Questões de Concurso sobre Endocrinologia

 
 
Disciplina 1
Assunto 2
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
6.978 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Paciente feminina, de 40 anos, com diabetes melito (IMC de 35 kg/m2), referiu dor e inchaço na perna direita com evolução de 24 horas, associados a vermelhidão local e alguns episódios de mal-estar e calafrios. Ao exame clínico, constataram-se eritema e aumento da temperatura local; registraram-se dor ao toque na perna e dificuldade de deambular. Considerando o quadro clínico, qual a principal suspeita diagnóstica e qual a conduta inicial mais adequada?


A

Tromboflebite venosa superficial - ecodoppler venoso


B

Lipedema sintomático - suporte elástico


C

Trombose venosa profunda - ecodoppler venoso


D

Erisipela - antibioticoterapia

Homem de 15 anos de idade, portador de DM 1 em uso irregular de insulina, chega ao serviço de emergência com queixa de náuseas, vômitos e dor abdominal. Ao exame físico estava desidratado ++++/4+, PA = 90 x 60 mmHg, FC = 125 bpm com tempo de enchimento capilar =5s. Restante do exame sem alterações. Foi iniciada expansão volêmica com solução salina a 0,9%. Exames iniciais mostram: Glicemia = 350 mg/dL, pH = 7,0 Bic = 10 mEq/L, Na+ = 120 mEq/L, K+ = 2,5 mEq/L. A melhor conduta com relação à insulinização neste exato momento para o paciente é:


A

Insulina regular 0,1 UI/Kg/hora endovenosa em bomba de infusão.


B

Insulina regular 0,05 UI/Kg em bolus seguida de infusão de 0,1 UI/Kg/hora.


C

Insulina lispro 0,1 UI/Kg subcutânea em bolus e posteriormente a cada 2 horas.


D

Infusão imediata de bicarbonato de sódio para corrigir a acidose.


E

Não administrar insulina e fazer reposição de potássio.

Uma paciente de 48 anos vem à consulta médica com história de nódulo tireoidiano sólido medindo 2,6 x 1,4 cm, hipoecoico, com calcificações grosseiras e margens regulares no lobo D da glândula tireoide na última ultrassonografia, de um mês atrás, classificado como TIRADS 4. As dosagens laboratoriais revelaram um T4 livre de 1,4 ng/ml e um TSH de 1,8 uUI/ml. Há um ano, foi realizada Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF) guiada por ultrassonografia deste mesmo nódulo, cuja citologia foi classificada como Bethesda II. Neste caso, a melhor conduta é:


A

Tireoidectomia total pelo risco de desenvolvimento de novos nódulos.


B

Tireoidectomia parcial pela classificação do nódulo como TIRADS4.


C

Acompanhamento clínico e ultrassonográfico periódico.


D

Pelo resultado tratar-se de nódulo benigno, não há necessidade de seguimento da paciente.


E

Oferecer 3 alternativas terapêuticas para o tratamento deste bócio uninodular tóxico: avaliação de painel molecular (teste genético), radioiodoterapia ou uma nodulectomia cirúrgica.

A síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético é a causa mais comum de hiponatremia euvolêmica e apresenta como critério diagnóstico essencial a:


A

ausência de uso de diuréticos


B

concentração urinária apropriada


C

elevação do sódio urinário em condições normais


D

aumento da osmolalidade efetiva do líquido extracelular

O sistema endócrino humano regula o metabolismo, o crescimento, a reprodução e a resposta ao estresse por meio da liberação de hormonas em concentrações precisas e coordenadas. Assinale a alternativa INCORRETA quanto à fisiologia hormonal e suas glândulas.


A

A paratormona, secretada pelas paratireoides, eleva os níveis plasmáticos de cálcio.


B

O cortisol, secretado pelo córtex adrenal, eleva a glicemia e exerce efeito anti-inflamatório.


C

A insulina, produzida pelas células beta pancreáticas, promove a captação de glicose pelos tecidos.


D

O hormônio antidiurético (ADH) é produzido pela neurohipófise e atua nos túbulos renais aumentando a diurese.

Diversas condições implicam risco aumentado para o hipotireoidismo primário, sendo essencial relacionar ao quadro clínico do paciente com fatores de risco como:


A

obesidade


B

sexo masculino


C

idade > 50 anos


D

síndrome de Down

Em hiponatremia hipo-osmolar em um adulto com euvolemia clínica, função tireoidiana e adrenal preservadas e função renal mantida, qual conjunto de achados respalda o diagnóstico de SIADH?


A

Osm plasmática reduzida, osm urinária inferior a 100 mOsm/kg e sódio urinário abaixo de 20 mEq/L, com ingestão hídrica estável.


B

Osm plasmática reduzida, sódio sérico muito baixo e osm urinária próxima da plasmática durante restrição hídrica controlada.


C

Osm plasmática elevada, quadro de hipernatremia, poliúria aquosa contínua e densidade urinária baixa em medidas seriadas.


D

Osm plasmática reduzida, osm urinária acima de 100 mOsm/kg e sódio urinário ≥30 mEq/L, após excluir hipotireoidismo e insuficiência adrenal.

A hipoglicemia em pacientes sem diabetes requer investigação meticulosa. O consenso da European Society of Endocrinology (2023) enfatiza testes funcionais, dosagem de hormônios e exclusão de fármacos. Nesse horizonte, qual proposição sintetiza de modo mais preciso a lógica diagnóstica?


A

O teste de jejum prolongado é o único exame necessário para confirmar hipoglicemias endógenas, dispensando dosagens hormonais durante os eventos.


B

A dosagem concomitante de insulina, peptídeo C e pró-insulina não contribui para diferenciar secreção endógena de exógena.


C

A pesquisa de anticorpos anti-insulina não possui utilidade diagnóstica em hipoglicemias autoimunes.


D

A triagem para uso oculto de sulfonilureias e análogos de insulina é desnecessária quando a clínica é sugestiva de hiperinsulinismo.


E

O diagnóstico diferencial depende da associação entre testes de jejum, perfil bioquímico completo e exclusão de fármacos hipoglicemiantes.

A tireoidite de Hashimoto constitui a principal causa de hipotireoidismo adquirido em países com adequada ingestão de iodo, sendo caracterizada por infiltração linfocitária, destruição folicular e presença de autoanticorpos anti-TPO e anti-Tg. Estudos imunológicos recentes demonstram participação de linfócitos T CD4+ na perpetuação do processo autoimune. Considerando esses achados, qual proposição melhor descreve a condição?


A

Manifesta-se por infiltração linfocitária progressiva e presença de autoanticorpos contra antígenos tireoidianos.


B

Representa quadro autoimune caracterizado por mutação genética rara e ausência de resposta imunológica celular.


C

Relaciona-se à produção de hormônio tireoidiano excessivo, culminando em estado de hipertireoidismo primário.


D

Depende exclusivamente de deficiência dietética crônica de iodo, sem relação com fatores autoimunes específicos.


E

Decorre de destruição folicular aguda induzida por vírus, evoluindo para recuperação estrutural completa.

Mulher de 74 anos de idade apresenta história de cefaleia há cinco dias e confusão mental há 12 horas. AP: DM2; dislipidemia e depressão, em uso de metformina, sinvastatina e fluoxetina. Exame físico: escala de coma de Glasgow 14, sem demais alterações. Exames laboratoriais: creatinina: 0,6 mg/dL; ureia: 18 mg/dL; sódio: 112 mEq/L; sódio urinário: 115 mmol/L; ácido úrico: 2,2 mg/dL; glicemia: 118 mg/dL; osmolalidade urinária: 280 mOsm/kg; TSH: 2,4 um/L; cortisol basal: 18 mcg/dL.


A hipótese diagnóstica é


A

polidipsia primária.


B

dieta do chá e torrada (dieta com baixa quantidade de solutos).


C

insuficiência adrenal secundária.


D

síndrome cerebral perdedora de sal.


E

síndrome da secreção inapropriada de ADH.

Paciente de 35 anos apresenta hipertensão resistente, de início recente, em uso de Losartana 100 mg ao dia, Anlodipino 10 mg ao dia e Indapamida 1,5 mg ao dia; apresenta hemograma sem alterações, sódio de 136 mEq/L, potássio 3,5 mEq/L, creatinina 1,5 mg/dl e glicemia 98 mg/dl. Assinale a alternativa que contém a principal hipótese diagnóstica e o exame confirmatório adequado.


A

Hiperaldosteronismo primário - Teste de sobrecarga salina intravenosa com dosagem de potássio, aldosterona e renina plasmática.


B

Hiperaldosteronismo primário - Tomografia de abdome para investigar nódulos adrenais.


C

Hiperaldosteronismo primário - Dosagem sérica de cortisol pós-sobrecarga salina.


D

Hiperaldosteronismo secundário – Teste de supressão com 0,5mg dexametasona overnight com dosagem de cortisol, atividade de renina plasmática e aldosterona no dia seguinte.


E

Hiperaldosteronismo secundário - Teste com inibidor da enzima conversora de angiotensina (IECA).

Paciente, sexo masculino, 50 anos, é portador de diabetes mellitustipo 2 (DM2) há cinco anos, além de sobrepeso (IMC 28,1 kg/m²) e dislipidemia. Faz uso de metformina, glibenclamida e atorvastatina. No momento, se encontra assintomático e nega ocorrência de episódios de hipoglicemia. Comparece em consulta para controle do DM2. De acordo com as diretrizes sobre “metas no tratamento do diabetes”, da Sociedade Brasileira de Diabetes, a meta de hemoglobina glicada A1c para tal paciente é:


A

<6,5%.


B

<7,0%.


C

<7,5%.


D

<8,0%.

Uma paciente de 45 anos apresenta fadiga, ganho de peso, constipação e intolerância ao frio. Exames laboratoriais mostram TSH elevado (12 mUI/L) e T4 livre reduzido (0,6 ng/dL), confirmando hipotireoidismo primário. Quanto à conduta apropriada, analise as afirmativas:


I.O tratamento de escolha consiste na reposição hormonal com levotiroxina (L-T4) oral, com o objetivo de aliviar os sintomas e normalizar os níveis séricos de TSH.

II.A conduta mais segura para esta paciente, por ter mais de 40 anos, é iniciar com uma dose muito baixa de levotiroxina (ex: 12,5 mcg/dia) e aumentar gradualmente a cada 2 semanas, a chamada estratégia "comece baixo, vá devagar".

II.A paciente deve ser orientada a tomar a medicação diariamente, em jejum, cerca de 30 a 60 minutos antes do café da manhã, e a primeira reavaliação laboratorial do TSH para ajuste de dose deve ocorrer em 6 a 8 semanas.


Está correto o que se afirma em:


A

II e III apenas.


B

II apenas.


C

I e II apenas.


D

I e III apenas.


E

I, II e III.

O manejo do Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) evoluiu significativamente, com novas classes de medicamentos que oferecem benefícios além do controle glicêmico. A escolha da terapia farmacológica para um paciente com DM2 e comorbidades, como doença cardiovascular aterosclerótica (DCVA) estabelecida, deve ser individualizada, visando não apenas a redução da hemoglobina glicada (HbA1c), mas também a redução de eventos cardiovasculares. Assim, analise as afirmativas a seguir.


I.Em pacientes com DM2 e doença cardiovascular aterosclerótica estabelecida, os inibidores do cotransportador sódio-glicose 2 (iSGLT2), como a empagliflozina, são recomendados como parte do esquema terapêutico devido à comprovada redução de eventos cardiovasculares adversos maiores (MACE) e hospitalizações por insuficiência cardíaca.

II.Os inibidores da dipeptidil peptidase-4 (iDPP-4), como a sitagliptina, são considerados uma classe de fármacos com potente efeito na redução de peso e demonstraram benefício cardiovascular robusto na prevenção primária de eventos ateroscleróticos em pacientes com DM2 e múltiplos fatores de risco.

III.Análogos do receptor do peptídeo-1 semelhante ao glucagon (arGLP-1), como a liraglutida e a semaglutida, além de promoverem o controle glicêmico e a perda de peso, também possuem evidências consistentes na redução de eventos cardiovasculares em pacientes com DM2 de alto risco, sendo uma terapia preferencial nesse subgrupo.


Está correto o que se afirma em:


A

I e II apenas.


B

II apenas.


C

I e III apenas.


D

I, II e III.

Mulher de 27 anos apresenta fadiga progressiva, hiperpigmentação em cicatrizes antigas, hipotensão ortostática e episódios de hipoglicemia. Os exames revelam: Na⁺ 128 mEq/L, K⁺ 5,8 mEq/L, cortisol basal 2,1 μg/dL, ACTH 210 pg/mL. O teste de estímulo com ACTH (250 μg) mostrou cortisol de 2,5 μg/dL em 60 minutos. A dosagem de autoanticorpos contra 21-hidroxilase foi positiva. História pessoal de hipotireoidismo de Hashimoto. Considerando as recomendações atuais sobre insuficiência adrenal primária autoimune, assinale a alternativa correta.


A

Autoanticorpos contra 21-hidroxilase confirma autoimunidade e, em associação com hipotireoidismo, deve levantar a hipótese de síndrome poliglandular autoimune tipo II.


B

O tratamento deve incluir hidrocortisona em dose única matinal para mimetizar o ritmo circadiano do cortisol, sem necessidade de doses adicionais.


C

A reposição mineralocorticoide é raramente necessária na adrenalite autoimune, pois a produção de aldosterona tende a ser preservada.


D

O uso de DHEA está contraindicado em mulheres em idade fértil com adrenalite autoimune devido ao risco aumentado de hiperandrogenismo.


E

A pesquisa de autoanticorpos não tem relevância clínica, já que a confirmação diagnóstica depende obrigatoriamente de imagem de adrenais.

Em relação ao diagnóstico e manejo dos prolactinomas, assinale a alternativa correta.


A

Pacientes com hiperprolactinemia leve (<5x o limite superior da normalidade) não necessitam de repetição do exame, sendo suficiente a correlação clínica e radiológica inicial.


B

Microprolactinomas (<10 mm) apresentam risco elevado de crescimento progressivo para macroprolactinomas, justificando tratamento agressivo precoce em todos os casos.


C

A pesquisa de mutação germinativa em MEN1 deve ser realizada rotineiramente em todo paciente com prolactinoma diagnosticado acima dos 50 anos.


D

A normalização da prolactina sérica geralmente não reverte a disfunção gonadal em homens com macroprolactinoma, devendo-se considerar reposição hormonal obrigatória imediata.


E

A presença de massa selar em imagem deve sempre levar à investigação de hiperprolactinemia, visto que outras lesões podem cursar com “efeito haste” e elevação de prolactina.

Homem, 65 anos, diabético tipo 2 e hipertenso, chega à emergência com fraqueza muscular progressiva e palpitações. Encontra-se em uso de enalapril e espironolactona.


Exames laboratoriais:


• Potássio sérico – 6,8 mEq/L.

• Creatinina – 2,5 mg/dL (baseline 1,4).

• pH arterial – 7,28.

• ECG – ondas T apiculadas, alargamento do QRS.


Qual é a conduta mais adequada inicialmente para o paciente, considerando que ele apresenta hipercalemia grave e alteração eletrocardiográfica?


A

Administrar apenas diurético de alça (furosemida) para promover excreção renal do potássio.


B

Suspender a espironolactona e iniciar restrição dietética; repetir potássio em 12 horas antes de qualquer intervenção farmacológica.


C

Iniciar insulina regular com glicose IV, bicarbonato e gluconato de cálcio IV imediatamente, monitorando ECG; considerar remoção definitiva do potássio (diálise) se refratário.


D

Administrar apenas bicarbonato IV, pois acidose metabólica é a principal causa do aumento do potássio.


E

Iniciar beta-agonista inalatório isoladamente, porque é suficiente para correção do potássio sérico grave.

Sobre a conduta frente a nódulos de tireoide, assinale a alternativa correta.


A

Todo nódulo tireoidiano identificado deve ser submetido à punção aspirativa, independentemente do tamanho, em crianças, principalmente os nódulos hipoecogênicos.


B

O sistema EU-TIRADS recomenda que nódulos classificados como EU-TIRADS 5 devem ser puncionados apenas quando ≥20 mm, sendo a classificação de menor risco radiológico.


C

O seguimento de nódulos EU-TIRADS 2, independentemente do tamanho, deve ser anual com ultrassonografia cervical. Em caso de crescimento de pelo menos 50% em volume, deverão ser puncionados.


D

A decisão de repetir a PAAF em nódulos inicialmente não diagnósticos deve considerar a estratificação ultrassonográfica, sendo mandatória em EU-TIRADS 4 e 5 quando houver discrepância com o achado citopatológico.


E

A supressão com levotiroxina é recomendada em pacientes eutireoideos com nódulos benignos para reduzir o risco de malignização, principalmente aqueles com conteúdo marcadamente hipoecogênicos.

Homem de 48 anos, hipertenso há 8 anos, em uso de losartana, anlodipino e hidroclorotiazida, mantém níveis pressóricos de 160x100 mmHg. Relata episódios recorrentes de fraqueza muscular e câimbras. Exames: K⁺ sérico 3,1 mEq/L, Na⁺ 144 mEq/L, creatinina 0,9 mg/dL. Razão aldosterona/renina (ARR) elevada, com renina suprimida e aldosterona 18 ng/dL. Após suspensão gradual dos anti-hipertensivos interferentes (exceto anlodipino), repete-se a dosagem confirmando os achados. O teste de supressão salina intravenosa demonstra aldosterona plasmática de 14 ng/dL (não suprimida). TC de adrenais mostra nódulo de 1,7 cm à esquerda. Qual é a conduta mais apropriada?


A

Iniciar espironolactona, sem necessidade de investigação adicional, pois o nódulo adrenal define lateralização.


B

Realizar supressão com fludrocortisona para confirmar o diagnóstico, pois a prova salina tem baixa acurácia.


C

Encaminhar para adrenalectomia esquerda, pois o nódulo ≥1,5 cm confirma adenoma produtor de aldosterona.


D

Proceder a Amostragem Venosa Adrenal (AVS) para definir lateralização antes de considerar cirurgia.


E

Manter bloqueadores de canal de cálcio e acrescentar antagonista de receptor de angiotensina II, sem terapia específica para hiperaldosteronismo.

Sobre as doenças endócrinas e do metabolismo, assinalar a alternativa CORRETA.


A

Dentre os critérios para o diagnóstico de diabetes mellitus, estão: sintomas de diabetes + nível de glicemia aleatória ≥ 10mmol/L, glicose plasmática em jejum ≥ 7mmol/L e hemoglobina glicada > 5,5%.


B

O hiperparatireoidismo primário é confirmado pela demonstração de níveis inapropriadamente baixos de PTH para o grau de hipercalcemia.


C

O hiperaldosteronismo primário refere-se a uma causa suprarrenal, podendo ser decorrente de um adenoma suprarrenal ou de hiperplasia suprarrenal bilateral.


D

Dentre as causas de hipotireoidismo secundário, estão a deficiência de iodo, a deficiência ou inatividade isolada de TSH e distúrbios infiltrativos, como a amiloidose.

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado