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Os títulos de unidades, capítulos, etc. podem ser transcritos de duas formas, destaque somente as duas formas corretas:
Centralizados na página. E começando na margem esquerda, deixando dois espaços na linha seguinte, caso o título seja muito extenso.
Começar os enunciados na margem. Deixar duas celas em branco na continuação.
Na primeira linha, a partir da terceira cela à esquerda da página, o número da página do texto em tinta que está sendo transcrito. À direita da página, o número em sequência do texto em Braille.
Seguir o original, caso a numeração não seja interrompida a cada página. Reiniciar a numeração a cada página braille, caso este seja o critério adotado no original.
Separados do elemento anterior quando este for palavra, número, asterisco ou travessão. Junto do elemento anterior quando este for “abre parênteses” ou “abre aspas”.
Na representação em Braille dos números atômicos e de massa, utilizam-se os indicadores para a posição inferior e para a posição superior respectivamente, assinale os sinais correspondentes.
(13) (46).
(34) (16).
(12) (45).
(23) (56).
(24) (35).
Quem e em que ano foi fundada a primeira escola para cegos no mundo?
Louis Braille em 1825
Charles Barbier em 1945
Ernest Huet em 1837
Valentin Hauy em 1784
José Álvares de Azevedo em 1854
O sistema de escrita em relevo, conhecido pelo nome de Braille, é constituído por quantos sinais?
53
63
73
83
93
Em relação à pontuação e aos sinais acessórios, faça a relação das colunas abaixo:
COLUNA I
( 1 ) vírgula
( 2 ) &
( 3 ) dois pontos
( 4 ) seta para direita
( 5 ) ponto de interrogação
COLUNA II
( ) pontos 1,2,3,4,6
( ) pontos 2,5-1,3,5
( ) ponto 2
( ) pontos 2,6
( ) pontos 2,5
A sequência correta é
2 – 4 – 1 – 3 – 5.
2 – 4 – 1 – 5 – 3.
2 – 4 – 3 – 5 – 1.
4 – 2 – 1 – 3 – 5.
4 – 2 – 1 – 5 – 3.
De acordo com a “Grafia Braille para a Língua Portuguesa” (BRASIL, 2006a), a transcrição CORRETA, no formato de leitura em braille, da expressão “Palavras-chave” é:
(1,2,3,4), (1), (1,2,3), (1), (1,2,3,6), (1,2,3,5), (1), (2,3,4), (3,6), (1,4), (1,2,5), (1), (1,2,3,6), (1,5)
(1,2,3,4), (1), (1,2,3), (1), (1,2,3,6), (1,2,3,5), (1), (3,6), (1,4), (1,2,5), (1), (1,2,3,6), (1,5)
(1,2,3,4), (1), (1,2,3), (1), (1,2,3,6), (1,2,3,5), (1), (2,3,4), (3,6), (1,4), (1,2,5), (1), (1,2,3,6), (1,5), (2,3,4)
(4,6), (1,2,3,4), (1), (1,2,3), (1), (1,2,3,6), (1,2,3,5), (1), (2,3,4), (3,6), (1,4), (1,2,5), (1), (1,2,3,6), (1,5)
(4,6), (4,6), (1,2,3,4), (1), (1,2,3), (1), (1,2,3,6), (1,2,3,5), (1), (2,3,4), (3,6), (1,4), (1,2,5), (1), (1,2,3,6), (1,5)
“Além da reglete, o braile pode ser reproduzido por meio de máquinas especiais de datilografia de sete teclas. Cada tecla corresponde a um ponto e ao espaço. O papel é fixo e enrolado em rolo comum, deslizando normalmente quando pressionado o botão de mudança da linha” (BRASIL, 2001, p.43, vol.2).
No caso das máquinas em braille, a datilografia de uma palavra se dará
pelo toque de uma ou mais teclas simultaneamente, produzindo a combinação dos pontos correspondente ao símbolo desejado até formar uma palavra.
pelo toque de uma ou mais teclas, produzindo a combinação dos pontos correspondente ao símbolo desejado até formar uma palavra.
pelo toque de uma ou mais teclas, produzindo a combinação dos pontos correspondente ao símbolo desejado.
pelo toque de mais de uma tecla simultaneamente, produzindo a combinação dos pontos correspondente ao símbolo desejado até formar uma palavra.
pelo toque de uma tecla simultaneamente, produzindo a combinação dos pontos correspondente ao símbolo desejado até formar uma palavra.
“Os caracteres da 1ª série, precedidos do sinal________, representam os algarismos de um a zero. Quando um número é formado por dois ou mais algarismos, só o primeiro é precedido deste sinal” (BRASIL, 2006a, p. 28).
Em formato de leitura, esse sinal é representado pelos números
4, 6.
3, 4, 5.
4, 5, 6.
1, 4, 5, 6.
3, 4, 5, 6.
Segundo as “Normas técnicas para a produção de textos em braille” (BRASIL, 2006b, p. 23) existem, pelo menos, dois níveis distintos de revisão braille. São eles:
Primeira revisão: confronto do texto copiado com o original em tinta; Segunda revisão: permite assinalar no próprio texto em braille ou em papel à parte, as modificações que se devam efetuar ou levantar dúvidas pertinentes sobre o texto verificado.
Primeira revisão: permite assinalar, no próprio texto em braille ou em papel à parte, as modificações que se devam efetuar ou levantar dúvidas pertinentes sobre o texto verificado; Segunda revisão: confronto do texto copiado com o original em tinta.
Primeira revisão: permite assinalar, no próprio texto em braille ou em papel à parte, as modificações que se devam efetuar ou levantar dúvidas pertinentes sobre o texto verificado. Geralmente realizado por uma pessoa vidente e uma pessoa cega; Segunda revisão: confronto do texto copiado com o original em tinta. Normalmente feita por uma pessoa cega, de forma solitária.
Primeira revisão: permite assinalar, no texto em tinta, as modificações que se devam efetuar ou levantar dúvidas pertinentes sobre o texto verificado; Segunda revisão: confronto do texto copiado com o original em tinta.
Primeira revisão: confronto do texto em tinta copiado com o original em tinta; Segunda revisão: permite assinalar, no texto em tinta, as modificações que se devam efetuar ou levantar dúvidas pertinentes sobre o texto verificado.
Em um Sorobã, o número CINCO é representado
pela conta posicionada no eixo da unidade.
pela conta posicionada na parte inferior.
pela conta posicionada na parte superior.
pela conta posicionada no eixo da dezena.
pela conta posicionada no eixo da centena.
Os pontos (1 2 5 6) representam o sinal usado com números para:
grau.
menos.
minuto.
segundo.
No tocante à diagramação, as normas técnicas para a produção de textos em Braille fazem recomendações para a impressão em matriz de alumínio ou papel dupla face.
Em relação às Normas técnicas para transcrição em Braille, está correta a afirmação de que:
A linha Braille deve conter até quarenta celas, a folha Braille deve conter, no máximo, vinte e nove linhas, sendo a primeira da face “a” reservada para identificação. No final do livro Braille, deve constar uma pequena ficha de dados, como por exemplo: nome do transcritor, nome do revisor etc.
A linha Braille deve conter até quarenta celas, a folha Braille deve conter, no máximo, vinte e oito linhas, sendo a primeira reservada para a identificação. No final do livro Braille, deve constar uma pequena ficha de dados, como por exemplo: nome do transcritor, nome do revisor etc.
A linha Braille deve conter até quarenta celas, a folha Braille deve conter vinte e sete linhas, sendo a primeira reservada para identificação. No final do livro Braille, deve constar uma pequena ficha com dados, como por exemplo: nome do transcritor, nome do revisor etc.
A linha Braille deve conter no máximo quarenta celas, deixando sempre uma margem à esquerda suficiente para a encadernação. Na página deve constar de, no máximo, vinte e seis linhas, sendo a primeira linha reservada para paginação.
As pessoas com deficiência visual têm desfrutado de meios, instrumentos e recursos tecnológicos que promovem o acesso à informação, a melhoria qualidade de vida e sua autonomia nas vivencias diárias. Quanto à possibilidade de leitura e escrita, o sistema Braille contribuiu diretamente para a inclusão das pessoas com deficiência visual na sociedade.
A respeito do sistema Braille, assinale a alternativa correta:
O Sistema Braille de seis pontos possibilita a configuração de 63 (sessenta e três) sinais, excluindo o espaço em branco. Diante das necessidades gráficas, foram criados sinais compostos. Para a constituição de uma lógica na construção dos sinais compostos, há a reserva de 6 (seis) de sinais simples, os quais serão utilizados exclusivamente para a função de prefixos.
Conforme a ocupação do espaço da cela, os sinais recebem designações diferentes. Há os sinais superiores, sinais inferiores, sinais da coluna da esquerda, sinas da coluna da direita e sinais compostos. Os sinais desse sistema podem ser distribuídos em 6 (seis) séries que se excluem, conforme o objetivo da utilização símbolo.
Os sinais exclusivos do Braille são sinais que não possuem correspondentes ao sistema comum de escrita e funcionam, geralmente, como sufixo de símbolos principais. Exemplo disso são os sinais letras minúsculas, sinal de número, sinal de índice superior e de índice inferior, parênteses auxiliares e outros.
O processo de escrita em relevo mais adotado no mundo é o Sistema Braille. Por ele, é possível representar diversos símbolos, exceto aqueles específicos de determinada área de conhecimento. No caso do Português, apenas algumas vogais acentuadas são representados pela escrita em relevo.
Em relação às tabelas constantes em alguns livros didáticos, alguns procedimentos devem ser mantidos quando forem importantes para a melhor compreensão do leitor. Em alguns casos, ocorre falta de espaço para transcrever a tabela. O procedimento inadequado é
na encadernação, apenas a folha da esquerda fica presa ao lombo do livro.
em impressão em matriz, cortar as matrizes para que as duas (ou mais) folhas fiquem justapostas.
na transcrição em máquina Perkins ou em qualquer tipo de papel, colar as folhas bem ajustadas.
na transcrição, quebrar ou dividir a tabela em uma (ou mais) folhas na horizontal, ou seja, aumentar a largura da folha.
em casos onde houver a necessidade de utilização de mais de uma página para transcrever, que a folha da esquerda leve paginação em sequência normal; na segunda, acrescenta-se o número “2a” ao número; na terceira, a letra “2b” e assim por diante.
As impressões de livros em Braille são feitas em papéis com gramatura, que variam entre:
20 a 40
60 a 80
90 a 180
200 a 280
Superior a 300