Questões de Concurso sobre Emergencista

 
 
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Homem de 46 anos chega com odinofagia intensa, sialorreia, voz abafada e febre. Permanece sentado, com desconforto respiratório leve e estridor inspiratório. Em relação ao caso, a conduta inicial é CORRETA para reduzir risco de perda súbita de via aérea é:


A

Inspeção orofaríngea com abaixador de língua na sala de emergência para confirmar edema de epiglote.


B

Nebulização com broncodilatador e alta após melhora do estridor, mantendo antibiótico oral domiciliar.


C

Organização de controle de via aérea em ambiente apropriado com equipe experiente, mantendo oxigênio e mínima manipulação.


D

Endoscopia digestiva alta para avaliação de corpo estranho e coleta de culturas, antes de antibiótico.


E

Anestesia tópica e tentativa de intubação em sala comum, visando evitar atrasos por acionamento de equipe.

Na sala de emergência, um homem com fibrilação atrial de alta resposta ventricular chega pálido, sudorético, com dor torácica, rebaixamento do sensório e pressão arterial em queda. O eletrocardiograma confirma ritmo irregular rápido.


Assinale a alternativa correta sobre a conduta imediata.


A

O controle da frequência com betabloqueador intravenoso ocupa a prioridade inicial, seguido de reavaliação clínica após estabilização elétrica espontânea.


B

A infusão de amiodarona assume a primeira linha, porque a reversão química costuma corrigir a instabilidade aguda com menor risco tromboembólico.


C

A anticoagulação parenteral precede qualquer tentativa de reversão, já que a instabilidade hemodinâmica preserva a sequência terapêutica habitual.


D

A cardioversão elétrica sincronizada entra como prioridade, acompanhada de suporte hemodinâmico e monitorização contínua.


E

A digoxina intravenosa ocupa o manejo inicial, porque reduz a frequência ventricular com menor interferência na perfusão coronariana imediata.

Homem de 30 anos chega com crise tônico-clônica contínua há cerca de 12 minutos. Recebeu benzodiazepínico em dose adequada no transporte, com manutenção das convulsões. Glicemia capilar está normal, oxigenação em suporte e acesso venoso disponível. Conforme o caso, assinale a alternativa que indica a conduta adequada como próxima etapa:


A

Administrar novo benzodiazepínico em dose repetida e aguardar cessação clínica antes de outras medidas.


B

Administrar haloperidol e contenção física, visando reduzir movimentos e facilitar monitorização.


C

Solicitar tomografia antes de medicações adicionais, visando definir etiologia estrutural como prioridade imediata.


D

Administrar antibioticoterapia de amplo espectro e corticoterapia, supondo meningoencefalite como causa mais provável.


E

Administrar anticonvulsivante de segunda linha em dose de ataque e monitorar via aérea e hemodinâmica.

Homem de 67 anos chega com tontura e dor torácica leve. PA 84/50 mmHg, FC 34 bpm, pele fria. ECG mostra bloqueio AV avançado. Após manejo de causas reversíveis e medida farmacológica inicial sem melhora, o procedimento CORRETAMENTE adequado é:


A

Cardioversão sincronizada, visando reversão imediata do bloqueio e melhora da perfusão.


B

Desfibrilação não sincronizada, visando restabelecer ritmo sinusal por choque elétrico de alta energia.


C

Massagem do seio carotídeo, visando aumentar tônus vagal e reduzir instabilidade autonômica.


D

Manobra vagal com compressão ocular, visando restabelecer condução AV por estímulo reflexo.


E

Marcapasso transcutâneo com analgesia/sedação conforme necessidade e preparo para marcapasso transvenoso.

Na emergência, um homem com pré-excitação ventricular apresenta fibrilação atrial, complexos largos de morfologia variável e resposta ventricular muito rápida. A pressão arterial e o estado mental permanecem preservados. A equipe opta por tratamento farmacológico inicial, mantendo cardioversão sincronizada preparada. Qual é a conduta correta?


A

Administrar adenosina intravenosa, pois o bloqueio transitório do nó atrioventricular interrompe a condução retrógrada e reduz a ativação ventricular pela via acessória.


B

Administrar procainamida intravenosa ou ibutilida, com monitorização contínua, evitando fármacos predominantemente bloqueadores do nó atrioventricular e realizando cardioversão caso surja instabilidade.


C

Administrar diltiazem intravenoso, pois o controle da condução nodal reduz a frequência ventricular e limita o recrutamento progressivo da via acessória durante a fibrilação atrial.


D

Administrar digoxina intravenosa, pois o aumento do tônus vagal prolonga a refratariedade atrioventricular e diminui a velocidade de condução ventricular pelo feixe acessório.


E

Administrar amiodarona intravenosa, pois o prolongamento da refratariedade ventricular neutraliza o risco de aceleração da condução pela via acessória durante a fibrilação atrial.

Sobre a cetoacidose diabética euglicêmica associada aos inibidores do cotransportador de sódio-glicose, analise as afirmativas:

I – O quadro pode ocorrer com glicemia discretamente elevada, especialmente diante de jejum, doença aguda, cirurgia ou redução da oferta de insulina.

II – A glicemia próxima da faixa habitual afasta a cetoacidose diabética e direciona a investigação para acidose lática, intoxicações ou insuficiência renal.

III – O diagnóstico integra cetonemia, com elevação do beta-hidroxibutirato, e acidose metabólica, mesmo quando a hiperglicemia possui pouca intensidade.

IV – A insulina deve ser adiada até a elevação da glicemia, pois sua administração precoce aumenta a produção hepática de corpos cetônicos.

V – O tratamento inclui líquidos, correção dos eletrólitos, insulina com glicose quando necessária e suspensão do inibidor do cotransportador de sódio-glicose.

Estão corretas, apenas, as afirmativas:


A

I, III e V.


B

I, II e IV.


C

II, III e IV.


D

I, IV e V.


E

II, IV e V.

Em atletas jovens previamente saudáveis que apresentam colapso súbito durante exercício intenso e evoluem com fibrilação ventricular, qual é a causa genética mais frequentemente associada à morte súbita?


A

Doença aterosclerótica coronariana com obstrução progressiva do fluxo, mais comum em pacientes de maior faixa etária.


B

Cardiomiopatia hipertrófica – hipertrofia miocárdica assimétrica, desorganização de fibras e alto risco de arritmias malignas.


C

Cardiomiopatia arritmogênica do ventrículo direito, com substituição fibrogordurosa e disfunção ventricular progressiva.


D

Síndrome de Brugada – canalopatia com alterações eletrofisiológicas e risco de arritmias ventriculares.


E

Anomalia congênita coronariana de trajeto interarterial, que pode causar isquemia induzida pelo esforço.

Homem de 60 anos apresenta hemiparesia direita e afasia há 2 horas. Pressão arterial mmHg, glicemia 112 mg/dL e tomografia de crânio sem contraste: sem hemorragia.

Assinale a alternativa que indica corretamente a conduta inicial mais adequada.


A

Realizar trombectomia mecânica imediata independentemente do tempo de evolução, baseando-se apenas na apresentação clínica inicial.


B

Administrar ácido acetilsalicílico e manter observação clínica, priorizando tratamento conservador nas primeiras horas.


C

Reduzir rapidamente a pressão arterial para níveis normais, visando prevenir complicações hemorrágicas e melhorar o prognóstico neurológico.


D

Iniciar anticoagulação plena intravenosa para prevenir progressão do evento isquêmico e reduzir risco de novos episódios precoces.


E

Realizar trombólise intravenosa com alteplase dentro da janela terapêutica, na ausência de contraindicações clínicas ou laboratoriais.

O serviço de atendimento móvel de urgência atende em uma fazenda uma criança de 5 anos de idade com vômitos, tremores, sudorese, roncos pulmonares, esforço ventilatório, diarreia, miose, sialorreia e lacrimejamento. Bradicárdico aos dados vitais.


Considerando os sintomas relacionados acima, marque a alternativa CORRETA com a síndrome tóxica apresentada pelo paciente em questão.


A

Anticolinérgica, possivelmente associada a anti-histamínicos como a prometazina.


B

Simpaticomimética, possivelmente associada a clembuterol ou pseuefedrina.


C

Colinérgica, possivelmente associada a organofosforados ou carbamatos.


D

Serotoninérgica, possivelmente associada a inibidores da recaptação de serotonina ou inibidores da monoamina oxidase.

Sobre a avaliação com o ultrassom point-of-care pelo protocolo FAST (Focused Assessment with Sonography for Trauma), analise as assertivas abaixo e, ao final, responda o que se pede.


I - O FAST é realizado pela avaliação de quatro janelas: hepatorrenal, esplenorrenal, suprapúbica e cardíaca quatro câmaras.

II - Seu emprego na Pediatria, quando comparado à população adulta, apresenta menor sensibilidade para o achado de líquido livre.

III - No adulto, a janela com maior sensibilidade para detecção de líquido livre é a hepatorrenal e, na Pediatria, a suprapúbica.

IV - O FAST não é capaz de identificar derrame pericárdico, sendo essa avaliação prevista no protocolo extended FAST (e-FAST).


Marque a alternativa CORRETA.


A

Apenas as assertivas II e III são verdadeiras.


B

Apenas as assertivas I, III e IV são verdadeiras.


C

Apenas as assertivas II e IV são verdadeiras.


D

Todas as assertivas são verdadeiras.

Candidato X de 28 anos estava participando da prova de aptidão física para determinado concurso, quando apresentou mal súbito no final da corrida de 2400 m. O candidato foi prontamente socorrido pela equipe de saúde, que após monitorização administrou gluconato de cálcio enquanto fazia contato com PS para preparo de transporte do paciente. Candidato Y informou à equipe médica que o candidato X estaria fazendo uso abusivo de estimulantes como cafeína, apesar de bem preparado fisicamente e citou ainda uso de cocaína.


Marque a alternativa CORRETA da hipótese provável para a causa do mal súbito e as medidas iniciais que você orquestrará.


A

Taquiarritmia induzida por psicoestimulantes. ECG, exames séricos, monitorização, cristaloides, bicarbonato de sódio para bolus, oxigênio suplementar, benzodiazepínico e succinilcolina intravenoso, cardioversor.


B

Miocardite fulminante por cocaína. ECG, beta bloqueador e nitroglicerina intravenosos, troponinas, contato com hemodinamicista.


C

Síndrome simpaticomimética por cafeína + anfetamina. Monitorização continua, exames séricos com triagem toxicológica, ECG, cristaloide, benzodiazepínico.


D

Rabdomiólise. ECG, gluconato de cálcio, exames séricos, solução polarizante, Beta 2 agonista, sonda vesical de demora, cristaloide em BIC.

Homem, 53 anos, procura a emergência por quadro de palpitações e desconforto torácico de padrão anginoso, com início há 30 minutos. Na avaliação primária, verifica-se via aérea prévia, taquipneia leve em ar ambiente e ausculta pulmonar bem distribuída, sem ruídos adventícios. Taquicardia importante, pulsos radiais filiformes e perfusão lentificada. Considerando o caso clínico descrito, assinale a alternativa correta sobre o manejo da taquiarritmia, conforme a atualização da AHA (2025).


A

Se o paciente apresentar no eletrocardiograma taquiarritmia de complexo QRS largo, deverá receber amiodarona.


B

Se o paciente apresentar no eletrocardiograma taquiarritmia de complexo QRS estreito e regular, deverá ser realizada manobra de valsalva modificada.


C

Se o paciente apresentar taquicardia supraventricular no eletrocardiograma o manejo inicial envolve cardioversão elétrica com carga inicial de 50 joules.


D

Se o paciente apresentar taquicardia ventricular monomórfica no eletrocardiograma, devemos realizar cardioversão elétrica com carga inicial de 200 joules.


E

Se o paciente apresentar flutter atrial no eletrocardiograma, devemos realizar cardioversão elétrica com carga inicial de 200 joules.

Paciente de 65 anos, diabético, hipertenso e tabagista, dá entrada na emergência com dor torácica em aperto, irradiando para membro superior direito. Refere intensidade 8/10. Já sentiu episódios semelhantes no último ano, com aumento de frequência nos últimos 10 dias. Foi solicitado eletrocardiograma para ser realizado nos primeiros 10 minutos. Considerando os pacientes com síndrome coronariana aguda sem elevação do segmento ST, são indicações de intervenção coronariana percutânea de urgência (<2h), EXCETO:


A

Choque cardiogênico.


B

Edema pulmonar agudo.


C

Angina refratária.


D

Alterações dinâmicas do segmento ST.


E

Instabilidade elétrica, como taquicardia ventricular sustentada.

Paciente jovem em vigência de crise convulsiva tônico-clônica generalizada é conduzido à emergência por amigos, que relatam que o paciente não possui comorbidades conhecidas e que essa já é a segunda crise convulsiva apresentada. Informam ainda que, após a primeira crise, o paciente não recuperou o nível habitual de consciência. A glicemia capilar aferida na admissão é de 89 mg/dL. Considerando o caso clínico descrito, assinale a alternativa INCORRETA.


A

No estado de mal epiléptico refratário pode ser utilizada cetamina como fármaco adicional.


B

Benzodiazepínicos, como diazepam e midazolam, são medicações abortivas de crise de primeira linha.


C

Está indicado o uso de um anticonvulsivante, como o levetiracetam.


D

No estado de mal epiléptico refratário, deve-se manter sedoanalgesia com alvo de sedação RASS 0 a -2, por 24 horas.


E

A tomografia de crânio está indicada após estabilização inicial do paciente.

Sobre o manejo de paciente que sofreu PCR e já atingiu o retorno à circulação espontânea (RCE), assinale a alternativa correta segundo as diretrizes da AHA (2025).


A

Mesmo que o paciente consiga obedecer a comandos, ele se beneficiará de controle direcionado de temperatura.


B

Se o paciente for submetido à realização de controle direcionado de temperado, não poderá realizar concomitantemente a angiografia coronariana.


C

Atualmente, é considerado aceitável manter o controle direcionado de temperatura em um alvo entre 32 a 37,5 °C, por um período de pelo menos 36 horas.


D

Paciente em RCE que apresente mioclonia deve sempre receber tratamento, mesmo que não haja correlato no eletroencefalograma.


E

A angiografia coronariana em paciente com RCE e com disfunção ventricular esquerda nova, sem explicação, pode ser realizada de forma ambulatorial.

Um paciente adulto com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) está ventilando em modo Pressão Controlada (PCV). Durante a monitorização, o fisioterapeuta nota que o volume corrente entregue pelo ventilador caiu bruscamente de 450 mL para 300 mL, embora a pressão inspiratória programada no equipamento permaneça em 20 cmH2O.


Nesse contexto, qual alteração clínica no paciente justifica esse comportamento do sistema de suporte à vida?


A

A presença de um vazamento no circuito paciente-ventilador que eleva a pressão interna e força o equipamento a reduzir o fluxo.


B

Um aumento na capacidade residual funcional que impede o fechamento das válvulas inspiratórias por excesso de oxigênio.


C

Uma redução na frequência respiratória espontânea, que desativa os sensores de fluxo por falta de esforço inspiratório.


D

Uma redução na complacência pulmonar fazendo que a mesma pressão resulte em um menor deslocamento de volume de gás.


E

Uma melhora súbita na resistência das vias aéreas, permitindo que o ar entre mais rápido e finalize o ciclo antes do tempo programado.

Um paciente adulto chega à emergência com dispneia súbita, ortopneia e crepitações bilaterais à ausculta pulmonar. Radiografia de tórax mostra infiltrados difusos bilaterais, e a pressão arterial está elevada. Considerando os princípios do manejo emergencial do edema agudo de pulmão, avalie as estratégias terapêuticas disponíveis e assinale a alternativa correta para abordagem inicial desse quadro.


A

O uso imediato de grandes volumes intravenosos de solução cristalóide é a conduta recomendada para restaurar a perfusão pulmonar em pacientes com EAP.


B

Não é necessário monitorar sinais vitais ou saturação de oxigênio, pois o diagnóstico é clínico e a resposta ao tratamento é imediata.


C

A administração de oxigênio suplementar, posição de Fowler e suporte ventilatório quando necessário é uma medida inicial essencial para melhorar a oxigenação e reduzir desconforto respiratório.


D

A prescrição de betabloqueadores em altas doses de início imediato é a intervenção de primeira escolha para reduzir a pressão pulmonar em EAP agudo.

Um paciente adulto com histórico de diabetes mellitus apresenta polidipsia, poliúria e náuseas há 2 dias, associado a respiração rápida e hálito cetônico. Exames laboratoriais mostram glicemia elevada, acidose metabólica e presença de corpos cetônicos na urina. Considerando o manejo emergencial da cetoacidose diabética, avalie as medidas terapêuticas e assinale a alternativa correta para a abordagem inicial deste quadro.


A

A administração imediata de insulina subcutânea em doses altas é suficiente para corrigir rapidamente a hiperglicemia, sem necessidade de reposição hídrica.


B

A correção imediata da acidose metabólica com bicarbonato é recomendada em todos os casos de cetoacidose diabética.


C

A reposição inicial de líquidos isotônicos intravenosos, associada à monitorização contínua de eletrólitos e glicemia, é fundamental para estabilizar o paciente antes da reposição de insulina.


D

Não é necessário monitorar potássio sérico, pois a reposição de insulina corrige automaticamente qualquer alteração eletrolítica.

Homem de 27 anos é encontrado em casa com rebaixamento do nível de consciência, pele quente e seca, pupilas midriáticas, rubor facial, retenção urinária e taquicardia de 132 bpm. Não há sinais de trauma. A família relata que ele usava um chá natural para ansiedade comprado pela internet. Com base no quadro clínico, qual síndrome toxicológica é a mais compatível com esse caso?


A

olinomimética.


B

Anticolinérgica.


C

Opioide.


D

Simpaticomimética.


E

Sedativa-hipnótica.

Homem de 24 anos, vítima de atropelamento, chega à emergência com rebaixamento do nível de consciência. Escala de Coma de Glasgow: 6 (O2 V1 M3). Sinais vitais: PA 92×60 mmHg, FC 118 bpm, SatO₂ 92% em oxigênio suplementar. Pupilas isocóricas e reativas. O exame ultrassonográfico focado para avaliação de trauma (FAST – Focused Assessment with Sonography for Trauma) está negativo. A equipe questiona qual deve ser a conduta hemodinâmica adequada durante a ressuscitação inicial. Nesse contexto, segundo as recomendações atuais de manejo integrado do politraumatizado com traumatismo cranioencefálico grave, qual estratégia é contraindicada?


A

Manter PAM ≥ 65-70 mmHg.


B

Evitar hiperventilação profilática.


C

Evitar hipotensão (PAS < 100 mmHg).


D

Realizar ressuscitação permissiva com PAS entre 80-90 mmHg.


E

Iniciar sedação e analgesia adequadas após controle de via aérea.

 
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