Questões de Concurso sobre Fundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura

 
 
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Segundo Freitas et al. (2019), a grande falha do historiador está em utilizar poucas variedades analíticas possíveis na leitura do tempo físico ou mensurável, que estaria normalmente vinculado ao seu caráter meramente contextual e explicativo, numa espécie de cenário no qual o objeto maior está localizado. Nesse contexto, é necessário saber diferenciar o tempo físico do tempo subjetivo. São características do tempo físico, EXCETO:


A

Externo


B

Irreversível


C

Matemático


D

Descontíinuo


E

Da natureza

O processo de ensino e aprendizagem da História no Ensino Fundamental – Anos Finais está pautado por três procedimentos básicos:


I. Pela identificação dos eventos considerados importantes na história do Ocidente [...], ordenando-os de forma cronológica e localizando-os no espaço geográfico.

II. Pelo desenvolvimento das condições necessárias para que os alunos selecionem, compreendam e reflitam sobre os significados da produção, circulação e utilização de documentos [...].


(BRASIL/Ministério da Educação. BNCC – Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)


O terceiro procedimento básico está relacionado


A

ao estudo da mobilidade populacional, com suas diferentes formas de inserção ou marginalização nas sociedades estudadas, com foco nos povos de civilizações culturalmente mais desenvolvidas.


B

ao desenvolvimento de competências necessárias ao ofício do historiador, para que, com base na racionalidade eurocêntrica, sejam erigidas as bases necessárias da cidadania ocidental.


C

ao reconhecimento de diferentes versões de um mesmo fenômeno, avaliando os argumentos apresentados, com vistas ao desenvolvimento de habilidades necessárias para a elaboração de proposições próprias.


D

à valorização da história nacional republicana, considerando-se o protagonismo de diferentes sujeitos ao longo dos séculos, especialmente aos acontecimentos políticos de maior repercussão para o Brasil.


E

ao estudo das formas de registro da História, desde a Idade Antiga até a Idade Contemporânea, inserindo o Brasil na História Universal, a partir das Grandes Navegações, no contexto geral da Idade Moderna.

Marc Bloch foi um renomado historiador francês que se destacou por ser um dos fundadores da Escola dos Annales.

Nascido no dia 6 de julho de 1886, na cidade de Lyon, França, o judeu Marc Léopold Benjamim Bloch era filho do Professor de História Antiga Gustave Bloch. Durante sua formação acadêmica, estudou em Paris, Berlim e Leipzig. Trabalhou durante alguns anos como pesquisador na Fundação Thiers, mas teve que interromper suas atividades para combater na Primeira Guerra Mundial. Foi soldado de infantaria e chegou a receber uma condecoração militar por mérito após ser ferido em batalha.


O historiador francês, Marc Bloch, conceituava a historia como:


A

Uma ciência que estuda a ordem cronológica.


B

Uma ciência que estuda as sociedades no tempo.


C

Um ciência que estuda o espaço e o tempo.


D

Uma ciência que estuda as formas de comportamento humano.

Em relação ao tempo histórico, analise as afirmativas a seguir.


I. Enquanto o tempo histórico é uma medida linear e quantitativa do tempo; o tempo cronológico é qualitativo e interpretativo, buscando entender o significado e o contexto dos eventos.

II. O tempo histórico é a interpretação qualitativa dos eventos passados, que vai além das datas e busca entender o contexto, as causas e as consequências dos acontecimentos.

III. A história é dividida em períodos específicos, como Pré-História, Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea, facilitando a análise e compreensão dos eventos e processos históricos.

IV. Além do tempo histórico e cronológico, existem outras formas de medir o tempo, como o geológico, biológico, psicológico, cultural e cósmico, cada um oferecendo perspectivas únicas sobre a história e a existência humana.

V. O tempo histórico é crucial para compreender a continuidade e a mudança nas sociedades humanas, identificando padrões, causas e consequências dos eventos passados. Além disso, ele contextualiza o presente e auxilia na tomada de decisões informadas.


Está correto o que se afirma apenas em


A

I e III.


B

IV e V.


C

I, II e V.


D

II, III e IV.


E

II, III, IV e V.

É comum encontrarmos nos livros das séries iniciais do ensino fundamental capítulos introdutórios sobre as medidas usadas para a localização do tempo, e estas, ao que tudo indica, são ensinadas no início do ano letivo por intermédio de alguns exercícios sobre a contagem dos séculos, com destaque à aprendizagem de algarismos romanos.


(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)


Segundo Bittencourt, a periodização mencionada pelo excerto


A

é insuficiente para o entendimento de tempo histórico.


B

possibilita a conceituação rigorosamente o tempo geológico.


C

impede que se compreenda a relação presente-futuro.


D

considera a importância do conceito de micro-história.


E

inibe o reconhecimento da função da história escolar.

“Assim a palavra evento. De minha parte, quisera acantoná-la, aprisioná-la na curta duração: o evento é explosivo, ‘novidade sonante’, como se dizia no século XVI. Com sua fumaça excessiva, enche a consciência dos contemporâneos, mas não dura, vê-se apenas sua chama.”


(BRAUDEL, Fernand. Escritos sobre a História. São Paulo: Perspectiva. 2005. p. 45.)


Considerando o ‘tempo dos eventos’ no contexto da concepção das temporalidades do historiador francês Fernand Braudel (1902- 1985), assinale a afirmativa correta.


A

A curta duração não pode ser compreendida negligenciando completamente a média e a longa duração, pois os eventos imediatos ocorrem dentro de estruturas mais profundas que os condicionam.


B

A curta duração é a mais relevante para a análise histórica, pois representa os eventos que efetivamente causam mudanças estruturais, sem a necessidade de considerar a longa e a média duração.


C

A curta duração é independente das outras temporalidades, pois sua natureza efêmera impede que suas consequências sejam determinadas por fatores estruturais de maior alcance.


D

A curta temporalidade pode ser analisada de modo autônomo, pois os acontecimentos históricos são melhor compreendidos quando examinados isoladamente, sem as amarras da longa duração.


E

A curta duração, por representar a sucessão contínua de eventos diários, pode ser considerada a categoria mais apropriada para fornecer uma explicação coerente para os processos históricos.

Em relação ao conceito de “memória histórica”, assinale a alternativa correta.


A

A memória histórica é sempre baseada em fatos objetivos e incontestáveis.


B

A memória histórica é caracterizada por não sofrer alterações ao longo do tempo.


C

A memória histórica é marcada pela construção social e é influenciada por grupos e contextos.


D

A memória histórica deve ser ignorada em favor da análise de documentos oficiais e pessoais.


E

O conceito de memória histórica é individual, sem qualquer relação com o coletivo.

É um testamento histórico, com profundas relações filosóficas, representando tudo que pode evocar o passado, memórias, atos registrados. Possui a característica de se associar ao poder de perpetuação, seja de forma voluntária ou involuntária, da sociedade histórica. Em outras palavras, é um legado da memória coletiva e remete a testemunhos que, em sua maioria, permanecem não documentados. O trecho refere-se ao(à):


A

História cultural.


B

Monumento.


C

Método de pesquisa científica.


D

Historiografia.

O conceito de Tempo Histórico é fundamental nos estudos historiográficos, pois permite compreender que os acontecimentos são analisados a partir de sua relevância, impacto e contexto, ao contrário do tempo cronológico, que se limita à organização sequencial e linear de dias, anos e séculos. Com base nisso, o conceito de tempo histórico se distingue do tempo cronológico ao:


A

Interpretar mudanças e permanências em diferentes períodos históricos, com base na relevância social, cultural, política e econômica dos acontecimentos.


B

Relacionar-se exclusivamente com a medição objetiva de anos e séculos, desconsiderando a subjetividade das interpretações históricas.


C

Adaptar eventos históricos para encaixá-los em períodos estáticos, sem levar em conta transformações sociais ou culturais.


D

Concentrar-se apenas em eventos políticos e econômicos globais, excluindo a análise dos aspectos cotidianos de sociedades antigas e periféricas.


E

Espelhar a linearidade dos acontecimentos históricos, sem preocupação com os contextos sociais, culturais ou ideológicos que os circundam.

O patrimônio histórico cultural de uma sociedade é o conjunto de bens materiais e imateriais que têm valor histórico e são relevantes para a cultura, a memória e a identidade de um povo. Considerando esse tema, analise as afirmações a seguir:


I. O Museu Regional dos Inhamuns e o Memorial do Cólera são equipamentos culturais que guardam aspectos da história dos habitantes da região.

II. Os sítios arqueológicos existentes no município de Tauá são atrativos turísticos, mas não possuem valor cultural.

III. Por se tratar do maior criador de ovino-caprinos do estado, em Tauá desenvolveu-se uma culinária na qual a carne de carneiro é um marco.

IV. A Igreja de Jesus, Maria e José, na Vila de Marrecas, distrito de Tauá, tem relevante valor histórico por ser do início do século XVIII.


É correto o que se afirma em


A

I, II e III apenas.


B

I, II, III e IV.


C

II e IV apenas.


D

I, III e IV apenas.

Nas últimas décadas do século passado tornou-se mais preciso e evidente a História Cultural. Considerando esse campo historiográfico, analise as proposições a seguir:


I- A História Cultural, tal como a entende Roger Chartier, tem por principal objeto identificar o modo como em diferentes lugares e momentos uma determinada realidade cultural é construída, pensada, dada a ler.

II- Uma das grandes contribuições de Roger Chartier para a História Cultural está na elaboração de práticas e representações e de acordo com este horizonte teórico, a cultura poderá ser examinada no âmbito produzido pela relação interativa entre estes dois polos.

III- Para o historiador Roger Chartier as representações não se inserem em campo de concorrências e competições e não geram apropriações nem enunciam termos de poder e de dominação.


É CORRETO o que se afirma em:


A

II apenas.


B

I e III apenas.


C

I, II e III.


D

I e II apenas.


E

III apenas.

Leia o texto a seguir:


Memória, história: longe de serem sinônimos, tomamos consciência que tudo opõe uma à outra.


(Pierre Nora, “Entre Memória e História – A problemática dos lugares”, 1993. Disponível em: http://www4.pucsp.br/projetohistoria/downloads/revista/PHistoria10.pdf)


Considerando a perspectiva da corrente historiográfica subjacente ao excerto, está correto afirmar que uma das distinções fundamentais entre os dois conceitos mencionados consiste na ideia de que a memória


A

busca a idealização do passado para a construção de identidades, enquanto a história utiliza métodos científicos para uma reconstrução isenta dos acontecimentos.


B

reside essencialmente em relatos orais e tradições populares, enquanto a história baseia-se em registros escritos e documentos comprobatórios.


C

é um fenômeno espontâneo e universal, típico das camadas populares, enquanto a história é um campo de estudo acadêmico restrito a especialistas.


D

tende a ser seletiva e afetiva, influenciada por sentimentos e experiências pessoais, enquanto a história aspira à crítica e à contextualização dos eventos.


E

acaba sendo uma ocorrência individual e subjetiva, enquanto a história é coletiva e objetiva, buscando a neutralidade nas análises.

A memória histórica brasileira é profundamente devedora das projeções construídas a partir do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Constituída com o duplo propósito de identificar o Brasil e de unificá-lo, ela foi engendrada a partir de um eixo: os interesses das elites, reunidas no Centro-Sul do país. Desde a contribuição decisiva de Caio Prado Júnior, Sérgio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre, ela conheceu algumas inflexões e diversos alargamentos – tem sido criticada e redimensionada, à medida que a pesquisa documental se expande e que a reflexão teórica se aprofunda em complexidade. Não obstante, o signo que a originou, a preocupação com a Nacionalidade, permanece latente em um dos veículos de maior impacto na reprodução da memória histórica: o Livro Didático.


COELHO, Mauro César; COELHO, Wilma Baía. “A diversidade na História Ensinada nos livros didáticos: mudanças e permanências nas narrativas sobre a formação da nação”. Revista História e Diversidade. Vol. 6, nº 1 (2015)


A partir do texto, compreende-se que a memória histórica brasileira foi moldada por interesses específicos e que sua difusão, especialmente por meio do livro didático, expressa um projeto de nação que a memória histórica brasileira


A

expressa uma ruptura definitiva com os valores das classes dominantes, consolidando uma perspectiva plural e descentralizada da história nacional.


B

traduz a influência duradoura das elites do Centro-Sul, que buscaram definir o sentido da identidade nacional a partir de sua própria visão de mundo.


C

demonstra neutralidade política e equilíbrio regional, evitando a predominância de qualquer grupo social na construção do passado coletivo.


D

revela o predomínio de pesquisas documentais recentes sobre antigas interpretações teóricas, o que eliminou os vínculos com o ideal de nacionalidade.


E

indica a inexistência de projetos de unificação simbólica do país, privilegiando a diversidade regional como eixo central da narrativa nacional.

Leia o trecho a seguir.


O que entendemos por Época Moderna? Tentar responder a essa pergunta implica discutir uma operação central da historiografia: a periodização. Delimitar conceitual e cronologicamente uma época é um esforço necessário na busca pela compreensão do passado e de atribuição de sentido à ação dos agentes históricos, à força de sujeitos coletivos e ao peso das instituições. Nos termos de uma operação de valor discursivo, a periodização não é passível de ser operacionalizada fora do âmbito da sua enunciação; isto é, ao se nomear e, assim, conferir particularidade a uma porção da história da humanidade, expõe-se imediatamente a fragilidade da linguagem em dar conta do sentido latente do que é delimitado pelo conceito. Para tanto, é preciso inicialmente esclarecer que “Época Moderna” “História Moderna” “Primeira Modernidade” e “Período Moderno” são expressões utilizadas como sinônimos funcionais na historiografia e no ensino escolar e universitário em nosso país. Todavia, essas expressões advêm de tradições historiográficas distintas e, assim, refletem estratégias de periodização nem sempre coincidentes. Ao se analisar processos históricos identificados como particularmente europeus, verificase que os tempos assumem velocidades diferentes na constituição da modernidade e mesmo do que se entende por moderno.


Adaptado de: ARAÚJO, André; Doré, Andréa; Lima, Luís Filipe; Machel, Marília; Rodrigues, Rui. A Época Moderna. Petrópolis: Editora Vozes, 2024, pp. 13 – 23.


Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que o procedimento de nomear e periodizar a época moderna representa


A

uma percepção de que o tempo histórico em questão é sentido da mesma forma por todos os contemporâneos que o vivenciaram.


B

um consenso entre as diversas tradições historiográficas, que realizam uma análise unificadora sobre o tema da modernidade.


C

uma abordagem que considera apenas a percepção dos personagens históricos sobre o tempo em que viveram, tratando-os como autoridades na definição da periodização.


D

uma visão de que o início e o fim de um período histórico são processos naturais, determinados por referências temporais padronizadas.


E

uma perspectiva que considera o tempo presente e seus debates como fatores determinantes na interpretação dos contextos passados.

Em relação a algumas das concepções sobre o tempo, de acordo com a prática dos historiadores, em consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais, é pertinente afirmar apenas:


A

O tempo é concebido a partir de sua uniformidade.


B

O tempo da história é o tempo extrínseco aos processos e eventos estudados.


C

O tempo da história é ritmado pelos fenômenos de ordem astrofísica.


D

Na perspectiva da realidade social e histórica, os indivíduos e os grupos vivem apenas os ritmos das mudanças.


E

As várias temporalidades e ritmos da história são categorias produzidas por aqueles que estudam os acontecimentos no tempo.

O saber histórico é construído ao longo do tempo por meio de formas variadas. Assim, analise as afirmativas a seguir:


I — Historicismo é a denominação empregada para definir a forma predominante de se pesquisar, escrever e pensar a história a partir do século XXI.

ll —- O historicismo é pautado por meio da autonomia da ciência histórica.

llI — O historicismo fundamenta sua maneira de pensar tomando por parâmetro a filosofia e a religião.

IV — O historicismo nega a afirmação cultural e ideológica da singularidade dos povos e das culturas.


É verdadeiro o que se afirma em:


A

l, ll, Ill e IV


B

I apenas


C

Il apenas


D

III apenas


E

IV apenas

aprovar critérios de seleção, organização e preservação de objetos, processos e documentos museológicos, arquivísticos ou bibliográficos que comporão o acervo histórico permanente do órgão.


C

Certo


E

Errado

Considerando-se a temática História, Cultura e Artes, no que se refere às Artes a partir de 1914, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.


( ) O dadaísmo surgiu como um protesto niilista contra a Primeira Guerra Mundial e a sociedade que a gerou, rejeitando as convenções da arte da época.

( ) O construtivismo soviético foi amplamente integrado ao modernismo arquitetônico por meio da Bauhaus, e seus projetos mais ambiciosos foram amplamente realizados.

( ) O surrealismo, ao contrário do dadaísmo, buscou resgatar a imaginação e se baseou na psicanálise, simbolismo e sonhos.


A

C - E - C.


B

E - E - C


C

E - C - E.


D

C - C - E.

O campo teoria–história–memória envolve regimes de prova, enquadramentos simbólicos, disputas identitárias e usos públicos do passado. A história opera por crítica documental e contextualização; a memória organiza seleções, afetos e narrativas situadas. Assinale a alternativa plenamente compatível.


A

Memórias coletivas organizam repertórios de sentido, articulando afetos, pertenças e narrativas compartilhadas que moldam identidades sociais, compondo formas específicas de representação do passado em contextos marcados por diferentes disputas políticas e simbólicas.


B

A interpretação histórica articula crítica documental, comparação de registros e reconstruções contextualizadas, produzindo explicações verificáveis que dialogam com narrativas memoriais, integrando seleções sociais e disputas simbólicas presentes nos diferentes usos públicos do passado.


C

Testemunhos configuram narrativas situadas que articulam experiências pessoais, códigos culturais e enquadramentos comunitários, contribuindo para a circulação de versões plurais do passado e para a constituição de referencias compartilhadas em diferentes ambientes sociais.


D

Lugares de memória reúnem práticas sociais, representações simbólicas e temporalidades superpostas, articulando paisagens materiais e narrativas coletivas que sustentam processos identitários ligados à permanência, atualização e circulação de significados no espaço público.


E

Disputas simbólicas moldam narrativas do passado, mobilizando repertórios culturais, experiências compartilhadas e referentes identitários que estruturam diferentes modos de interpretação histórica presentes nos debates públicos e nas formas de representação social.

 
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