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Com relação ao caso clínico 5A1-I, assinale a opção que indica uma anormalidade clínica que aumentaria significativamente a probabilidade de se tratar de embolia pulmonar.
redução da mobilidade da panturrilha, quando comparada com o outro membro
som claro pulmonar à percussão torácica
redução do pulso tibial, quando comparado com o outro membro
edema tibial bilateral
redução do frêmito toracovocal
Um homem de 70 anos de idade, com doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) diagnosticada, relata dor persistente nas pernas, mesmo em repouso. O exame físico revela úlceras tróficas na perna esquerda.
Com base no caso clínico anterior, assinale a opção que indica corretamente o estágio da classificação de Fontaine no qual o citado paciente se enquadra.
estágio I
estágio IIa
estágio IV
estágio IIb
estágio III
Os malefícios do tabagismo para o sistema vascular incluem
I trombose vascular.
II aneurisma arterial.
III doença coronariana.
Assinale a opção correta.
Apenas o item I está certo.
Apenas o item III está certo.
Apenas os itens I e II estão certos.
Apenas os itens II e III estão certos.
Todos os itens estão certos.
Na ultrassonografia vascular para diagnóstico da síndrome do roubo de subclávia, o padrão de fluxo sanguíneo, entre as opções relacionadas, a ser observado na artéria vertebral ipsilateral durante uma manobra provocativa em pacientes com tipo intermitente é:
Laminar sem alterações significativas.
Reverso contínuo durante a manobra.
Trifásico com diminuição do pico diastólico.
Monofásico com aumento do pico sistólico.
Diante de uma suspeita clínica de Trombose Venosa Profunda (TVP), aplicam-se scores de pontuação com objetivo de guiar a conduta médica. Esse critério é chamado de Escore de
Virchow.
Mottling.
Wells.
HAS-BLED.
Uma das causas mais comuns da síndrome de congestão pélvica é:
o aumento da pressão das veias pélvicas, ocasionado por compressão da veia renal esquerda
o aumento da pressão das veias pélvicas ocasionado por compressão da veia renal direita
a compressão das artérias renais, pelo aumento da pressão das artérias e veias uterinas
a diminuição da pressão das artérias pélvicas, pela compressão da artéria aorta
a trombose das veias ovarianas
Sobre as complicações no acesso percutâneo arterial femoral, assinale a afirmativa correta.
O hematoma no sítio de punção é a complicação mais comum.
A embolização distal não se enquadra nas possibilidades de complicações.
A trombose arterial deve ser tratada com infusão de trombolíticos de forma sistêmica.
O pseudoaneurisma deve ser tratado sempre conservadoramente.
Sobre os aneurismas periféricos, assinale o de localização mais frequente e a complicação mais comum, respectivamente.
Artéria Femoral Superficial. Trombose.
Artéria Poplítea. Rotura.
Artéria Subclávia. Rotura.
Artéria Poplítea. Trombose.
No diagnóstico da Trombose Venosa Profunda (TVP), entre as ferramentas, a mais utilizada é o Modelo de predição clínica de TVP de Wells.
O escore de Wells pontua como 1 os seguintes achados, EXCETO:
Tromboflebite superficial.
TVP prévia documentada.
Câncer tratado nos últimos seis meses.
Veias colaterais superficiais não varicosas.
Acamado recente por mais de 3 dias.
Em relação à trombose da veia porta, é correto afirmar:
a ultrassonografia não é um método efetivo para diferenciar tromboses recentes de tromboses crônicas.
a cateterizarão venosa umbilical no período neonatal é um fator protetivo ao risco de trombose, uma vez que aumenta a plasticidade desse vaso.
os sinais sugestivos de transformação cavernomatosa da trombose portal são veia porta de calibre aumentado, associada a fluxo hepatofugal ao Doppler.
trombos intraluminais recentes usualmente cursam com vaso de calibre reduzido e sem fluxo ao estudo Doppler.
a identificação de fluxo arterial de permeio ao trombo sugere etiologia neoplásica (invasão tumoral).
Uma paciente do sexo feminino, 45 anos, apresenta queixa de varizes em membros inferiores há 10 anos. Qual método de diagnóstico não invasivo é o mais adequado para avaliar a extensão da insuficiência venosa superficial dessa paciente?
Angiografia por cateterismo.
Tomografia computadorizada com contraste.
Ressonância magnética nuclear.
Ultrassom com Doppler (US-D).
Mapeamento venoso com duplex scan.
Uma paciente do sexo feminino, 45 anos, relata apresentar varizes em membros inferiores há mais de 10 anos. As varizes são tortuosas, proeminentes e causam dor e sensação de peso nas pernas. Ao exame físico, observa-se:
• Presença de varizes em ambas as pernas, principalmente na região medial.
• Sinal de Trendelenburg positivo.
• Teste de Perthes negativo.
A classificação clínica para as varizes dessa paciente é:
CEAP C1.
CEAP C2.
CEAP C3.
CEAP C4.
CEAP C5.
Um paciente do sexo masculino, 60 anos, hipertenso e tabagista, apresenta quadro de hemiplegia direita súbita. Ao exame físico, observa-se:
• Ausência de pulsos carótidos bilaterais.
• Sopro sistólico em região supraclavicular direita.
• Presença de placa aterosclerótica em carótida interna direita.
Com base no quadro clínico e no exame físico, qual a principal hipótese diagnóstica para esse paciente?
Aneurisma cerebral.
Trombose venosa cerebral.
Embolia cerebral.
Doença arterial carotídea extracraniana (DACE).
Doença de Moyamoya.
Uma paciente do sexo feminino, 30 anos, apresenta quadro de febre, calafrios e dor intensa em membro inferior esquerdo há 24 horas. Ao exame físico, observa-se:
• Eritema, edema e calor em região maleolar medial esquerda.
• Trajeto linear avermelhado e doloroso em membro inferior esquerdo.
• Adenomegalia inguinal ipsilateral.
Qual a principal hipótese diagnóstica para essa paciente?
Trombose venosa profunda de membro inferior esquerdo.
Celulite.
Linfangite.
Filariose.
Fasceíte necrosante.
Um paciente do sexo masculino, 60 anos, diabético e com histórico de úlcera venosa em membro inferior direito, apresenta quadro de eritema, edema e dor em região da úlcera há 48 horas. Ao exame físico, observa-se:
• Bordas elevadas e bem delimitadas da área eritematosa.
• Presença de bolhas e pústulas na região da úlcera.
• Ausência de sinais de flogose sistêmica.
Qual o tratamento mais adequado para esse paciente?
Anticoagulação oral.
Repouso e elevação do membro inferior.
Pulsoterapia.
Desbridamento da úlcera.
Antibioticoterapia venosa.
Um paciente do sexo masculino, 60 anos, tabagista, apresenta queixa de dor em claudicação intermitente em membro inferior direito a uma distância de 50 metros. É o método de diagnóstico não invasivo mais adequado para avaliar a circulação arterial desse paciente:
Angiografia por cateterismo.
Tomografia computadorizada com contraste.
Ressonância magnética nuclear.
Pletismografia de membros inferiores.
Ultrassom com Doppler (US-D).
Na avaliação semiológica de pacientes com suspeita de trombose venosa profunda (TVP), a dorsiflexão passiva do pé provoca dor na panturrilha acometida devido ao aumento da pressão intraluminal. Esse achado semiológico é denominado:
Sinal de Buerger.
Sinal de Pratt.
Sinal de Stemmer.
Sinal de Trendelenburg.
Sinal de Homans.
Durante a coagulação intravascular disseminada (CIVD), a ativação excessiva da cascata coagulatória é desencadeada por:
Lesão endotelial com exposição de colágeno.
Liberação de tromboplastina tecidual.
Ativação do fator XII pela superfície de bactérias.
Inibição da proteína C e proteína S.
Alterações na função plaquetária.
Após um episódio de trombose venosa profunda, a síndrome pós trombótica, é mais frequente em qual seguimento?
Ilíaco femoral
Femoro poplíteo
Popliteo distal
Plexo solear
Plexo gastrocnêmio
Na doença de charcot, na sua fase aguda, é correto afirmar:
Os pés apresentam aumento de temperatura, sem dor.
Ocorre comprometimento osseo e articular.
O pé torna-se edemaciado, mais curto e alargado.
Os arcos plantares desabam .
O edema é incomum nessa fase.