Questões de Concurso sobre Alergologia

 
 
Disciplina 1
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
1.476 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

O medicamento imunobiológico Omalizumabe disponível no Brasil, possui aplicabilidade em diversas condições alérgicas e devido a sua termolabilidade, deve ser armazenado sob refrigeração em temperatura entre 2 e 8 °C. Assinale a alternativa correta sobre este importante imunobiológico.


A

O tratamento a curto prazo em pacientes com asma alérgica mostrou uma diminuição nas exacerbações da asma e no uso de corticosteroides.


B

O mecanismo de ação consiste no bloqueio da ligação da IgE ao receptor de IgE de alta afinidade (Fc?RI) em mastócitos e eosinófilos.


C

O omalizumabe possui indicação no choque anafilático associado a medicamentos broncodilatadores como salbutamol e terbutalina.


D

Asma moderada a grave e urticária crônica espontânea são algumas indicações do Omalizumabe.

Qual dos seguintes sintomas atípicos deve levantar a suspeita de anafilaxia em pacientes recebendo quimioterapia ou anticorpos monoclonais?


A

Prurido intenso e eritema generalizado.


B

Dor abdominal e diarreia persistente.


C

Febre e calafrios, acompanhados de dor.


D

Edema de glote e broncoespasmo refratário.


E

Hipotensão isolada sem outros sinais cutâneos.

Em relação à ABPA, os critérios atuais para o diagnóstico em pacientes asmáticos são:


A

níveis séricos de IgE total > 1.000UI/mL, teste cutâneo positivo para Aspergillus fumigatus, eosinófilos periféricos > 300cels/μL e IgG específica para Aspergillus fumigatus elevada


B

níveis séricos de IgE total > 500UI/mL, IgE específica para Aspergillus fumigatus > 0,35kUA/L, eosinófilos periféricos > 500cels/μL e IgG específica para Aspergillus fumigatus elevada


C

lavado broncoalveolar positivo para Aspergillus fumigatus, níveis séricos de IgE total > 1.000UI/mL, IgG específica para Aspergillus fumigatus elevada e teste cutâneo positivo para Aspergillus fumigatus


D

lavado broncoalveolar positivo para Aspergillus fumigatus, eosinófilos periféricos > 300cels/μL, IgE específica para Aspergillus fumigatus > 0,35kUA/L e teste cutâneo positivo para Aspergillus fumigatus

Sobre o tratamento da rinite alérgica, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Lavagem nasal com solução salina faz parte do tratamento não medicamentoso.


B

São anti-histamínicos de primeira geração: cetotifeno, dexclorfeniramina e hidroxizina.


C

Nervosismo, tremores, insônia e aumento da pressão sanguínea estão entre os efeitos adversos dos descongestionantes sistêmicos.


D

O tratamento de primeira escolha nas crises de rinite é a aplicação de corticoide sistêmico de depósito.


E

A única terapia capaz de alterar a história natural da doença é a imunoterapia.

Um paciente adulto procura atendimento médico com queixas de obstrução nasal crônica, rinorreia aquosa e espirros frequentes há mais de 6 meses. Nega prurido ocular ou nasal intensos. Realizou testes cutâneos de leitura imediata (prick test) para aeroalérgenos comuns, que apresentaram resultados negativos. A dosagem sérica de IgE específica para os principais alérgenos também foi negativa. A citologia nasal, entretanto, revelou a presença abundante de eosinófilos. O paciente não faz uso crônico de descongestionantes nasais ou outras medicações que sabidamente causem rinite. Considerando a situação clínica apresentada, o fenótipo de rinite mais provável para esse paciente é de rinite


A

alérgica persistente.


B

eosinofílica não alérgica.


C

alérgica local.


D

medicamentosa.


E

idiopática.

A principal estratégia terapêutica da rinite alérgica moderada a grave envolve o uso contínuo de corticosteroide intranasal.


C

Certo


E

Errado

É definida como uma reação multissistêmica grave, de início agudo e potencialmente fatal, podendo apresentar sinais como urticária, angioedema, comprometimento respiratório e gastrintestinal, além de hipotensão arterial. Pode-se observar inchaço facial e dificuldade respiratória.


O quadro descrito refere-se a:


A

Edema pulmonar agudo


B

Reação anafilática


C

Crise asmática


D

Choque séptico


E

Anafilaxia

Uma paciente de 35 anos comparece ao consultório com queixa de lesões urticariformes e angioedema diários há 7 meses. As lesões são intensamente pruriginosas, migratórias, e resolvem-se em menos de 24 horas sem deixar máculas residuais. A paciente nega exposição a alérgenos conhecidos ou outros gatilhos específicos, embora refira que o estresse e o calor podem agravar os sintomas. Já fez uso regular de anti-histamínicos H1 de segunda geração (loratadina e fexofenadina) na dose padrão (1 comprimido ao dia) sem melhora significativa dos sintomas, que impactam sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, apresenta algumas pápulas eritematosas, edematosas, e um leve angioedema labial em resolução. Exames laboratoriais iniciais (hemograma completo, VHS, PCR, função renal e hepática) estão dentro da normalidade. Considerando o diagnóstico de Urticária Crônica Espontânea (UCE) refratária à dose padrão de anti-histamínicos H1, qual seria a conduta mais apropriada para o manejo desta paciente?


A

Solicitar biópsia de pele das lesões mais recentes para descartar urticária vasculite e, se negativa, iniciar terapia com corticosteroide oral em doses elevadas (como, por exemplo, prednisona 0,5 mg/kg/dia) por um mês para controle imediato.


B

Aumentar a dose do anti-histamínico H1 não sedante para até quatro vezes a dose padrão diária, mantendo por 2 a 4 semanas. Se persistir a refratariedade, considerar a introdução de omalizumabe.


C

Realizar testes cutâneos de leitura imediata (prick test) para alérgenos inalantes e alimentares comuns, e dosar IgE total e triptase sérica, para identificar possíveis gatilhos alérgicos e confirmar a ativação mastocitária.


D

Iniciar ciclosporina oral em baixa dose como terapia imunossupressora, devido à gravidade e cronicidade do quadro, monitorando a pressão arterial e a função renal quinzenalmente.


E

Recomendar à paciente seguir uma dieta de exclusão de pseudoalérgenos (corantes, conservantes, salicilatos) por pelo menos 4 semanas e prescrever um anti-histamínico H2 (como, por exemplo, ranitidina) associado ao H1.

Uma paciente de 28 anos, previamente hígida, procura atendimento médico com histórico de infecções respiratórias recorrentes (principalmente sinusites e bronquites) e diarreia crônica intermitente, desde o final da adolescência. Ela relata que já foi tratada com múltiplos ciclos de antibióticos para essas condições. Recentemente, foi diagnosticada com doença celíaca, confirmada por biópsia intestinal compatível com enteropatia e a presença de anticorpos anti-transglutaminase tecidual (anti-tTG) da classe IgG positivos, uma vez que a pesquisa de anti-tTG IgA e anti-endomísio IgA foi negativa. A paciente nega histórico de infecções oportunistas graves, hospitalizações frequentes por pneumonia, ou doenças autoimunes sistêmicas além da doença celíaca. A investigação laboratorial inicial revelou os seguintes resultados:


  1. IgA sérico: <7 mg/dL (valor de referência: 70-400 mg/dL).
  2. IgG sérico: 950 mg/dL (valor de referência: 700-1600 mg/dL).
  3. IgM sérico: 110 mg/dL (valor de referência: 40-230 mg/dL).
  4. Subpopulações de linfócitos: linfócitos T e B em contagens normais.
  5. Sorologia para HIV: negativa.


Com base nesse quadro clínico-laboratorial, qual é a conduta mais apropriada para o manejo a longo prazo dessa paciente?


A

Iniciar terapia de reposição de imunoglobulina (IVIg ou SCIg) para prevenir as infecções recorrentes e monitorar de perto um possível desenvolvimento de outras doenças autoimunes.


B

Recomendar que a paciente evite contato com alérgenos inalantes e alimentares e iniciar corticosteroides inalatórios e anti-histamínicos de forma contínua, pois a deficiência de IgA predispõe a doenças alérgicas severas.


C

Prescrever antibióticos profiláticos contínuos para as infecções respiratórias, devido ao risco aumentado de bronquiectasias, e considerar imunossupressores para a doença celíaca, visto que a deficiência de IgA pode impactar a resposta à dieta.


D

Realizar testes de resposta vacinal a antígenos proteicos e polissacarídeos e, se houver falha na produção de anticorpos, considerar o diagnóstico de Imunodeficiência Comum Variável (ICV) e encaminhar para avaliação de transplante de medula óssea.


E

Gerenciar as infecções pontualmente com antibioticoterapia direcionada, manter a dieta rigorosa sem glúten para a doença celíaca, e orientar a paciente sobre a importância de notificar sua condição de deficiência de IgA antes de receber transfusões sanguíneas ou hemoderivados.

Um paciente de 35 anos apresenta Rinite Alérgica Sazonal (RAS) moderada a grave, com sintomas predominantes de congestão nasal, espirros frequentes, prurido ocular e lacrimejamento, que impactam significativamente sua qualidade de vida. Ele relata que o uso de anti-histamínicos orais (OAH) tem proporcionado alívio limitado dos sintomas nasais e oculares. O médico alergologista busca a abordagem terapêutica mais eficaz, baseada nas evidências mais recentes para otimizar o tratamento do paciente. Considerando as evidências atuais apresentadas em revisões sistemáticas e meta-análises sobre o tratamento da rinite alérgica sazonal, qual das seguintes alternativas melhor reflete a superioridade terapêutica para esse paciente?


A

Anti-histamínicos orais são a primeira linha de tratamento e demonstram superioridade consistente em relação aos corticosteroides intranasais para o controle dos sintomas nasais e oculares em pacientes com RAS moderada a grave.


B

Os antagonistas de receptores de leucotrienos orais são tão eficazes quanto os corticosteroides intranasais na melhora dos sintomas nasais, com um perfil de segurança geralmente mais favorável e menos eventos adversos locais.


C

Embora haja evidências limitadas para Rinite Alérgica Perene (RAP), os resultados de superioridade dos tratamentos intranasais para RAS não podem ser extrapolados para a RAP devido a diferenças fisiopatológicas fundamentais.


D

A segurança dos tratamentos intranasais é significativamente inferior à dos tratamentos orais, com uma incidência notavelmente maior de eventos adversos graves e retiradas do tratamento devido a efeitos colaterais.


E

Tratamentos intranasais, incluindo corticosteroides intranasais e anti-histamínicos intranasais, são superiores aos tratamentos orais (anti-histamínicos orais ou antagonistas de receptores de leucotrienos) na melhora dos sintomas nasais, oculares e da qualidade de vida em rinite alérgica sazonal.

A principal etiologia das urticárias agudas em crianças com duração menor que seis semanas são


A

os medicamentos.


B

as vacinas.


C

os insetos.


D

os alimentos.


E

as infecções.

O manejo da urticária crônica é frequentemente desafiador, e a escolha da terapia anti-histamínica é um ponto central de debate na prática. Qual é a principal limitação observada no uso de anti-histamínicos não sedativos para o tratamento da urticária crônica?


A

A incapacidade de serem combinados com outros medicamentos.


B

A ausência de um efeito dose-resposta significativo.


C

O alto custo em comparação com os anti-histamínicos sedativos.


D

A ineficácia em pacientes com urticária crônica grave, mesmo em doses dobradas.


E

O risco elevado de interações medicamentosas graves.

O teste cutâneo é um importante recurso no diagnóstico das alergias caracterizadas por reações imediatas do tipo I, mediadas por imunoglobulina E (IgE), por Imunoglobulina(Ig) E. Marque a alternativa que não contém uma indicação recomendada para aplicação deste método diagnóstico.


A

Dermografismo e mastocitose cutânea.


B

Alergia ao veneno de insetos (Hymenoptera- abelha, formiga, vespas).


C

Alergia a látex; alergia alimentar; asma; alergia medicamentosa.


D

Rinite e conjuntivite alérgica.

Um técnico de montagem de 38 anos, empregado em uma fábrica de componentes eletrônicos de alta precisão, desenvolve um eczema persistente e recalcitrante nas mãos. Suas atividades rotineiras incluem a montagem manual de circuitos, o uso de luvas de proteção para manuseio de peças delicadas e a aplicação de compostos adesivos especializados para garantir uniões duráveis e de alta resistência entre os materiais. Ele também está exposto a fluidos de limpeza para as ferramentas e componentes. Considerando o perfil de alérgenos ocupacionais comuns no setor de produção e manufatura de precisão e a descrição do ambiente de trabalho do paciente, qual alérgeno é mais especificamente implicado na dermatite de contato alérgica em trabalhadores com essas características de exposição?


A

Thiuram mix.


B

Resina epóxi.


C

Formaldeído.


D

Cobalto.


E

Metilcloroisotiazolinona/Metilisotiazolinona (MCI/MI).

Paciente com quadro de ABPA exacerbada, tratado com corticosteroide oral, retorna a cada oito semanas para avaliação de resposta ao tratamento. Os critérios que permitem considerar o paciente respondedor ao tratamento (estágio 2) são:


A

melhora clínica de pelo menos 50%, radiológica acima de 50%, e redução no nível de IgE total de ≥ 20% após oito semanas de tratamento


B

melhora clínica e radiológica sustentada, IgE total abaixo do basal (ou < 50%) por um período ≥ seis meses após o tratamento


C

melhora clínica e radiológica acima de 50%, redução no número de eosinófilos periféricos e redução no nível de IgE total ≥ 50%


D

melhora clínica, redução do número de eosinófilos periféricos e redução no nível de IgE total de ≥ 25%

Um lactente de 18 meses é encaminhado para avaliação em um centro de referência devido a um histórico de infecções respiratórias de repetição, incluindo três episódios de pneumonia bacteriana confirmada por cultura (sendo dois por Streptococcus pneumoniae e um por Haemophilus influenzae) e otites médias agudas recorrentes. A investigação inicial revela níveis séricos de imunoglobulinas IgG e IgA significativamente abaixo do esperado para a idade, além de uma resposta vacinal inadequada a antígenos polissacarídicos. A mãe relata que, mesmo após o tratamento dos episódios agudos, a criança mantém uma tosse crônica produtiva persistente. Considerando o quadro clínico e os achados laboratoriais, qual das seguintes condições é uma complicação pulmonar comum e esperada nesse cenário, frequentemente associada a imunodeficiências humorais?


A

Aspergilose pulmonar invasiva.


B

Pneumonia por Pneumocystis jirovecii (PJP).


C

Bronquiectasias.


D

Doença pulmonar intersticial granulomatosa e linfocítica (GLILD).


E

Hipogamaglobulinemia transitória.

Uma paciente de 48 anos, em tratamento oncológico com um novo anticorpo monoclonal, desenvolveu anafilaxia de início rápido durante a primeira infusão. Após o manejo da crise e estabilização clínica, a equipe decide pela investigação da hipersensibilidade e, caso indicado, pela Dessensibilização Rápida (DR) para permitir a continuidade do tratamento vital. Dados iniciais apontam para uma reação tipo I, IgE-mediada. Considerando os avanços e as nuances da dessensibilização a fármacos biológicos conforme a literatura especializada, qual das alternativas a seguir é a mais precisa e completa a respeito do procedimento e de seus aspectos diagnósticos ou de manutenção?


A

A DR é um procedimento seguro para reações tipo I a biológicos, mas a tolerância induzida é transitória e exige readministração diária do medicamento para ser mantida, não sendo aplicável em casos de anafilaxia prévia.


B

Biomarcadores como a triptase sérica são úteis para identificar e classificar reações de hipersensibilidade tipo I, mas não possuem valor preditivo para o sucesso da dessensibilização nem podem ser usados para monitorar a tolerância induzida.


C

A taxa de reações de hipersensibilidade a biológicos é menor quando comparada a outras drogas, e o uso de omalizumabe como pré-medicação é universalmente eficaz para todas as reações IgE-mediadas, garantindo um protocolo de dessensibilização sem intercorrências.


D

A DR é um procedimento padronizado eficaz na superação da maioria das reações de hipersensibilidade a biológicos, e a tolerância induzida depende da exposição contínua ao fármaco.


E

Excipientes como o polissorbato são frequentemente responsáveis por reações de hipersensibilidade a biológicos, mas testes cutâneos para esses excipientes são controversos e não têm utilidade clínica na avaliação pré-dessensibilização para anticorpos monoclonais.

Sobre a relação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e a alergia alimentar em crianças, assinale a alternativa correta.


A

O consumo materno de chocolate durante a gravidez foi consistentemente associado a um risco aumentado de alergia alimentar na prole.


B

A restrição de glutamato monossódico na dieta infantil demonstrou aumentar o risco de sensibilização a novos alérgenos alimentares.


C

Elevados níveis de frutose na dieta infantil foram associados exclusivamente ao aumento da prevalência de asma, sem qualquer relação com alergia alimentar.


D

A ingestão de alimentos industrializados para bebês na primeira infância foi associada a um maior risco de alergia alimentar confirmada por testes de provocação oral.


E

Estudos mecanísticos confirmaram que os adoçantes artificiais em alimentos ultraprocessados promovem a tolerância imunológica, reduzindo o risco de todas as alergias alimentares.

Qual é a estratégia considerada de primeira escolha para a prevenção de reações repetidas em pacientes com histórico de hipersensibilidade a meios de contraste radiológico?


A

A administração de pré-medicação com duas doses de corticosteroides e anti-histamínicos antes da reexposição.


B

A redução da voltagem do tomógrafo, da dose e da velocidade de injeção do contraste durante o procedimento.


C

A realização de testes de provocação com drogas com um contraste com teste cutâneo negativo.


D

Evitar completamente qualquer aplicação futura de contrastes radiológicos, independentemente da gravidade da reação anterior.


E

A mudança para um meio de contraste radiológico com uma estrutura de cadeia lateral diferente, idealmente com teste cutâneo negativo.

A alergia alimentar é um tema importante em pediatria e uma frequente causa de dor abdominal nessa faixa etária. As reações de intolerância são decorrentes de propriedades inerentes dos alimentos e, caso sejam medidas por células, clinicamente podem gerar:


A

dermatite atópica e asma


B

urticária e broncoespasmo agudo


C

dermatite de contato e enterocolite


D

esofagite eosinofílica e angioedema

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado