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As Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille (2006) assinalam que, para as representações matemáticas em Braille, devem ser adotados símbolos e normas em conformidade com a versão do código matemático unificado para a língua portuguesa (CMU), elaborado pelo Ministério da Educação em 2006.
No que tange à transcrição de textos matemática, assinale a alternativa correta.
Em Matemática e em outras ciências, recomenda-se utilizar estenografia, pois evita que dificuldades surjam durante as leituras.
Os alfabetos latino, grego e inglês, cujas letras se distinguem por sufixo Braille específicos são comumente utilizados nos textos matemáticos.
As figuras que ilustram e complementam um texto devem ser copiadas em relevo na mesma página. Todas as figuras requererem modificações que as tornem acessíveis à percepção tátil.
É recomendado que os livros de Matemática e de Ciências, em geral, coloquem tabelas com os sinais Braille utilizados com seus respectivos significados. Solicita-se também a representação em relevo dos sinais e dos gráficos.
Uma das lutas da comunidade surda é a implementação das escolas bilíngues para surdos. Assinale a alternativa em que de acordo com o Decreto Nº 5. 626/ 2005 são denominadas escolas bilíngues:
As escolas em que a Libras e a modalidade escrita da Língua Portuguesa sejam línguas de instrução utilizadas no desenvolvimento de todo o processo educativo.
As escolas em que a Libras é a língua de instrução de todo processo educativo.
As escolas que garantem a matrícula do aluno surdo no ensino regular e oferecem no turno oposto o Atendimento Educacional Especializado em Libras.
As escolas em que a língua de instrução é a Língua Portuguesa oral e escrita, interpretada simultaneamente para a Libras pelo intérprete/ tradutor de Língua de Sinais.
As escolas em que a Libras e a Língua Portuguesa na modalidade oral e escrita sejam línguas de instrução utilizadas no desenvolvimento de todo o processo educativo.
“Baseia-se na combinação de 63 pontos que representam as letras do alfabeto, os números e outros símbolos gráficos. A combinação dos pontos é obtida pela disposição de seis pontos básicos, organizados espacialmente em duas colunas verticais com três pontos à direita e três à esquerda de uma cela básica [...]” (BRASIL, 2007, p.22).
O texto acima se refere ao sistema criado por
Charles Barbier.
Valentin Hauy.
Benjamin Constant.
Carl Braille.
Louis Braille.
No modo de leitura do braille, os pontos são numerados
do alto para baixo, coluna da direita: pontos 1-2-3; do alto para baixo, coluna da esquerda: pontos 4-5-6
de baixo para o alto, coluna da esquerda: pontos 1-2-3; de baixo para o alto, coluna da direita: pontos 4-5-6
do alto para baixo, coluna da esquerda: pontos 1-2-3; do alto para baixo, coluna da direita: pontos 4-5-6
de baixo para o alto, coluna da direita: pontos 1-2-3; de baixo para o alto, coluna da esquerda: pontos 4-5-6
de baixo para o alto, coluna da direita: pontos 1-2-3; do alto para baixo, coluna da esquerda: pontos 4-5-6
São orientações para transcrição da Grafia Química Braille para uso no Brasil (BRASIL, 2012):
I) Nas representações das fórmulas de substâncias químicas se usa caixa alta.
II) Em textos científicos deve-se utilizar estenografia para facilitar a leitura.
III) Os símbolos convencionados devem ser utilizados de acordo com as orientações específicas e exemplos de aplicações.
IV) Na transcrição de fórmulas inseridas em textos, devem-se deixar duas celas vazias antes e duas celas vazias depois de sua representação, exceto nos casos em que fórmulas ou compostos são seguidos de sinais de pontuação.
Assinale a alternativa que apresenta somente as afirmativas CORRETAS.
II e IV.
I e III.
I, III e IV.
I e II.
III e IV.
No processo de transcrição de textos em braille, “a numeração das páginas em braille deverá ser seguida, sem perder a continuidade, mesmo que haja páginas em branco ou que o livro produza dois ou mais volumes” (BRASIL, 2006b, p.50). A esse respeito, as “normas técnicas para a produção de textos em Braille” (BRASIL, 2006b, p.50) estabelecem que:
Na primeira linha, a partir da terceira cela à esquerda da página, o número da página do texto em tinta que está sendo transcrito; à direita da página, o número em sequência do texto em braille.
Na primeira linha, a partir da terceira cela à esquerda da página, o número em sequência do texto em braille; à direita da página, o número da página do texto em tinta que está sendo transcrito.
Na última linha, a partir da terceira cela à esquerda da página, o número da página do texto em tinta que está sendo transcrito; à direita da página, o número em sequência do texto em braille.
No centro da página à direita, o número em sequência do texto em braille; à direita da página, o número da página do texto em tinta que está sendo transcrito.
Na primeira linha, no centro da página, o número da página do texto em tinta que está sendo transcrito; à direita do número em tinta, o número em sequência do texto em braille.
Quanto à revisão Braille, ela pode ser escalonada em, pelo menos, dois níveis distintos: A Primeira revisão, confronto do texto copiado com o original em tinta. Geralmente realizado por uma pessoa vidente e uma pessoa cega. Quanto à segunda revisão, é correto afirmar que:
A segunda revisão, normalmente é feita por uma pessoa vidente, de forma solitária. Permite assinalar no próprio texto em braille ou em tinta à parte, as modificações que se devam efetuar, posteriormente, pelo transcritor, ou levantar dúvidas pertinentes sobre o texto verificado.
A segunda revisão, normalmente é feita por uma pessoa cega, de forma solitária. Permite assinalar no próprio texto em braille ou em papel à parte, as modificações que se devam efetuar, posteriormente, pelo transcritor, ou levantar dúvidas pertinentes sobre o texto verificado.
A segunda revisão, normalmente é feita por uma pessoa cega, de forma solitária. Permite assinalar no próprio texto em tinta, as modificações que se devam efetuar, posteriormente, pelo transcritor, ou levantar dúvidas pertinentes sobre o texto verificado.
A segunda revisão, normalmente é feita por uma pessoa vidente, em grupo. O que não permite assinalar o texto em braille ou em papel à parte, as modificações que se devam efetuar, posteriormente, pelo transcritor, são de responsabilidade dele.
A segunda revisão, é feita única e exclusivamente por uma pessoa cega, em grupo ou de forma solitária. Permite assinalar no próprio texto em tinta, as modificações que se devam efetuar, posteriormente, pelo transcritor, ou levantar dúvidas pertinentes sobre o texto verificado.
Os nomes dos autores e os dados da obra a ser transcrita devem ser transcritos de acordo com o original, porém com uma diagramação específica de textos em braille.
Baseando-se nessa afirmativa, NÃO se deve
pular uma linha, quando houver mudança de letra.
dar salto de linha entre os nomes iniciados com a mesma letra.
anteceder com um travessão as letras do alfabeto que dão início ao bloco de nomes.
colocar os nomes a partir da margem, reiniciando-se na terceira cela da linha seguinte, caso haja continuação.
transcrever com travessão, seguido, imediatamente, do ponto final o traço em tinta que indica ser o autor o mesmo da obra anterior.
Dentre as principais funcionalidades do Virtual Vision, destaque a única alternativa incorreta.
Leitura de informações mostradas dentro de blocos no menu iniciar;
Sistema de navegação mais rápido e responsivo, incluindo navegação letra a letra ou palavra a palavra em cada objeto navegado;
Navegação por cabeçalhos (usando teclas 1 até 9);
Aviso sonoro ao entrar em campos de formulário;
Detecção de campos de edição não convencionais em browsers;
Assinale a alternativa em que os pontos em braille correspondem à função (A↔B).
1ª Cela (4, 6)
2ª Cela (1)
3ª Cela (5)
4ª Cela (2, 5)
5ª Cela (2, 5)
6ª Cela (2)
7ª Cela (4, 6)
8ª Cela (1, 2)
1ª Cela (1, 2, 4)
2ª Cela (4, 6)
3ª Cela (4, 6)
4ª Cela (1)
5ª Cela (2, 5)
6ª Cela (2, 5)
7ª Cela (2)
8ª Cela (4, 6)
9ª Cela (1, 2)
1ª Cela (1, 3, 4, 6)
2ª Cela (2, 5)
3ª Cela (2, 5)
4ª Cela (2)
5ª Cela (1, 2, 4)
6ª Cela (1, 2, 6)
7ª Cela (1, 3, 4, 6)
8ª Cela (3, 4, 5)
1ª Cela (2, 3, 4, 5, 6)
2ª Cela (1)
3ª Cela (2)
4ª Cela (1, 2)
5ª Cela (2, 3, 4, 5, 6)
6ª Cela (1, 2, 6)
7ª Cela (1)
8ª Cela (2)
9ª Cela (1, 2)
10ª Cela (2, 3, 4, 5, 6)
1ª Cela (1, 2, 4)
2ª Cela (1, 2, 6)
3ª Cela (1, 3, 4, 6)
4ª Cela (2)
5ª Cela (1, 3, 4, 5, 6)
6ª Cela (3, 4, 5)
Para facilitar a aplicação dos símbolos da grafia química braille usam-se
estenografia para evitar confusões na leitura de textos científicos.
caixa alta nas representações das fórmulas de substâncias químicas.
três celas em branco na linha seguinte a fórmulas e equações ou no caso de translineação.
três celas vazias antes e uma cela vazia depois na representação de fórmulas inseridas em textos.
ícones com significados específicos para representar condições que merecem atenção especial em ciências.
O símbolo usado no contexto informático para indicar sublinhado no início é
(4, 5, 6 - 1, 2, 3).
(4, 6 - 3, 6).
(4, 5, 6 - 2, 5).
(5 - 2, 3, 4, 5, 6).
(4, 5, 6 - 3, 6).
No contexto matemático, letras com diacríticos representam sinais unificadores.
Assinale a opção que apresenta os sinais representados pelas letras í e â.
Sinal de itálico e sinal de índice superior.
Sinal de índice inferior e sinal de índice superior.
Sinal de índice superior e sinal de índice inferior.
Sinal de índice superior e sinal de itálico.
Sinal de itálico e sinal de índice inferior.
De acordo com as Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, as chamadas para notas de rodapé devem aparecer entre
barras.
aspas.
colchetes.
parênteses.
chaves.