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No que diz respeito à linguagem, pode-se verificar que o uso do a gente:
torna o texto formal, pois causa o afastamento do leitor.
é inadequado, pois só deve ser utilizado na oralidade.
é adequado, porque existe intimidade entre os interlocutores.
é pertinente ao tipo de texto, tendo em vista o propósito comunicativo.
torna o texto informal, por isso é inadequado ao gênero textual.
Em seu pensamento, no segundo quadrinho, Mafalda utiliza a linguagem:
I. informal, pertencente à norma não padrão.
II. informal, pertencente ao português coloquial.
III. mais descontraída, próxima da fala, pois utiliza interjeição e locuções verbais ao invés de tempos verbais simples.
IV. mais cuidada, pois encontra-se na escola, lugar onde se deve utilizar o padrão.
Em relação às afirmações acima, estão corretas, apenas:
I e IV
II e III
I e III
II e IV
Marque a passagem que NÃO exemplifica o registro coloquial da língua.
“Coisas do arco-da-velha. Coisa e tal e tal e coisa.” (Texto I, l.7-8)
“A coisa foi por água abaixo. Coisa de louco!” (Texto I, l.9-10)
“Mas esse papo meu tá qualquer coisa,” (Texto I, l.33)
“No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras:” (Texto II, l. 11-12)
“Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde- -oliva).” (Texto II, l.15-16)
Assinale a alternativa incorreta quanto à figura de linguagem expressa em cada um dos excertos a seguir:
“É a vaidade, Fábio, nesta vida / Rosa, de manhã lisonjeada”, neste excerto de Gregório de Matos existe a metáfora.
“A dois passos da cidade importante / a cidadezinha está calada, entrevada”, neste excerto de Carlos Drummond de Andrade existe a personificação ou prosopopéia.
“Quando, formosa Nise, dividido/ De teus olhos estou nesta distância,” neste excerto de Cláudio Manuel da Costa existe a apóstrofe.
“O teu silêncio é uma nau com todas as velas pandas”, neste excerto de Fernando Pessoa existe a metáfora.
“O tempo acaba o ano, o mês, e a hora / a força, a arte, a manha, a fortaleza?” neste excerto de Luís de Camões existe a metonímia.
No primeiro parágrafo, verifica-se linguagem objetiva e impessoal, que seria também adequada a correspondências oficiais.
Em relação à linguagem e vocabulário do poema, só não se pode afirmar que:
há o predomínio da linguagem conotativa.
há o uso de figuras de linguagem.
o texto é coeso e bem estruturado.
há o predomínio da linguagem denotativa.
Leia as proposições abaixo e julgue como se pede:
I – A figura de linguagem catacrese é uma metáfora que, de tão usada, já assumiu seu sentido figurado como normal. Desta forma, pode-se afirmar que a catacrese indica o abuso na utilização de uma metáfora. Poderia ser um exemplo expressões como “ embarcar num trem” ou “ enterrar a agulha no dedo” .
II – Antonomásia é vulgarmente chamada de trocadilho, e se define como uma figura de linguagem que consiste em aproximar palavras pela semelhança de seus sons. Exemplo disso seriam esses versos de Padre Antônio Vieira “ Dizem que amor com amor se paga, mas eu vos diria antes que amor com amor se apaga” .
III – A paranomásia é uma sinédoque onde a relação de contigüidade se dá pela indicação de algo ou alguém (todo) através de uma característica positiva (parte). Poderia ser um exemplo de antonomásia a expressão “ cidade maravilhosa” em relação ao Rio de Janeiro.
IV – Metáfora é uma figura de linguagem que decorre da comparação; ambas se baseiam em relação de semelhança entre duas coisas. A diferença entre as duas é que a metáfora pode ser caracterizada como uma comparação abreviada. Desta forma, seria exemplo de comparação a sentença “ Seus dentes são como pérolas” e seria exemplo de metáfora “ Seus dentes são pérolas” .
Assinale a alternativa que contém a resposta correta.
As proposições I, II e III são verdadeiras e a IV é falsa.
A proposição IV é verdadeira e as proposições I, II e III são falsas.
As proposições I e II são verdadeiras e III e IV são falsas.
As proposições I e III são verdadeiras e II e IV são falsas.
As proposições I e IV são verdadeiras e II e III são falsas.
A escolha das palavras e sua organização em "ninguém apostava no seu êxito imediato e muito menos na sua permanência no mercado por muito tempo" (L.4-5) conferem um traço de informalidade a esse trecho.
O lema “Não vamos internacionalizar a Amazônia, vamos amazonizar o mundo.” (linhas 28 e 29) está de acordo com o registro:
Formal
Informal
Coloquial
Pessoal
Hiperformal
Visto que se trata de texto jornalístico, considera-se adequado o emprego do verbo subir no segmento "os preços dos alimentos subiram 80% nos últimos três anos" (l.13-14); no entanto, caso o mesmo fato fosse mencionado em texto mais formal, seria mais adequada a construção: Houve aumento de 80% nos preços dos alimentos.
Na linguagem do texto “rato” e “ordenador”
operam metalingúisticamente.
transitam poeticamente.
figuram como elementos emotivos.
desarticulam-se referencialmente.
impossibilitam marcas apelativas.
O texto, em que foi empregada uma linguagem simples, de fácil compreensão, apresenta um termo típico da linguagem coloquial no trecho
'Esse primeiro trimestre, como dizem meus filhos, bombou' (l
"Segundo o ministro, a demanda interna permanece 'muito aquecida'" (l
'Pode haver uma diminuição na escalada de compra de bens duráveis' (l
"a decisão do COPOM (...) pode impactar um pouco a criação de empregos formais" (l
"a decisão sobre juros tende a trazer mais recursos para o Brasil" (l
Para falar sobre cooperativa popular, o texto 2 se vale de um tipo de linguagem que pode ser considerada
O fragmento em que aparece o nível coloquial da linguagem está transcrito na alternativa
"Evoluir não foi uma decisão sua." (linha 8).
"Criou patas porque queria subir à terra." (linha 11).
"Nada o explica." (linha 17).
"Portanto era um sucesso na cadeia de alimentação." (linha 19).
"Sei não. Dizem que os golfinhos conversam" (linha 30).
Segundo o texto 2, o uso de linguagem formal ou informal nos relacionamentos dentro de uma empresa depende:
dos níveis hierárquicos que as pessoas têm dentro da empresa.
do tempo de serviço que as pessoas têm dentro da empresa.
da idade que têm as pessoas que lá trabalham.
das intenções que a pessoa tem, se é de impressionar ou de comunicar.
da bagagem de palavreado técnico que as pessoas possuem.
A forma pra, presente em vários versos do poema, pode ser classificada como exemplo de:
modalidade informal da língua.
modalidade formal da língua.
jargão
gíria.
regionalismo.
"Num restaurante de classe média, pessoas torcem o nariz [...] porque, na mesa ao lado, se senta um casal negro..." (linhas 11-13) É CORRETO afirmar que a expressão destacada nessa frase é usada, habitualmente, na linguagem
acadêmica.
informal.
oratória.
poética.
Na pergunta “Existem formas de tornar a linguagem corporativa mais atrativa?”, a forma verbal no plural obedece às regras de concordância. Analise as alternativas abaixo, observando se a concordância está de acordo com as regras para o padrão formal culto da língua.
1. Haverá formas de tornar a linguagem corporativa mais atrativa?
2. Têm formas de tornar a linguagem corporativa mais atrativa?
3. Possuem formas de tornar a linguagem corporativa mais atrativa?
Está(ão) correta(s):
1, apenas.
2, apenas.
3, apenas.
1 e 2, apenas.
1, 2 e 3.