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A via de acesso preferêncial para um tumor de carina é a toracotomia
anterolateral direita.
posterolateral esquerda.
anterolateral esquerda.
posterolateral direita.
lateral esquerda.
Paciente feminina, 38 anos, sem antecedentes mórbidos, realizou uma radiografia torácica de rotina para pré-operatório de colecistectomia. O exame evidencia um pneumotórax de, aproximadamente, 15%. A conduta mais adequada é
observação clínica.
drenagem torácica em selo d’agua.
toracoscopia diagnóstica.
ressecção a céu aberto das Bleebs.
toracocentese com aspiração do pneumotórax.
A realização da drenagem tubular fechada do tórax deve ser realizada
no encontro das linhas de projeção do mamilo ipsilateral posteriormente e da linha axilar média.
no 5o espaço intercostal, na linha axilar posterior.
no encontro das linhas de projeção do apêndice xifoide posteriormente e da linha axilar média.
na borda inferior da costela superior.
no sexto espaço intercostal, na linha axilar posterior.
É correto afirmar que na broncoscopia a LASER
áreas claras têm maior capacidade de absorção de LASER do que as escurecidas.
a duração de emissão não determina o grau de destruição do tecido.
o índice de potência depende da potência regulada do aparelho e da distância entre a ponta da fibra e o aparelho.
não necessita de ambiente hospitalar para sua realização.
é importante coagular a lesão assim que houver a sua secção.
A respeito dos tumores carcinoides de pulmão, assinale a afirmativa incorreta.
A cintilografia com octreoide é frequentemente positiva tanto nas lesões primárias como nas metastáticas.
A síndrome carcinoide é rara nas lesões pulmonares isoladas.
O número de mitoses por campo observado serve para distinguir o carcinoide típico do atípico.
Podemos também observar nestes tumores a possibilidade de síndrome de Cushing pelo aumento da produção de ACTH.
O PET CT mostra atividade metabólica elevada, em percentual elevado dos casos.
Recém-nascido de parto normal, com 4 horas de vida, apresenta quadro de dificuldade respiratória progressiva. O Rx de tórax, feito no início do quadro, mostra desvio de mediastino, com hipertransparência de hemitórax direito e vasos pulmonares visíveis até a periferia do pulmão. No acompanhamento prénatal, o ultrassom não mostrou nenhuma alteração fetal digna de nota.
A tomografia de tórax com 8 horas de vida mostrou piora do desvio de mediastino e insuflação do lobo superior direito, que ocupa grande parte do hemitórax, produzindo compressão e atelectasia dos demais lobos. Diante do apresentado e do fato de ter sido observada piora significativa do quadro e da dificuldade progressiva de ventilação, mesmo com elevação da pressão de admissão, o diagnóstico mais provável é
atresia de esôfago com fístula traqueal.
enfisema lobar congênito.
Síndrome da Cimitarra.
má-formação adenomatoide cística.
sequestro bronco-pulmonar.
Com relação ao carcinoma adenocístico de traqueia, assinale a afirmativa incorreta.
Invade com frequência estruturas extratraqueais.
Pode apresentar infiltração submucosa além dos limites macroscópicos de ressecção.
Apresenta alto risco de recidiva local, pós-ressecção cirúrgica.
Têm origem nas glândulas produtoras de muco, na mucosa traqueal.
Seu crescimento é predominantemente intraluminal.
Na indicação cirúrgica de tratamento da tuberculose pulmonar e suas complicações, assinale a afirmativa incorreta.
Pode ser indicada nas formas de contaminação por bacilos atípicos.
Está indicada nas formas de resistência primária e secundária.
Não tem indicação se o paciente for abacilífero.
Está indicada na presença de bola fúngica intracavitária com hemoptises.
A cavernostomia pode ser uma opção no tratamento das complicações nas lesões cavitadas em pacientes muito graves.
Sintomas neurológicos podem estar presentes, em decorrência da compressão de ramos do plexo braquial, na seguinte localização:
entre a veia subclávia e o ligamento costoclavicular.
na sua passagem anterior ao músculo escaleno anterior.
na sua passagem entre os músculos escaleno médio e posterior.
pelo músculo subclávio na sua inserção na primeira costela.
sob o músculo peitoral menor em sua fixação no processo coracoide.
No diagnóstico diferencial das massas mediastinais comprometendo o mediastino anterior, não devemos considerar a possibilidade de
timoma.
aneurisma de aorta.
seminoma.
cisto broncogênico.
linfangioma.
Com relação à rotura brônquica no trauma fechado de tórax, assinale a afirmativa incorreta.
Em caso de atelectasia pulmonar total, a melhor opção é a pneumonectomia, pela impossibilidade de reexpansão pulmonar depois da segunda semana após o trauma.
A maioria das lesões compromete o brônquio principal esquerdo, a até 2cm da carina principal.
Geralmente relacionadas a traumas graves com grande compressão torácica.
Nos casos suspeitos a broncofibroscopia contribui para o diagnóstico.
O diagnóstico de ser pensado nos casos de pneumotórax póstraumático com grande fuga de ar e dificuldade de reexpansão pulmonar, após drenagem tubular adequada.
Nas ressecções lobares à direita, é recomendado o seguinte cuidado:
Identificação do ramo da veia do lobo médio emergindo da veia pulmonar inferior, na lobectomia média.
Identificação de todos os ramos arteriais para o lobo superior, à partir da abordagem anterior do hilo pulmonar.
Dissecção cuidadosa da artéria pulmonar, principalmente de seu tronco basal, nas lobectomias inferiores, evitando a lesão da veia pulmonar superior, posterior a ela.
Identificação da presença de troncos individualizados da veia pulmonar superior e inferior.
Identificação da artéria do segmento posterior do lobo superior, com exposição da mesma com dissecção criteriosa da cissura entre o lobo médio e superior.
O mediastino é subdividido em compartimentos para auxiliar o diagnóstico diferencial das diversas afecções que o acometem e também para o planejamento do acesso cirúrgico.
Com relação aos modelos dessa subdivisão, assinale a alternativa correta.
O modelo de Felson subdivide o mediastino em três compartimentos: pré-vascular, visceral e paravertebral.
O modelo de Felson subdivide o mediastino em três compartimentos: anterior, médio e posterior.
O modelo de Shields subdivide o mediastino em quatro compartimentos: superior, anterior, médio e posterior.
O modelo de Shields subdivide o mediastino em dois compartimentos: superior e inferior.
Durante uma toracotomia de urgência no trauma torácico, qual técnica cirúrgica, preservadora de parênquima pulmonar, deve ser utilizada?
Tractotomia.
Broncostomia.
Cavernostomia.
Segmentectomia pulmonar.
Com relação à síndrome do sequestro broncopulmonar, assinale a alternativa correta.
Consiste em uma porção do parênquima pulmonar com suprimento arterial anômalo oriundo da artéria pulmonar.
A forma extralobar é a mais frequente, sendo presente em 75% dos casos.
Tanto na cirurgia aberta, como na cirurgia minimamente invasiva, deve-se começar pela dissecção, grampeamento e secção da artéria pulmonar anômala.
A ressecção do sequestro pulmonar intralobar pode ser realizada com segmentectomia não regrada.
Não é uma alteração que ocorre nos pacientes submetidos a uma toracotomia:
Aumento do CO2 alveolar.
Aumento da capacidade residual funcional.
Diminuição da capacidade pulmonar vital em até 60% do valor basal.
Hipoxemia com diminuição de cerca de 30% da PaO2.
Existem dois tipos de rejeição aguda do enxerto pós-transplante pulmonar: a celular, mais comum, caracterizada por infiltrado celular mononuclear perivascular e intersticial, e a humoral, mais rara, mediada por anticorpos.
Entre os sinais e sintomas apresentados a seguir, qual não é esperado na apresentação da rejeição aguda?
Febre.
Dispneia.
Infiltrado pulmonar.
Pneumotórax.
Paciente de 68 anos de idade comparece com quadro de dor em MSD associado a tosse e dispneia. Realizada tomografia de tórax que evidenciou massa em lobo superior direito de pulmão e ápice torácico. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, eupneico, corado e com presença de linfonodo palpável em região supra clavicular direita, ipsilateral ao tumor.
Com relação a esse caso clínico, assinale a alternativa correta.
O paciente deverá ser submetido à mediastinoscopia e, em caso de exclusão de doença mediastinal, deve ser realizado lobectomia pulmonar superior direita e toracectomia.
A confirmação de presença de neoplasia no linfonodo clavicular ipsilateral ao tumor é considerada N1.
Uma neoplasia de sulco pulmonar superior nunca é de tratamento cirúrgico e deverá ser realizada quimioterapia e radioterapia exclusivas.
Pacientes com tumores com invasão de esôfago podem ser tratados com esofagectomia associada à lobectomia pulmonar em ressecção em monobloco.
Com relação à pericardiocentese, a melhor maneira de determinar se a ponta da agulha está no pericárdio ou se perfurou o miocárdico é:
Realizar o procedimento sob fluoroscopia.
Observar a agulha para evidências de pulsação.
Determinar se o sangue aspirado coagula.
Observar se a inserção da agulha coincide com alguma alteração eletrocardiográfica.
O uso de terapia neoadjuvante para tratamento do câncer de esôfago foi difundido após a publicação do CROSS Trial.
Esse tipo de tratamento está indicado
apenas nos casos de pacientes com adenocarcinoma.
somente nos tumores localizados no terço distal do esôfago.
nos casos de doença metastática.
nos pacientes com câncer de esôfago com suspeita de disseminação linfonodal mediastinal.