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O TEXTO 1 defende que a escola precisa romper com uma tradição pedagógica excludente e construir uma prática de ensino em sintonia com as concepções de sujeito, língua/linguagem e texto como processos históricos e sociais.
Uma abordagem pedagógica alicerçada nessa perspectiva se sustenta na ideia de que a língua/linguagem
pertence a um sistema simbólico, considerando os sujeitos como seres situados e críticos e o ensino da língua como um processo de valorização dos saberes sociais e de ampliação das possibilidades de inserção cidadã e política das(os) estudantes.
é uma representação do pensamento e/ou uma estrutura de pensamento, considerando os sujeitos com total domínio sobre o sentido do texto e o ensino da língua como um processo dinâmico e interativo que visa desenvolver competências comunicativas completas das(os) estudantes.
pertence a um modelo refletido em seu dialeto-padrão, marcado pelo uso real da língua, considerando os sujeitos com habilidades de compreensão profunda do idioma e de suas variações e o ensino da língua como um processo que busca desenvolver a formação crítica das(os) estudantes.
é uma junção do código com a estrutura, considerando os sujeitos emissores e/ou receptores com total domínio sobre o sentido do texto e o ensino da língua como um processo interativo que visa desenvolver competências comunicativas completas nas(os) estudantes.
Segundo Ferdinand de Saussure, a língua constitui o verdadeiro objeto da linguística e pode ser compreendida como um sistema de signos convencionais, cujos elementos mantêm entre si relações de valor e funcionam como mediadores entre o pensamento e a realidade.
A partir dessa concepção, é CORRETO afirmar que a língua:
É uma capacidade inata do ser humano para emitir sons articulados, manifestando-se de forma idiossincrática nos atos individuais de fala.
Exerce simultaneamente função simbólica e função comunicativa, ao organizar o pensamento por meio de signos arbitrários e possibilietar a interação social.
Constitui um sistema homogêneo e estável, desligado dos contextos sociais, sendo estudado prioritariamente em sua forma sincrônica.
Realiza-se exclusivamente na dimensão oral, uma vez que a escrita é considerada uma representação secundária e artificial do signo linguístico.
Depende essencialmente da intencionalidade do falante, sendo a variação linguística considerada um desvio da norma ideal do sistema.
(PMM/URCA 2025) Marque a opção que preenche corretamente os parênteses sobre gêneros do discurso em sala de aula:
( ) A publicação do Parâmetro Curricular Nacional de Língua Portuguesa — PCN tem acarretado muito debate para o ensino dos gêneros discursivos.
( ) O viés enunciativo-discursivo possui base teórica e ideais pautados em Bakhtin, seus fundamentos coadunam com a didatização ou escolarização dos gêneros do discurso.
( ) Bakhtin defende que os gêneros discursivos resultam em formas-padrão “relativamente estáveis” de um determinado enunciado, estas formas seriam determinadas sócio-historicamente.
( ) Os gêneros sofrem modificações de acordo e em consequência do momento histórico no qual estão inseridos, assim podemos compreender que cada situação social dá origem a um gênero com suas próprias peculiaridades.
( ) A habilidade linguística de uso dos diversos gêneros depende do domínio da língua. A facilidade de reconhecer e empregar os gêneros perpassa pelo treino, pela observação dos aspectos formais e pelas regras fixas neles existentes.
V; F; V; V; F.
V; V; V; V; F
F; V; F; V; F
V; F; F; V; F
F; F; V; F; V
Considerando as consoantes do Português, classificadas quanto ao modo e ao lugar de articulação (Gladis Massini-Cagliari e Luiz Carlos Cagliari, “Fonética”, em Mussalim & Bentes [orgs.], 2005), se um estudante grafa “cato” (no lugar de “gato”) e “pala” (no lugar de “bala”), está alterando o vozeamento de consoantes
oclusivas.
fricativas.
nasais.
vibrantes.
africadas.
No campo dos estudos linguísticos, o estruturalismo considera que o sentido de uma frase está vinculado:
Ao sistema de signos linguísticos e à estrutura sintática que organiza a frase.
À intenção do falante e à situação comunicativa em que o enunciado é produzido.
À análise histórica das palavras e à sua etimologia no contexto cultural.
Ao conteúdo emocional transmitido pela entonação e pelo contexto subjetivo do interlocutor.
Dentre as teorias linguísticas, os estruturalistas seguem duas linhas baseadas no paradigma forma ou funcional. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo, marque V (verdadeiro) e F (falso) e posteriormente, a alternativa correspondente.
[ ] Definição da língua: instrumento de interação social (paradigma funcional)
[ ] Definição da língua: conjunto de orações (paradigma formal)
[ ] Principal função da língua: comunicação (paradigma formal)
[ ] Principal função da língua: expressão dos pensamentos (paradigma funcional)
V, V, V,V
F,F,F,F
V, V, F, F
F,F,V,V
F, V,F,V
Segundo a perspectiva de Dolz, Noverraz e Schneuwly são exemplos de gêneros orais e escritos que discutem problemas sociais controversos, exceto:
Diálogo argumentativo
Deliberação informal
Curriculum vitae
Debate regrado
Texto de opinião
A linguagem oral compreende práticas interativas que envolvem escuta, fala e produção de sentidos em situações comunicativas diversas. A oralização diz respeito à leitura em voz alta de textos escritos, exigindo controle prosódico e compreensão. A oralidade, por sua vez, relaciona-se aos usos socioculturais da fala, incluindo variação linguística e construção coletiva de significados (ANTUNES, 2009. Adaptado.).
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
A distinção entre linguagem oral, oralização e oralidade reconhece práticas discursivas distintas, articulando interação falada, leitura em voz alta e usos socioculturais da fala em diferentes situações comunicativas.
A oralização consiste em vocalizar o texto escrito de forma mecânica, sem necessidade de interpretação do conteúdo, sem ajustes prosódicos e sem adequação às características do público ou da situação de comunicação.
A oralidade corresponde a um uso uniforme e estável da fala, desconsiderando variações socioculturais, marcas de identidade e modos diversos de interação que caracterizam diferentes comunidades linguísticas.
A linguagem oral, a oralização e a oralidade são tratadas como manifestações equivalentes do uso da fala, uma vez que não se exige distinção entre interação espontânea, leitura em voz alta ou práticas socioculturais presentes nos diferentes contextos comunicativos.
Texto 1
O ensino de leitura e da escrita baseado em uma concepção interacionista de língua implica considerá-las como práticas sociais. Nessa perspectiva, o “letramento escolar” que envolve o processo de didatização da leitura e da escrita precisa ser feito de modo a garantir que as práticas de leitura e de produção de textos desenvolvidas nesse espaço se aproximem daquelas realizadas fora dele.
(Eliana Borges Correia de Albuquerque, Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de língua portuguesa, 2006)
Texto 2
A atividade de leitura completa a atividade da produção escrita. É, por isso, uma atividade de interação entre sujeitos e supõe muito mais que a simples decodificação dos sinais gráficos. O leitor, como um dos sujeitos da interação, atua participativamente, buscando recuperar, buscando interpretar e compreender o conteúdo e as intenções pretendidos pelo autor.
(Irandé Antunes, Aula de Português: encontro e interação, 2003)
Em relação ao conceito de língua proposto por Bakhtin (1992), as autoras mostram-se
coerentes com ele, já que para o autor a língua corresponde a uma prática social e se realiza na interação entre sujeitos.
discrepantes dele, já que para o autor a língua corresponde a um sistema, e seus elementos se constituem em oposição.
parcialmente coerentes com ele, já que para o autor o letramento escolar deveria deixar de lado a linguagem de fora da escola.
coerentes com ele, já que para o autor a leitura é vista como decodificação dos sinais gráficos e uma forma auxiliar da escrita.
discrepantes dele, já que o autor reconhece a língua como um fenômeno histórico e social, portanto provida de sentido.
O conceito de dialogismo, conforme Bakhtin, indica que:
Todo enunciado mantém relação com outros discursos, sendo construído socialmente.
O diálogo se limita à interação face a face entre interlocutores.
A linguagem deve ser analisada apenas como um sistema formal, desvinculada das relações sociais.
A presença de múltiplas vozes independentes em um romance caracteriza dialogismo.
No 4º parágrafo, o autor emprega o verbo “implicar” na forma transitiva direta, variante considerada de prestígio. É comum, porém, o uso desse verbo também na forma transitiva indireta, regido pela preposição “em”.
Trata-se de um caso de variação relacionado ao seguinte plano de organização da língua:
lexical
sintático
fonológico
morfológico
A leitura, em sua dimensão mais complexa e profícua, não se restringe à mera decodificação de signos gráficos, mas configura-se como um processo ativo de atribuição de sentidos, fortemente influenciado pelo repertório sociocultural do leitor e pelas condições de produção e circulação do texto. Nesse contexto, a articulação entre leitura e áreas do conhecimento implica a descompartimentalização do ensino, promovendo a transdisciplinaridade e a contextualização dos saberes, elementos que, por si só, garantem a eficácia do aprendizado sem a necessidade de estratégias didáticas específicas para a interdisciplinaridade.
Certo
Errado
Considerando os fundamentos teóricos das concepções de linguagem e dos gêneros do discurso, à luz da linguística enunciativa e dos princípios que norteiam o ensino de Língua Portuguesa na perspectiva dialógica, assinale a alternativa que expressa uma compreensão adequada e coerente com os postulados de Bakhtin e da linguística textual.
A noção de gênero do discurso, segundo Bakhtin, vincula-se à ideia de que o enunciado realiza-se socialmente como resposta a outros enunciados, situando-se em contextos de interação histórica e dialógica.
A concepção de linguagem como instrumento de representação implica considerar os gêneros do discurso como manifestações culturais invariáveis, associadas a padrões estáveis e previsíveis de uso.
A abordagem dos gêneros textuais, quando pautada pela gramática normativa, é suficiente para contemplar a diversidade de práticas sociais de linguagem, desde que se respeite a variação estilística.
A estrutura composicional dos gêneros textuais permite ao leitor deduzir unicamente o propósito comunicativo do autor, dispensando considerações sobre o contexto e a heterogeneidade enunciativa.
A análise dos gêneros discursivos, nos moldes bakhtinianos, deve priorizar os aspectos estruturais internos dos textos, já que sua composição formal é responsável exclusiva pela produção dos sentidos.
Compreender os comportamentos leitor e escritor e sua relação com a fluência leitora envolve mais do que descrever habilidades técnicas associadas à decodificação ou à produção de textos. Tais comportamentos constituem manifestações discursivas complexas, inseridas em práticas sociais e cognitivas que pressupõem objetivos, interlocuções, gêneros e níveis distintos de apropriação da linguagem. Com base nessas considerações e nas contribuições teóricas dos estudos de letramento, da linguística textual e da psicogênese da língua escrita, pode-se afirmar que:
Assinale a alternativa CORRETA.
A construção do comportamento leitor e do comportamento escritor está ligada a processos de apropriação de práticas sociais mediadas pela linguagem, em que a compreensão e a produção de textos são determinadas não apenas por competências linguísticas, mas também pela inserção em contextos de letramento significativos e heterogêneos.
O comportamento leitor é caracterizado pela capacidade de realizar leituras interpretativas ancoradas na decodificação sucessiva das unidades textuais, sem a qual não há ativação de inferências, já que estas dependem da linearidade fonográfica para operar cognitivamente.
A fluência leitora com compreensão, especialmente em leitores em processo de alfabetização, manifesta-se prioritariamente por meio da leitura automatizada em voz alta, cuja expressividade rítmica garante, por si, a internalização dos mecanismos sintáticos do texto.
O comportamento escritor, concebido sob a ótica discursiva, implica a produção de textos coerentes com os princípios gramaticais normativos, visto que o desvio em relação à norma compromete a eficácia comunicativa e impossibilita a construção de sentido textual em gêneros institucionais.
De acordo com Bakhtin (2003, p. 282), "falamos apenas através de determinados gêneros do discurso, isto é, todos os nossos enunciados possuem formas relativamente estáveis e típicas de construção do todo. Dispomos de um rico repertório de gêneros de discurso orais (e escritos). Em termos práticos, nós os empregamos de forma segura e habilidosa, mas em termos teóricos podemos desconhecer inteiramente a sua existência [...] esses gêneros do discurso nos são dados quase da mesma forma como é dada a língua materna, a qual dominamos livremente até começarmos o estudo teórico da gramática. A língua materna − sua composição vocabular e sua estrutura gramatical − não chega ao nosso conhecimento a partir de dicionários e gramáticas mas de enunciações concretas que nós mesmos ouvimos e nós mesmos reproduzimos na comunicação discursiva viva com as pessoas que nos rodeiam".
(Citação extraída do Currículo da Educação Básica Municipal de Blumenau, 2021, p. 58-59.)
Tendo como referência essa citação, analise as assertivas que seguem a respeito do trabalho pedagógico em Língua Portuguesa:
I.Tem como objeto de ensino e de aprendizagem o texto-enunciado em seus contextos de uso, em práticas interligadas: leitura, produção de texto e análise linguística para a produção de discursos e para a compreensão leitora.
II.Preza pelo ensino da gramática normativa desde os anos iniciais, uma vez que os estudantes serão bons escritores e bons leitores apenas se dominarem a norma padrão da língua.
III.É preciso considerar as esferas de atividade humana nas quais circulam os gêneros do discurso, trabalhando com práticas de linguagem que se sustentam nas situações concretas da vida social dos estudantes.
É correto o que se afirma em:
I e III, apenas.
I, apenas.
II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
No espaço escolar, no componente curricular de língua portuguesa, o texto-enunciado torna-se objeto de ensino por meio de diferentes gêneros do discurso, uma vez que, de acordo com Bakhtin (2003), o nosso discurso (enunciado) é materializado por meio de gêneros do discurso, "tipos relativamente estáveis" de enunciados, compostos, inextricavelmente, por:
Locutor, interlocutor e aspectos lexicais da língua.
Conteúdo de referência, estrutura textual fixa e estilo gramatical.
Conteúdo temático, composição e estilo.
Conteúdo gramatical, composição e estilo.
Conteúdo temático, estrutura específica do gênero e aspectos gramaticais.
Analise as sentenças a seguir a respeito do que é relevante contemplar no espaço escolar, pensando no ensino de Língua Portuguesa, com enfoque na análise linguística:
I.Conhecer algumas das variedades linguísticas do português do Brasil e suas diferenças fonológicas, prosódicas, lexicais e sintáticas, avaliando seus efeitos semânticos.
II.Discutir, no fenômeno da variação linguística, variedades prestigiadas e estigmatizadas e o preconceito linguístico que as cerca, questionando suas bases de maneira crítica, a fim de reduzir as ocorrências estigmatizadas da língua em sala de aula.
III.Conhecer as diferentes funções e perceber os efeitos de sentidos provocados nos textos pelo uso de sinais de pontuação (ponto final, ponto de interrogação, ponto de exclamação, vírgula, ponto e vírgula, dois-pontos) e de pontuação e sinalização dos diálogos (dois-pontos, travessão, verbos de dizer).
IV.Conhecer e analisar as relações regulares e irregulares entre fonemas e grafemas, assim como as possibilidades de estruturação da sílaba na escrita do português do Brasil, tendo como referência o português de Portugal.
É correto o que se afirma em:
II e IV, apenas.
I e IV, apenas.
I e III, apenas.
I, II, III e IV.
II e III, apenas.
As políticas contemporâneas de acessibilidade comunicacional representam uma complexa interface entre a garantia de direitos fundamentais, a ressignificação de conceitos pedagógicos tradicionais e a reconfiguração dos espaços escolares como ambientes democraticamente inclusivos. Nesse contexto, a implementação de sistemas de comunicação aumentativa e alternativa em instituições escolares pressupõe uma compreensão multidimensional que ultrapassa a dimensão técnica ou assistencial. Analise as seguintes afirmativas sobre os fundamentos que subjazem às políticas de acessibilidade comunicacional:
I.A sustentabilidade de políticas de acessibilidade comunicacional em instituições escolares repousa fundamentalmente na consolidação de mudanças nas estruturas organizacionais e na alocação orçamentária contínua, sendo as transformações nas concepções pedagógicas e nas atitudes dos profissionais de educação - consequências naturais que emergem automaticamente da disponibilização de recursos materiais adequados e de ambientes fisicamente acessíveis.
II.Os sistemas de comunicação aumentativa e alternativa, quando implementados como estratégia integrada aos processos pedagógicos comuns e não como apêndice segregado, contribuem para a desconstrução de hierarquias cognitivas historicamente estabelecidas, permitindo que a escola reconheça múltiplas formas de expressão e compreensão como legítimas manifestações de pensamento e participação social.
III.A capacitação de profissionais de educação para atender pessoas com necessidades complexas de comunicação constitui responsabilidade compartilhada entre a administração pública e as instituições escolares, implicando não apenas em transmissão de procedimentos técnicos, mas também em reflexão crítica sobre concepções subjacentes de normalidade, deficiência e cidadania.
É correto o que se afirma em:
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
II, apenas.
I, apenas.
A dimensão estética e intercultural das linguagens contribui para:
A formação de leitores sensíveis através da apreciação de obras artísticas consagradas, estabelecendo parâmetros estéticos universais para análise cultural.
O desenvolvimento da sensibilidade, da empatia e da consciência crítica, permitindo compreender e valorizar a diversidade de identidades culturais expressas na literatura, nas artes e nas línguas.
O desenvolvimento de competências de leitura que articulam análise formal com contextualização histórica, priorizando aspectos técnicos sobre dimensões ideológicas.
O reconhecimento da pluralidade cultural através da comparação entre manifestações artísticas, identificando graus de sofisticação estética entre diferentes expressões.
A ampliação do repertório cultural dos estudantes mediante seleção criteriosa de obras representativas dos valores estéticos dominantes em cada período histórico.
De acordo com a BNCC, as "_______________ realizam-se nas ____________, mediadas por diferentes ___________: verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e, contemporaneamente, digital. Por meio dessas práticas, as pessoas interagem consigo mesmas e com os outros, constituindo-se como sujeitos _________. Nessas interações, estão imbricados conhecimentos, atitudes e valores culturais, morais e éticos."
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente o excerto anterior:
Atividades cotidianas − práticas escolares − letramentos − éticos.
Atividades humanas − práticas sociais − linguagens − sociais.
Atividades escolares − práticas cotidianas − metodologias − competentes.
Atividades acadêmicas − práticas de letramento − teorias − letrados.
Atividades disciplinares − práticas teóricas − métodos − habilitados.