filosofar: o criticismo.
Immanuel Kant
Francis Bacon
Descartes
David Hume
Kierkegaard
O imperativo ____________________ em Kant é uma forma a priori, pura, independente do útil ou prejudicial. É uma escolha voluntária racional, por finalidade e não causalidade. Superam-se os interesses e impõe-se o ser moral, o dever. O dever é o princípio supremo de toda a moralidade.
A alternativa que preenche corretamente a lacuna é:
categórico
hipotético
moral
arbítrio