

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A linguagem da charge deve ser classificada como:
formal, pois não apresenta desvios gramaticais;
informal, pois emprega termos de gíria;
regional, já que mostra marcas de certa região do país;
jargão profissional, visto que contém expressões típicas de políticos;
erudita, já que inclui termos e construções rebuscadas.
Sobre a linguagem da charge, assinale a afirmativa correta.
A expressão “Nossa!” mostra indignação da enfermeira.
A expressão “Nossa!” é uma forma abreviada de “Nossa Senhora!”.
A frase da enfermeira mostra descaso da norma culta.
A resposta do Brasil mostra que ele não entendeu a pergunta.
A resposta do Brasil indica a consequência do que ocorreu.
―___ Pois é... e o que é que é, em fala de pobre, linguagem de em dia-de-semana10? " A expressão destacada, significa de acordo com o contexto:
Linguagem própria do mercado de trabalho, destinada a um segmento específico.
Linguagem de pessoas simples de fácil entendimento.
Linguagem rebuscada, carecendo de maior interação com a língua.
Linguagem obscena, de baixo calão e ofensiva.
Julgue as afirmações abaixo com base nos recursos lingüísticos utilizados na construção do texto em análise:
I Na expressão “certezas incertas/incertezas certas” há um recurso estilístico conhecido como antítese.
II No trecho “...janeiro de 2014 chegou nada manhoso. Sem denguices e bastante descontrolado, prossegue despejando sobre o mundo água, neve, calor, frio, tudo em demasia e de modo insensato...” há uma prosopopéia ou personificação.
III “...causando graves problemas que põem à prova até a fé dos homens de boa vontade”.O vocábulo “até” destaca o elemento menos importante desse trecho.
IV O texto de Heloísa Helena é um artigo de opinião. O emprego da primeira pessoa do singular expresso em expressões como “escrevi”, “Eu sei que”, é característica do registro coloquial e inadequado para esse gênero textual.
Está correto o que se afirma em:
I.
I e III.
I e II.
III e IV.
Embora esse fragmento de texto seja parte de um editorial, gênero discursivo da modalidade escrita mais formal, ocorrem expressões coloquiais próprias da oralidade. Assinale a alternativa que apresenta uma expressão desse tipo.
“vez por outra”
“dá para imaginar”
“obrigada a fazer”
“todo o cotidiano”
“quase sempre”
O melhor exemplo do emprego da variedade informal da língua no texto é:
esquentou
irrestrita
comercialização
infantis
do outro lado
Sobre os textos II e III, analise as afirmativas.
I. No texto II, a linguagem predominante é a literária, pois o narrador centra-se na mensagem apresentando de forma lúdica o processo de criação textual.
II. No texto III, um quadrinho, a linguagem não literária é predominante, pois o enunciador faz uso de uma linguagem objetiva para informar o leitor sobre suas fontes primárias.
III. No texto II, há intenção é informar sobre as principais referências literárias utilizadas pelo autor, marca dos textos não literários.
IV. O texto III é construído a partir das reflexões do enunciador e apresenta uma linguagem própria do gênero utilizado pelo autor.
Estão corretas as afirmativas
I, II, III e IV.
I e II, apenas.
I e IV, apenas.
III e IV, apenas.
De acordo com a situação comunicativa do texto, a linguagem utilizada é
linguagem técnica, conferindo credibilidade ao texto.
linguagem formal, conferindo adequação linguística ao texto.
linguagem informal, tendo em vista o meio de veiculação do texto em questão.
linguagem científica, sendo os dados apresentados resultados de pesquisa científica.
A carta do leitor, transcrita no texto 3, mostra exemplos de linguagem coloquial; o segmento abaixo que exemplifica essa variedade de linguagem é:
“O governo federal tem que escolher se quer mesmo fazer uma regra de aposentadoria para valer”;
“...vai fazer outra pequena e de duvidosa justiça para todos”;
“O governo terá também que acabar com a aposentadoria de cinco anos”;
“Independentemente de sexo ou profissão, todos têm que pagar pelo mesmo número de anos”;
“...absurdo inexistente em praticamente todo o mundo, além do que, no Brasil, elas vivem em média 8 anos a mais que os homens”.
A linguagem empregada na tirinha caracteriza
uma forma direta de raciocinar.
uma maneira lógica de pensar.
um estilo coloquial de falar.
um modo espontâneo de ser.
O segmento do texto 4 que documenta o emprego de linguagem coloquial é:
“Como ninguém?”;
“Claro que a exceção seria para as ONGs internacionais; para representantes da Igreja, que viriam “catequizar” os índios e para outros estrangeiros”;
“A proibição seria para os brasileiros, que não poderiam usar parte do seu território”;
“Nosso governo, até agora, não chiou contra esse crime”;
“O que, aliás, não é surpresa alguma!”.
Assinale o item em que há um exemplo de linguagem técnica:
“fere ou não a Constituição”.
“recorreram à justiça”.
“para suprir o déficit”.
“com ações diretas de inconstitucionalidade (ADI)”.
“contratar profissionais formados”
Assinale a alternativa correta sobre a linguagem do texto:
A conjunção 'e‘ tem fator determinante na construção e na compreensão do texto, pois é ela que introduz a ideia de oposição entre os vocábulos.
Exprimindo a ideia de exclusão, a repetição da conjunção 'e' introduz a ideia de que cada oração é um patamar da capacidade de sedução feminina.
Ao alternar as conjunções aditivas entre palavras de valor semântico igual, as orações adquiriram valor de adjetivo e são explicativas.
O emprego excessivo da conjunção aditiva, gerou um texto truncado, com uma sucessão de orações subordinadas entre si, todas com valor consecutivo.
O uso do polissíndeto, configurado na repetição da conjunção 'e', gera uma sucessão de orações coordenadas entre si de valor semântico aditivo.
A frase abaixo, retirada do texto 2, que exemplifica a variedade coloquial da linguagem é:
“sempre existiram jovens e velhos”;
“a noção de juventude que a gente tem é bem mais recente”;
“foi quando as universidades se tornaram comuns”;
“cada vez mais gente passava a desfrutar esse intervalo”;
“um limbo, aliás, que fica cada vez mais longo”.
“‘O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel’”.
A linguagem empregada nesse segmento do texto deve ser caracterizada como
familiar despreocupada.
culta erudita.
coloquial culta.
regional antiga.
formal simples.
Assinale a frase que possui exclusivamente linguagem formal.
A gente não emprega todas as palavras que conhecemos.
Tem muita gente que se expressa com vocabulário erudito.
Se houvesse dedicação, todos podíamos conhecer mais vocábulos.
Me ensinaram muitas palavras novas no colégio.
Muita coisa pode ser feita para a ampliação de nosso vocabulário.
A frase abaixo que NÃO possui nenhum traço de coloquialidade é:
A gente não deve fazer isso;
Me traga aquele arquivo, por favor;
Dê-me aquele livro, por obséquio;
Não consegui encontrar eles no arquivo;
Puxa! Não me enche!
A linguagem por meio da qual interagimos no nosso dia a dia pode revestir-se de nuances as mais diversas: pode apresentar-se em sentido literal, figurado, metafórico. A opção em cujo trecho utilizou-se linguagem metafórica é
O equilíbrio ou desequilíbrio depende do ambiente familiar.
Temos medo de sair às ruas.
Nestes dias começamos a ter medo também dentro dos shoppings.
Somos esse novelo de dons.
As notícias da imprensa nos dão medo em geral.
Indique a alternativa que contemple o nível de linguagem de que fazem uso pai e filho e o fenômeno que ocorre na fala do pai ao fazer referência a um provérbio bastante conhecido por todos nós, respectivamente,
linguagem formal culta/intersubjetividade.
linguagem regional/intertextualidade.
linguagem erudita/intencionalidade.
linguagem científica/textualidade.
linguagem regional/contextualidade.