

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Todas as obras a seguir foram escritas por Ariano Suassuna, exceto:
Auto da Compadecida.
Uma Mulher Vestida de Sol.
O Cão sem Plumas.
O Santo e a Porca.
O Casamento Suspeitoso.
Leia o Texto “A Literatura”, de Afrânio Coutinho e responda ao que se pede.
A literatura, como toda arte, é uma transfiguração do real, é a realidade recriada através do espírito do artista e retransmitida através da língua para as formas, que são os gêneros, e com os quais ele toma corpo e nova realidade. Passa, então a viver outra vida, autônoma, independentemente do autor e da experiência de realidade de onde proveio. Os fatos que lhe deram às vezes origem perderam a realidade primitiva e adquiriram outra, graças à imaginação do artista. São agora fatos de outra natureza, diferente dos fatos naturais objetivados pela ciência ou pela história ou pelo social.
O artista literário cria ou recria um mundo de verdades que não são mensuráveis pelos mesmos padrões das verdades factuais. Os fatos que manipulam não têm comparação com os da realidade concreta. São as verdades humanas gerais, que traduzem antes um sentimento da experiência, uma compreensão e um julgamento das coisas humanas, um sentido da vida, e que fornecem um retrato vivo e insinuante da vida, o qual sugere antes que esgota o quadro (...).
Assinale a alternativa que sintetiza o que expressa o texto.
A literatura nasce da imaginação do artista sem ponto de contato com uma realidade primitiva.
A literatura é parte da vida; concentra‐se no que o artista manipula, manuseia e mensura das verdades factuais da condição humana.
A imaginação do artista é o elo entre as verdades eternas da condição humana posta em palavras e a realidade concreta de onde se originam.
A capacidade do artista de transformar palavra (língua) em forma (gêneros) nasce da transfiguração do real permitida pela ciência, pela história e pelo social.
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. A prosa introspectiva de Clarice Lispector, especialmente em obras como “A paixão segundo G.H.” (1964), representa uma inflexão no projeto modernista ao deslocar o foco do social para a interioridade subjetiva.
PORQUE
II. Segundo Alfredo Bosi (2015), a prosa de Clarice apresenta uma radicalização do experimentalismo modernista, marcada pela ruptura da narrativa linear, pela densidade filosófica e pela linguagem autorreflexiva.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
No âmbito dos estudos literários sobre literaturas de língua portuguesa, incluem-se análises historiográficas e diálogos interculturais que ampliam a compreensão da produção literária nacional em suas dimensões identitário-nacionais e globais. Tendo como referência os estudos acerca dos percursos da pesquisa luso-brasileira e dos desafios do ensino de literatura clássica no contexto escolar brasileiro, assinale a alternativa que articula corretamente tais perspectivas com rigor crítico.
A historiografia literária brasileira, desde o período romântico até o início do século XX, enfatizou sobretudo a emergência de um cânone literário voltado à imitação dos modelos europeus, implicando uma concepção de literaturas de língua portuguesa como conglomerado homogêneo, sem singularidades identitárias relevantes.
Os estudos contemporâneos em literaturas de língua portuguesa promovem um movimento de descentralização historiográfica, incorporando a dimensão visitante do macrossistema literário lusófono e a valorização de interações interculturais entre as comunidades literárias de países como Portugal, Brasil e Moçambique.
A trajetória da pesquisa literária em língua portuguesa desde a década de 1970 mostra que a produção crítica permaneceu presa à tradição canônica estabelecida, sem avanços na inclusão de literaturas periféricas ou na análise crítica dos discursos de identidade nacional.
A leitura literária escolar, especialmente dos clássicos, deve priorizar o revestimento do quadrante sensível sobre o inteligível, de modo que o caráter formativo da literatura se dê exclusivamente pelo impacto emotivo, sem necessidade de instrumentalização interpretativa acerca da historicidade dos textos.
A perpetuação do ensino da literatura clássica em escolas de ensino médio fundamenta-se em critérios exclusivamente estéticos universais, assegurando que essas obras mais antigas cumpram sua função formativa sem necessidade de articulação histórica ou questionamento das condições culturais dominantes.
Leia o texto a seguir e informe qual é o período literário que ele está incluso:
MANIFESTO DA POESIA PAU - BRASIL.
A poesia existe nos fatos. Os casebres de açafrão e de ocre nos verdes da Favela, sob o azul cabralino, são fatos estéticos. O Carnaval no Rio é o acontecimento religioso da raça. Pau-Brasil. Wagner submerge ante os cordões de Botafogo. Bárbaro e nosso. A formação étnica rica. Riqueza vegetal. O minério. A cozinha. O vatapá, o ouro e a dança. Toda a história bandeirante e a história comercial do Brasil. O lado doutor, o lado citações, o lado autores conhecidos. Comovente. Rui Barbosa: uma cartola na Senegâmbia. Tudo revertendo em riqueza. A riqueza dos bailes e das frases feitas. Negras de jockey. Odaliscas no Catumbi. Falar difícil. O lado doutor. Fatalidade do primeiro branco aportado e dominando politicamente as selvas selvagens. O bacharel. Não podemos deixar de ser doutos. Doutores. País de dores anônimas, de doutores anônimos. O Império foi assim. Eruditamos tudo. Esquecemos o gavião de penacho. A nunca exportação de poesia. A poesia anda oculta nos cipós maliciosos da sabedoria. Nas lianas da saudade universitária. Mas houve um estouro nos aprendimentos. Os homens que sabiam tudo se deformaram como borrachas sopradas. Rebentaram. A volta à especialização. Filósofos fazendo filosofia, críticos, crítica, donas de casa tratando de cozinha. A Poesia para os poetas. Alegria dos que não sabem e descobrem.
Trecho presente em: http://www.ufrgs.br/cdrom/oandrade/oandrade.pdf
Classicismo.
Trovadorismo.
Modernismo.
Naturalismo.
Realismo.
O poema de Augusto de Campos exemplifica as bases do
Concretismo, movimento intersemiótico, também idealizado por Décio Pignatari e ligado ao grupo Noigandres.
Fauvismo, movimento pictórico, ligado aos “fauves” e ao Salão de Outono em Paris, idealizado também por Henri Matisse.
Futurismo, movimento de caráter industrial, ligado ao Manifesto Futurista, também idealizado por Filippo Tommaso Marinetti.
Cubismo, movimento que valoriza a geometrização das formas na estrutura da composição, idealizado especialmente por Pablo Picasso.
Dadaísmo, movimento de ruptura com a poética tradicional, ligado ao movimento readymades, idealizado também por Marcel Duchamp.
O regionalismo, na literatura brasileira contemporânea, transcende tanto a descrição paisagística quanto a representação pitoresca local e traça uma teia narrativa de tradição oral, memória e identidades. Sendo assim, as obras que englobam essas características são:
O sertanejo, de José de Alencar; A cabeça do santo, de Socorro Acioli; A palavra que resta, de Stênio Gardel; Heroínas Negras, de Conceição Evaristo.
O sertanejo, de José de Alencar; A cabeça do santo, de Socorro Acioli; Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior; A filha do pajé, de Jarid Arraes.
Dois Irmãos, de Milton Hatoum; Oração para desaparecer, de Socorro Acioli; Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior; Corpo desfeito, de Jarid Arraes.
Dois Irmãos, de Milton Hatoum; Oração para desaparecer, de Socorro Acioli; Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior; A palavra que resta, de Jarid Arraes.
Dois Irmãos, de Milton Hatoum; Oração para desaparecer, de Socorro Acioli; A palavra que resta, de Itamar Vieira Júnior; A filha do pajé, de Jarid Arraes.
Na produção poética de Carlos Drummond de Andrade, a obra
Alguma Poesia (1930) apresenta uma linguagem engajada, social e política.
Sentimento do Mundo (1940) apresenta uma linguagem metafísica, individual e irônica.
A Rosa do Povo (1945) apresenta uma linguagem intimista, irônica e coloquial.
Claro Enigma (1951) apresenta uma linguagem engajada, social e política.
Brejo das almas (1934) apresenta uma linguagem intimista, irônica e coloquial.
“Formar uma literatura nacional é organizar uma consciência coletiva” (Antonio Candido, Formação da Literatura Brasileira, 1959). Na primeira geração romântica, a natureza foi representada como símbolo de identidade cultural. Assinale a alternativa correta:
A natureza simboliza patriotismo, convertendo paisagem em metáfora fundante da nação brasileira.
A natureza perde valor simbólico, tornando-se cenário neutro sem função ideológica evidente.
A natureza reforça o cosmopolitismo estético, afastando vínculo entre pátria e literatura nacional.
A natureza dissolve identidade regional, impondo homogeneidade universal como princípio literário.
A natureza reflete neutralidade crítica, afastando significados políticos do contexto literário.
Leia o trecho de Morte e Vida Severina: “Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida, na mesma cabeça grande que a custo se equilibra.” A poética cabralina caracteriza-se pelo rigor formal e pela denúncia social. Considerando estilística literária e crítica sociocultural, qual alternativa traduz uma interpretação mais precisa?
O poema descreve o sertão apenas em chave estética, desprovido de crítica social ou questionamento sobre desigualdades regionais.
A linguagem regional funciona como ornamento isolado, desvinculado de identidade cultural ou implicações coletivas da cidadania.
A narrativa enfatiza apenas o indivíduo, ignorando a dimensão coletiva e a realidade social nordestina retratada.
O poema resgata tradições míticas orais, sem intencionalidade crítica ou denúncia social explícita das desigualdades.
O texto constrói perfil coletivo do retirante, articulando crítica social, identidade cultural e rigor estético objetivo.
Além da manifestação estética da linguagem presente no trecho, a experiência humana do medo descrito pela personagem denuncia a realidade, o que marca também a presença da função social da literatura.
Certo
Errado
A pesquisa por elementos mais característicos da identidade nacional na obra de Mário de Andrade revela‑se também nos seus poemas urbanos, em Pauliceia Desvairada, e na apresentação da poesia modernista de vanguarda nos dois manifestos que lançou: Pau‑brasil e Antropófago, os quais resumiam as novas referências estéticas.
Certo
Errado
"O movimento do __________, surgido na segunda metade do século XIX, propunha uma representação objetiva da realidade social e psicológica, com ênfase na observação dos fatos e no rigor descritivo. Seus autores buscaram romper com o idealismo sentimental anterior, adotando uma linguagem contida, a análise racional dos comportamentos humanos e a crítica às instituições sociais e morais, como a família, a Igreja e o casamento."
Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:
Romantismo
Simbolismo
Parnasianismo
Realismo
Considerando a formação da literatura brasileira em sua fase colonial e as características associadas ao Barroco e ao Arcadismo, assinale a alternativa que apresenta análise historicamente consistente e teoricamente compatível com o pensamento crítico-literário contemporâneo.
Apesar da influência clássica presente no Arcadismo brasileiro, a estética árcade consolidou-se no Brasil como ruptura direta com o modelo retórico e ornamental do Barroco, alcançando maior autonomia formal justamente por rejeitar a intertextualidade greco-latina, considerada incompatível com o ideal de simplicidade e com a busca de naturalidade defendidos pelos poetas mineiros.
A literatura colonial brasileira não pode ser caracterizada como literatura nacional no sentido pleno, pois grande parte de sua produção foi realizada por autores vinculados a instituições europeias e escrita segundo padrões estilísticos importados, o que impede que o Barroco e o Arcadismo sejam vistos como etapas orgânicas de um processo histórico interno, ainda que tenham fornecido elementos para a posterior formação de uma consciência literária autônoma no século XIX.
A produção literária do Barroco brasileiro configura uma fase de transição entre a retórica medieval e as primeiras manifestações de subjetivismo moderno, preservando o rigor conceptista e cultista da matriz ibérica, mas afastando-se das tensões espirituais europeias ao submeter-se às funções administrativas e catequéticas próprias da realidade colonial, o que reduziu significativamente o grau de conflito interno característico do movimento.
Diferentemente do Barroco, que se apoia em uma visão teocêntrica e antitética, o Arcadismo brasileiro desenvolveu um discurso que buscava conciliar a exaltação da vida bucólica com o ideário iluminista, mas essa conciliação limitou-se ao plano temático, uma vez que formalmente os poetas árcades mantiveram estruturas barrocas, sobretudo no uso recorrente de metáforas moralizantes e na manutenção de uma dicção altamente ornamental.
Reproduzimos aqui, alguns episódios do conto O Alienista, de Machado de Assis. Leia os itens, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) Ao longo da narrativa, Simão Bacamarte persegue incessantemente um objetivo. Seu desejo, no qual reside, como diz ele, “o mistério do seu coração” (...) é estudar profundamente a loucura, os seus diversos graus, classificar-lhe os casos, descobrir a causa do fenômeno e o remédio universal.
( ) Por meio das experiências realizadas na Casa de Orates, Simão Bacamarte pretende prestar serviços à Ciência e à Comunidade. No entanto, ele está mais profundamente interessado em conhecer acima de tudo, entrando a caridade como “tempero, como o sal das coisas.”
( ) Apesar de ter sido festivamente comemorada a inauguração do sanatório, a intransigente conduta científica do médico provoca a ira da população, que se revolta contra as sucessivas internações.
( ) Pressionado pela violenta oposição que sua atividade desperta, Simão Bacamarte encontra apoio, em geral, nos poderes públicos.
( ) Simão Bacamarte deseja a descoberta da natureza da loucura, o que conseguiria através de suas experiências, realizando os desígnios da Ciência e beneficiando, a seu ver, a coletividade: contando com o beneplácito dos governantes de Itaguaí, sofre oposição da população revoltada.
( ) Simão Bacamarte é a encarnação acabada dos princípios da Ciência, que no início estão em harmonia com a vida da população, mas a certo momento começam a entrar em conflito com ela.
V – V – V – V – V – F.
F – V – V – V – V – V.
V – V – V – V – V – V.
V – V – V – V – F – V.
No que se refere à obra e seu autor, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) “O Cortiço”.
(2) “O Crime do Padre Amaro”.
(3) “Iracema”.
( ) Aluísio de Azevedo.
( ) José de Alencar.
( ) Eça de Queirós.
1 - 2 - 3.
1 - 3 - 2.
2 - 3 - 1.
3 - 2 - 1.
Durante uma atividade de letramento literário em uma escola indígena, o professor propõe a leitura dos poemas Iracema Tabajara, de Auritha Tabajara, e Pankararu, de Eliane Potiguara. Considerando que o objetivo da atividade é promover, por meio da literatura, a afirmação das identidades indígenas a partir da reflexão sobre saberes e formas de resistência em uma perspectiva crítica e decolonial, selecione a alternativa que contém o fragmento e a reflexão que atendem ao objetivo proposto.
“Ao mundo eu vou contando; / Que minha forma de amar / Ninguém vai colonizar” — revela processo de internalização de heranças culturais coloniais relacionadas a valores afetivos.
“Não somos daqui / Nem de acolá / Estamos sempre ENTRE” — reforça o sentimento de pertencimento que compromete o estabelecimento de raízes culturais da identidade indígena.
“A minha essência ancestral / Me encontra cordelizando, / Faz me existir resistindo” — aponta de que maneira a produção literária se configura como forma de preservação identitária.
“Eu não sou como Iracema / A de José de Alencar, / Sou do povo TABAJARA” — representa um processo de absorção cultural, característico do protagonismo indígena em diferentes escolas literárias.
O cenário atual da literatura negra no Brasil é marcado pela luta de escritores e editores negros por garantir o direito de participar do campo literário. Ela responde a questões urgentes e isso serve de denúncia e possibilidade de reflexão, pois dá instrumentos para se formularem outras narrativas, outras possibilidades de futuro, e isso com uma grande diversidade. Então, não dá para se dizer que a literatura negra tem um discurso único, ela reflete as individualidades artísticas, éticas, estéticas de cada autor.
Os escritores negros participaram em momentos formativos decisivos para a literatura brasileira, como Machado de Assis, Cruz e Souza, Lima Barreto, Mário de Andrade. Foram inovadores e precursores, como Maria Firmina dos Reis e Carolina Maria de Jesus. Eu considero que a literatura brasileira é negra, assim como a cultura brasileira é negra.
Trechos de entrevista com Vagner Amaro. Disponível em: https://box.novaescola.org.br. Acesso em: 8 jun. 2025 (adaptado).
Considerando o texto e a trajetória da literatura negra no Brasil, assinale a alternativa que apresenta um dos fundamentos para o ensino da literatura afro-brasileira na Educação Básica.
A literatura negra brasileira é caracterizada por uma padronização das temáticas de racismo e preconceitos contra movimentos culturais negros.
A uniformização na formação da identidade literária afro-brasileira é exemplificada na produção literária de Machado de Assis, de Cruz e Souza e de Lima Barreto.
A literatura negra no Brasil é heterogênea, caracterizada por criações literárias singulares e valorativas como traço constitutivo da cultura afro-brasileira.
A diversidade de autores negros na literatura brasileira é recente, datada principalmente no século XXI, período em que se considerou a criação de uma cultura afro-brasileira.
Com base em Alfredo Bosi (2015), na passagem transcrita de Macunaíma, identifica-se o estilo de narrar de
paródia, com alinhamento ao estilo parnasiano típico.
lirismo, com alinhamento ao estilo barroco cultista.
lenda, com alinhamento ao estilo romântico heroico.
comicidade, com alinhamento ao estilo realista.
epopeia, com alinhamento ao estilo renascentista.
Alfredo Bosi (História concisa da Literatura Brasileira, 1997) pondera que a poética de Caramuru se caracteriza por
ter superado os modelos clássicos, pois se define como uma arte de transformação, seja no estilo de versos criados com liberdade métrica, seja no conteúdo, com apelo a temas nacionais.
colocar o índio na perspectiva da literatura nacional, como símbolo de valores humanos e de comportamento que muito superavam os dos homens europeus que vieram colonizar o Brasil.
reproduzir com fidelidade os modelos e os valores clássicos, tendo como referência a poesia de Luiz Vaz de Camões, da qual se apropria e transforma com ênfase no maravilhoso pagão.
ser híbrida, com esquemas camonianos ressignificados com a presença do maravilhoso cristão e da tradição colonial-barroca com profusão de enumerações da flora tropical.
opor-se às inovações propostas pela literatura árcade, que se mantinha fiel aos módulos clássicos e às hierarquias mentais da Contra-Reforma, resistindo às inovações da linguagem.