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No terceiro parágrafo do texto, como recurso textual argumentativo, é(são) apresentada(s):
Uma controvérsia entre duas ideias.
Informações distintas, mas complementares.
Ênfase de uma ideia em detrimento da outra.
Situações hipotéticas em que uma é consequência da outra.
Citação de nome de autoridade reconhecidamente comprovada.
No texto CG5A1-I, a expressão “Quer dizer” confere ao primeiro período do quarto parágrafo sentido de
conclusão.
causa.
ressalva.
retificação.
exemplificação.
Segundo Fiorin, argumentos são razões contra determinada tese ou a favor dela, com vistas a persuadir o outro de que ela é justa ou injusta, moral ou imoral, benéfica ou prejudicial, etc. Nesse sentido, avalie as afirmações que seguem a respeito dos tipos de argumentos:
I. A citação de autores renomados, autoridades num certo domínio do saber, numa área da atividade humana, para corroborar uma tese, um ponto de vista, caracteriza o Argumento de Autoridade.
II. Os argumentos baseados em provas concretas remetem às opiniões pessoais que expressam apreciações, pontos de vista, julgamentos, que exprimem aprovação ou desaprovação.
III. Em situações de comunicação, o uso da variante culta da língua agrega confiabilidade ao que se diz; o vocabulário adequado à situação de interlocução dá credibilidade às informações veiculadas, caracterizando o Argumento da Competência Linguística.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
Observe os operadores argumentativos destacados nos contextos seguintes:
I. Acredito que o ensino da leitura, embora muito falado e muito estudado, não tem efetivamente avançado.
II. ... ler de tudo; e se, ainda assim, não gostasse, continuasse à procura.
III. ... é no momento da leitura que os encontros e os desencontros das posições frente ao lido acontecem. Porém, para que os encontros e desencontros aconteçam torna-se necessário um planejamento da mediação.
Segundo Ingedore Villaça Koch e Vanda Maria Elias (Ler e compreender – os sentidos do texto), esses operadores argumentativos são característicos da
contrajunção, mecanismo típico das orações concessivas, em (I) e (II), e das orações adversativas, em (III).
contradição, mecanismo típico das orações condicionais, em (I), e das orações conclusivas, em (II) e (III).
contraste, mecanismo típico das orações comparativas, em (I) e (II), e das orações adversativas, em (III).
oposição, mecanismo típico das orações concessivas, como em (I), e das orações alternativas, em (II) e (III).
disjunção, mecanismo típico das orações adversativas, em (I), (II) e (III).
O autor implicitamente apresenta uma crítica a dois modos de vida distintos: o de quem se envolve com a criminalidade – em que se faz “o percurso das ruas, artérias, os bares, as favelas, a prostituição, os rituais, os crimes” (linhas 20 e 21) – e o de quem se contenta com a mesmice e a previsibilidade – em que se permanece “numa casa, caixa, onde no quarto durmam crianças, no fogão haja um resto de comida e, na cama, esperando, certa mulherzinha” (linhas de 22 a 24).
Certo
Errado
Da leitura do excerto acima, pode-se identificar a tentativa do autor de definir o conceito de originalidade de escrita/autoria. Conforme o excerto, encontra-se definição de escrita/autoria original nas alternativas abaixo, exceto em:
Uma capacidade de repetir uma ideia com uma nova abordagem.
Algo que surge com o exercício de se afastar da imitação pura e buscar a inovação constante.
Uma atitude do autor de ser sincero consigo mesmo, expressando suas ideias de forma singular e pessoal.
Uma prática que consiste em copiar as ideias alheias e esconder as fontes.
Aquela que se reinventa e surpreende o leitor, tornando difícil a identificação de autoria imediata.
No interior dos bondes do Rio de Janeiro estava presente um pequeno cartaz que dizia:
Veja, ilustre passageiro,
O belo tipo faceiro
Que o senhor tem a seu lado.
Mas, no entanto, acredite
Quase morreu de bronquite
Salvou-o o Runcreosotado
Esse pequeno texto se enquadra, pelos seus versos, entre os textos de tipo
argumentativo, narrativo, poético e publicitário.
descritivo, narrativo, publicitário e poético.
narrativo, publicitário, poético e informativo.
publicitário, descritivo, normativo e narrativo.
poético, didático, descritivo e argumentativo.
A frase abaixo que NÃO se estrutura a partir de uma comparação é:
A riqueza endurece mais rápido o coração do que a água fervente endurece o ovo;
A riqueza estraga a inteligência, assim como uma refeição muito forte cobre de sono até o olho mais esperto;
A riqueza assemelha-se à água do mar: quanto mais alguém bebe dela, mais sede tem;
Não há prazer em possuir algo mais sem companhia;
Mais do que riqueza, quero paz.
Para explicar melhor o significado do amor, a personagem feminina (Texto 06) usa, predominantemente, o tipo de argumentação chamado de:
Direção.
Argumento de autoridade.
Argumentação por citação.
Evidência.
Analogia.
No texto 13A2-III, destaca-se uma falha argumentativa, conhecida como
falsa causa.
afirmação do consequente.
apelo à quantidade.
generalização apressada.
argumento de autoridade.
Um jornal dizia em causa própria: “Quem lê jornais deve ser considerado um bom cidadão por seu alto nível de informação.”
Trata-se de uma afirmação de caráter argumentativo, que mostra uma falácia, que é:
uma generalização excessiva;
a presença de um estereótipo;
uma simplificação exagerada;
uma falsa analogia;
um argumento autoritário.
Tendo por tema o futebol, a frase abaixo que se filia aos textos argumentativos é:
A grande área é o local do menor número de faltas.
O artilheiro penetrou pela direita e fuzilou o goleiro.
O pênalti é um lance decisivo do jogo de futebol.
Em futebol, o pior cego é o que só vê a bola.
O futebol da seleção brasileira foi tema de discussão.
O conhecido filósofo Schopenhauer disse certa vez: “Observei que o caráter de quase todos os homens parece particularmente adaptado a uma certa idade da vida, de modo que nela apresenta-se de forma mais proveitosa. Alguns são jovens amáveis, e depois isso passa, outros, homens enérgicos e ativos, dos quais a idade rouba todos os valores. Muitos se apresentam mais favoravelmente na velhice, quando são mais indulgentes por serem mais experientes e serenos”.
Tratando-se de um texto argumentativo, a observação correta é:
a autoridade do argumentador, nesse caso, está ligada à sua idade, à sua experiência de vida;
o argumentador do texto é uma pessoa individual representativa de um grupo;
a tese do segmento é “o caráter de quase todos os homens parece particularmente adaptado a uma certa idade da vida”;
a tese apresentada no texto se mostra como uma certeza;
os argumentos presentes no texto são originais e alheios.
“Conhecidas como cidadelas operárias, cidades-empresa ou mesmo cidades-companhia, estes conjuntos urbanos surgiram a partir de meados do século XIX para abrigar os operários e suas famílias no Brasil” (2º parágrafo). A sequência de termos destacados se organiza de acordo com o seguinte critério:
omissão de termo repetido
substituição por pronome pessoal
comparação entre elementos destoantes
reiteração de designações equivalentes
Um advogado, num julgamento, apresenta a seguinte declaração: “Senhores jurados, esse homem, que aqui está sendo julgado por homicídio, é um funcionário exemplar e chegou a gerente operacional da empresa em que trabalhava.”
A argumentação se fundamenta, nesse caso, numa estratégia enganosa, que é:
emprego de uma generalização excessiva;
abandono, por digressão, da questão fundamental;
relação causa/efeito defeituosa;
recurso a um testemunho de autoridade;
apelo a uma analogia impertinente.
‘Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância.”
Sócrates, filósofo grego.
Em termos argumentativos, diríamos que a frase de Sócrates exemplifica um(a)
simplificação exagerada.
círculo vicioso.
raciocínio ambíguo.
afirmativa autoritária.
falso silogismo.
“Isso tem repercutido na queda da cobertura vacinal esperada e em uma certa resistência de aderência às campanhas nacionais, como recentemente contra o sarampo”.
A estratégia, presente na frase acima, de defesa da ideia central formulada é:
argumento de autoridade
indicação de exemplo
estrutura de dilema
narrativa pessoal
Para convencer o interlocutor sobre o quanto o cochilo pode ser benéfico, o autor relata episódios da rotina de Winston Churchill e de Fernando Henrique Cardoso. Trata-se de uma estratégia de argumentação caracterizada como:
argumento de autoridade
argumento de exemplificação
argumento de senso comum
argumento por causa e consequência
É CORRETO afirmar que o texto utiliza como estratégias argumentativas:
apenas a opinião da autora para corroborar seu posicionamento.
ironias e sarcasmos moderados.
adjetivos e hipérboles subjetivos.
dados estatísticos coletados por órgãos especializados.
“Por mais que compremos / estamos sempre nus”. A oração destacada exerce em relação à seguinte uma:
Causa;
Concessão;
Condição;
Finalidade.