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Os sinais e sintomas são importantes no diagnóstico de dissecção da aorta, sendo possível sua confirmação em mais de 60% dos casos. Em 25% dos casos é necessário realizar exames complementares, e em 15% o diagnóstico somente é reconhecido na autópsia. A esse respeito, assinale a alternativa incorreta.
Habitualmente, o derrame pleural se deve à reação inflamatória ou ruptura da aorta no espaço pleural.
A presença de dor torácica e a ausência de pulsos periféricos são sugestivas de dissecção da aorta.
A insuficiência aórtica é um achado frequente na dissecção de aorta tipo “B” de “Stanford”.
O eletrocardiograma tem importância na distinção com a síndrome coronariana aguda.
O alargamento da silhueta aórtica encontra-se presente em mais de 80% dos casos.
A metastasectomia para câncer de mama em lesão pulmonar isolada aumenta significativamente a sobrevida em cinco anos.
Na complicações respiratórias decorrentes da cirurgia torácica na urgência, como o aumento da resistência das vias aéreas, pode ser proposta intervenção fisioterapêutica como:
aumento da FiO2 ou ajuste nos parâmetros ventilatórios;
recrutamento alveolar com utilização da PEEP;
incremento no valor da PEEP;
utilização de CPAP durante a drenagem torácica;
utilização de solução salina hipertônica com NaCl a 6% para melhora do clearance mucociliar.
Em um paciente submetido a cuidados intensivos, o elemento que permite a diferenciação da insuficiência respiratória hipoxêmica da não-hipoxêmica é
diferença arteriovenosa de O2.
gradiente alveolocapilar de O2.
PCO2 alveolar.
PO2 alveolar.
PO2 arterial.
A ultrassonografia endoscópica (EUS) tem alta sensibilidade e especificidade na identificação das camadas do esôfago e na identificação de envolvimento ganglionar pelo tumor, com boa definição do estadiamento T e N; contudo, após tratamento de radioterapia, a EUS não consegue distinguir bem o que é fibrose, inflamação e envolvimento tumoral.
Em relação à síndrome do derrame pleural e(ou) ao procedimento de pleurotomia mínima (drenagem torácica fechada em selo d’água), assinale a alternativa incorreta.
No derrame pleural tuberculoso, a presença do bacilo álcool-ácido-resistente é incomum, e a biopsia pleural é importante para o diagnóstico.
Derrame pleural moderado a grande unilateral, ou bilateral, está frequentemente presente em pacientes urêmicos terminais, tanto pelo excesso de líquidos presentes no organismo, como pela serosite associada à doença, o que torna a pleurotomia mínima mandatória.
Na pancreatite aguda, o derrame é usualmente bilateral, e o líquido pleural tende a ser rico em amilase.
Na sarcoidose, o derrame pleural é infrequente e, quando ocorre, tende a ser unilateral e a ter resolução espontânea.
No lúpus eritematoso sistêmico (LES), pleurite, com ou sem derrame pleural, é a manifestação clínica pleuropulmonar mais comum. O derrame usualmente regride com o tratamento clínico da doença.
Na drenagem torácica, a escolha do dreno é feita de acordo com a natureza da intercorrência pleural. É recomendável que no trauma de pacientes adultos sejam usados drenos com diâmetros não inferiores a:
22F;
24F;
26F;
28F;
30F.
O único tratamento cirúrgico do carcinoma pulmonar, capaz de levar à cura, deve ser avaliado através do sistema TNM e está indicado sempre que seja possível ressecar curativamente a lesão. Baseado nesses princípios, é correto afirmar que:
a ressecção dos linfonodos hilares e mediastinais deve ser sempre realizada e associada à ressecção pulmonar.
a menor cirurgia do câncer pulmonar é a lobectomia.
a pneumectomia pulmonar pode ser realizada se estiver limitada ao estádio IIIA.
o estádio IIIB com tumor T4 poderá ser N3 em algumas poucas circunstâncias poderá ser operado.
após a realização de cirurgia curativa, o prognóstico cirúrgico depende unicamente do acompanhamento com tomografia computadorizada.
Não há indicação de toracotomia de reanimação em paciente pediátrico devido aos piores resultados sobre a sobrevida e à maior chance de sequela neurológica nesse tipo de paciente em relação aos adultos.
A causa mais comum de óbito nos primeiros trinta dias após transplante pulmonar bilateral sequencial é a
rejeição aguda.
bronquiolite obliterante.
falência primária do enxerto.
fístula brônquica com mediastinite.
infecção oportunística.
A ressecção em bloco do carcinoma primário do mediastino apresenta baixa sobrevida a longo prazo, mesmo nos casos de lesão localizada e sem invasão de estruturas adjacentes.
A profilaxia antimicrobiana em cirurgia é um instrumento importante na prevenção da infecção da ferida operatória. Um dos mais importantes princípios da prescrição de profilaxia antimicrobiana é o momento em que a primeira dose é iniciada. Recomenda-se o início da profilaxia:
na noite anterior ao procedimento cirúrgico (até 8 horas antes);
uma (01) hora antes do procedimento cirúrgico;
no momento da indução anestésica;
no momento da incisão cirúrgica;
até uma (01) hora após a incisão cirúrgica.
Os sarcomas respondem por 30% a 50% dos casos de metástases pulmonares em séries cirúrgicas.
A substituição esofágica com tubo gástrico anisoperistáltico é realizada por meio da confecção de um tubo, utilizando-se a grande curvatura gástrica que é nutrida pela artéria gastroepiploica esquerda.
Paciente vítima de trauma penetrante no tórax, que tenha 7 min de parada cardíaca durante o transporte, mesmo que tenha sido submetido a manobras adequadas de reanimação, incluindo intubação orotraqueal e ventilação artificial, não apresenta indicação de realização de toracotomia de reanimação na sala de emergência.
O timolipoma pode simular cardiomegalia e elevação diafragmática na radiografia de tórax, além de poder mudar sua forma quando o paciente muda o decúbito.
Para os casos de câncer de esôfago inoperável localizado próximo à junção esofagogástrica, a utilização de prótese pode ser uma boa opção para a reconstrução da via digestiva. Nesse caso, a prótese metálica autoexpansível não recoberta é a mais adequada para o procedimento.
Na substituição do esôfago por meio da esofagogastroplastia isoperistáltica, a drenagem venosa do enxerto é feita pela veia
gástrica esquerda.
esplênica.
mesentérica superior.
mesentérica inferior.
porta, diretamente.
Após o uso de terapia fotodinâmica na desobstrução de tumores endobrônquicos, é recomendado que o paciente não se exponha diretamente à luz solar por pelo menos quatro semanas.
Rapaz de dezesseis anos de idade, assintomático, foi submetido há oito meses à ressecção bem sucedida de osteossarcoma de fêmur esquerdo. A radiografia simples de tórax demonstra nódulo isolado de dois centímetros de diâmetro na periferia do lobo pulmonar inferior direito. Não há radiografias anteriores para comparação. Nesse caso, a melhor conduta é
biopsia excisional seguida ou não por quimioterapia.
biopsia incisional seguida ou não por quimioterapia.
biopsia incisional seguida ou não por radioterapia.
biopsia excisional seguida ou não por radioterapia.
PET-CT de corpo inteiro para estadiamento, seguida de eventual ressecção cirúrgica.