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Os desvios no conteúdo da leitura e da escrita incluem alterações no ritmo da leitura e disgrafia.
É muito provável que uma criança que leva à escola seu sistema de linguagem oral desorganizado, encontre problemas de aprendizagem de leitura e de escrita.
São aspectos freqüentemente apontados como desencadeadores de problemas de aprendizagem, EXCETO:
alterações fonético-articulatórias.
transtornos do déficit de atenção com ou sem hiperatividade associada.
alterações nas habilidades de processamento auditivo.
distúrbios do sono, como os observados em respiradores orais.
alterações no sistema fonológico.
Na quase totalidade dos casos, crianças com distúrbios no aprendizado da leitura e da escrita podem não apresentar dificuldades em tarefas visuais de análise e de síntese, como ao montar um quebra-cabeça, por exemplo.
Na aprendizagem da linguagem escrita, podem ocorrer desordens de integração visual-motora — disgrafia —, mas não ocorre a deficiência de formulação e sintaxe, na qual o paciente não organiza as idéias adequadamente ao escrever, mesmo sendo eficiente na utilização do código oral.
Dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita podem ser provocadas por distúrbios de discriminação auditivos, que impedem a análise fonética, fazendo que a criança não perceba, por exemplo, semelhanças entre sons iniciais e finais, como em “som” e “tom”; “tio” e “tia”.
As condições necessárias para a aprendizagem, que podem ser externas ou internas, incluem a integridade motora, sensorioperceptual e socioemocional.
Relacionando-se as condições externas e internas da aprendizagem, no início do diagnóstico, é plausível levantar-se a hipótese de que o fator provável desses distúrbios seja a ausência de integridade motora e(ou) sensorioperceptual ou socioemocional.
No caso de constatação da necessidade de terapia, não se deve considerar a motivação para a escrita, já que esta só ocorre na medida em que assume algum significado para o paciente.
A necessidade de um processo diagnóstico é determinada pela existência de sinais e sintomas que comprometam, em sentido estrito, a forma e, em sentido amplo, a funcionalidade da comunicação oral.
Distúrbios do aprendizado da leitura e da escrita podem ser causados por determinação genética ou por lesão cerebral.
Ingram (1964) dividiu os leitores disléxicos em:
audioespaciais e visuofonéticos;
audioespaciais e visuoespaciais;
audiofonéticos e visuoespaciais;
audiofonéticos e visuofonéticos;
espaçovisuais e audioespaciais.
Uma professora, portadora de nódulos vocais, apresentando voz rouco-soprosa, redução de freqüência e de intensidade, além de fadiga vocal, procura tratamento fonoaudiológico. Se o terapeuta propõe exercícios para modificar a coaptação glótica e o grau de compressão medial, ele está optando por uma terapia:
psicológica;
etiológica;
sintomática;
fisiológica;
eclética.
Os fatores que devem ser pesquisados para possível diagnóstico de um distúrbio do aprendizado de leitura e escrita, são:
integridade motora, moral e profissional;
integridade moral, sócio-emocional e motora;
integridade motora, profissional e sensório-perceptual;
integridade motora, sensório-perceptual e sócioemocional;
integridade motora, moral e sensório-perceptual.
O professor deve ter a capacidade de transmitir pensamentos através de palavras. Se ele não desenvolver essa capacidade, ocorrerá falha na:
Com relação ao BERA, são verdadeiras as afirmativas abaixo, EXCETO:
considerada a grande arma na identificação das perdas auditivas, sejam elas do tipo que forem, a audiometria de tronco cerebral é um método de fácil aplicação cujas respostas são estáveis e reprodutíveis;
cinco padrões devem ser avaliados no BERA: formato das curvas, presença ou não de cada onda nas várias intensidades, período de latência, valor da amplitude de cada onda e correlação entre os dados obtidos com estímulos unilaterais;
é um método de eleição para ser utilizado com pacientes não cooperativos;
o BERA não pode ser considerado um método de fácil aplicação;
o BERA é o mesmo que audiometria tronco cerebral.
Para o preenchimento correto da lacuna da frase "A principal diferença é que, nas línguas orais, os vocábulos são organizados seqüencialmente - como uma seqüência linear de elementos sonoros - enquanto que na ______ os elementos são organizados como uma combinação de componentes que ocorrem simultaneamente" (PEREIRA, 1993), tem de ser usado o que está expresso na opção:
comunicação total verdadeira;
língua de sinais;
oralismo;
comunicação imediata;
comunicação imediata total.
Os educadores devem observar e encaminhar a criança quando aparecerem as trocas de sons na pronúncia ou trocas de letras na escrita, pois pode estar ocorrendo falha na qualidade ou quantidade da sua:
Para o preenchimento correto da lacuna da frase "Atividades de equilíbrio estático e dinâmico, como ficar num pé só, favorecem a _____" tem de ser usado o que está expresso na opção:
motricidade fina;
discriminação auditiva;
motricidade geral;
seqüência temporal;
memória auditiva.