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A norma do DNIT 078/2006 (Condicionantes ambientais pertinentes à segurança rodoviária na fase de obras – Procedimento) aborda que o trânsito nos segmentos em obras será controlado por sinais de regulamentação, advertência e identificação, envolvendo as seguintes ações e procedimentos para sua execução:
I. Submeter à fiscalização do DNIT para aprovação, antes do início de qualquer obra, o respectivo projeto de sinalização provisória.
II. Instalar os sinais antes do início das obras, mantendo-os e conservando-os nos mesmos locais, durante todo o período da obra, a juízo da fiscalização do DNIT.
III. Planejar os dispositivos considerando: sinais de trânsito, dispositivos de canalização, dispositivos luminosos e controle de trânsito.
IV. Operar os segmentos em mão única por meio de sinaleiros, barreiras e sinais suplementares.
V. Manter nos locais de obras de construção e melhoramentos executados em etapas somente os dispositivos relativos à situação presente, ou seja, à etapa em andamento.
Quais estão corretas?
Apenas I, II e III.
Apenas II, IV e V.
Apenas I, III, IV e V.
Apenas II, III, IV e V.
I, II, III, IV e V.
De acordo com a publicação IPR – 740/2010 do DNIT, que trata do Manual de Projeto Geométrico de Travessias Urbanas, os principais parâmetros para definição da trajetória de giro de um veículo de projeto e desenvolvimento do seu gabarito de conversão são:
I. Raio mínimo descrito pelo centro do eixo dianteiro do veículo (RED).
II. Largura frontal do veículo.
III. Largura do eixo dianteiro (entre as faces dos pneus) e largura do eixo traseiro.
IV. Peso bruto total do veículo.
V. Posições de pinos-reis e eixos das unidades que compõem o veículo.
Quais estão corretos?
Apenas I, II e III.
Apenas I, II, III e V.
Apenas I, III, IV e V.
Apenas II, III, IV e V.
I, II, III, IV e V.
No âmbito da engenharia rodoviária, considera-se solo todo tipo de material orgânico ou inorgânico, inconsolidado ou parcialmente cimentado, encontrado na superfície da terra. Em outras palavras, considera-se como solo qualquer material que possa ser escavado com pá, picareta, escavadeiras etc., sem necessidade de explosivos. Desta forma, considerando o exposto na Publicação IPR – 719/2006 – Manual de Pavimentação do DNIT, analise as seguintes afirmativas em relação aos solos residuais:
I. O solo residual é um material que mostra relação com a rocha que lhe deu origem. Consegue-se observar restos da estrutura da rocha e de seus minerais.
II. O solo de alteração de rocha mostra alguns elementos da rocha-matriz, como linhas incipientes de estruturas ou minerais não decompostos.
III. A rocha alterada é um material que lembra a rocha no aspecto, preservando parte da sua estrutura e de seus minerais, porém com um estágio de dureza ou resistência inferior ao da rocha.
IV. A rocha-sã é a própria rocha inalterada.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I, III e IV.
Apenas I, II e III.
Apenas II, III e IV.
I, II, III e IV.
Nos pavimentos rígidos, os defeitos recuperáveis são aqueles cujas causas que lhe deram origem podem ser eliminadas após a sua recuperação. A quantidade e extensão dos defeitos existentes em uma placa também determinam a viabilidade de recuperação desta placa ou a sua demolição. Por outro lado, quando não for possível, por meio de reparação de um defeito, eliminar as causas que lhe deram origem, o defeito é considerado irrecuperável, devendo a placa ser demolida parcial ou totalmente. De acordo com a Publicação IPR 737/2010 – Manual de Recuperação de Pavimentos Rígidos do DNIT, analise os seguintes defeitos:
I. Bombeamento.
II. Alçamento das placas.
III. Fissuras de canto.
IV. Placa dividida.
V. Fissuras tipo rendilhado.
Quais são considerados irrecuperáveis?
Apenas I, II e III.
Apenas I, IV e V.
Apenas II, III e IV.
Apenas I, III, IV e V.
I, II, III, IV e V.
Para o dimensionamento do pavimento, deve-se calcular o número equivalente (N), que representa o número de operações do eixo simples padrão durante o período de projeto escolhido.
Certo
Errado
Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), os Dispositivos Auxiliares de Percurso têm como objetivo aumentar a percepção dos usuários nos casos de situações potenciais de risco como em curvas acentuadas ou nos trechos sujeitos à neblina, por exemplo. Considerando os Dispositivos Auxiliares de Percurso e suas características, assinale a alternativa incorreta.
Por servirem de alerta aos usuários, os Dispositivos Auxiliares de Percurso possuem as mesmas cores dos Sinais de Advertência, ou seja, amarelo e preto, à exceção dos balizadores
Os Marcadores de Obstáculos são Dispositivos Auxiliares de Percurso, posicionados lateralmente à via, em série, de forma a indicar aos usuários o alinhamento da borda da via, principalmente em situações envolvendo risco de acidentes e são particularmente importantes em trajetos noturnos ou com visibilidade prejudicada
Os Marcadores de Perigo são placas fixadas em suportes, pintadas com faixas inclinadas a 45º (quarenta e cinco graus), em cores alternadas, utilizadas para alertar os condutores da ocorrência de situação potencialmente perigosa
Os Delineadores são dispositivos aplicados nas curvas acentuadas (sempre no lado externo da curva), nas transições com diminuição de largura de pista (particularmente nas aproximações de pontes e viadutos) e, ainda, em pontos localizados onde o alinhamento pode ser considerado confuso
Muito utilizado para projetos de pavimentos, o ensaio de CBR (California Bearing Ratio), ou ISC (Índice de Suporte Califórnia), consiste na avaliação da resistência do solo à penetração de um cilindro padronizado comparada com a resistência à penetração de uma brita padrão. Segundo as normas que regem este ensaio (DNIT 172:2016 e ABNT NBR 9895:2016), o responsável pela execução, contratado pelo PARANACIDADE, deve realizar, na ordem, os seguintes procedimentos:
Compactação do corpo de prova e avaliação da resistência à penetração.
Compactação do corpo de prova, avaliação da expansão e avaliação da resistência à penetração.
Avaliação da expansão e avaliação da resistência à penetração.
Compactação do corpo de prova, avaliação da resistência à penetração e avaliação da expansão.
Na execução de pavimentos rígidos com equipamento de formatrilho, costuma-se ter como referência a norma DNIT 048/2004 - ES.
Nessa norma, é possível verificar que:
o requisito mecânico mais relevante para o concreto é a resistência característica à tração na flexão;
devem ser empregadas, obrigatoriamente, barras de transferência corrugadas, do tipo CA-50;
no nivelamento das formas, deve-se priorizar a espessura da placa de concreto, pois as tolerâncias para erros de cotas de projeto são adequadas para a compensação dos desníveis da sub-base, na ordem de 5 cm no alinhamento longitudinal;
pode-se empregar usinas do tipo misturadora ou dosadora, mas deve-se utilizar, obrigatoriamente, caminhões basculantes para o transporte do concreto, visto o abatimento de 70 mm ± 10 mm necessário para a operação;
é inexequível o processamento contínuo das operações de acabamento final da superfície do concreto, pois deve-se respeitar as juntas transversais previstas em projeto e interromper a execução em cada uma dessas juntas.
Em relação ao seu posicionamento transversal, os sinais de indicação são colocados, normalmente, à margem direita da via, mantendo uma distância segura da mesma. São colocados a uma distância mínima de 1,20 m (metros) da borda do pavimento, não devendo esta distância ser maior que 3,0 m (metros). Uma recomendação padrão é indicada para a altura livre, medida da borda inferior da placa ao nível da pista, salvo em condições especiais, tais como as rodovias, parque e estradas ecológicas. As exceções são os marcos quilométricos e os sinais de identificação de rodovia, que seguem recomendações próprias.
Analise a Figura 1 que apresenta o posicionamento transversal dos sinais de indicação. Considerando a recomendação padrão estabelecida pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), assinale a alternativa correta que apresenta os valores representados pelas letras X (distância) e Y (altura) na Figura 1.

Figura 1. Sinais de Indicação - Posicionamento transversal:
recomendação padrão
Fonte: MT/DNIT/IPR
X = 2 m (metros) e Y = 2 m (metros)
X = 2 m (metros) e Y = 1,5 m (metros)
X = 1,8 m (metros) e Y = 2 m (metros)
X = 1,5 m (metros) e Y = 1,5 m (metros)
O Microrrevestimento asfáltico consiste na associação de agregados, material de enchimento (filler), emulsão asfáltica de ruptura controlada modificada por polímero elastomérico, água e aditivos, com consistência fluida, uniformemente espalhada sobre uma superfície previamente preparada. De acordo com a norma do DNIT 035/2018, o microrrevestimento asfáltico pode ser empregado nos pavimentos como camada:
I. Selante.
II. Impermeabilizante.
III. Regularizadora.
IV. Antiderrapante.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I, II e III.
Apenas I, III e IV.
Apenas II, III e IV.
I, II, III e IV.
O SICRO faz a disponibilização de custos de referência de serviços e insumos apenas para os modais rodoviário e ferroviário.
Certo
Errado
Sobre o uso de bicicleta como meio de transporte e as diretrizes estabelecidas pelo Manual de Projeto Geométrico de Travessias Urbanas do DNIT, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Ciclofaixas podem ser incorporadas em uma via, quando for conveniente caracterizar as áreas a serem usadas pelos veículos motorizados e pelas bicicletas, a pintura de faixas no pavimento pode aumentar a confiança dos ciclistas.
( ) É desejável que a ciclovia não seja adjacente à rodovia. Uma área livre, intermediária, é conveniente, para confirmar, tanto para o ciclista como para o motorista, que a ciclovia funciona como uma pista independente para as bicicletas.
( ) A largura dos acostamentos deve ser, no mínimo, de 1,20 m, se são destinados ao uso de ciclistas. Rodovias com acostamentos inferiores a 1,20 m não devem ser indicadas pela sinalização como próprias para ciclistas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F – F – F.
F – V – V.
V – F – V.
V – V – V.
F – V – F.
O Ministério de Infraestrutura, bem como sua auxiliar, a Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes, conceitua em suas publicações que os corredores estratégicos de desenvolvimento são locais onde se viabilizam negócios, por meio de investimentos e da constituição de mercados produtores e consumidores, servindo-se de um complexo feixe de facilidades econômicas e sociais. Salienta-se sua função indutora do desenvolvimento, com a existência de um sistema viário adequado sob a forma de corredor de transportes. Dessa forma, no sistema viário brasileiro, especificamente na Norma DNIT 003/2002-PAD, contorno rodoviário é definido como um trecho de rodovia destinado à circulação de veículos na periferia das áreas urbanas, de modo a evitar ou minimizar o tráfego no seu interior. O complemento da informação de maneira correta e normatizada se dá pela alternativa:
Situado a um raio médio de 10 km do centro da cidade.
Situado a um raio médio de 20 km do centro da cidade.
Circundando completamente a localidade.
Situado a um raio médio de 15 km do centro da cidade.
Sem circundar completamente a localidade.
A classificação funcional é o processo pelo qual as vias são agrupadas hierarquicamente em subsistemas, conforme o tipo de serviço que oferecem e a função que exercem. Essa classificação normalmente é estabelecida de acordo com a mobilidade e acessibilidade permitidas. Mobilidade é o grau de facilidade para deslocar-se. Acessibilidade é o grau de facilidade que oferece uma via para conectar a origem de uma viagem com seu destino. Para fins de planejamento, a classificação funcional mais comumente utilizada divide as vias urbanas nos seguintes sistemas básicos, com características e funções distintas: sistema arterial principal, sistema arterial secundário, sistema coletor e sistema local. Levando-se em consideração a classificação funcional descrita e a relação de cada sistema básico com a mobilidade e acessibilidade, analise a ordem correta, correspondente a cada número, das vias urbanas Arteriais, Coletoras e Locais na Figura 2 e assinale a alternativa correta.

Figura 2. Relação entre os níveis de acessibilidade e mobilidade
para os diferentes tipos de vias urbanas
Fonte: MT/DNIT/IPR
Na Figura 2 os números 1 (um), 2 (dois) e 3 (três) representam, respectivamente, as vias Arteriais, Coletoras e Locais
Na Figura 2 os números 1 (um), 2 (dois) e 3 (três) representam, respectivamente, as vias Locais, Coletoras e Arteriais
Na Figura 2 os números 1 (um), 2 (dois) e 3 (três) representam, respectivamente, as vias Coletoras, Locais e Arteriais
Na Figura 2 os números 1 (um), 2 (dois) e 3 (três) representam, respectivamente, as vias Arteriais, Locais e Coletoras
Classificada como deformação em perfil de pavimento, a manifestação patológica conhecida como trilha de roda ou cavado das rodeiras é um dos principais problemas relacionados à manutenção rodoviária.
Certo
Errado
Sobre à classificação da sinalização horizontal das rodovias, disposta na Publicação IPR – 743/2010 – Manual de Sinalização Rodoviária do DNIT, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Marcas longitudinais.
2. Marcas transversais.
3. Marcas de canalização.
4. Marcas de delimitação e controle de parada e/ou estacionamento.
5. Inscrições no pavimento: setas direcionais, símbolos e legendas.
Coluna 2
( ) Usadas para direcionar os fluxos veiculares em situações que provoquem alterações na trajetória natural, como nas interseções, nas mudanças de alinhamento da via e nos acessos.
( ) Usadas em complementação ao restante da sinalização horizontal, para orientar e advertir o condutor quanto às condições de operação da via.
( ) Separam e ordenam os fluxos de tráfego e regulamentam a ultrapassagem, conforme a cor.
( ) Usadas em associação à sinalização vertical, para delimitar e controlar as áreas onde o estacionamento ou a parada de veículos é proibida ou regulamentada.
( ) Ordenam os deslocamentos de veículos (frontais) e de pedestres, induzem a redução de velocidade e indicam posições de parada em interseções e travessia de pedestres.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 2 – 3 – 4 – 5.
2 – 3 – 4 – 5 – 1.
3 – 5 – 1 – 4 – 2.
1 – 4 – 5 – 2 – 3.
3 – 5 – 1 – 2 – 4.
Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes os três fatores básicos que devem ser considerados no projeto _________ de uma rodovia são as características técnicas do projeto geométrico, o _________ a ser atendido e o _________ a ser tolerado.
As palavras que preenchem corretamente as lacunas do texto anterior são:
geométrico - porte dos veículos - índice de velocidade
técnico - escopo territorial - grau de congestionamento
geotécnico - tráfego - índice de velocidade
geométrico - tráfego - grau de congestionamento
geotécnico - porte dos veículos - grau de congestionamento
A norma DNIT 184/2018 – ME estabelece os procedimentos de ensaio uniaxial de carga repetida para determinação da resistência à deformação permanente em misturas asfálticas. Segundo essa norma, a deformação permanente (εp) pode ser expressa pelo modelo de Francken, em função do número de ciclos N, sendo A, B, C e D constantes:
εp = ANB + C(eDN – 1)
Durante um ensaio em um corpo de prova asfáltico, foram encontrados os seguintes valores das constantes do modelo:
A = 500
B = 0,5
C = 1000
D = 0,01
N | N-1,5 | e0,01 N |
50 | 0,0030 | 1,6 |
100 | 0,0010 | 2,7 |
150 | 0,0005 | 4,5 |
200 | 0,0004 | 7,4 |
250 | 0,0003 | 12,2 |
Utilizando a tabela auxiliar acima, é possível afirmar que o número de fluxo (Flow Number) está compreendido entre os ciclos:
0 e 50;
50 e 100;
100 e 150;
150 e 200;
200 e 250.
De acordo com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) em uma via local, no que se refere a travessias urbanas, a largura da faixa de rolamento desejável e a rampa máxima desejável são respectivamente iguais a:
3,50 m e 5%.
3,30 m e 6%.
3,00 m e 10%.
2,80 m e 8%.
A finalidade do caminhão-tanque distribuidor de asfalto é o transporte e a distribuição de material betuminoso em serviços de construção de pavimentos rodoviários, sendo indicado para operar com emulsões asfálticas, asfaltos diluídos ou cimentos asfálticos de petróleo.
Certo
Errado