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Conforme Norma DNIT 056/2013-ES, que trata do pavimento rígido, sub-base de concreto de cimento Portland compactado com rolo, o concreto rolado deve ser dosado em laboratório, com os materiais disponíveis na obra, determinando-se a umidade ótima que permita obter a massa específica aparente seca máxima para a energia compatível com os equipamentos de compactação a utilizar na execução da sub-base e a resistência à compressão exigida nesta Norma. Assim, o concreto deve apresentar, dentre outras características, que a dimensão máxima característica do agregado no concreto não deve exceder:
1/3 da espessura da sub-base ou 32 mm, obedecido o menor valor.
1/4 da espessura da sub-base ou 35 mm, obedecido o menor valor.
1/3 da espessura da sub-base ou 45 mm, obedecido o menor valor.
1/4 da espessura da sub-base ou 48 mm, obedecido o menor valor.
Os mourões de madeira de suporte, conforme Norma DNIT, devem apresentar diâmetro minimo de:
0,06 m.
0,08 m.
0,10 m.
0,15 m.
As intervenções destinadas a reestabelecer o perfeito funcionamento da infraestrutura viária, devolvendo-a suas características técnicas originais, demandando estudos e projetos mais complexos, são chamadas de:
Conservação Preventiva Periódica.
Conservação Preventiva.
Conservação Periódica.
Conservação Corretiva Rotineira.
Restauração.
O sinal de pare deve ser posicionado no ponto de parada do veículo, ou o mais próximo possível dele, podendo ser acompanhado por uma linha de retenção (LRE) e/ou da inscrição da palavra “PARE” pintada no pavimento. A distância em relação à via principal varia de um mínimo de 1,5 m para um máximo de 5,0 m (situação sem canalização). De acordo com a figura, a mesma representa a aproximação

Fonte: DNIT, 2010.
sem ilhas.
com ilha tipo gota.
com ilha triangular.
sem ilha retangular.
com ilha tipo gota e triangular.
Como deve ser realizada a limpeza dos dispositivos de concreto, segundo a Norma do DNIT 028/2004 – ES:
A limpeza de dispositivos de concreto deverá ser feita por processo manual ou especial, para que as paredes e fundo sejam danificados por impacto.
A limpeza de dispositivos de concreto deverá ser feita por processo manual ou especial, para que as paredes e fundo não sejam danificados por impacto.
A limpeza de dispositivos de concreto não deverá ser feita por processo manual ou especial, para que as paredes e fundo não sejam danificados por impacto.
A limpeza de dispositivos de concreto poderá ser feita por processo manual ou especial, para que as paredes e fundo não sejam danificados por impacto.
A limpeza de dispositivos de concreto deverá ser feita por processo apenas de forma manual, para que as paredes e fundo não sejam danificados por impacto.
Sobre Nível de Serviço (referência: Manual de Estudos de Tráfego (DNIT)), é correto afirmar que:
Para rodovias localizadas em cidades com menos de 50.000 habitantes, são definidos apenas três níveis de serviço: A, B e C.
Num Nível de Serviço F, os fluxos atingidos são inferiores à capacidade e as velocidades são muito variáveis.
Os níveis de serviço independem da densidade de veículos da via, e dependem das condições de infraestrutura das vias.
O parâmetro adotado para determinação de níveis de serviço é designado como Volume Máximo Diário de Veículos (VMDv).
Em vias rurais de pista dupla, o nível de serviço D significa que a demanda da via está superior à sua capacidade.
Para os efeitos da norma do DNIT nº 198/2021 – Constituintes geológicos de agregados e solos – Terminologia, relacione a Coluna 1 à Coluna 2 acerca dos termos e definições relativos a rochas e minerais.
Coluna 1
1. Mineral.
2. Rocha.
3. Textura.
4. Petrografia.
5. Petrologia.
Coluna 2
( ) Termo utilizado em referência às seguintes características: tamanho, trama, forma, arranjo, cristalinidade.
( ) Ramo da geologia que estuda as rochas ígneas, sedimentares ou metamórficas, com vistas a definir a sua caracterização, gênese e evolução.
( ) Sólido natural homogêneo, cristalino e de composição química específica. Os cristais podem formar-se a partir de soluções, de líquidos de fusão ou de vapores.
( ) Estudo e análise macro e microscópica de elementos para descrição detalhada e classificação sistemática desses elementos com base nas observações de campo.
( ) Qualquer agregado de ocorrência natural, compreendendo parte apreciável e essencial da crosta terrestre.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 2 – 3 – 4 – 5.
2 – 3 – 4 – 5 – 1.
3 – 5 – 1 – 4 – 2.
1 – 4 – 5 – 2 – 3.
3 – 5 – 1 – 2 – 4.
Analise as afirmativas a seguir:
I. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), órgão que é responsável pela infraestrutura de transportes no país, carga perigosa é tudo o que pode causar perigo tanto para a natureza quanto para a população.
II. São exemplos de cargas perigosas: explosivos, gases, líquidos inflamáveis, sólidos inflamáveis, substâncias corrosivas e material radioativo.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é a falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Em regiões onde houver ocorrência predominante de materiais rochosos, conforme norma do DNIT, deve ser admitida a execução do corpo do aterro com o emprego dos mesmos materiais, conforme definido no projeto de engenharia, ou desde que haja conveniência, e a critério da Fiscalização. Portanto, a rocha deve ser depositada em camadas, cuja espessura não deve ultrapassar:
0,50 m.
0,75 m.
1,00 m.
1,25 m.
Conforme Norma DNIT, a Figura representa um talude de:

Coroamento.
Escalas.
Aterro.
Corte.
De acordo com as definições de velocidade expressas no Manual de Estudos de Tráfego do DNIT, é correto afirmar que:
A Velocidade de Operação não pode exceder a Velocidade de Projeto.
A Velocidade de Fluxo Livre é a velocidade de passagem em um semáforo aberto (verde).
A Velocidade de Fluxo Livre é também conhecida como Velocidade de Operação.
A Velocidade Percentual N% é a velocidade acima da qual trafegam N% dos veículos.
A Velocidade Diretriz (D) é a velocidade abaixo da qual trafegam D% dos veículos.
Qual o nome se dá ao Sistema que tem como objetivo principal captar a água e conduzir até um local adequado previamente pensado:
Sistema de drenagem.
Sistema de escoamento.
Sistema de revisão.
Sistema de asfalto.
Sistema de pavimentação.
A norma DNIT 104/2009 – ES (Terraplenagem – Serviços preliminares) menciona que, na fase de execução de estudos técnicos e de serviços topográficos, é necessário segmentar o Diagrama de Brückner, montar o “Quadro do cálculo de ordenadas do Diagrama” e o “Quadro de localização e distribuição dos materiais para terraplenagem”.
Sabe-se que, em determinado projeto de terraplenagem, pretende-se compactar aterros com massa específica aparente seca de 2,4 t/m3, e que as áreas das seções transversais de corte e de aterro são as seguintes:
- Estaca 100: 1,5 m2 (corte) e 0,5 m2 (aterro);
- Estaca 101: 0,5 m2 (corte) e 1,5 m2 (aterro).
Se a massa específica aparente seca do material no corte é de 2,0 t/m3, é correto afirmar, de acordo com as padronizações do DNIT, que a compensação lateral a ser realizada na estaca 101 é igual a:
40 m3;
24 m3;
20 m3;
10 m3;
zero.
A implantação rodoviária exige uma série de estudos complexos para a determinação de sua viabilidade e posteriores projetos.
A Publicação IPR-726 do DNIT e outras instruções de serviço particulares estabelecem algumas diretrizes básicas para esse processo e consideram que:
no estudo hidrológico, em linhas gerais, o tempo de recorrência de 25 anos é adotado para drenagens superficiais;
no estudo de tráfego em área rural, a estimativa preliminar de tráfego deve ser realizada por meio da elaboração de matrizes de geração, distribuição, distribuição modal e alocação de viagens;
quando o Estudo de Traçado se referir a um trecho viário a ser implantado (não existente), deverão ser preparados planos funcionais preliminares para cada uma das diretrizes alternativas sob estudo, sobre as cartas ou fotomosaicos disponíveis;
no projeto geométrico, em sua fase executiva, as indicações planialtimétricas em perfil devem indicar as estacas numeradas para cada 1m e as percentagens e comprimentos das rampas, dentre outros elementos de curvas de concordância vertical;
no projeto de pavimentação de pavimentos flexíveis, ainda não é possível utilizar o novo método de dimensionamento nacional, já que a IS-211 determina o Método de Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis, exposto no Manual de Pavimentação do DNIT (2006).
De acordo com o novo método de dimensionamento nacional (MeDiNa), previsto na Instrução de Serviço (IS-247) do DNIT, os materiais do subleito e demais ocorrências de materiais devem ser submetidos a alguns ensaios mecanísticos, como a determinação da deformação permanente (DP) (norma DNIT 179/2018-IE) e do módulo de resiliência (MR) (norma DNIT 134/2018-ME).
Nesse sentido, é correto afirmar que:
para a execução de ensaio de DP, devem ser aplicados, no mínimo, 2.000 ciclos em um par de tensões;
o módulo resiliente resulta da relação entre a tensão confinante e a deformação específica recuperável;
na interpretação dos resultados do ensaio de DP, os solos do tipo IV são os mais indicados para aplicação em pavimentação;
o ensaio de MR no material de subleito pode ser dispensável se ele for utilizado em um aterro da rodovia e estiver localizado em profundidade de 1m em relação à camada de regularização do subleito;
ambos os resultados dos ensaios da DP e do MR podem ser expressos por relações matemáticas não lineares, que, em comum, são dependentes da tensão desvio e da tensão confinante.
Com relação aos serviços de pavimentação asfáltica, especificamente sobre o microrrevestimento asfáltico, estabelecidos por norma DNIT 035/2018- ES, assinale a alternativa incorreta.
Não é permitida a execução dos serviços, objeto desta norma em dias de chuva e também quando a temperatura ambiente estiver abaixo de 10ºC ou a umidade do ar superior a 80 %. Precauções adicionais devem ser tomadas quando a temperatura ambiente estiver acima de 40 C ou a temperatura do pavimento acima de 60 ºC.
Todo o carregamento de emulsão asfáltica de ruptura controlada modificada por polímero elastomérico que chegar à obra deve apresentar certificado de resultados de análise dos ensaios de caracterização exigidos nesta norma, correspondente à data de fabricação ou ao dia de carregamento e transporte para o canteiro de serviço, se o período entre os dois eventos ultrapassar de 10 dias. Deve trazer, também, indicação clara da sua procedência, do tipo e quantidade do seu conteúdo e distância de transporte entre a fábrica e o canteiro de obra.
O microrrevestimento asfáltico pode ser empregado, dentre outros, como camada selante e impermeabilizante.
O microrrevestimento asfáltico não pode ser empregado como camada antiderrapante de pavimentos.
O Fator de Fadiga da Mistura (FFM) está previsto no método MeDiNa, que foi adotado pelo DNIT em projetos rodoviários por meio da IS-247. Considere uma curva de fadiga de uma mistura asfáltica, determinada em função de sua deformação de tração inicial, conforme norma DNIT 183/2018 – ME, modelada de acordo com a equação:
N = 1E-6 . εt-2
Onde:
Sabendo-se que log(16) = 1,2, o FFM dessa mistura é igual a:
0,52;
0,64;
0,76;
0,88;
1,00.
De acordo com os relatórios de ocorrência do sistema de custos rodoviários do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), os custos de mobilização de um determinado projeto podem ser definidos em função de composições de custos de referência, elaboradas para os diferentes veículos transportadores, conforme expressão apresentada abaixo:
CMob = (VDm ×K ×FU)×CH
Onde, K representa o fator relacionado à necessidade de retorno do veículo a sua origem, sendo que
é sempre igual a 1,5.
deve ser desconsiderado.
será igual a 1 quando o veículo não retornar e 2 quando o veículo transportador retornar ao local de origem.
CH representa o custo horário do operador do veículo transportador, em reais por homem, ou seja, seu salário mensal.
os custos relacionados à mobilização e desmobilização de equipamentos e pessoal não são impactados pela aplicação da taxa de Benefícios e Despesas Indiretas (BDI).
O Manual de Projeto Geométrico de Travessias Urbanas do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) estabelece, dentre outros itens, os parâmetros dimensionais de rodovias e travessias urbanas. Logo, tomando como base o referido manual, pode-se afirmar que a Rampa Máxima Desejável para Vias Expressas Secundárias é igual a:
7%
3%
5%
9%
Segundo o Manual de Sinalização Rodoviária do DNIT, a sinalização permanente, composta em especial por sinais em placas e painéis, marcas viárias e dispositivos auxiliares, constitui-se num sistema de dispositivos fixos de controle de tráfego que, ao ser implantado nas rodovias, ordena, adverte e orienta os seus usuários. Os diferentes sinais são identificados de acordo com sua categoria funcional, por meio de seis cores.
A associação correta entre cores e categoria é:
sinais turísticos – azul; sinais de serviços auxiliares – laranja;
sinais de advertência – vermelho; sinais de obras – marrom;
sinais de indicação – verde; sinais turísticos – cinza;
sinais de regulamentação – vermelho; sinais de educação – branco;
sinais de obras – laranja; sinais de regulamentação – amarelo.