Questões de Concurso sobre Estudos linguísticos

 
 
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Magda Soares é uma autora brasileira que critica a concepção tradicional de alfabetização. Para a autora, essa ideia produz um ensino mecânico e ineficaz, pois a escrita é sempre uma prática social, e não uma tecnologia neutra. Nessa perspectiva, a falha do modelo tradicional de ensino do português reside em não tratar o domínio da escrita como


A

um processo de interação social mediada, já que o professor é o intermediário para decodificação do alfabeto.


B

uma prática ideológica e crítica, em que o aluno passa a refletir sobre as estruturas de poder na sociedade.


C

um conjunto de habilidades autônomas, em que o domínio de regras de decodificação e codificação possibilita sujeitos críticos da realidade.


D

uma etapa posterior ao desenvolvimento cognitivo geral, já que a linguagem é um reflexo da maturidade mental do aluno.

Leia o texto a seguir.


[...] A verdadeira substância da língua não é constituída de um sistema abstrato de formas linguísticas nem pela enunciação monológica isolada, nem pelo ato psicofisiológico de sua produção, mas pelo fenômeno social da interação verbal, realizada através da enunciação ou das enunciações. A interação verbal constitui assim a realidade fundamental da língua.


BAKHTIN, M. Estética da Criação Verbal. Tradução de Maria Ermantina Galvão. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000, p.123.


A concepção de língua/linguagem concebida a partir da perspectiva teórica do pensador russo Mikhail Bakhtin é tida como


A

subjetivista idealista.


B

objetivista abstrata.


C

sociointeracionista.


D

estruturalista.

Fenômeno discursivo presente tanto nas manifestações escritas quanto nas manifestações orais da linguagem, os modalizadores são boas ferramentas para o trabalho pleno com o texto em sala de aula, porque


A

favorecem a compreensão, por parte dos alunos, de que a língua não é um sistema fechado de regras.


B

possibilitam o entendimento, por parte dos alunos, de que o sentido dos textos reside no uso expressivo dos modalizadores.


C

contribuem para que os alunos sejam capazes de memorizar a lista de modalizadores a serem usados em qualquer contexto.


D

estimulam os alunos a usarem compêndios de gramáticas normativas para que se expressem de modo pleno.

Ao defender que o ensino da língua deve formar pessoas capazes de assumir a palavra para atuarem como autores de uma nova ordem das coisas, o texto permite inferir uma crítica ao ensino tradicional de língua. Assim, para atender aos objetivos de cidadania e função política citados no texto, o trabalho do professor de língua portuguesa deve fundamentar-se na concepção de linguagem como


A

expressão do pensamento, que concebe a escrita como um dom individual e foca no ensino desenvolvimentista do raciocínio lógico para a exteriorização adequada das ideias inatas do aluno.


B

código e estrutura, que prioriza o domínio da norma culta padrão e da nomenclatura gramatical como ferramentas neutras de ascensão social e superação da incompetência escolar.


C

processo de interação, que concebe a língua como atividade social, histórica e cognitiva, realizada na interlocução entre sujeitos situados em contextos reais de interlocução.


D

instrumento de comunicação, que foca na transmissão eficaz de mensagens de um emissor para um receptor, e analisa variáveis ideológicas para evitar conflitos com a linguagem.

Marcos Bagno é, no Brasil, uma das referências no assunto do preconceito linguístico e, em especial, na área da Sociolinguística. Pode-se dizer que as ideias desse linguista embasam uma pedagogia da variação linguística por abarcar


A

um conteúdo da sociolinguística educacional de natureza decolonial, advindo de teorias do letramento crítico.


B

uma abordagem que luta contra os preconceitos direcionados aos falares considerados marginalizados.


C

um modelo educacional pautado na concepção de heterogeneidade da sociedade e homogeneidade da língua.


D

uma proposta educacional em que a norma culta deve ser a variedade de prestígio a ser ensinada na escola.

No trecho:


"E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me salvar. Um menino de uns 12 anos, o que para mim significava um rapaz, esse menino muito bonito parou diante de mim e, numa mistura de carinho, grossura, brincadeira e sensualidade, cobriu meus cabelos, já lisos, de confete"


A função comunicativa desse trecho, considerando a perspectiva de Bakhtin (1992) sobre a linguagem literária como interação entre enunciador e receptor, é:


A

Relatar acontecimentos de forma objetiva, sem envolvimento do leitor.


B

Descrever ações de personagens com foco apenas na narrativa factual.


C

Criar empatia e envolver o leitor na experiência afetiva da personagem.


D

Apresentar uma crítica social implícita sobre festas infantis.

Sobre o processo de retextualização em atividades escolares, assinale a alternativa correta:


A

Retextualizar consiste em um processo mecânico de transcrição fiel de cada gagueira ou repetição da fala no papel.


B

A fala é considerada uma forma inferior de linguagem, sendo a escrita o único modelo de correção a ser seguido.


C

O processo de passagem do oral para o escrito não exige mudanças na estrutura gramatical, mantendo-se a informalidade.


D

A retextualização é um processo cognitivo complexo que envolve transformar um gênero em outro, exigindo adaptações de registro.

Os usos da linguagem organizam-se historicamente em formas relativamente estáveis de enunciados, determinadas pelas condições sociais de produção, pelos objetivos comunicativos e pelas esferas de atividade humana em que circulam (BAKHTIN, 2011).


Considerando a noção de gêneros discursivos, assinale a opção correta


A

Gêneros discursivos dizem respeito exclusivamente à classificação formal de textos escritos, não se aplicando a produções orais ou multimodais.


B

Gêneros discursivos são tipos relativamente estáveis de enunciados, definidos pelas condições de produção e pelas finalidades comunicativas.


C

Gêneros discursivos podem ser definidos apenas a partir de características linguísticas internas, como vocabulário e estrutura sintática, independentemente do contexto de interação social.


D

Gêneros discursivos são categorias exclusivamente didáticas, criadas pela escola para organizar o ensino da leitura e da escrita, sem existência fora do ambiente escolar.


E

Gêneros discursivos correspondem a modelos linguísticos fixos e imutáveis, cuja função principal é garantir uniformidade estrutural aos textos produzidos em uma língua.

A relevância e a produtividade pragmática da língua oral no mundo contemporâneo pode ser facilmente percebida nas mídias, nas demandas postas por uma vasta gama de profissões, no uso político da fala e até mesmo nos jogos, brincadeiras e interações cotidianas (piadas, jogos de palavras, chistes), nas quais os desejos de jovens e de adultos tecem e entretecem suas subjetividades e, por meio delas, fortalecem ou enfraquecem suas possibilidades de participação social. Sua importância é tão evidente que constitui um desafio enumerar ou mesmo classificar a infinidade de gêneros dos quais o trabalho, as diversões e as artes contemporâneas lançam mão.


(https://www.scielo.br/j/ep/a/YcPJBXDcwDDhb9hQDJdL6 CN/?lang=pt)


Diante desse contexto, marque V, para as afirmativas verdadeiras, ou F, para as falsas.


(__)As interações orais espontâneas, por si só, não são suficientes para atender às exigências dos diversos usos sociais da oralidade

(__) A oralidade artística deve ser dissociada da tradição oral, a fim de privilegiar apenas as manifestações contemporâneas.

(__)Para o ensino da oralidade é importante separar a cultura popular da cultura erudita, uma vez que apenas a cultura erudita é adequada ao contexto escolar.

(__)As práticas pedagógicas de escuta e de produção oral devem possibilitar ao aluno o contato e a assimilação de diferentes gêneros orais, ampliando sua competência para atuar em diversas situações sociais de uso da língua.


A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:


A

F, F, F, V.


B

V, V, F, F.


C

F, V, F, V.


D

V, V, V, V.


E

V, F, F, V.

A Intertextualidade e a interdiscursividade dizem respeito ao diálogo entre textos e discursos, evidenciando que todo texto se constrói a partir de outros já existentes, mobilizando vozes sociais diversas.


Na relação "eu e o outro", os textos recorrentes retomam, transformam ou ressignificam sentidos anteriores, revelando posicionamentos, memórias discursivas e valores compartilhados culturalmente.


Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:


A

A presença de vozes e sentidos de discursos alheios em um enunciado configura fenômeno interdiscursivo, mesmo quando essas vozes não são identificáveis de modo direto, pois atuam na constituição ideológica do texto.


B

Os discursos produzidos em situações institucionais não recorrem à intertextualidade ou interdiscursividade, pois devem privilegiar a clareza e a impessoalidade, sem invocações de vozes externas.


C

A intertextualidade manifesta-se exclusivamente por meio da citação explícita de textos anteriores, e sua ocorrência está condicionada à presença de aspas, travessões ou notas explicativas.


D

A relação entre "eu" e "outro" no discurso manifesta-se apenas em contextos dialógicos presenciais, sendo irrelevante para a construção de sentidos em textos escritos monológicos.


E

A interdiscursividade ocorre quando há reprodução literal de um texto anterior, mantendo-se a fidelidade lexical e formal do enunciado original, característica típica da intertextualidade explícita.

Considere as afirmativas a seguir, referentes aos conceitos de dialogismo, polissemia, polifonia e heterogeneidade discursiva.


Registre V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:


(__)A polissemia, embora constitutiva do signo linguístico, adquire relevância discursiva quando seus sentidos potenciais são ativados por posições enunciativas historicamente situadas.

(__)A polifonia caracteriza-se pela coexistência de diferentes orientações valorativas no discurso, ainda que organizadas sob uma mesma instância enunciativa responsável pela hierarquização dos sentidos.

(__)A heterogeneidade discursiva manifesta-se unicamente quando o discurso evidencia rupturas formais entre vozes distintas, sendo incompatível com textos de organização argumentativa contínua.


Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo:


A

V, V, F


B

V, F, F


C

V, F, V


D

F, F, V


E

V, V, V

Entramos no conceito de gramática modular, que é algo primordial para os estudos dos gerativistas, podendo ser definida como a viabilidade de analisar isoladamente a sintaxe em relação aos demais elementos da gramática, como léxico, fonologia, morfologia e semântica. Para Chomsky, a análise da gramática e de seus componentes pressupõe a abordagem de módulos autônomos, operando independentemente uns dos outros. Isso implica que cada componente é regido por suas próprias regras, sem sofrer influência direta dos demais módulos. Existem alguns pontos de encontro entre esses módulos da gramática, porque a sintaxe produz sintagmas e sentenças através das palavras do léxico. O item final da sintaxe (que é a sentença), portanto, precisa obter uma leitura fonológica e uma interpretação semântica, o que o gerativismo batizou de Forma Lógica. [...]


KENEDY, E. Gerativismo In: MARTELOTTA, Mário Eduardo Toscano. (Org.). Manual de Linguística. São Paulo: Contexto, 2008, v. 1, p. 127-140.


Sabendo que as principais correntes da linguística moderna estudam a língua sob perspectivas distintas, assinale a alternativa cuja informação acerca da corrente linguística gerativista está correta.


A

O gerativismo enfatiza a estrutura semântica (como interpretação de frases) para formar a “árvore” gerativa que resulta no significado.


B

O gerativismo sinaliza a capacidade da linguagem de permitir que falantes compreendam sentenças novas e infinitas, anteriormente ouvidas.


C

A corrente gerativista visa explicar o funcionamento externo da mente humana em relação à sua capacidade de produção da linguagem, tratando-a como um sistema criativo.


D

O estudo gerativista visa explicar o funcionamento interno da mente humana em relação à sua capacidade de criar linguagem, tratando-a como um sistema cognitivo e matemático.


E

Algo primordial e fundamental na gramática gerativa é o estudo diacrônico da língua, ou seja, a investigação de como uma língua evolui, transforma-se e se modifica ao longo do tempo e do espaço.

Linguistas como Luiz Antônio Marcuschi, Leonor Lopes Fávero e Ingedore Villaça Koch não defendem a existência de uma dicotomia entre oralidade e escrita por considerarem que tais modalidades formam um continuum tipológico. Mesmo com diversas pesquisas acerca do assunto, o trabalho com a oralidade recebe pouca atenção em sala de aula, pois essa modalidade é ainda considerada


A

uma modalidade aprendida passivamente, conforme o contexto situacional que o falante se encontra.


B

um modelo pouco eficaz no processo de ensino, já que o homem é determinado biologicamente para falar.


C

uma modalidade não passível de ser reelaborada, por não ser possível documentá-la para correção.


D

um modelo usado como refratário da modalidade escrita, de modo que a correção do texto escrito promoverá a correção da fala.

A linguista brasileira Irandé Antunes enfatiza que o uso do texto em sala de aula é um pretexto para análise frasal à luz da gramática normativa. Tal ação, segundo a pesquisadora, configura um equívoco quanto ao modo de agenciar atividades linguísticas, epilinguísticas e metalinguísticas. A distinção entre a aula de gramática e a aula de análise linguística reside no fato de a primeira


A

utilizar a memorização para integrar leitura e produção textual, enquanto a segunda serve para a escrita de textos exemplares.


B

ter como prerrogativa o ensino da produção textual, enquanto a segunda utiliza a reflexão para o ensino da leitura.


C

a primeira ter como prerrogativa a aprendizagem de nomenclaturas e regras, enquanto a segunda utiliza a reflexão para integrar os eixos do ensino de língua.


D

a primeira utilizar a reflexão para integrar os eixos das práticas de linguagem, enquanto a segunda serve para aprendizagem de normas gramaticais.

Nenhum texto se constrói a partir de uma única voz isolada. Mesmo quando o autor aparenta expressar uma opinião individual, seu discurso é atravessado por enunciados anteriores, posições ideológicas, valores sociais e saberes historicamente constituídos. Esses diferentes pontos de vista podem aparecer de forma explícita, como citações diretas, ou implícita, por meio de ironias, alusões e reformulações discursivas, criando um jogo de vozes que dialogam, se complementam ou entram em conflito dentro do texto.


O fenômeno discursivo descrito no texto denomina-se:


A

intertextualidade formal


B

polifonia discursiva


C

coesão referencial


D

paralelismo sintático

Sobre os gêneros do discurso, e com base nos estudos de Bakhtin (1992) e Marcuschi (2008), é correto o que se afirma em:


A

Todos os gêneros do discurso possuem estrutura rígida e idêntica, independentemente do contexto social.


B

Cada gênero apresenta organização própria, temas recorrentes e finalidade comunicativa, adaptando-se à situação de uso.


C

A estrutura dos gêneros é definida apenas pelo tamanho do texto e pela complexidade das frases.


D

Os gêneros existem exclusivamente como formas estéticas, sem relação com a interação social.

Considere o trecho da obra Extraordinário, de R. J. Palacio:

“Sei que não posso mudar o modo como nasci. Mas talvez eu possa mudar o modo como as pessoas me veem. Se todos fossem um pouco mais gentis do que o necessário, o mundo seria um lugar melhor.” (p.9)

Fonte: PALACIO, R. J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013.


A partir dos processos de análise linguística, semântica e textual, assinale a alternativa CORRETA.


A

A interpretação adequada deste trecho depende do reconhecimento de procedimentos intertextuais implícitos, cuja notável ausência inviabiliza a compreensão da posição enunciativa do narrador e a comunicação com o interlocutor.


B

O entendimento do excerto exige prioritariamente a recuperação do encadeamento lógico das informações explícitas, sendo as marcas de subjetividade e modalização recursos acessórios, com impacto limitado na interpretação global.


C

O texto apresenta um movimento reflexivo individual, mas não estabelece relação entre experiência pessoal e valores socialmente compartilhados, o que restringe sua dimensão interpretativa, marcada pelo uso de pronomes pessoais coletivos.


D

A análise do trecho pode ser plenamente realizada a partir da observação de aspectos morfossintáticos, uma vez que a organização formal do período é suficiente para explicar os efeitos de sentido produzidos, mesmo sem contextualização da obra, sendo marcante a sequência textual jaculatória.


E

A construção de sentidos decorre da identificação de uma progressão argumentativa que articula reconhecimento de uma condição imutável, projeção de mudança possível e formulação de uma hipótese ética de alcance coletivo, marcada linguisticamente por modalizador e estrutura condicional.

Segundo a Linguística Textual (Koch; Marcuschi), a distinção entre Gênero Textual e Tipo Textual (ou Sequência Tipológica) é fundamental para o planejamento didático. O conceito que se refere a estruturas linguísticas relativamente estáveis, caracterizadas por marcas linguísticas específicas como tempos verbais e relações lógicas, define o:


A

Domínio Discursivo.


B

Gênero Textual.


C

Suporte Textual.


D

Tipo Textual.


E

Hipertexto.

Leia o texto a seguir.


[...] a prática de [análise linguística] se efetiva quando leitura, escrita e [análise linguística] são trabalhadas de maneira complementar [...]. As atividades de [análise linguística] devem possibilitar, pois, o desenvolvimento da reflexão sobre o uso da língua, materializado no gênero. Uma atividade reflexiva sobre a língua/linguagem deve possibilitar ao sujeito o desenvolvimento da competência comunicativa e discursiva para falar, escutar, ler e escrever nas diferentes situações de comunicação. Para isso, torna-se pertinente a mobilização de saberes de diversas teorias: gêneros textuais, da gramática, linguística textual, argumentação, semântica e pragmática [...]


(Dutra; Régis, 2017, p. 550).


As reflexões das autoras sobre o eixo das práticas de análise linguística dão destaque a uma característica importante desse eixo. Que característica é essa?


A

O caráter transversal das atividades do eixo.


B

O perfil conciliador das atividades do eixo.


C

A natureza formal dos conteúdos do eixo.


D

A perspectiva cognitiva de análise do eixo.


E

A visão inovadora para avaliação do eixo.

Leia as passagens abaixo antes de julgar o que será pedido.


I. “Volta-se para o que se faz com a linguagem, em que circunstâncias e com que finalidade. Enquanto, no âmbito da semântica, uma sentença como ‘Está frio’ significa que algo está com a temperatura baixa, nada mais além disso, para esta linha dos estudos linguísticos, o entendimento será possível apenas com base no contexto em que o enunciado é proferido.”

II. “Tem como objeto de estudo o texto e seus elementos de análise, como coesão, coerência e intertextualidade. Surgiu como uma reação aos estudos meramente sintáticos e/ou semânticos, que se limitavam às análises de sentenças.”


A partir da análise dos conceitos afirmados acima, pode-se entender que, pela ordem, tais postulações se referem aos seguintes ramos da Linguística:


A

Sintaxe e Semântica.


B

Coerência e Coesão.


C

Linguística textual e Pragmática.


D

Coesão e Pragmática.


E

Pragmática e Linguística textual.

   
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