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Na conclusão do texto, o autor expressa sua opinião própria sobre o tema. Assinale a alternativa que a sintetiza corretamente.
Para o autor, não se trata da morte da fotografia enquanto expressão artística, pois esta continua existindo, e, sim, da massificação da fotografia como um todo.
O autor, concordando com o fotógrafo Nick Knight, acredita que o maior acesso das pessoas a dispositivos de fotografar é responsável pela queda na qualidade expressiva da fotografia.
O autor acredita que fotografia não é arte e, por isso, nem mesmo os melhores equipamentos seriam capazes de produzir fotografias artísticas.
O autor do texto acredita que a massificação promovida pelas novas formas de fotografar gera fotógrafos preguiçosos, incapazes de produzir arte.
Sobre a intertextualidade assinale a alternativa INCORRETA.
Na linguística, a Intertextualidade é um recurso utilizado entre textos, de maneira que estabelece uma analogia mediada por um diálogo existente entre eles, sejam da mesma natureza ou não (por exemplo a intertextualidade entre um texto escrito e um texto visual).
A intertextualidade é um recurso muito empregado na literatura, na música, na pintura, na televisão, bem como na linguagem coloquial, posto que muitas vezes, sem notarmos, estamos criando um texto, ao fazer referência a outro.
De acordo com algumas referências utilizadas pela intertextualidade ela pode ser implícita, donde nota-se logo o intertexto na superfície textual, ou seja, geralmente há citação da fonte original; ou explícita a qual não se encontra de imediato o intertexto aplicado, ou seja, é necessária maior atenção do leitor uma vez que não aparece a citação do texto-fonte.
Nenhuma das alternativas.
No Texto I, a tese defendida pelo autor pode ser resumida no seguinte trecho:
“Obsolescência programada: inimiga ou parceira do consumidor?” (título).
“Essa estratégia da indústria pode ser vista como inimiga do consumidor” (L. 8-9).
“Planejar inovação é extremamente importante para melhoria e aumento da capacidade técnica de um produto” (L. 13-15).
“Isso não significa que o consumidor está refém de trocas constantes de equipamento” (L. 34-35).
“O saldo geral é que as atualizações trazidas pela obsolescência programada trazem benefícios à sociedade” (L. 64-66).
“Processo no qual um texto revela a existência de outras obras em seu interior, as quais lhe causam inspiração ou algum influxo.”
No seu leito de morte, o filósofo francês judeu Henri Bergson (1859-1941) disse a um amigo, também filósofo, que na ocasião o visitava: “Passei a vida inteira procurando a verdade; deveria ter passado procurando ser bom”. (linhas 4 e 5)
A fala do filósofo citada no trecho acima encontra eco em uma das frases listadas nas alternativas a seguir. Assinale-a.
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
As oportunidades se agarram pelo rabo, antes que escapem.
Queres ser feliz ou ter razão?
O maior cego é aquele que não quer ver.
Os menores frascos guardam os melhores perfumes.
e·du·ca·ção
(latim educatio,-onis)
substantivo feminino
1. Conjunto de normas pedagógicas tendentes ao desenvolvimento geral do corpo e do espírito.
2. Conhecimento e prática dos usos considerados.corretos socialmente. = CIVILIDADE, CORTESIA, POLIDEZ
"educação", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008
2013, https://dicionario.priberam.org/educa%C3% A7%C3%A3o [consultado em 27-03-2019].
Analise as afirmativas a seguir sobre o texto acima.
I. A função metalinguística está presente no texto.
II. Existe uma intertextualidade entre o texto acima e o primeiro – “Educação: lições da Finlândia”.
III. Há registros de oralidade no texto do dicionário.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
I apenas.
I e II apenas.
II e III apenas.
III apenas.
Observa-se, na construção do título do texto, o uso do recurso
ironia.
eufemismo.
antítese.
paradoxo.
intertextualidade.
Algumas frases são construídas tendo por base outras já formuladas e conhecidas (intertextualidade); isso só NÃO ocorre em:
A justiça pode ser cega, mas não devemos fazê-la paralítica;
Água mole em pedra dura tanto bate até que causa um rombo;
Eu amo os meus defeitos. E você? Deveria...
Mônica Salgado
Excerto adaptado. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/
Analisando as relações entre os Textos 1 e 2, analise as assertivas a seguir:
I. O Texto 1 e o Texto 2 são antagônicos, na medida em que o Texto 1 apoia o uso das redes sociais e o Texto 2 o critica.
II. O Texto 1 e o Texto 2 são complementares, uma vez que ambos criticam de forma direta, através de expressões verbais, o uso das redes sociais.
III. O Texto 1 faz uma crítica aberta ao uso ostensivo das redes sociais, ao passo que o Texto 2 faz uma alusão crítica e bem-humorada ao seu uso.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
O texto de Slim realiza uma intertextualidade com o texto de Castro Alves.
Sobre esse diálogo, é incorreto afirmar:
Observa-se que o texto II objetiva recontar a narrativa contada pelo texto I, realizando uma paráfrase, traduzindo, porém, a linguagem de Castro Alves para uma linguagem contemporânea e urbana, típica do rap.
O texto de Slim reformula, à luz da contemporaneidade, as imagens de Castro Alves. Dessa maneira, o mar do navio negreiro transforma-se no mar de asfalto e piche, e as consequências da escravidão na atualidade são abordadas.
Em “O mar separa o Brasil da África / Um rio separa as periferias das mansões de magnatas”, no texto II, está presente a ideia de continuidade temporal e de perpetuação do processo de escravidão, sintetizadas nas imagens de separação causada pelo mar, no passado, e pelo rio, no presente.
Os versos “Vibrai rijo o chicote, marinheiros! / Fazei-os mais dançar!...”, de Castro Alves, encontram correspondência nos versos “Trazidos em porões e navios negreiros / Tratados como animais”, do texto II.
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável que apresenta um ícone FIGURATIVO a ele associado é o de número:
2.
4.
14.
16.
Considere a imagem ao lado:
Essa charge de Benett oferece um conjunto de elementos que demandam o trabalho com qual conteúdo de língua portuguesa?

Uma das formas de se interpretar um texto ou parte de um texto consiste em reescrevê-lo em paráfrase, ou seja, reescrevê-lo de forma a manter a ideia central do conteúdo original, usando outras palavras ou alterando a ordem de composição. Dos trechos abaixo transcritos do texto, NÃO pode ser considerada uma paráfrase a interpretação feita após a barra inclinada, porque houve alteração da ideia original, a seguinte:
“Daqui estou ouvindo, ou esperando ouvir, na visita do ano, os gritos de três molequinhos que me julgam uma peça arqueológica simpática.” (5º §) / Do ponto onde estou posso escutar, ou ficar na expectativa de escutar, quando vierem ano que vem, as exclamações da trinca de traquinas que me consideram um espécime jurássico cordial.
“Posso dizer, sem exagero, que a vi nascer; quando ele me apareceu, era homem feito e vinha trazido pela senhora.” (2º §) / Afirmo, sem me exceder, que eu estava presente quando a senhora veio ao mundo; seu marido, entretanto, era uma pessoa madura, quando a senhora me apresentou a ele.
“Assim desconhecidos, um mês depois se casavam, à base de intuição e maluquice.” (3º §) / Deste modo, sem se conhecerem bem, contraíam matrimônio trinta dias depois, fundamentados apenas no instinto e na falta de juízo.
“A população do globo foi aumentada pelos dois em escala razoável: nem muito nem com avareza.” (4º §) / A senhora e seu marido contribuíram para que os diferentes grupos étnicos da Terra crescessem com equilíbrio: um número controlado de filhos.
“A senhora levava uma vidinha tranquila de estudante, ganhara bolsa em Paris, não era de coquetéis;” (3º §) / A senhora vivia como estudante na capital da França, de forma sossegada, fora premiada com auxílio em dinheiro, e não costumava frequentar reuniões festivas.
Observe a frase destacada:
"E todo o silêncio é música em estado de gravidez."
Uma outra referência à música do silêncio está presente em:
"Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados:"
"... a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego."
"... todos elegem em nós uma centelha promissora ..."
"Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado."
"... tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios."
Indique a quantidade de frases, dentre as apresentadas abaixo, que se apoiam em intertextualidade, ou seja, no diálogo com outros textos.
I – “Dize-me com quem andas e te direi quem és na presença do meu advogado”. (Planeta Diário)
II – “No futebol brasileiro você não tem que matar um leão por dia. Tem que matar todos os leões da floresta por dia”. (Telê Santana)
III – “Para meio entendedor, uma palavra basta”. (Eduardo Suplicy)
IV – “Pode-se enganar todo mundo o tempo todo, se a campanha estiver certa e a verba for suficiente”. (Joseph E. Levine)
V – “A morte é o clube mais aberto do mundo”. (Otto Lara Resende)
Segundo o verbete do Dicionário Michaelis on-line:
Intertextualidade:
Superposição de um texto literário em relação a um ou mais textos anteriores.
Processo de produção de um texto literário que parte de vários outros e com eles se imbrica.
Disponível : <http://michaelis.uol.com.br/busca?r=0&f=0&t=0&palavra=intertextualidade>, Acesso em 01 de out de 2019
O texto I desta prova revela intertextualidade com o conto de fadas “João e o pé de feijão”. A passagem que confirma essa superposição de texto é
“João e o pé de feijão-preto” (título)
“Era uma vez um menino” (linha 1)
“Eles eram pobres, muito pobres, pobres de dar dó.” (linha 3)
“Isto não acontece todos os dias.” (linha 74)
“Moral da história: Às vezes quem é bom não se dá mal.” (linha 82)
Analise atentamente o texto abaixo:

O tema abordado no texto acima faz uma alusão a inúmeras reportagens publicadas recentemente em diversos jornais no contexto nacional bem como internacional. O recurso utilizado pelo chargista denomina-se:
citação
plágio
metáfora
intertextualidade
pressuposição
Entre os recursos expressivos empregados no texto, destaca-se:
a exemplificação.
a ironia.
a comparação.
a evidencialidade.
a intertextualidade.
É possível dizer que o trecho que segue, retirado do conto “A Moça Tecelã”, de Marina Colasanti, faz intertextualidade com:
“Assim, jogando a lançadeira de um lado para outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.”
Ilíada de Homero.
Julieta de Shakespeare.
Penélope de Homero.
Nenhuma das alternativas.