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Segundo o Manual de Conservação Rodoviária do DNIT, os revestimentos usados em pavimentação estão divididos em revestimentos flexíveis e rígidos.
As alternativas apresentam exemplos de revestimentos flexíveis betuminosos executados através de um processo de mistura e espalhamento, à exceção de uma. Assinale‐a.
Pré‐misturado de graduação tipo‐aberta.
Areia betume.
Concreto betuminoso.
“Sheet‐asphalt”.
Tratamento superficial betuminoso.
Após a execução da camada de base, deve ser feito o controle geométrico do serviço, mediante a relocação e nivelamento do eixo e das bordas. Assinale o item a seguir para o qual não é permitida nenhuma tolerância quanto às dimensões previamente estabelecidas, de acordo com a norma DNIT 141/2010 – ES Pavimentação – Base estabilizada granulometricamente – Especificação de serviço.
Quanto à largura da plataforma.
Quanto à falta para a flecha de abaulamento.
Quanto ao excesso da flecha de abaulamento.
Quanto à espessura da camada indicada no projeto.
Quanto à inclinação longitudinal.
Segundo a especifi cação de serviço DNIT 106/2009 – ES do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes relativa a serviços de terraplenagem realizados em cortes, é correto afi rmar que:
material de 2a categoria, composto por solo e matacão com diâmetro nominal máximo de 20 cm, deverão ser escavados com a utilização de Dozer ou Screper.
material denominado de bota fora deverá ser depositado sempre em áreas apropriadas, localizadas a uma distância mínima de 2 km da faixa de domínio.
em serviços de corte em rocha, emprega-se perfuratriz pneumática ou elétrica na preparação dos locais destinados à instalação das minas, tratores equipados com lâminas para operação de limpeza da área, e carregadores conjugados com transportadores para operação de carregamento e transporte do material extraído.
durante a escavação, constatado que a cota topográfi ca da plataforma fi nal coincidiu sob um maciço rochoso, é recomendada a paralisação da escavação, não sendo necessário realizar rebaixamento do greide e substituição de material.
os taludes de corte deverão, após operação de terraplenagem, apresentar inclinações compatíveis com as características do solo local; inclinação esta defi nida pela experiência profi ssional do encarregado de terraplenagem.
Segundo a Norma/DNIT 108/2009 – ES. Terraplenagem – Aterros – Especifi cações de Serviços e a Norma DNIT 106/2009 – ES. Terraplenagem – Cortes – Especifi cações de Serviços, quanto ao critério de medição, é correto afirmar que:
a cubação dos materiais escavados deve ser efetivada com base no apoio topográfi co e referências de nível (RN), integrantes do Projeto de Engenharia, sendo aplicado para efeito de cálculo dos volumes o método da “média de áreas”.
a cubação dos materiais escavados deve ser efetivada com base em apoio topográfi co independente do Projeto de Engenharia.
as seções transversais fi nais devem ser levantadas dentro de adequado grau de precisão e de forma independente dos RN que referenciam as seções primitivas.
os valores obtidos devem ser cotejados em função do disposto no Projeto de Engenharia, mas não há necessidade de considerar as seções transversais defi nidas.
uma das fi nalidades básicas do processo de medição é a determinação de forma racional e precisa do respectivo custo de planejamento de serviços.
De acordo com a NORMA DNIT 031/2006 – ES Pavimentos fl exíveis – Concreto asfáltico – Especificação de serviço, é correto afirmar que:
o concreto asfáltico pode ser empregado exclusivamente como revestimento e camada de base.
é permitida a execução de concreto asfáltico em dias de chuva, desde que a temperatura ambiente seja superior a 10ºC.
o agregado graúdo a ser empregado na preparação do concreto asfáltico deverá apresentar índice de forma inferior a 0,5 (DNERME 086).
não havendo boa adesividade entre o ligante asfáltico e os agregados graúdos ou miúdos (DNER-ME 078 e DNER-ME 079), a única solução é utilizar agregados de outros tipos de rocha e de outras fontes.
a Resistência à Tração por Compressão Diametral Estática a 25ºC, mínima, de acordo com a norma DNER-ME 138, deve ser igual a 0,65 MPa.
Deve-se dar prioridade, na execução de obras rodoviárias financiadas pelo orçamento destinado ao DNIT, ao tráfego de média e curta distância, adotando-se soluções técnicas de engenharia que proporcionem melhoria de deslocamento para população lindeira da nova rodovia.
Em relação à sistemática a ser empregada na execução de empréstimos de materiais utilizados para execução de aterros, de acordo com a Especificação de Serviço DNIT 107/2009 – ES, a opção incorreta é:
nos cortes, de uma maneira geral, deve ser adotado o rebaixamento do fundo do corte, com modifi cação do greide, para melhorá-lo.
no caso dos cortes em tangente, de altura signifi cativa, promover o alargamento até determinada altura, criando-se banquetas e melhorando a estabilidade dos taludes.
no caso dos aterros, os empréstimos laterais devem ser feitos com o intuito de diminuir a distância de transporte do equipamento, melhorando as condições de drenagem (elevação do greide).
os solos para efeito de execução do corpo do aterro devem apresentar capacidade de suporte compatível (ISC ≥ 4%) e expansão menor ou igual a 2%, compactados com a energia do Proctor Normal.
a borda externa das caixas de empréstimos laterais e o limite da faixa de domínio deve ser mantida sem exploração numa faixa de 2,00 m de largura, a fim de permitir a implantação da vedação delimitadora.
A classifi cação dos veículos adotada pelo DNIT apresenta as confi gurações básicas de cada veículo ou combinação de veículos, bem como número de eixos, seu Peso Bruto Total – PBT máximo e sua classe. Dos conceitos a seguir, relativos a essa classificação ou categoria, assinale a opção incorreta.
Entende-se por confi guração básica a quantidade de unidades que compõem o veículo, os números de eixos e grupos de eixos.
A rodagem é defi nida pela quantidade de pneumáticos por eixo.
Os eixos equipados com pneus extralargos (single) na medida 385/65R22. 5 são considerados como eixos com rodagem dupla.
Entende-se por confi guração básica a quantidade de pneumáticos por eixo.
As diversas classes são representadas por um código alfanumérico, por exemplo, 2S3. No código adotado, o primeiro algarismo representa o número de eixos do veículo simples ou da unidade tratora, enquanto que o segundo algarismo, caso exista, indica a quantidade de eixos da(s) unidade(s) rebocada(s).
Em relação ao controle tecnológico de compactação, é correto afirmar que:
o método do frasco de areia NBR 7185/1986 é empregado para determinar o grau de compactação e o desvio de umidade apenas em camadas de solo granular compactadas, pois a técnica de perfuração recomendada na metodologia possibilita a retirada de amostras indeformadas.
a metodologia de Hilf, segundo a NBR 9813/1987 da ABNT, é a técnica mais apropriada para se realizar o controle de compactação de camadas de solo granular compactada na energia modifi cada, devido à fácil operacionalidade do equipamento nas condições expostas.
o peso específi co aparente úmido (γ nat) e a umidade ótima (wot) de um solo compactado em campo são os parâmetros utilizados para se determinar o grau de compactação e o desvio de umidade em campo, sendo estes índices físicos comparados com os parâmetros obtidos no ensaio de compactação em laboratório.
segundo a especifi cação de serviço DNIT 139/2010 – ES Pavimentação – Sub-base estabilizada granulometricamente, o grau de compactação mínimo exigido no campo deverá ser de 100%, sendo que ela recomenda, para controle da execução da camada, a determinação da umidade imediatamente antes de se iniciar a compactação da camada em campo.
segundo a especifi cação de serviço DNIT 141/2010 – ES Pavimentação – base estabilizada granulometricamente, o grau de compactação mínimo deverá ser de 100%, não sendo recomendada, para controle de execução da camada, a determinação do teor de umidade imediatamente antes de se iniciar a compactação da camada em campo.