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Homem de 62 anos, diabético, obeso, chega ao pronto atendimento com dor intensa em coxa direita há 24 horas, após pequeno ferimento na pele. Refere febre, calafrios e mal-estar importante. Ao exame: PA 92×58 mmHg, FC 118 bpm, T 38,9 °C. Coxa direita com eritema difuso, calor, edema, algumas bolhas hemorrágicas e dor desproporcional aos achados cutâneos. Há discreta crepitação à palpação. Qual é a conduta mais adequada no serviço de emergência?
Iniciar cefalexina via oral e agendar reavaliação ambulatorial em 48 horas.
Solicitar apenas ultrassom de partes moles para afastar abscesso e observar por 24 horas.
Solicitar tomografia ou ressonância e aguardar o laudo antes de qualquer intervenção.
Acionar imediatamente a cirurgia para exploração e desbridamento, associando antibioticoterapia intravenosa de amplo espectro.
Iniciar heparina plena por alto risco de trombose venosa profunda e observar evolução clínica.
Na pancreatite aguda, a relação entre dor, enzimas e imagem ainda gera pedidos precoces de tomografia. Assinale a alternativa correta sobre o lugar da imagem no raciocínio clínico.
A tomografia com contraste ocupa confirmação inicial de escolha, porque a necrose pancreática define o diagnóstico logo na admissão.
A ultrassonografia perde utilidade após a definição clínica, porque a pesquisa etiológica biliar passa a depender da tomografia.
A tomografia ganha maior valor quando o diagnóstico permanece duvidoso ou quando a evolução inicial foge do esperado.
A repetição seriada de tomografia favorece o seguimento de rotina, pois a clínica e os exames laboratoriais subestimam complicações.
A ressonância assume prioridade no primeiro contato, porque diferencia etiologia biliar e gravidade com maior rapidez operacional.
Um paciente de 45 anos é admitido na sala de emergência apresentando tosse com eliminação de grande quantidade de sangue vivo. A equipe de enfermagem estima que o volume expectorado nas últimas 12 horas ultrapassa 700 mL. O paciente encontra-se taquipneico, com saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente, e a ausculta pulmonar revela estertores crepitantes difusos no hemitórax direito. Considerando a classificação de gravidade e a abordagem inicial para o quadro clínico, assinale a conduta imediata CORRETA após o suporte intensivo e estabilização:
Solicitar tomografia computadorizada de alta resolução para localizar o sangramento.
Administrar antibióticos de amplo espectro para tratar possível infecção subjacente.
Realizar lavado broncoalveolar para elucidação diagnóstica da doença de base.
Posicionar o paciente em decúbito lateral esquerdo para proteger o pulmão acometido.
Posicionar o paciente em decúbito lateral direito e solicitar broncoscopia de urgência.
Trabalhador de 33 anos é trazido após colapso em ambiente quente. Apresenta confusão, pele quente, temperatura central 41,2 °C e taquicardia. Qual conduta inicial é mais adequada para reduzir mortalidade e sequelas?
Administrar antitérmico e aguardar redução progressiva de temperatura, mantendo hidratação oral quando tolerada.
Iniciar antibioticoterapia e coleta de culturas, considerando sepse como principal causa de hipertermia e confusão.
Administrar dantrolene e restringir resfriamento externo, visando evitar calafrios e instabilidade.
Iniciar resfriamento rápido com métodos ativos e suporte hemodinâmico, monitorando temperatura central até alvo seguro.
Realizar diálise peritoneal para reduzir temperatura corporal, associando sedação e analgesia conforme necessidade.
A capacidade de resposta inicial às emergências no território é um atributo da Atenção Primária, exigindo preparo técnico e articulação com a rede de urgência. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) As situações de risco psicossocial grave, como tentativas de suicídio ou crises psicóticas agudas, constituem emergências que exigem intervenção urgente das equipes.
(__) O suporte a pacientes em parada cardiorrespiratória na unidade básica deve priorizar o isolamento do acompanhante, evitando que a família receba apoio psicossocial durante o evento.
(__) A coordenação do cuidado implica assumir a responsabilidade pela saúde do usuário no decorrer do tempo, mesmo durante episódios agudos de maior gravidade clínica.
(__) O manejo de crises convulsivas em ambiente comunitário exige a aplicação imediata de medidas repressivas e o isolamento físico do indivíduo em asilos de longa permanência.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
V, V, F, V.
F, V, V, F.
V, F, V, F.
V, V, V, V.
F, F, F, F.
Na Medicina de Urgência, o uso de escores de gravidade e disfunção orgânica é essencial para estimar mortalidade, estratificar risco e monitorar a evolução clínica.
Assinale a alternativa correta sobre a aplicação do SAPS, APACHE e SOFA.
SAPS 3 e APACHE II são calculados na admissão para estimar mortalidade; o SOFA é dinâmico e reaplicado diariamente para avaliar disfunções orgânicas sequenciais.
O SOFA utiliza parâmetros laboratoriais e clínicos para estimar disfunção orgânica, porém com menor ênfase no suporte hemodinâmico durante a internação.
O SAPS 3 avalia eventos ao longo de toda a internação hospitalar, incluindo infecções e complicações, para estimar risco de mortalidade em UTI.
O APACHE II considera principalmente variáveis clínicas prévias, atribuindo menor peso às alterações fisiológicas agudas na admissão.
O SOFA avalia o sistema neurológico com base em parâmetros estruturais e exames complementares, com menor ênfase na avaliação clínica seriada.
Leia o caso e analise a imagem a seguir.
Paciente do sexo masculino, 68 anos, comparece ao departamento de emergência com queixa de dispneia progressiva até o repouso há cerca de 3 horas. Familiares relatam que o paciente apresentou tosse com eliminação de secreção rósea e espumosa há poucos minutos. Nega febre, dor torácica e alterações urinárias. Antecedente de hipertensão arterial em uso irregular de anlodipino 10 mg e hidroclorotiazida 25 mg. Ao exame físico, encontra-se taquidispneico, com frequência respiratória de 32 ipm, pressão arterial de 220 x 160 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm, tempo de enchimento capilar inferior a 3 segundos. À ausculta respiratória, apresenta estertores crepitantes difusamente até ápices em ambos os hemitórax. Gasometria arterial (colhida após suplementação de oxigênio por máscara facial a 15 L/min): pH 7,51; pCO2 28 mmHg; pO2 51 mmHg; bicarbonato 22 mEq/L. Eletrocardiograma com taquicardia sinusal e sinais de hipertrofia ventricular esquerda. Radiografia de tórax realizada evidenciou o seguinte resultado:

Qual é o tratamento indicado neste momento?
Suporte ventilatório não invasivo com pressão positiva, infusão endovenosa de nitroprussiato de sódio e diurético de alça.
Suporte ventilatório com máscara facial de oxigênio, expansão volêmica com cristaloide 30mL/kg e antimicrobianos de largo espectro.
Suporte ventilatório com intubação e ventilação mecânica invasiva, administração de dobutamina e metoprolol por via endovenosa.
Suporte ventilatório com máscara de Venturi e fração inspirada de oxigênio de 0,5, administração de broncodilatadores e glicocorticoides.
Em relação a situações de emergência, assinale a alternativa INCORRETA.
Em acidentes por serpentes do gênero Colubrídeos (cobra-cipó, papa-pinto), podem ocorrer reações de hipersensibilidade, hemorragia local ou sistêmica.
Em acidentes com a aranha-marrom, o veneno tem ação proteolítica e hemolítica.
Os acidentes por lepidópteros decorrem do contato com lagartas urticantes conhecidas como taturana, bicho-peludo, entre outros nomes.
Os acidentes por himenópteros podem provocar uma síndrome do envenenamento por ataques múltiplos de abelhas, exigindo rápida hospitalização.
Os acidentes por Tityus bahiensis (escorpião-preto) provocam o quadro mais grave pela sua ação proteolítica e hemorrágica, sendo mais frequentes em crianças.
Homem de 67 anos procura a unidade de emergência do SUS com história de febre, tosse produtiva e dispneia há 3 dias. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 30 irpm, pressão arterial de 110/70 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm e confusão mental leve. A radiografia de tórax evidencia consolidação em lobo inferior direito. Exames laboratoriais mostram ureia de 48 mg/dL e saturação periférica de oxigênio de 90% em ar ambiente. Considerando os instrumentos validados de estratificação de gravidade e as diretrizes atuais para pneumonia adquirida na comunidade, qual é a conduta mais apropriada quanto ao local de tratamento?
Tratamento ambulatorial, pois não há instabilidade hemodinâmica.
Internação hospitalar em enfermaria, pois o escore de gravidade indica risco intermediário.
Internação em unidade de terapia intensiva, pela presença isolada de confusão mental.
Observação por 24 horas em unidade de pronto atendimento, com reavaliação clínica.
Alta hospitalar com antibiótico oral e retorno em 48 horas.
Homem de 46 anos procura a emergência com dor epigástrica intensa, contínua, irradiada para dorso, associada a náuseas e vômitos há 12 horas. Não há história prévia conhecida de etilismo. Exames laboratoriais mostram lipase sérica quatro vezes acima do limite superior da normalidade. De acordo com os critérios diagnósticos e as recomendações atuais, qual conduta completa corretamente o diagnóstico inicial de pancreatite aguda?
Dor abdominal típica isoladamente é suficiente para confirmação diagnóstica.
Dor abdominal típica associada a elevação de amilase ou lipase acima de três vezes o limite superior da normalidade.
Elevação isolada de lipase, independentemente do quadro clínico.
Tomografia computadorizada contrastada obrigatória nas primeiras 12 horas para confirmação.
Ultrassonografia abdominal obrigatória para confirmação diagnóstica inicial.
Homem de 54 anos, hipertenso e em uso irregular de medicação, procura o pronto atendimento referindo cefaleia leve e certa ansiedade há duas horas, sem dor torácica, sem dispneia, sem déficit neurológico focal.
PA na admissão: 194 × 108 mmHg, sem sinais de lesão aguda de órgão-alvo ao exame físico e à avaliação inicial (ECG e exame neurológico normais). Demais sinais vitais sem alterações.
Nesse cenário, assinale a opção que indica a melhor opção terapêutica.
Hidralazina intravenosa em bolus, com redução rápida da PA em pelo menos 30% na primeira hora.
Nitroprussiato de sódio intravenoso em bomba de infusão, com meta de PA < 120×80 mmHg em 30 minutos.
Iniciar imediatamente diálise de urgência como forma principal de controle pressórico.
Clonidina via oral em dose de 0,1–0,2 mg, podendo repetir após reavaliação, visando à ansiólise e à redução gradual da PA nas próximas horas.
Não são necessárias quaisquer medidas para controle da PA nem para controle da cefaleia.
Paciente de 32 anos, previamente hígido, é trazido à emergência em crise convulsiva tônico-clônica generalizada há 7 minutos. Sinais vitais estáveis, acesso venoso periférico já puncionado.
Após as medidas iniciais de via aérea e proteção física, a primeira conduta farmacológica mais adequada, segundo os protocolos atuais, é
administrar diazepam 10 mg IV em bolus, podendo repetir uma vez em 5 minutos se a crise persistir, e em seguida iniciar antiepiléptico de segunda linha se necessário.
iniciar imediatamente fenitoína 20 mg/kg IV sem uso prévio de benzodiazepínico, visto que a crise já dura mais de 5 minutos.
administrar apenas levetiracetam 500 mg VO, pois a via oral é suficiente na fase aguda.
aguardar fim espontâneo da crise sem medicação em até 30 minutos, pois o diazepam pode piorar ainda mais o nível neurológico do paciente.
administrar haloperidol 5 mg IV como droga de escolha para cessar a atividade convulsiva.
Homem de 55 anos apresenta dor intensa em joelho esquerdo há um dia, com limitação do movimento e um pico febril de 38,8ºC. É etilista, hipertenso, tem doença renal crônica G4A3 e já teve um episódio de gota há 2 anos. Iniciou uso de alopurinol há duas semanas. Ao exame físico apresenta aumento de volume do joelho, derrame articular, calor e limitação da amplitude de movimento. Artrocentese diagnóstica com líquido sinovial revela: leucócitos 10.000/mm3, polimorfonucleares 55%, bacterioscopia por gram sem microrganismos, presença de cristais em formato de agulha com birrefringência negativa.
Marque a opção com a TERAPIA INICIAL ADEQUADA para este paciente.
Prednisona oral.
Ibuprofeno oral.
Amoxicilina-clavulanato endovenoso.
Oxacilina e gentamicina endovenoso.
Considerando que a principal causa de hemorragia subaracnóide não traumática é a ruptura de um aneurisma intracraniano e com base nos conhecimentos a respeito, considere as seguintes ações:
1. Implementar tratamento definitivo com clipagem ou embolização do aneurisma, de preferência nas primeiras 72 horas do sangramento.
2. Tratar a hipertensão intracraniana com agentes osmóticos, de preferência solução salina hipertônica.
3. Identificar precocemente a presença de vasoespasmo cerebral através de Doppler transcraniano seriado.
4. Iniciar fenitoína profilática pelo alto risco de agravo do edema cerebral associado ao surgimento de crise convulsiva com piores desfechos prognósticos.
No atendimento dos pacientes com hemorragia subaracnóidea, DEVEM SER ADOTADOS os procedimentos:
1 e 4 apenas.
2 e 4 apenas.
2 e 3 apenas.
1, 2 e 3 apenas.
Homem de 19 anos, desacompanhado, é triado no pronto atendimento após ingestão intencional de 8 comprimidos de dipirona sódica, de 500 mg cada, há 4 horas. História pregressa de transtorno depressivo. No momento, queixa-se de dispepsia leve, sem outros sintomas. Dados da triagem: Glasgow 15, FC 90 bpm, PA 110x70 mmHg, SpO2 96% em ar ambiente, FR 18 irpm, temperatura axilar 36,8ºC.
Marque a alternativa com a conduta CORRETA frente a esse caso.
Como o paciente está desacompanhado e não se pode confiar plenamente na entrevista clínica, é necessário assumir o risco de ingesta associada de fármacos mais letais e, por isso, estaria indicada administração de carvão ativado.
Por se tratar de uma intoxicação exógena de baixa letalidade em paciente clinicamente bem, é possível que ele aguarde na sala de espera por atendimento nos consultórios com a intenção de breve avaliação e encaminhamento ambulatorial à Psiquiatria para seguimento do cuidado.
Trata-se de ingestão de baixo potencial de letalidade, mesmo assim o paciente deve ser admitido em departamento de emergência e ser avaliado por um Psiquiatra antes da alta hospitalar.
Toda intoxicação exógena deve ser considerada como potencialmente muito grave, portanto, o paciente deve ser internado em leito de terapia intensiva para observação cautelosa por pelo menos 24 horas.
Militar veterano, 78 anos, procura o Hospital da Polícia Militar queixando falta de ar importante e dor no peito em pressão, relato de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e doença coronariana crônica. Faz uso de ácido acetilsalicílico, bisoprolol, clopidogrel e anlodipino. Ao exame físico PA: 74x58 mmHg, FC: 60 BPM; FR: 22 IRPM; SaO2: 93%, ausculta cardíaca com bulhas hipofonéticas, ausculta pulmonar com estertores crepitantes, edema de extremidades. Ao realizar eletrocardiograma apresenta supradesnivelamento de segmento ST em parede inferior. O paciente foi encaminhado imediatamente para o serviço de hemodinâmica. Foi submetido a angioplastia primária de artéria coronária direita. Após 6 horas da realização da angioplastia foi realizada coleta de exames, apresentando neste momento uma creatinina de 3,8 mg/dl e uréia de 111 mg/dl.
Das razões abaixo, marque a alternativa que NÃO DEVE ser considerada como causa da alteração renal.
Insuficiência Renal Crônica agudizada em paciente com comorbidades prévias.
Insuficiência Renal Aguda em paciente com Infarto Agudo do Miocárdio e hipotensão.
Nefrotoxicidade causada pelo contraste.
Doença Renal Crônica em paciente com vasculopatia.
Sobre o tratamento do pneumotórax não-traumático, marque a alternativa CORRETA.
Em pacientes assintomáticos, estáveis e sem hipoxemia, é possível tratamento conservador com oxigênio suplementar a alto fluxo e radiografia seriada por 6-12 horas.
Em pacientes instáveis, deve-se confirmar o diagnóstico com tomografia de tórax antes de realizar descompressão torácica imediata com “jelco”.
Em pacientes em ventilação mecânica, mas sem instabilidade hemodinâmica, tratamento conservador com radiografia seriada é razoável.
É contraindicada drenagem torácica em pacientes que farão transporte aéreo pressurizado.
Um paciente de 65 anos, previamente hipertenso e diabético, dá entrada na emergência apresentando plegia em hemicorpo direito, disartria moderada e paralisia facial em quadrante inferior direito evidente, que notou ao acordar, 20 minutos antes da entrada na emergência. À chegada, apresentava pressão arterial de 200x110 mmHg e glicemia de 120 mg/dL. Considerando o caso descrito, assinale a alternativa correta.
Caso a tomografia de crânio do paciente apresente ASPECTS 10, pode-se considerar a realização de ressonância magnética de crânio para trombólise.
A pontuação do NIHSS (National Institutes of Health Stroke Scale) do paciente é 10.
O esquema de profilaxia secundária inicial frente à tomografia de crânio com ASPECTS 6 e angiotomografia arterial de crânio e pescoço sem alterações é dupla antiagregação plaquetária.
O déficit neurológico está provavelmente relacionado ao acometimento de artéria cerebral média direita.
A angiotomografia arterial de crânio e pescoço não muda a conduta sobre o tratamento ofertado nas primeiras 24 horas.
Paciente de 35 anos previamente anticoagulado pleno com varfarina, vítima de agressão com objeto contundente em crânio há 2 horas, sem outros traumas associados. Na avaliação inicial, o paciente apresenta:
Considerando o caso exposto, assinale a alternativa correta.
Está indicado o uso de ácido tranexâmico 1 g em 10 minutos e 1 g infundido durante 8 horas.
Recomenda-se manter a pressão arterial sistólica ≥90 mmHg para pacientes de 50 a 69 anos e ≥100 mmHg para pacientes de 15 a 49 anos ou >70 anos.
A transfusão de plaquetas está indicada se os valores forem abaixo de 150 mil.
A primeira escolha para reversão da anticoagulação é o complexo protrombínico, sendo a vitamina K reservada para casos em que o complexo não esteja disponível.
A hipoxemia deve ser evitada e a PaO₂ mantida >60 mmHg.
Qual é o tratamento de primeira linha para a crise de asma moderada a grave no departamento de emergência?
Oxigênio suplementar apenas.
Corticoide inalatório isolado.
Aminofilina como primeira escolha.
Antibiótico empírico imediato.
Broncodilatador beta-agonista de curta duração em nebulização ou inalador dosimetrado repetido.